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Existente no mundo inteiro, a Irmandade de Narcóticos Anônimos é um grupo feito de homens e mulheres que tiveram problemas por conta do uso de drogas e hoje, através de reuniões de autoajuda eles conseguem evitar o consumo de qualquer tipo de substância entorpecentes sendo considerados adictos. Narcóticos Anônimos existe no mundo inteiro e na cidade de Floriano a sua sede provisória é na Escola Dorinha Carvalho, com reuniões aos sábados no horário das 19 às 21h e aos domingos das 17 às 19h. Escola Dorinha Carvalho fica localizada na Praça da Liberdade no bairro Sambaíba.

WhatsApp Image 2018 09 30 at 04.23.39 1 1Sala de reunião de NA. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Se você conhece alguém que tenha ou pensa ter problemas relacionados ao consumo de drogas, envie para ela essa matéria ou diga que em Floriano tem essa irmandade que não cobra taxas nem mensalidades e que vem salvando a vida de milhares de pessoas no mundo inteiro.

 

Da redação

Dos três grupos de Alcoólicos Anônimos existentes em Floriano, o Grupo Florianense de AA é o único cujas reuniões acontecem duas vezes por semana, sendo quarta-feira e sábado sempre no horário compreendido das 19h às 21h.

WhatsApp Image 2019 05 29 at 19.22.40Sala de reunião de AA. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Os demais grupos são o Sambaíba com reunião no dia de segunda-feira e o Princesa do Sul cujas reuniões acontecem às sextas-feiras também no mesmo horário dos demais. Se você conhece alguém com problemas relacionados ao consume exagerado de bebidas alcoólicas, diga que em Floriano tem grupos de Alcoólicos Anônimos.

 

Da redação

Os familiares do senhor José Pereira comunicam o seu falecimento ocorrido hoje em Floriano. O corpo está sendo velado em sua residência na Rua Cruzeiro do sul no bairro Caixa d'Água e o sepultamento será domingo(19) no cemitério central São Pedro de Alcântara.

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Da redação

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou nesta sexta-feira (17) que os recursos resgatados pela Lava Jato e direcionados para sua pasta não foram usados porque não havia um projeto pronto para aplicação do dinheiro na educação infantil.

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A Folha de S.Paulo revelou que o MEC (Ministério da Educação) foi a única pasta, entre as sete que receberam parte desses recursos, que não utilizou nenhum centavo em 2019. Ao MEC, coube a maior fatia do fundo –mais de R$ 1 bilhão do total de R$ 2,6 bilhões–, mas a pasta não fez nenhum empenho.

A intenção de alocar os recursos recuperados da Lava Jato na educação, sobretudo em creches, tem sido mencionada por membros do governo desde o primeiro semestre de 2019.
O STF (Supremo Tribunal Federal) validou em setembro passado o acordo sobre a destinação do dinheiro. Em novembro, os recursos já chegaram aos ministérios.
Apesar de ter passado esse período, o ministro disse que o MEC não teve tempo para finalizar um projeto para alocação.

"[O dinheiro] não foi usado porque não estava pronto o projeto", disse Weintraub durante entrevista em Brasília para falar sobre um balanço do Enem 2019. Segundo ele, o governo prepara o que será o maior programa de creches "que o mundo ocidental" já viu.

Como a reportagem mostrou, a indefinição dentro do MEC para aplicar o recurso travou sua execução. O governo Jair Bolsonaro queria usá-lo para viabilizar um projeto de voucher para creches, no qual entregaria às famílias dinheiro para pagar creche particular.

Mas há entraves legais para o gasto de dinheiro público em instituições com fins lucrativos na educação infantil. A consultoria jurídica do MEC tem procurado uma solução, mas relatos de integrantes do ministério indicam que essa opção –uma aposta da gestão Bolsonaro para ampliar o acesso– já não é mais certa dentro do governo.

Não houve detalhes na entrevista sobre o novo projeto relacionado à educação infantil. A pasta não respondeu questionamentos sobre o tema encaminhados na quinta-feira (16) pela reportagem.
No ano passado, o MEC gastou apenas R$ 58 milhões para a construção de creches, o menor valor desde pelo menos 2013. A educação infantil é de responsabilidade das prefeituras, mas o governo federal mantém uma política de repasses para obras e manutenção de matrículas.

Ao comentar a reportagem, o ministro ainda atacou a Folha de S.Paulo e este repórter, um dos dois que assinam o texto. Na véspera, ele já havia dirigido ataques diretos a outra repórter do jornal.
"Do mesmo jeito que você estava errado no ano passado, falando que não teria Enem, e a Folha estava errada, estou afirmando que a gente vai utilizar esse R$ 1 bilhão este ano", disse Weintraub. "Mas se no ano passado foi alardeado e estava equivocado, gerou terrorismo, eu gostaria que ele [o jornalista] deixasse a profissão e buscasse outra, vai ser pipoqueiro".

Em 2019, a falência da gráfica que imprimia a gráfica do Enem desde 2009 colocou em risco a realização do exame dentro dos prazos. Reportagem da Folha de S.Paulo ainda mostrou que uma diretoria do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pelo Enem, ficou até agosto vazia, mais tempo sem titular do que ocupada.

O texto informava que sobre riscos para a realização do Saeb, avaliação da educação básica e cuja aplicação teve atrasos. O MEC e os órgãos ligados à pasta passaram por várias mudanças ao longo do ano passado. Alexandre Lopes, presidente do Inep, já é o terceiro a ocupar a vaga sob o governo Bolsonaro.

O Orçamento de 2020 não prevê dinheiro do fundo da Lava Jato, e, sem poder estourar o teto predeterminado, técnicos do governo agora discutem como evitar perder os recursos.
Uma hipótese analisada pela equipe econômica é que o Congresso tenha de aprovar –mais uma vez– um crédito para o ministério, como mostrou a reportagem desta sexta-feira.

No ano passado, o governo teve de pedir aos congressistas que o Orçamento fosse modificado para ampliar os gastos com educação e preservação ambiental sustentados pelo fundo da Lava Jato. Isso pode ser feito novamente em 2020, mas o governo já está com dificuldades de contornar o teto de gastos (limite de crescimento das despesas corrigido pela inflação).

Diante dessa amarra, o governo precisa escolher onde gastar, pois o espaço é limitado - como neste ano todo o espaço sob o teto foi usado e não há margem para ampliar os gastos, o aumento de uma despesa significa necessariamente o corte de outra.

Fonte: Folhapress

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