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feiratafadas 300x250eImagem ilustrativaO 1° Feirão de Automóveis do Servidor, oferecerá vantagens de vendas de veículos novos e seminovos com descontos de até R$ 10 mil, financiamento em até 6 meses e 100% do valor do veículo, concessão da carência de até 180 dias para o pagamento da primeira parcela, trocas de carros usados por seminovos, garantia de 4 meses para veículos seminovos e taxas especiais a partir de 1,46% junto as instituições financeiras.

Segundo o Presidente da Associação dos Veículos Seminovos Multimarcas do Piauí, Douglas Alexandre Martins, o 1° Feirão de Automóveis do Servidor é o maior evento automotivo realizado no Piauí. "A expectativa é muito boa, e desejamos que possa servir para outros estados também o façam", destaca.

O evento vai ocorrer no período de 3 a 5 de novembro, das 8h às 22h, no estacionamento interno do Teresina Shopping, e contará com veículos de todas as concessionárias do Piauí e a parceria da Caixa Econômica e Banco do Brasil.

As vendas e trocas poderão são destinadas para o servidor público estadual, polícia militar, bombeiro militar, ativo e inativo e pensionistas da administração direta autárquica e fundacional do Estado do Piauí de qualquer do Poder Executivo, Legislativo, Judiciário, Tribunal de Contas Ministério Público vinculados ao Regime Próprio da Previdência Social, empregados públicos das empresas públicas e sociedades de economias mista estaduais e advogados regularmente inscritos na OAB/PI, e qualquer profissional de contabilidade, inscrito no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

 

Fonte: Com informações da Ccom

No processo de reestruturação que está em andamento com o aval do Palácio do Planalto, o Banco do Brasil decidiu que não mais financiará imóveis por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, devido ao elevado nível de inadimplência e ao retorno muito baixo. A meta do BB é deixar essas operações para a Caixa Econômica Federal, que tem estrutura melhor para lidar com o público de baixa renda.

1f7bb22ab3c3fc72918e239907d1789aBanco do Brasil não vai mais financiar imóveis do Minha Casa, Minha Vida.(Imagem:Divulgação)

No crédito imobiliário, o BB se concentrará em financiamentos para a classe média e para o público de alta renda, considerados menos arriscados. O BB, inclusive, extinguiu a diretoria de Crédito Imobiliario. Concentrou todas as operações na diretoria de Empréstimos e Financiamentos.

A entrada do BB no Minha Casa, Minha Vida foi uma determinação dos governos petistas. Fazia parte de um pacote chamado Bom para todos, que embutia crédito facilitado e que reduziu drasticamente a rentabilidade do banco, hoje de menos da metade da observada entre os gigantes privados.

O Banco do Brasil (BB) iniciou ontem o profundo processo de reestruturação que vem sendo planejado desde o início do governo de Michel Temer. Das 27 diretorias, duas foram extintas: a de Crédito Imobiliário (Dimob) e a de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas (Diref), que ficará com a recém-criada diretoria de Governança de Entidades Ligadas. Perderam os cargos 10 diretores do banco e outros cinco mudaram de área. A área de Estratégia da Marca foi cindida para dar lugar às diretorias de Estratégia e Organização e de Marketing e Comunicação.

Além dessas mudanças, O BB deve anunciar nos próximos dias um plano de demissões voluntárias. Os números ainda não estão definidos. Comenta-se nos corredores da instituição que a meta é reduzir em até 18 mil o atual quadro de 115 mil colaboradores. A ideia do governo é tornar a instituição mais leve, o que poderá também reduzir o escopo de negócios.

Aviso

Os 93 funcionários da Dimob foram avisados no final da tarde de ontem que a área será integrada à Diretoria de Empréstimos e Financiamentos (Diemp), na qual trabalham outras 133 pessoas. O enxugamento será inevitável. O diretor da Dimob, Hamilton Rodrigues, vai se aposentar. As áreas reunidas ficarão sob o comando de Edson Pascoal Cardozo, servidor de carreira do banco, que foi promovido.

A Dimob é extramente simbólica. Foi criada há cinco anos, separando-se da Diemp, quando a economia brasileira bombava e a popularidade de Dilma Rousseff estava nas alturas. Não há dúvidas de que a área perde prestígio dentro do banco. O foco era o Minha Casa Minha Vida, uma das principais vitrines da administração petista. O programa habitacional já vinha perdendo importância há pelo menos um ano na instituição financeira.

O BB é hoje o segundo no mercado de crédito imobiliário, com 8,63% do mercado, perdendo apenas para a Caixa Econômica Federal, isolada em primeiro lugar, com fatia de 51,72%. Mesmo com a diferença grande, o BB tem uma carteira respeitável, de R$ 53 bilhões em empréstimos. Isso tende a diminuir muito nos próximos anos, com a mudança de foco da instituição.

A diretoria de Entidades Ligadas, que será comandada por Cícero Przendsiuk, ficará subordinada à vice-presidência de Finanças e passará a acumular as funções da extinta Unidade de Gestão de Entidades Ligadas. A área será responsável pelo relacionamento com a Previ, fundo de pensão dos empregados da estatal, com a Cassi, plano de saúde dos empregados do banco, e com a Economus, fundo de pensão dos funcionários da Nossa Caixa, comprado pelo BB.

Todas as alterações foram aprovadas pelo Conselho de Administração do BB. O colegiado, presidido pelo secretário-executivo da Fazenda, Eduardo Refinetti Guardia, também deve promover trocas nas vice-presidências. O processo tem sido conduzido pelo presidente do banco, Paulo Rogério Caffarelli, com respaldo do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Fernando Florencio Campos passará a comandar a diretoria de Mercados de Capitais e Infraestrutura. O chefe da diretoria de Tecnologia será Gustavo de Souza Fosse. A diretoria de Agronegócios passará a ser comandada por Reinaldo Kazufumi Yokoyama. Para a diretoria de Marketing e Comunicação foi designado Alexandre Alves de Souza. Fabiano Macanhan Fontes será diretor de Soluções de Atacado; José Eduardo Moreira Bergo, de Segurança Institucional; Marco Túlio de Oliveira Mendonça, de Crédito; e Márvio Melo Freitas, de Controladoria.

Técnicos envolvidos na reestruturação do Banco do Brasil dizem que todas as mudanças buscam a sobrevivência do banco, que perdeu muita competitividade nos últimos anos. A rentabilidade média caiu à metade, de cerca de 14% para 7% ao ano.

Caffarelli tem comentado com interlocutores que é inconcebível o maior banco do país estar tão distante de seus concorrentes privados. Atribui-se no governo e no BB a perda de competitividade ao uso da instituição durante as administrações petistas para promover políticas equivocadas de crédito. O atual presidente, funcionário de carreira do banco, foi secretário-executivo de Guido Mantega no Ministério da Fazenda.

Fonte: Correio Braziliense

A Fundação Pies Descalzos, criada pela cantora colombiana Shakira, negou nesta quarta-feira (12) que ela tenha doado US$ 15 milhões às vítimas da destruição causada pelo furacão Matthew no Haiti.

fcee8520382667efdfdaf14933b1e9ddFundação de Shakira nega doação de US$ 15 milhões.(Imagem:Divulgação)

Membros da organização disseram à agência EFE que a notícia, que foi difundida em meios de comunicação do mundo todo, partiu da imprensa local. As reportagens afirmavam que a artista tinha contribuído através de sua fundação para ajudar às pessoas afetadas pelo desastre, mas "a informação não era certa" e não seria "emitido qualquer comunicado oficial", afirmou a fundação, segundo a EFE.

Shakira, frequentemente envolvida em causas sociais, já tinha se solidarizado ao Haiti em 2010, quando doou US$ 400 mil para a reconstrução de uma escola após o terremoto de magnitude 7 que deixou cerca de 300 mil mortos.

A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu na segunda-feira passada US$ 119,9 milhões para assistir aos cerca 1,5 milhão de afetados pelo desastre natural no país.

Os últimos números da Defesa Civil indicam que Matthew causou 372 mortes no Haiti, deixou 246 feridos, quatro desaparecidos e 175 mil deslocados.

Fonte: G1

O empresário Carlos Bucar compareceu à manifestação realizada na manhã de ontem por um grupo de vaqueiros que são contrários a determinação da justiça que acaba com a prática de vaquejada. Nossa reportagem conversou com ele que também é prejudicado visto que vende produtos consumidos por criadores e praticante desse esporte tipicamente nordestino. "Não é só pra mim que vai dar prejuízo. É pro Brasil todo". Disse Carlos Bucar, lembrando que existem no Brasil cerca de 500 mil cavalos que consomem ração, que são feitas em fábricas que geram empregos, usam caminhões para transportes, postos de combustíveis para abastecer os caminhões, os caminhoneiros usam trabalhos de borracharias e alimentação durante as viagens. "É uma cadeia em geral de empregos" Prosseguiu nosso entrevistado.

75b4714b 8490 4bcf 8c70 b4aa02c211f5Carlos Bucar. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Carlos lembrou ainda a história da independência de Campo Maior onde teve a participação marcante dos vaqueiros. Nosso entrevistado disse ainda que mesmo na vaquejada tendo a derrubada do boi, esses animais são bem tratados, transportados num caminhão próprio, na vaquejada ele fica num curral especial. "Isso é judiar com o animal, mas dar um tiro na testa do boi, tirar o couro, esquartejar, serrar os ossos, tirar a carne, levar pra panela pra cozinhar ou assar e dar de comer. Isso não vale nada?". Indagou Carlos Bucar.

 

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