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Jô Soares seguia em plena atividade antes de morrer, aos 84 anos, nesta sexta-feira. Mesmo longe da televisão e com projetos de teatro paralisados durante a pandemia de Covid-19, o comediante escrevia seu quinto romance policial.

2505afe774d1d9bb907f5ae5fb7995d9Foto: Adriano Vizoni/Folhapress

Sem um título definido, a nova obra narraria uma série de assassinatos ambientados num prédio na cidade de São Paulo, numa proposta que lembra "Only Murders in the Building", série em exibição no streaming.

Fã de histórias policiais, o autor já demonstrara interesse em adaptar a série escandinava "The Bridge" para o universo brasileiro. Na obra, uma mulher é encontrada morta no meio da ponte que liga a Suécia e a Dinamarca, e os dois países precisam dividir as investigações sobre o assassinato. No Brasil, a história se passaria na ponte Rio-Niterói.

Jô escreveu romances policiais que se tornaram best-sellers, como "O Xangô de Baker Street", de 1995, "O Homem que Matou Getúlio Vargas", de 1998, "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras", de 2005, e "As Esganadas", de 2011.

O artista também escreveu títulos como "O Astronauta sem Regime", de 1983, "Humor nos Tempos do Collor", de 1992, e "A Copa que Ninguém Viu e a que Não Queremos Lembrar", de 1994, dedicados ao humor, além dos dois volumes de memórias, "O Livro de Jô", lançados em 2017 e 2018.

Fonte: Bruno Cavalcanti/Folhapress

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