O secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que a equipe econômica do governo federal defende que benefícios previdenciários, como aposentadorias e pensões, sejam desvinculadas do salário mínimo. A informação consta em entrevista do secretário ao G1.

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Na prática, isso congelaria os benefícios, deixando-os sem reajustes. Esse congelamento abriria espaço no Orçamento para financiar o programa Renda Brasil, que o governo planeja lançar no lugar do Bolsa Família. Rodrigues explicou que seriam congeladas tanto as aposentadorias no valor de um salário mínimo quanto as mais altas, por um período de dois anos.

"A desindexação que apoiamos diretamente é a dos benefícios previdenciários para quem ganha um salário mínimo e acima de um salário mínimo, não havendo uma regra simples e direta [de correção]. O benefício hoje sendo de R$ 1.300, no ano que vem, ao invés de ser corrigido pelo INPC, ele seria mantido em R$ 1.300. Não haveria redução, haveria manutenção", disse.

O secretário confirmou que a ideia está sendo debatida com os ministérios da Casa Civil e da Cidadania, mas disse que o governo ainda não fechou nenhuma decisão sobre o tema.

Atualmente, os valores de aposentadorias e pensões são reajustados de acordo com o salário mínimo, ou seja, anualmente. Como a Constituição determina o reajuste do salário mínimo pelo menos pela inflação, os benefícios também são reajustados pelo menos pela inflação.

As aposentadorias de maior valor seguem outra regra.

Caso a proposta siga adiante e seja aprovada, todas as aposentadorias seriam congeladas no valor atual.

 

 

Fonte: Cidade Verde.

Nas últimas 24 horas foram registrados no Piauí mais 675 casos e 15 mortes pelo novo coronavírus, segundo os dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) na noite desta segunda-feira, dia 14. Dos 675 casos confirmados da doença, 375 são mulheres e 300 homens, com idades que variam de oito meses a 96 anos.

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Duas mulheres e treze homens não resistiram às complicações da Covid-19. Elas eram de Picos (77 anos) e Teresina (85 anos). Já os homens eram das cidades de Barras (67 anos), Batalha (59 anos), Bocaina (76 anos), Cabeceiras do Piauí (80 anos), Campo Maior (74 anos), Monsenhor Gil (71 anos), Parnaíba (81 anos), Picos (52 anos), Piripiri (62 anos) e Teresina (58, 66, 80 e 92 anos).

Todos as cidades piauienses foram atingidos pela Covid-19. Os casos confirmados no estado somam 87.213. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 1.988 e foram registrados em 169 municípios. Até agora, morreram 1.144 homens e 844 mulheres.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há 500 ocupados, sendo 292 leitos clínicos, 203 UTIs e 5 leitos de estabilização. As altas acumuladas somam 4094 até o dia 14 de setembro.

A Sesapi estima que 84.725 pessoas já estão recuperadas ou seguem em acompanhamento (casos registradas nos últimos 14 dias) que não necessitaram de internação ou evoluíram para morte.

 

Fonte:Ascom

Faleceu na noite desta segunda feira, no Hospital Regional Tibério Nunes, o 1° Sargento José Ribamar da Silva, integrante do quadro de policiais militares da reserva remunerada do 3° Batalhão Policial Militar.

73d7bc25 d59f 4add b0d3 655e33a29840José Ribamar da Silva.! Imagem:Divulgação)

O corpos do militar será velado em sua residência na Rua Alberto Drummond, mas será sepultado na cidade de São Francisco do Maranhão.

 

Da redação.

O Programa de Defesa do Consumidor (Procon) do Ministério Público Estadual multou nesta segunda-feira (14), seis supermercados em Teresina por cobrarem valor considerados abusivos no preço do arroz.

3d8878c2 b1b1 4581 b916 c2dc36d83058Supermercados de Teresina são multados ao venderam arroz a R$ 35

De acordo com o órgão, oito estabelecimentos foram fiscalizados segunda-feira (14) e em alguns locais foram encontrados um pacote de 5kg de arroz sendo vendido por R$ 35,00, o que e incompatível com o preço de mercado.

 “O estabelecimento que for flagrado vendendo por um valor acima de 20% do preço de mercado é autuado e tem um prazo de 15 dias para apresentar a sua defesa, como nota fiscal e outras provas de que está cobrando um valor justo”, explica o chefe de fiscalização do Procon, Arimatéia Passos.

O Procon informa que irá continuar as fiscalizações durante toda essa semana, as multas nesses casos podem chegar a R$ 10 mil.

Desde o início do ano, o preço do arroz acumula alta de mais de 21,2% nas prateleiras, segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas).

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o preço da saca de 50 kg de arroz, vendido pelo produtor, variou mais de 107% nos últimos 12 meses, chegando próximo a R$ 100.

Os motivos para a alta são uma combinação da valorização do dólar frente ao real, o aumento da exportação e a queda na safra. Em alguns supermercados, o produto, que custava cerca de R$ 15, no pacote de 5 kg, está sendo vendido por até R$ 40

Para denunciar irregularidades identificadas, como aumentos abusivos de preços, o consumidor pode entrar em contato com o Procon através do e-mail : Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou nos telefones (86) 98162-8247/ (86) 98190-7983/ (86) 98195-5177/ (86) 98122-4746

 

 

Fonte: Meio Norte.

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