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“Não faz mais sentido obrigar que as emissoras de rádio retransmitam as informações produzidas pelo Estado, quando ele dispõe de meios próprios para divulgar suas atividades (TV Justiça, TV Câmara, TV Senado, páginas institucionais na rede mundial de computadores, etc.)”. Com essa argumentação, o deputado federal Paulo Eduardo Martins (PSDB-PR) formulou o projeto de lei que visa acabar com a obrigatoriedade de transmissão do programa ‘A Voz do Brasil’, que vai ao ar de segunda a sexta, das 19h às 20h.

bd6c09ea227661da2edc56cbaaf4a4d6Deputado do PSDB quer o fim da obrigatoriedade da ‘Voz do Brasil’.(Imagem:Divulgação)

Registrado com o número 6230/2016 e aguardando despacho do presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o projeto proposto pelo parlamentar tucano relembra que a ‘Voz do Brasil’ foi criada em 1935, época em que o país estava sob comando de Getúlio Vargas. Na justificativa, o político paranaense reforça que a ideia do programa estatal surgiu com funções ditatoriais, de espalhar para todos os cantos do Brasil informações que seriam de interesses do governo federal, o que vai – em sua avaliação – contra o sistema atual.

“Regimes democráticos são caracterizados pela liberdade de informação jornalística e obrigar um veículo de comunicação social a transmitir um dado conteúdo viola sua liberdade de informar. Os veículos de comunicação social existem para fiscalizar a atuação dos poderes públicos e não para se tornarem instrumentos forçados de propaganda”, pontua Paulo Eduardo Martins, que assumiu – na condição de suplente - uma cadeira no Congresso em março deste ano, quando ainda era filiado ao PSC, partido pelo qual disputou as eleições de 2014.

Paulo Eduardo Martins destaca, ainda, que atualmente há inúmeras ações judiciais promovidas por emissoras de rádio que visam a flexibilidade do horário de transmissão. Atualmente, algumas estações radiofônicas no estado de São Paulo não levam a atração ao ar devido a liminares concedidas pelo Judiciário, casos da Rádio Bandeirantes e da Energia 97. Para o parlamentar, a obrigatoriedade de transmitir o programa das 19h às 20h interfere na grade dos veículos em um dos horários “mais nobres do sistema de radiodifusão”.

O projeto de lei apresentado pelo tucano sinaliza que a obrigatoriedade da ‘Voz do Brasil’ prejudica, sobretudo, os ouvintes que se deslocam do serviço para casa e são privados de acompanhar informações locais. Além disso, com a perda “potencial de grande audiência”, as emissoras sofrem - segundo analisado pelo parlamentar - com “enormes prejuízos”. Pensando em acabar com isso, o deputado reforça o desejo de fazer com que a veiculação do programa seja facultativa, com cada emissora escolhendo livremente se levará ou não a produção ao ar, no horário que bem entender.‘Voz do Brasil’

No ar há 81 anos, o programa ‘A Voz do Brasil’ é produzido de segunda a sexta-feira e apresenta, durante uma hora, informações relacionadas aos poderes da instância federal. O programa dedica – diariamente – 25 minutos ao Executivo, 5 minutos ao Judiciário, 10 minutos ao Senado e 20 minutos à Câmara dos Deputados. Apesar da obrigatoriedade, a flexibilização do horário de transmissão aconteceu recentemente durante as realizações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro e, dois anos antes, no período da Copa do Mundo sediada no Brasil.

Fonte: Comunique-se

O presidente Michel Temer fez discursos neste domingo (16) em eventos do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) nos quais buscou enfatizar que a economia brasileira está se recuperando e que o país adotou medidas de responsabilidade fiscal para conter o rombo nas contas públicas. Aos chefes de estado dos demais países do grupo, o presidente afirmou que o Brasil começa a "entrar nos trilhos".

eb5bbc6232609401c510afb12c605b08Temer diz em evento dos Brics que economia do país está se recuperando.(Imagem:Divulgação)

As falas do presidente ocorreram em reuniões que fazem parte do encontro de cúpula dos Brics, realizado neste fim de semana na cidade de Goa, na Índia. No primeiro evento do dia, uma reunião privada com os chefes de estado da China, Rússia, Índia e África do Sul, o presidente ressaltou medidas de seu governo para retomada do crescimento e a melhora em alguns indicadores econômicos.

"Já começamos a colher os frutos. O Brasil começa a entrar nos trilhos. As previsões para a economia brasileira em 2017 já melhoraram. O Fundo Monetário Internacional estima o fim da recessão e a volta do crescimento do PIB brasileiro no próximo ano. A inflação tem cedido e, em setembro passado, tivemos o menor índice para o mês desde 1998. Já é possível verificar positiva reversão de expectativas, com decidida elevação nos níveis de confiança dos agentes econômicos", afirmou Temer.

Mais tarde, em eventos com os mesmos chefes de estados e com empresários que formam o Conselho Empresarial dos Brics, Temer voltou a defender a ideia de recuperação da economia brasileira e convidou os executivos a investirem no país.

"Com as primeiras medidas adotadas, posso assegurar, que já podemos constatar sinais da volta de confiança. A inflação, que sabemos todos, dá sinais de desaceleração. Os índices de confiança da indústria e do consumidor registram altas.Convido, portanto, as empresas dos países do BRICS a investirem no Brasil", disse o presidente.

Nos dois eventos do dia, Temer citou o programa de parcerias com a iniciativa privada lançado pelo governo, que contempla obras na área de infraestrutura, como portos e rodovias."Estamos empenhados em melhorar o ambiente de negócios. Vamos desburocratizar processos, reduzir custos de operação e zelar pela previsibilidade e pela segurança jurídica. Lançamos já, o Programa de Parcerias de Investimentos fundado em regras estáveis. São 34 projetos iniciais nas áreas de portos, aeroportos, rodovias, ferrovias, energia, óleo e gás. As agências reguladoras voltarão a ter papel efetivo de supervisão", afirmou o presidente para os chefes de estado e empresários.

Ajuste
Temer ainda enfatizou em seus discursos a intenção do governo de sanear o rombos nas contas públicas por meio de medidas de ajuste fiscal, como a PEC do teto dos gastos e a reforma da Previdência. A expressão "responsabilidade fiscal" foi repetida algumas vezes pelo presidente.

"Responsabilidade fiscal é, para nós, um dever maior e tarefa urgente. É dever maior porque, sem ela, põem-se em risco os avanços sociais do Brasil. É tarefa urgente porque o desarranjo das contas públicas é a causa-mor da crise que enfrentamos", afirmou Temer.

Parceria com asiáticos

No final do dia no horário local da Índia (9 horas à frente do horário de Brasília) Temer participou de um encontro de cúpula ampliada, entre os Brics e chefes de estado do BIMSTEC, grupo que reúne Bangladesh, Butão, Índia, Myanmar, Nepal, Sri Lanka e Tailândia.

No último discurso do dia, o presidente ressaltou a intenção do Brasil em aumentar as relações comerciais com os países asiáticos.

"A Ásia é região de abundante e preciosos recursos humanos e culturais. É a área de maior dinamismo econômico do Planeta.Sobretudo em período no qual nos concentramos na retomada do crescimento, desejamos intensificar relações com nossos amigos asiáticos e, certamente, com cada um dos países aqui reunidos", disse Temer.

Ele defendeu maior integração entre os países e a intensificação do comércio. Para Temer, o protecionismo e a criação de barreiras não são eficiente para lidar com os desafios que o mundo hoje enfrenta.

"Como tenho dito, o sistema internacional experimenta um déficit de ordem. Conflitos prolongam-se. O terrorismo continua a ceifar vidas mundo afora, com brutalidade desconcertante. Os crimes transnacionais geram níveis de violência inaceitáveis. Pressões sociais alimentam a tentação do isolacionismo – como se crescimento e empregos dependessem de menos, e não mais, intercâmbio entre os povos", afirmou o presidente.
"O sistema internacional simplesmente não se mostra equipado para lidar com esses imensos desafios", completou.

Fonte: G1

Uma campanha está mobilizando a cidade de Picos e região para salvar a vida da pequena Iasmim Santana Xavier Lopes, de 11 anos. Vítima de um derrame pleural que atingiu vários órgãos do corpo, ela precisa de um diagnóstico preciso que só pode ser feito por médicos em São Paulo e, por conta disso, a família iniciou uma grande campanha para arrecadar cerca de R$ 300 mil para as despesas.

iasmin GCampanha tenta arrecadar fundos para tratamento de menina.(imagem:Divulgação)

Em agosto deste ano Iasmin teve repentinamente um derrame pleural e foi encaminhada às pressas para em Teresina, onde está internada há quase dois meses em hospital particular. Depois de diversos exames, as causas ainda são misteriosas. “Ela tem estado delicado, porém o problema que não há um diagnóstico. Tem drenos nos dois pulmões para retirar o líquido. Teve trombose e um prejuízo no sistema linfático e venoso. Esse problema é gerado de outro problema e não tem diagnóstico aqui para isso e por isso a necessidade de leva-la para São Paulo”, explica o tio da menina, Cristhian Santana.

A família já entrou em contato com um médico em São Paulo e ele alegou que as despesas serão bem altas, algo que pode chegar a R$ 300 mil com translado por UTI aérea, exames e possíveis cirurgias, além de medicamentos. Por conta disso, foi iniciada a campanha. “O médico disse que são valores imprecisos. De início pode ser isso, mas pode ser mais. Estamos na correria com relação a UTI móvel, que ainda não temos. O plano [de saúde] é estadual e não tem como cobrir”, detalha Cristhian.

Segundo o tio da menina, a campanha está conseguindo um bom resultado, com muitas doações e uma grande repercussão. “Graças a Deus iniciamos a campanha e muitas pessoas estão contribuindo, algumas fazendo rifas e bingos. Temos cidades vizinhas se levantado nessa causa e isso está sendo ótimo”, afirma.

Para ajudar, os interessados podem contribuir com qualquer quantia em dinheiro nas seguintes contas bancárias:

BANCO DO BRASIL
Agência: 0254-2
Conta-poupança: 11578-9
Variação: 51
CPF: 769.125.073-87
Em nome de Cristiane Santana de Sousa Lopes (mãe).

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Agência: 0639
Operação: 001
Conta-Corrente: 23698-8
CPF: 769.125.073-87
Em nome de Cristiane Santana de Sousa Lopes (mãe).

 

Fonte:cidadeverde.com

Outubro já registra o maior número de focos ativos de queimadas em todo o Piauí em 2016, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Apesar dos números apontarem uma queda de 46% nos focos de todo o estado em relação ao ano passado, o mês contraria estatísticas anteriores. Só nas últimas 48 horas, 535 novos focos foram registrados.

080a7d7c296efa7cc2f93187e408f1b6Piauí registra mais de 500 novos focos de incêndio em apenas 48 horas.(Imagem:Divulgação)

Nos últimos dois dias, o Piauí só perde em número de focos de incêndio para o Maranhão, que registrou 1.260 casos. No mês, o Piauí é o terceiro, atrás de Maranhão e Pará. No ano, é o oitavo colocado entre os demais estados.

Os focos ativos de queimadas deste mês chegaram a 1.721 neste domingo (16), superando agosto e setembro. Os números mostram uma inversão da lógica que se seguia desde 2009, quando outubro registrava sempre redução de incêndios em relação a setembro. Ao invés de queda, a tendência agora é crescente.

A média do mês calculada pelo INPE, com base nos anos anteriores, é de 2.350 focos a cada outubro no Piauí. O recorde foi no ano passado, com 4.068, número que já representava uma queda em relação a setembro de 2015, quando foram registrados 5.828 focos - recorde das duas últimas décadas.

Nas últimas horas, os municípios do Piauí com maior número de casos detectados pelo INPE são, nesta ordem: Baixa Grande do Ribeiro, Santa Filomena, Palmeirais, São Pedro do Piauí, Itaueira, Flores do Piauí, Gilbués, Amarante, Altos e Hugo Napoleão.

Números em queda em relação a 2015
Apesar de um aumento visível na quantidade de incêndios ao redor da capital, o Piauí registrou uma queda na quantidade de áreas afetadas em um comparativo com o ano passado. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a quantidade de focos nos meses de setembro e outubro de 2015 caiu quase a metade no mesmo período deste ano.
De acordo com o Monitoramento dos Focos Ativos por Estados, os focos de queimadas no Piauí acontecem de forma crescente a partir de janeiro com ápice em setembro, o período mais quente e seco do ano no estado. A partir deste mês, os números passam a cair drasticamente.

O monitoramento é feito via satélite desde 1998 e, segundo os dados, o ano mais critico foi 2015 e justamente os meses de setembro e outubro, quando apresentaram 5828 e 4068 focos, respectivamente. Já este ano houve uma diminuição para 1394 focos em setembro, enquanto outubro já registrou 1721 até este domingo (16).

A quantidade mínima de focos de incêndio no mês de setembro no Piauí foi registrada em 1999, com 872 ocorrências. Já a menor do mês de outubro foi em 2009, com 913 casos.

 

Fonte:cidadeverde.com

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