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O Ministério da Saúde fez um alerta para o expressivo aumento do número de casos suspeitos de dengue no país em 2019. Somente neste ano, o Piauí já possui 559 casos prováveis para a doença. Em 2018, no mesmo período (de janeiro a 30 de março) foram 667 casos suspeitos para a doença. Apesar de o estado apresentar uma pequena diminuição, o Ministério orienta pelo combate ao Aedes Aegypti, transmissor da doença.

3792aa6d8d49be22f39d075590c99a89Foto: Arquivo/AgênciaBrasil

No país, até dia 30 de março, foram registrados 322.199 casos de dengue, com uma incidência de 154,5 casos/100 mil hab. No mesmo período de 2018, foram registrados 79.940 casos prováveis – aumento de 303%.

 

"A região Sudeste apresentou o maior número de casos prováveis de dengue (213.587 casos; 66,3 %) em relação ao total do país, seguida das regiões Centro-Oeste (56.135 casos; 17,4%), Nordeste (24.167 casos; 7,5%) Norte (17.437 casos, 5,4 %) e Sul (10.873 casos; 3,4%)", informou o Ministério da Saúde. Em relação aos óbitos, foram 86 confirmados neste ano, contra 51 no mesmo período do ano passado.

CHIKUNGUNYA

O boletim divulgado hoje pelo Ministério da Saúde também relata os números de casos prováveis para a Chikungunya. No país, "em 2019, até 30 de março, foram registrados 17.775 casos de chikungunya, com uma incidência de 8,5 casos/100 mil habitantes".

Somente em 2019, a suspeita de casos dessa doença no Piauí foram de 71, contra 194 no mesmo período do ano passaso (janeiro a 30 de março).

"Em 2018, no mesmo período, foram registrados 29.997 casos – redução de 40%. Em 2019, foram confirmados dois óbitos por chikungunya: um na Bahia e um no Rio de Janeiro", informou o boletim.

ZIKA

De acordo com o Ministério da Saúde, "em 2019, até 23 de março, foram registrados 2.819 casos de Zika no país, com incidência de 0,6 1,4 caso/100 mil hab. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 2.797 casos prováveis . Em 2019, não foram registrados óbitos por Zika".

No Piauí já são quatro casos prováveis de Zika, conta 12 do ano passado, no mesmo recorte de tempo.

CUIDADOS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que, recentemente, recentemente, houve aumento do número de criadouros do mosquito Aedes Aegypti, transmissor das doenças citada acima, em 103 bairros da capital. A FMS também infirmou que Teresina apresentou médio risco de infestação pelo mosquito.

“O número das arboviroses em humanos está aumentando. Diante disso, nós chamamos a atenção da população, para que não fique criando mosquito. As doenças transmitidas pelo inseto são perigosas e podem levar a morte do indivíduo”, comentou Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

Já o superintendente de Atenção Integral à Saúde, Herlon Guimarães, da Secretaria Estadual de Saúde, ressaltou que o acúmulo de água parada ajuda na proliferação do mosquito e, consequentemente, no aumento de casos de dengue, chikungunya e zika. “Importante a limpeza das residências, não deixar água acumulada nas suas casas, ficar sempre atento a possíveis focos”, disse

 

Fonte:cidadeverde.com

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