O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (30), em Brasília, a quarta reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Instituições financeiras, consultadas pelo BC, esperam que a Selic seja reduzida em 1 ponto percentual caindo para 11,25% ao ano.

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Hoje, pela manhã, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, e diretores do banco fazem a análise de mercado. À tarde, é feita a análise de conjuntura. Amanhã (31), à tarde, no segundo dia de reunião, após análise da perspectiva para a inflação e das alternativas para a Selic, a diretoria do BC define a taxa. A decisão será anunciada às 18h. Para o mercado financeiro, a Selic continuará a ser reduzida em 2017, encerrando o período em 8,5% ao ano.

Queda da Selic começou em outubro

A taxa Selic vem sendo reduzida desde outubro do ano passado, quando passou de 14,25% para 14% ao ano. Em novembro, houve mais um corte de 0,25 ponto percentual, seguido por reduções de 0,75 ponto percentual em janeiro e em fevereiro. Em abril, o Copom acelerou o ritmo de cortes para 1 ponto percentual.

Com a crise política, o mercado financeiro aumentou levemente a projeção para a inflação, após 11 reduções seguidas. Entretanto, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) continua abaixo do centro da meta a ser perseguida pelo BC, que é 4,5%. Para o mercado financeiro, a inflação vai encerrar 2017 em 3,95%.

A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e consequentemente a inflação. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

 

Fonte: Agência Brasil

A atriz Claudia Rodrigues, de 45 anos, foi internada nesta segunda-feira no hospital Albert Einstein, em São Paulo, após sofrer uma crise, provavelmente de fundo emocional. Ela estava em tratamento intenso de reabilitação das células-tronco (por conta das sequelas da esclerose múltipla) numa clínica no interior de SP desde fevereiro e passou mal.

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Segundo Adriane Bonato, amiga e empresária da artista, Claudia foi levada às pressas ao hospital com sintomas de desmaios, visão dupla e confusão mental. A atriz passa por uma bateria de exames nesta terça-feira.

"Ainda não sabemos o que ela tem. A princípio, ela teve uma crise ou um surto, fez as ressonâncias, exames de sangue, potencial evocado da visão, audição e sensor motor e vai fazer vários outros exames", contou Adriane.

A empresária afirma que Claudia estava emocionalmente abalada por conta do estado de saúde de Adriane, que passou por uma cirurgia para retirar o útero e uma parte do fígado recentemente.
Tratamento em clínica

Claudia Rodrigues estava internada desde fevereiro na Clínica Cevisa, no interior de São Paulo, fazendo tratamento de reabilitação das células-tronco. O tratamento é de regime fechado e consiste em eliminar as sequelas da esclerose múltipla, após Claudia ter feito, em 2015, um transplante de células-troncos para curar a doença. A previsão é que a artista tenha alta só em junho.

"Essa reabilitação é para voltar ao normal o que ficou sequelado. A expectiva é que ela fique 100% curada até o fim do ano", informou a representante da artista. "O transplante só estacionou a doença e tirou a fadiga, dando condições de vida normal para ela. Só que existem sequelas da esclerose que precisam ser reabilitadas, que foi o caso da marcha (andar), do olho e da fala. A fala já voltou completamente, a parte da memória também, ela, inclusive, já está até decorando textos. A parte da marcha melhorou 80%, o olho dela também. Então, os médicos acreditam que não vai ser preciso cirurgia", conta.

A clínica funciona como uma espécie de SPA, com atividades o dia inteiro e alimentação saudável. Claudia já perdeu 8kg desde o início do tratamento. Como não pode sair de lá, os médicos autorizaram a atriz a receber visitas. O apresentador Cid Moreira passou uma semana com a humorista na clínica a aproveitou para também fazer um tratamento.

Claudia iniciou o tratamento na clínica em outubro, quando foi internada pela primeira vez, por 30 dias. Ela retornou para lá em dezembro, passando mais um mês, voltou para casa e foi internada de novo em fevereiro, por um período aproximadamente de seis meses.
Rotina na clínica

A filha de Claudia, Iza, de 14 anos, está morando com a mãe na clínica. A atriz tem uma rotina puxada de atividades e acompanhamento médico diariamente. Ela acorda às 6h da manhã, toma os medicamentos e pratica caminhada dentro de uma piscina térmica. Depois, toma um café totalmente natural. Às 8h30, participa de uma reflexão com um pastor, que faz uma leitura bíblica. Faz fisioterapia das 9h às 10h e vai para a hidroterapia. Às 11h, Claudia tem aula de hidroginástica, toma banho de sol e vai almoçar.

Na parte da tarde, ela tem aulas práticas, como tratamento naturais e culinária, com a finalidade de melhorar a parte cognitiva. Às 14h, faz massoterapia, depois vai para um tratamento prioritário na piscina, voltado para quem tem esclerose múltipla. A atriz ainda pratica exercícios na academia e faz alongamento. Após o jantar, ela faz terapia e assiste palestras temáticas. Os fins de semanas na clínica são mais recreativos, com jogos e brincadeiras.

"Ela está ótima e vivendo a melhor fase do tratamento. E com muita vontade de voltar a trabalhar. No mês que vem, Claudia já começa a gravar para o canal no Youtube que pretende lançar em agosto", conta a assessora.


Fonte: Extra

Com o agravamento da crise política no País, líderes de partidos da base aliada na Câmara dos Deputados começaram a defender uma reforma da Previdência mais “enxuta”. Nas conversas, os parlamentares já discutem aprovar apenas o aumento da idade mínima para a aposentadoria, considerado um dos pilares da proposta. As outras mudanças seriam encaminhadas só a partir de 2019, quando o País terá um novo presidente eleito pelo voto direto.

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Outra opção cogitada por lideranças no Congresso é uma “minirreforma” da Previdência, como antecipou o Estadão/Broadcast na semana passada. Alguns estudos já foram encomendados para verificar a viabilidade de aprovar medidas por outros caminhos que não uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) – que precisaria de 308 votos na Câmara e 49 no Senado. Uma saída seria fazer algumas mudanças por medida provisória (MP) ou projeto de lei, que precisam de menos votos .

“É hora de transparência, de reconhecer que o momento é delicado e que isso impacta na votação das reformas. É preciso, sim, fazer uma avaliação do cenário, para entender o que tem condição de ser aprovado agora, deixando o desafio maior para o próximo governo eleito”, afirmou o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB). A legenda é uma das principais bases de sustentação do governo Temer no Congresso.

Para Efraim, esses pontos só poderão ser definidos após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgar a ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer por abuso de poder econômico. A Corte marcou o início do julgamento para 6 de junho.

“Se o clima estiver muito pesado, podemos pensar em aprovar uma reforma deixando só a idade mínima. Para dar algum sinal ao mercado”, defendeu o deputado Marcos Montes (MG), líder do PSD, quinto maior partido da Câmara. A opinião é compartilhada pela líder do PSB na Casa, Tereza Cristina (MS), que é da ala do partido ligada a Temer. “Temos de aprovar minimamente a idade mínima”, disse. Já o líder do PR na Câmara, José Rocha (BA), diz que nem mesmo este ponto está pacificado.

Deputados do PSDB também avaliam nos bastidores que, com o agravamento da crise política, será preciso “enxugar” a reforma. Desde antes da delação da JBS, a bancada já defendia a flexibilização do texto aprovado pela comissão especial. O líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli (SP), porém, afirmou que a ideia é tentar prosseguir com a proposta. “Estamos monitorando a cada dia, para saber a evolução do cenário. A situação é grave, mas não podemos transferir um problema de ordem judicial para a política macroeconômica.”

Minirreforma

No Congresso, há também uma avaliação de que a opção da minirreforma “não é tão ruim”, porque os efeitos da PEC já eram muito graduais, e o pente-fino que vem sendo feito nos pagamentos do auxílio-doença já dá, no curto prazo, uma contribuição maior para o caixa. Para os defensores dessa estratégia, não há tanto problema em esperar para fazer uma grande reforma em 2019, embora ela tenha de ser mais drástica.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pretende colocar a reforma da Previdência em votação no plenário da Casa entre 5 e 12 de junho. Interlocutores do parlamentar fluminense dizem, porém, que ele deu essa previsão apenas para fazer um aceno ao mercado financeiro de que a crise política não afetará as reformas.


Fonte: Estadão

O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (30) as primeiras notas de corte do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre. É possível acessar pela internet a nota mínima necessária para passar em cada um dos cursos oferecidos pelo sistema. No Piauí, a Universidade Federal vai ofertar quase 2.500 vagas distribuidas nos campi de Teresina (1.242), Floriano (160), Picos (360), Parnaiba (440) e Bom Jesus (250).

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A nota é calculada diariamente com base no número de vagas disponíveis e no total de candidatos inscritos para aquele curso. É a menor para o candidato ficar entre os potencialmente selecionado para o curso. O candidato que já fez a inscrição poderá consultar a própria classificação parcial na opção do curso escolhida.

O MEC alerta que essas informações devem servir apenas de referência para ajudar o participante no monitoramento da inscrição, não sendo garantia de seleção para a vaga.

Inscrições

As inscrições começaram nessa segunda-feira (29) e vão até o dia 1º de junho. Para se inscrever, o candidato precisa ter feito o Enem 2016 e não ter tirado 0 na redação. Mais de 6,1 milhões fizeram o Enem no ano passado. O candidato pode fazer até duas opções de curso e alterá-las até o fim do prazo de inscrição.

Ontem, um problema no sistema pode ter afetado 600 mil candidatos. Segundo o ministério, a situação foi normalizada e os estudantes atingidos orientados a trocar de senha.

Ao todo, são ofertadas neste semestre 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições de ensino, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

O Sisu terá uma única chamada, e a divulgação do resultado está prevista para o dia 5 de junho. Também nessa data será aberta a lista de espera, que permanecerá disponível até 19 de junho. As matrículas serão do dia 9 ao dia 13 de junho, e a convocação da lista de espera será feita a partir do dia 26 de junho.

Fonte: Agência Brasil

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