A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, abriu a sessão da Corte nesta quarta-feira (30) com um pronunciamento em que citou o "grave momento" político e social pelo qual passa o país e fez uma defesa da democracia. Ela ressaltou que a democracia "é o único caminho legítimo" para a o país buscar as soluções de seus problemas.

5e2681bf04bae26a292dce59aa6bb45cFoto: Divulgação/ STF

A ministra não citou diretamente a paralisação dos caminhoneiros, que bloquearam rodovias em todo país nos últimos dias, numa reivindicação por preços mais baixos para o diesel, entre outros pleitos.

Na esteira do movimento dos caminhoneiros, manifestantes em alguns pontos no país exibiram nos últimos dias faixas e cartazes pedindo intervenção militar.

"Também as democracias vivem crises", disse

Fonte: G1

 

O prefeito de Floriano, Joel Rodrigues da Silva, assinou decreto nº 023/2018, de 29 de maio de 2018, que declara dia de ponto facultativo, a próxima sexta-feira, 1º de junho, para o funcionalismo público municipal de Floriano. O decreto considera o feriado de Corpus Christi, no dia anterior, 31 de maio, e também cita a diminuição dos impactos da paralisação dos caminhoneiros, que provocou o desabastecimento de combustível nos postos.

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Não estão inclusos no ponto facultativo os servidores que executam serviços essenciais, de urgência, plantão ou de necessidades indispensáveis ao funcionamento, como os serviços de saúde, fiscalização de trânsito, vigilância de prédios públicos e outros, que a critério de cada secretaria, não possam ser suspensos.

 

Fonte:Secom

A Petrobras voltou a aumentar o preço da gasolina, depois de cinco quedas consecutivas do valor do combustível. A partir de amanhã (31), o preço nas refinarias subirá 0,74% e passará a ser de R$ 1,9671 por litro. Em maio, o preço do combustível nas refinarias da Petrobras acumula alta de 9,42%, já que em 28 de abril o litro custava R$ 1,7977.

gasolina 4 reais12Foto: Divulgação/Internet

 

Fonte:cidadeverde.com

O presidente Michel Temer (PMDB) afirmou nesta terça-feira (29), durante entrevista à emissora oficial TV Brasil, que pode reexaminar a política de preços da Petrobras.

2018 01 05t143043z 1 lynxmpee040v8 rtroptp 3 brazil temer pardonMichel Temer. (Imagem:Adriano Machado/Reuters)

Na entrevista, Temer primeiro afirma não querer alterar a política da estatal. Em seguida, se refere à possibilidade de reexaminá-la. Mas a fala do presidente deixa dúvida se ele disse "não podemos reexaminá-la" ou "nós podemos reexaminá-la". Consultada, a assessoria de comunicação do Palácio do Planalto informou que ele disse "nós".

"Convenhamos, a Petrobras se recuperou ao longo destes dois anos. Estava em uma situação, digamos, economicamente desastrosa há muito tempo. Mas nós não queremos, digamos, alterar a política da Petrobras. Nós podemos reexaminá-la, mas com muito cuidado", declarou o presidente na entrevista (veja no vídeo acima).

Os frequentes e até diários reajustes nos preços dos combustíveis, decorrentes dessa política, estiveram entre os principais fatores que motivaram a greve dos caminhoneiros. Desde julho do ano passado, a Petrobras promove os reajustes com base na variação do dólar e dos preços do petróleo no mercado internacional.

Tanto Temer quanto o presidente da Petrobras, Pedro Parente, vêm afirmando que a empresa tem autonomia para determinar os preços dos combustíveis, sem interferência do governo.

Mas, na quarta-feira da semana passada (23), após a deflagração da greve dos caminhoneiros, Parente anunciou uma redução de 10% no preço do diesel durante 15 dias como "uma medida de caráter excepcional".

Segundo ele, essa decisão não representava mudança na política de preços da estatal nem tinha sido motivada por pressão do governo. Mesmo assim, no dia seguinte, o mercado reagiu negativamente, e o valor das ações da Petrobras caiu mais de 13%.

No domingo (27), em nova tentativa de dar fim à greve, o governo fez uma proposta aos caminhoneiros que incluía uma redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel por 60 dias. Para manter o subsídio durante esse período, vai usar recursos públicos a fim de compensar a Petrobras.

Nesta terça-feira, em teleconferência com investidores, Pedro Parente voltou a afirmar que a autonomia da empresa para determinar a política de preços estava mantida. "Está mantida, sim, independente da periodicidade, a nossa prerrogativa", declarou.

 

Fonte: G1

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