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Com a competição entre os bancos, em um cenário com taxa básica de juros (a Selic) no menor nível histórico, os juros do crédito imobiliário estão em queda. Entre os cinco maiores bancos, a taxa mínima varia entre 7,30% ao ano a 7,99% ao ano.

5e8c8f6e40af051f70c52e7f6443905aFoto: Wilson Dias/Agência Brasil

No último dia 8, após bancos privados, a Caixa Econômica Federal anunciou redução de até 1 ponto percentual nas taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). A menor taxa passou de 8,5% ao ano para 7,5% ao ano; e a maior de 9,75% ao ano para 9,5% ao ano. As novas taxas serão válidas a partir desta segunda-feira (14).O professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista no mercado imobiliário Pedro Seixas afirma que os bancos “despertaram” para o crédito imobiliário devido à demanda habitacional. “É uma linha de crédito que cria uma relação de longo prazo com o cliente e tem garantia real que é o próprio imóvel. É um crédito muito interessante também para os bancos e eles despertaram para essa modalidade e estão competindo mais pelo mercado”, disse.

Para Seixas, ainda há espaço para redução dos juros, não somente por influência da redução da Selic, mas também por causa da linha de crédito corrigida pela inflação, lançada pela Caixa Econômica Federal.

A nova linha tem saldo corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nesse financiamento, a taxa mínima é o IPCA mais 2,95% ao ano e a máxima, o IPCA mais 4,95% ao ano. Nas outras modalidades, a correção é pela Taxa Referencial (TR). “Essa inovação tem potencial de impacto muito grande na competitividade e, portanto, de redução dos custos para as famílias”, disse Seixas.

A Caixa lidera o mercado de financiamento imobiliário, com 69% de participação.

Portabilidade

Para o professor da FGV, as reduções nas taxas de juros estimulam a portabilidade do crédito imobiliário. “Os juros mais baixos tendem a beneficiar a portabilidade de contratos antigos, com taxas menos interessantes”, disse. Entretanto, antes de aderir à portabilidade, ele aconselha a analisar os custos com cartório, a taxa do contrato original e o tempo que ainda resta para quitar o empréstimo.

Taxas de juros

O banco Santander informou que iniciou a redução das taxas do crédito imobiliário ainda em 2017. Em julho deste ano, foi feito o terceiro corte, com taxa mínima chegando a 7,99% ao ano.

No final de setembro, foi a vez dos demais bancos. O Bradesco anunciou redução da taxa de juros mínima de sua linha de crédito imobiliário de 8,20% ao ano mais TR para a partir de 7,30% ao ano mais TR, com taxas válidas a partir deste mês. No Banco do Brasil, a taxa mínima foi reduzida para 7,40% ao ano mais TR. No Itaú Unibanco, a taxa mínima foi ajustada para 7,45% ao ano mais TR.
Apesar das reduções, nem sempre o cliente consegue fazer o financiamento com a taxa mínima porque o banco avalia o perfil do cliente, o histórico de relacionamento, o prazo do financiamento, entre outros critérios, para definir a taxa. Além disso, os bancos oferecem as taxas mais baixas para novos contratos ou para casos de portabilidade, que é a transferência do contrato de um banco para outro, com condições mais benéficas para o cliente.

Especialistas orientam os clientes a observarem não somente a taxa de juros, mas o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, que inclui além dos juros, outros custos como seguros e taxas administrativas.

Modalidades de crédito imobiliário

As principais modalidades de crédito no momento atual têm recursos captados, principalmente, dos depósitos de poupança pelos bancos e outras instituições financeiras integrantes do SBPE, composto pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esse sistema é regulamentado pelo Governo Federal, que estabelece condições como o valor máximo de avaliação do imóvel igual a R$1,5 milhão e o custo efetivo máximo igual a 12% ao ano.

O SFI é destinado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS e sem regulamentação do governo.

Além dessas modalidades e da nova linha com correção pelo IPCA da Caixa, ainda há a modalidade Pró-Cotista do FGTS, oferecida por alguns bancos. O Pró-Cotista é uma linha de financiamento que utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O programa financia imóveis novos e usados e tem prazo de até 30 anos. Para contratar um financiamento nesta linha, é preciso ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições. Caso a conta esteja inativa é necessário ter saldo superior ou igual a 10% do valor do imóvel.

Fonte: Agência Brasil

Noviço, vivendo no Convento dos Jesuítas em 1986, Marco Antonio Vilarinho Gomes de Oliveira, na época com 28 anos, recebeu a missão de ser voluntário por um mês e meio em um hospital de Salvador (BA).

9cbe78f009bdc10eaf23a64dfba758b8Arquivo pessoal: Marco Vilarinho e Irmã Dulce em 1986
No início, ele conta que teve medo, era a primeira vez que iria trabalhar com enfermos no Hospital Santo Antônio. No primeiro dia, receoso, viu pela primeira vez Irmã Dulce e nunca se esqueceu de suas palavras. "Não tenham medo, vamos trabalhar com todo tipo de pessoas, todos são filhos de Deus, ninguém escolhe o berço que nasce".

Suas palavras foram tão acolhedoras, que Marco Vilarinho, passou a encarar os pacientes com outro olhar. "O que mais me impressionava nela era seu espírito de luz e força. Os médicos reclamavam porque Irmã Dulce já estava doente, mas ela acordava por volta das 5h30 ia de leito em leito conversava com todos os pacientes. Muitos chamavam de mãe Dulce", diz Marco lembrando que o hospital tinha cerca de 300 enfermos.

Primeira santa brasileira

Hoje (13), o Papa Francisco realizou a cerimônia de canonização de Irmã Dulce que se tornou a primeira santa brasileira, na Praça de São Pedro, no Vaticano, lotada de fiéis. Santa Dulce dos Pobres, é assim que ela se chamará a partir de agora.

Um fato que chamou atenção de Marco Vilarinho, era que Irmã Dulce tinha somente 35% de funcionamento do pulmão e não podia se deitar na cama, pois complicava sua respiração.

"Ela dormia em uma cadeira, onde fazia suas penitências, pois se deitasse em uma cama não conseguia respirar".

Quando voluntariou no hospital, que nasceu de um galinheiro, Marco disse que ouvia de Irmã Dulce a ordem de receber todos os necessitados. "A ordem era não voltar ninguém, desde pessoas com problemas mentais, com deficiência, todos eram recebidos".

Enfrentou a igreja

Um episódio também marcou para o então noviço piauiense. Os assistidos por Irmã Dulce estavam precisando de roupas e mantimentos. A Mãe Menininha de Gontois iniciou uma campanha para ajudar Irmã Dulce. Segundo Marco, na época, a igreja foi contra porque Mãe Menininha era líder de religião de matrizes africana. "Irmã Dulce enfrentou a igreja e disse que onde Mãe Menininha entrasse, ela ia também, mostrando que ela não tinha preconceito".

Marco, 62 anos, é jornalista, e lembra que em 1986 quando conviveu com Irmã Dulce ela já era chamada de santa e de"anjo bom da Bahia".


"Foi uma experiência inesquecível. Aprendi com ela que existe santo na terra. Ela dizia que a obra não era dela, era de Deus. Ela era muito admirada. Em Salvador, naquele período não tinha faixa de pedestre, mas quando ela passava, todos paravam. Era impressionante".

c8bbce8f35520d2907188f5c0ef595e7Foto: Arcevo Irmã Dulce
Amor por Roberto Carlos

Uma das paixões de Irmã Dulce, era o cantor Roberto Carlos. Marco lembra que ela tinha em seu quarto um cartaz enorme com a fotografia do cantor. "Ele também ajudava muito as obras de Irmã Dulce".

Legado de Irmã Dulce

Para Marco, o legado da Santa Dulce dos Pobres é de amor aos mais necessitados.

"Foi a melhor experiência de minha vida. Sai mais humilde, olhando mais para o próximo. Ela dizia: 'é muito fácil ajudar o próximo, é só a gente se enxergar no outro".

 

Fonte:cidadeverde.com

O Portal jc24horas recebeu uma mensagem pedindo para divulgar a situação do senhor Antonio Alves Filho, da cidade de Colônia do Gurguéia-Piauí que encontra-se internado no Hospital Regional Tibério Nunes precisando com urgência de pessoas que possam doar sangue do tipo O Positivo.

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Segundo a solicitante, o senhor Antônio está na sala vermelha do HRTN e mesmo precisando de sangue O+ as pessoas portadoras de outros tipos sanguíneos também podem doar para reposição no hemocentro.

 

Da redação

Apontada como uma hipótese para o derramamento de óleo nas praias do Nordeste, a circulação de navios fantasmas petroleiros pelo Atlântico pode ser motivada pelas sanções econômicas dos Estados Unidos à Venezuela, segundo especialistas. Análises sobre a mancha de poluição, que atinge 156 localidades de 71 municípios, já indicaram que a substância achada nas praias tem "assinatura" venezuelana, mas a origem do poluente ainda é desconhecida.

mancha111Fotos: Instituto Tartarugas do Delta

Os chamados navios fantasmas do século 21 não são embarcações mal-assombradas, mas aquelas que procuram navegar sem registro oficial. Para isso, trocam de nome e até desligam o transponder. O aparelho, obrigatório em todas as embarcações, registra a localização em tempo real de cada navio.
"Historicamente, parte do petróleo produzido sempre foi comercializado por canais não oficiais", explica o economista Edmar Almeida, da Universidade Federal do Rio (UFRJ). "Tanto é que nas estatísticas do petróleo há diferença entre o que é declarado como produção e o que é declarado como consumo." Segundo ele, isso pode ocorrer por várias razões, como roubo e tráfico de combustível, guerras e conflitos internacionais ou sanções econômicas.

Coordenador do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional da Universidade de São Paulo (USP), Alberto Pfeifer diz que as sanções americanas à Venezuela e a países que comercializem com ela "podem estar estimulando a marginalidade".

Os navios fantasmas costumam usar rotas menos conhecidas. Com isso, ficam mais vulneráveis a contratempos. Um eventual derramamento de óleo pode ocorrer por acidente ou pelo descarte de mercadoria irregular para evitar flagrantes. "O tráfico de combustível é uma das cinco atividades ilícitas mais lucrativas, atrás de drogas, armas, pessoas e animais", diz o especialista venezuelano Rafael Villa, do Instituto de Relações Internacionais da USP. "E sabemos que na Venezuela um dos graves problemas é o contrabando de combustível."

Patrulha

Em nota, a Marinha disse que realiza rotineiramente "patrulhas e inspeções navais", incluindo ações contra delitos ambientais. E lembra ainda que o Brasil participa de grupos de trabalho internacionais que acompanham o tráfego marítimo. "Os pontos considerados mais sensíveis são as 'novas ameaças', como pirataria, terrorismo e acidentes ambientais." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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