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A Agespisa vem avisar aos consumidores que por motivos de trabalho que está sendo feito de interligações na rede de PVC e colocação de registros para eliminar a rede de cimento amianto na rua Antonino Freire no cruzamento com a rua Marques da Rocha, será necessário parar o sistema no dia 10/08/2016, das 06h da manhã até as 17h 00min. A Agespisa que o comunicado seja repassado para que os consumidores não sejam surpreendidos e assim possam reservar água para suprir suas necessidades.

Não serão afetados os bairros abastecidos com água do reservatório da Guia e de poços tubulares.

Screenshot 2016 08 10 03 34 18Agespisa. (Imagem:Divulgação)

 

Da redação 

Há um ano e seis meses João Gabriel da Luz Silva sofre por causa de uma malformação rara. O menino, que vive em Presidente Kennedy, centro do Tocantins, com os pais e mais quatro irmãos, nasceu com uma deformidade na extermidade do reto. Ele precisa fazer duas cirurgias, mas segundo a mãe Ana Meire Pereira da Luz Silva, 31, o tratamento dele está parado.
Ana conta que há mais de 80 dias, o menino não é atendido no Hospital Infantil de Palmas. "Ele era atendido todo mês, mas há quase três meses não vamos a Palmas", conta.

ana meireAna relembra a história do filho e chora. Segundo ela, pouco tempo depois do nascimento a família notou que João tinha algum problema. "Eu percebi que ele chorava muito e estava muito inchado. Corri no hospital e a médica me disse que ele não tinha o ânus. Foi então que ele fez a primeira cirurgia às pressas".
A colostomia foi realizada para fazer no menino uma abertura na parede abdominal, onde foi ligada uma terminação do intestino pela qual as fezes e gases passam a ser eliminados.
A mãe diz que a cirurgia seria apenas temporária. João teria que ter feito mais dois procedimentos cirúrgicos até completar um ano para a construção do ânus. O menino tem um ano e seis meses e não há previsão de quando elas serão realizadas. "É muito sofrimento. Ele não tem controle, faz cocô toda hora", conta.
Nas redes sociais, amigos lançaram uma campanha na esperança de conseguir cirurgia ou pelo menos ajuda financeira para a família. Ana diz que o filho usa em média 20 fraldas plásticas por dia. Além disso, precisa usar fraldas de pano. Ela ainda conta que era vendedora e que deixou o emprego para cuidar dos filhos. O marido trabalha como açougueiro e ganha R$ 940.
"Nós precisamos comprar muitas coisas, como fraldas, produtos de limpeza. Como eu uso fraudas de pano e lavo muita roupa todos os dias, gasto muita água. A conta vem em torno de R$ 200. Muita gente nos ajuda, mas ele sofre muito. Não temos condições de fazer a cirurgia num hospital particular e a lentidão do serviço público nos angustia", lamentou.
Resposta
A Secretaria de Estado da Saúde disse que o paciente já está na lista do Serviço de Regulação Estadual para realização de cirurgia eletiva para anomalia congênita de ânus e reto.

A secretaria esclarece também que realizou licitação para aquisição da bolsa de colostomia, mas nenhuma empresa manifestou interesse. Diante da situação, a Saúde está tomando as providências cabíveis e legais para conseguir adquirir o insumo e oferecer ao paciente o mais rápido possível.
O Sindicato dos Médicos do Tocantins disse que os servidores que atuam no Hospital Infantil não estão paralisados, apenas os médicos anestesistas estão em greve há cerca de uma semana.

 

Fonte: G1

Foi enviado à redação do portal jc24horas um convite para a missa de sétimo dia da estudante Rayla Alves, que faleceu vítima de afogamento na localidade Manga. Confira a postagemenviada via whatsapp.

IMG 20160808 WA0129Convite-missa da estudante Rayla Alves. (Imagem:Divulgação)

 

Da redação

É Silva, é da favela, é uma das milhões de brasileiras que tiveram uma infância pobre. A diferença é que o esporte transformou a vida de Rafaela, e cerca de quinze anos depois de ser colocada pelo seu pai em um projeto social que ensinava judô para evitar que o crime organizado a seduzisse, a menina carioca de 24 anos é a mais nova campeã olímpica do esporte mundial.

“Lembrando do sofrimento que passei em Londres, que me criticaram, que eu era uma vergonha para minha família, e hoje eu pude fazer todos os brasileiros com essa medalha aqui dentro da minha casa. O macaco que tinha que estar na jaula em Londres hoje é campeão olímpico dentro de casa e hoje eu não fui uma vergonha para a minha família”, desabafou a campeã lembrando das ofensas raciais na Olimpíada de Londres.

Rafaela Silva declarou que pensou em desistir do judô depois do fracasso nos Jogos de Londres-2012, quando foi desclassificada por golpe ilegal.

De acordo com ela, o apoio da comissão técnica foi essencial para que continuasse no esporte. “Logo depois da minha luta em Londres eu ia largar o judô. Comecei a fazer um trabalho com minha couching [treinadora], psicóloga. Ela me ajudou, não deixou eu abandonar o judô, meu técnico me incentivou”, disse. “Nos últimos dois anos meus resultados não foram bons, eu estava meio desacreditada. Falaram que eu era uma incógnita. Treinei meu máximo e o resultado veio.” Após perder para a húngara Hedvig Karakas, em Londres, Rafaela buscou apoio na torcida pela internet. Encontrou ofensas raciais. Sobre a festa na Cidade de Deus, comunidade carioca em que cresceu e onde começou a praticar o esporte, Rafela afirmou que sua vitória pode ser uma boa influência. “É muito bom para as crianças que assistiram. Ser campeão mundial e olímpica, tendo começado no judô como brincadeira, é inexplicável”, disse. “Elas têm que acreditar que um sonho pode ser realizado.”

Nascida e criada na famosa favela Cidade de Deus, Rafa enfileirou cinco adversárias e levantou uma contagiante torcida nesta segunda-feira, na Arena Carioca 2, no Parque Olímpico da Barra, para realizar o maior sonho de qualquer atleta no planeta, não importa de onde ele veio. Na final do peso-leve (até 57kg), a atleta de 1,69m se agigantou e venceu por wazari a judoca da Mongólia Sumiya Dorjsuren, líder do ranking mundial. É o primeiro ouro do Time Brasil na Olimpíada do Rio, a segunda medalha do país, após a prata no tiro esportivo de Felipe Wu, na pistola de 10m. A láurea de Rafa é a 20ª do judô nacional em Jogos Olímpicos, aumentando a vantagem da arte marcial de origem japonesa na disputa com a vela (17).

– Acho que eu só tenho agradecer todo mundo que me deu forças. Treinei bastante para representar todo esse ginásio. Se eu pudesse servir de exemplo para crianças da comunidade, é o que eu tenho para passar para o judô. Treinei tudo que podia nesse ciclo, saía treinando, chorando, queria a medalha. Trabalhei o suficiente para conquistar. Para uma criança que cresceu numa comunidade, que não tem muito objetivo na vida, como eu, que sou da Cidade de Deus, e começou a fazer judô por brincadeira, agora sou campeã mundial e olímpica – vibrou Rafaela logo depois de sair do tatame.

rafaela9Rafaela Silva venceu bem a alemã Ropper na estreia (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)
Desde que entrou pela primeira vez no tatame nesta segunda, Rafaela decidiu que ela ia muito longe na Olimpíada do Rio. Dona de um enorme talento para o judô, mas nada fã dos exaustivos treinos, ela foi campeã mundial em 2013, porém passou os três últimos anos sem grandes resultados e passou a ralar muito mais nos treinamentos.

Estava tudo guardado para a competição na casa dela. Com muita raça, sangue nos olhos e uma técnica apurada, ela contou com o apoio de uma ensandecida torcida que vibrou sem parar, pressionando as gringas. A Silva mais famosa do momento derrotou, pela manhã, em sequência, a alemã Myriam Roper (primeira fase), a sul-coreana Jandi Kim (oitavas) e húngara Hedvig Karakas. A vaga na decisão veio com uma emocionante vitória no golden score, a prorrogação do judô, sobre a forte romena Corina Caprioriu, prata em Londres 2012 e vice no Mundial de 2015.

Depois da derrota em Londres 2012, a atleta sofreu com a reação negativa do público. Quando chegou ao hotel após a eliminação nas oitavas de final, centenas de notificações em suas redes sociais chamaram atenção. Rafaela abriu o Twitter e se revoltou. Pela internet, havia recebido todo tipo de crítica e insultos racistas, e não se segurou. Rebateu os internautas, reconheceu que errou e se afirmou com capacidade para os Jogos do Rio. Na época, um representante do Ministério do Esporte em Londres chegou a sugerir que os responsáveis fossem processados, mas nenhuma ação foi adiante. Após vencer a final do judô até 57 quilos e conquistar seu primeiro título olímpico, Rafaela Silva chorou muito e desabafou.

Representante brasileiro no peso-leve masculino (até 73kg), o paulista Alex Pombo foi eliminado na manhã desta segunda logo na primeira luta, ao ser derrubado nos segundos finais pelo chinês Saiyinrigala.
Nos dois primeiros dias do judô na Rio 2016, o Brasil havia passado em branco. O melhor resultado era o quinto lugar de Érika Miranda (52kg). Campeã olímpica em Londres 2012, Sarah Menezes ficou na sétima colocação, mesma posição do bronze na última Olimpíada Felipe Kitadai, do até 60kg. Charles Chibana (66kg) foi eliminado na primeira luta. Nesta terça-feira, a partir das 10h (de Brasília), será a vez da disputa do peso-meio-médio (63kg para as mulheres e 81kg para os homens). Mariana Silva, que não é favorita e correrá por fora, e Victor Penalber, bronze no Mundial do ano passado, são os brasileiros que buscarão medalha.

WAZARI E OURO

Rafa entrou no tatame com cara fechada e uma concentração enorme. Como sempre acontece em lutas envolvendo duas grandes judocas, a disputa pela pegada foi tensa nas primeiras ações. Sem que as feras entrassem golpes, ambas foram punidas.

Com pouco mais de três minutos para o fim, Rafa encaixou um poderoso golpe de perna e conseguiu um wazari. O juiz pediu ajuda do replay dos árbitros de mesa e poderia ter dado ippon, encerrando o combate. Mas acabou sendo wazari mesmo. Segue a luta.

Rafa seguiu com muita atitude, mas a atleta da Mongólia cresceu. Líder do ranking mundial, Dorjsuren precisa correr atrás no minuto final. Nada tiraria o ouro de Rafa. E o tempo acabou. Ouro para o Brasil. Ouro de Silva.

 

Fonte:cidadeverde.com

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