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A prefeita de São Raimundo Nonato, Carmelita Castro (Progressistas), comentou na terça-feira (16) sobre a decisão da deputada Margarete Coelho (Progressistas) de seguir com a oposição. Para a prefeita, que é irmã da deputada, a parlamentar permaneceu onde sempre esteve.

0212eb15163361a60c9eb73f0fdbca6eFoto: Roberta Aline/ Cidade Verde

A gestora relembrou que a parlamentar é uma das mais antigas filiadas do Progressistas e apenas seguiu o posicionamento da sigla ao deixar a base governista.

“Margarete continua onde sempre esteve. Ela sempre foi Progressistas. Hoje, acredito que foi a filiação mais antiga, ela é da época de PDS. Então, simplesmente continuou quando o partido todo estava junto. Quando cada um seguiu o seu caminho, ela continuou no partido dela e continua com toda amizade e respeito ao governo Wellington Dias”, declarou.

Sobre o próprio futuro político e do marido, o deputado Hélio Isaias (Progressistas), Carmelita Castro descartou deixar o grupo do governador. “Eu continuou onde estou com o governador, faço parte do grupo, sempre fizemos eu e Hélio Isaías. A gente continua no lugar onde está. Sou filiada ao PP e mantenho um grande carinho por Ciro Nogueira, que sempre nos ajudou no nosso município”, pontuou.

Fonte: cidadeverde.com

Auxiliares palacianos querem esperar as prévias do PSDB para definir o palanque de Jair Bolsonaro em São Paulo e, consequentemente, a eventual filiação do presidente ao PL.

6a9eb23306972d7944d2bbe85964f03fFoto: Isac Nobrega/PR

Segundo relatos, esse foi um dos motivos para o chefe do Executivo ter posto em dúvida sua entrada no partido de Valdemar da Costa Neto, inicialmente marcada para o próximo dia 22. Em Dubai, Bolsonaro citou neste domingo (14) divergências em composições estaduais para as eleições de 2022, citando especialmente São Paulo.

"O casamento tem que ser perfeito. Se não for 100%, que seja 99%. Se até lá nós afinarmos pode ser, mas eu acho difícil essa data, 22. Tenho conversado com ele [Valdemar], estamos de comum acordo que podemos atrasar um pouco esse casamento, para que ele não comece sendo muito igual aos outros", afirmou, durante visita à Dubai Air Show, feira aérea no emirado do Golfo Pérsico.

Uma ala de seus auxiliares mais próximos defende que o candidato do presidente em São Paulo possa ser o atual vice-governador, Rodrigo Garcia (PSDB).

A condição, contudo, é que ele esteja fora do partido e distante de João Doria (PSDB), de quem é aliado. Auxiliares de Bolsonaro e integrantes do partido de Valdemar já buscaram fazer uma ponte com Garcia. Em São Paulo, o PP e o PL fazem parte da base do governo do PSDB.

No próximo dia 21, os tucanos vão decidir entre os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) para ser o candidato do partido ao Planalto. Os dois são adversários políticos e críticos de Bolsonaro.

Uma das possibilidades em jogo seria uma eventual migração de Rodrigo Garcia para o PL, caso Doria não consiga se viabilizar para a disputa do Planalto e queira concorrer à reeleição em 2022.

Dessa forma, o vice-governador poderia ser o candidato de Bolsonaro no maior colégio eleitoral do país.

Na avaliação de interlocutores do presidente, sua reeleição dependerá muito de São Paulo. Eles dizem acreditar que ele precisará garantir a região Sul-Sudeste, diante da forte popularidade do ex-presidente Lula no Norte e no Nordeste.

Dirigentes do PP e do PL resistem à ideia de lançar Tarcísio de Freitas ao Governo de São Paulo, como Bolsonaro voltou a cogitar no domingo.

"A gente não vai aceitar em São Paulo o PL apoiar alguém do PSDB. Não tenho candidato em São Paulo ainda, talvez o Tarcísio aceite esse desafio. Seria muito bom para São Paulo e para o Brasil, mas temos muita coisa a afinar ainda", afirmou o presidente em Dubai.

O ministro da Infraestrutura tem, na leitura de integrantes do centrão, grandes chances de ser eleito para o Senado, mas chances mais baixas de disputar o governo do estado.

O PSDB tem uma máquina forte no estado e, inclusive, é aliado do PP e do PL na região. Além disso, uma campanha para governador custa caro. Um gasto que só vale a pena se a eleição for viável. Da parte do ministro, há também resistência. Ele já disse a interlocutores preferir ser candidato ao Senado.

Uma outra ala de auxiliares palacianos diz não acreditar que Garcia queira deixar o PSDB. Também defende que o ex-governador Geraldo Alckmin, hoje próximo ao PSD, seria um nome mais adequado para compor chapa com o presidente, além de pontuar à frente de todos nas pesquisas de intenção de voto.

Nesta composição, o arranjo seria Alckmin para governador e Freitas para senador. O problema foi a aproximação do ex-governador com o ex-presidente Lula (PT). Isso teria impedido dar seguimento às conversas.

Quem defendia essa possibilidade também acha que é preciso esperar para ver se a aliança entre os dois irá se concretizar. Ainda que a data da filiação do presidente tenha sido suspensa, interlocutores de Bolsonaro e de Valdemar não descartam essa possibilidade. O próprio senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) disse, em Dubai: "É contornável. O Valdemar é uma pessoa muito pragmática".

Interlocutores de Valdemar minimizaram a decisão do chefe do Executivo, disseram que o convite continua na mesa e que a viagem a Dubai acabou impedindo ajustes finais da filiação. Ainda não há data para uma nova reunião entre dirigentes do PL e o clã. Bolsonaro deve voltar de sua viagem para Dubai no próximo dia 18.

Folhapress

Após a bancado do PDT na Câmara dos Deputados orientar para votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, na madrugada desta quinta-feira (4), o vice-presidente do partido Ciro Gomes, até então anunciado como nome da sigla para concorrer à Presidência em 2022, informou a suspensão de sua pré-candidatura.

c064f755da1d85f43ea86e0ca06ce982Foto: Yala Sena/Cidadeverde.com

Em nota divulgada nesta manhã, Ciro afirma que a posição da bancada de seu partido o deixou com apenas um caminho a seguir: deixar sua pré-candidatura em suspenso até que o PDT reavalie sua posição a favor da PEC.

"Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios", declarou o ex-governador do Ceará. "É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios."

De acordo com Ciro, no entanto, o partido ainda tem um "instrumento definitivo nas mãos" em relação à votação da PEC em segundo turno, para reverter a decisão e "voltarmos ao rumo certo". "Não podemos compactuar com a farsa e os erros bolsonaristas", destaca o vice-presidente do PDT.

"Justiça social e defesa dos mais pobres não podem ser confundidas com corrupção, clientelismo grosseiro, erros administrativos graves, desvios de verbas, calotes, quebra de contratos e com abalos ao arcabouço constitucional", declarou.

Na madrugada de hoje, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que iria avaliar, em reunião com os líderes da Casa, se a proposta seria votada hoje ou na terça-feira (9). Mas, o líder do governo, Ricardo Barros, informou que a votação continua na próxima terça-feira.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

O secretário de Fazenda e pré-candidato ao governo do estado, Rafael Fonteles (PT), afirmou que o governador Wellington Dias (PT) deverá conversar com o ex-senador João Vicente Claudino. No diálogo, estará a busca pelo apoio do empresário nas eleições de 2022.

51ed87982731d04c3ceebe484b882e34Foto: CCom

“Ele está disponível e disposto, com vontade de conversar com todas as forças políticas que queiram somar nesse projeto de desenvolvimento que, nacionalmente, é liderado pelo presidente Lula. O nosso time, o nosso governador irá conversar com todas as lideranças do nosso estado, lideranças políticas que queiram somar nesse projeto, inclusive, o senador”, afirmou.

João Vicente Claudino já foi cotado para ser o pré-candidato da oposição junto com o ministro Ciro Nogueira (Progressistas). No entanto, tem se afastado cada vez mais do grupo desde que o senador licenciado retirou o nome da disputa para assumir a Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (Sem partido).

Desde então, o empresário tem sido sondado por outras lideranças. O ex-senador recebeu, inclusive, um convite para filiação no Podemos, sigla que deseja lançá-lo como pré-candidato a governador.

 

Fonte:cidadeverde.com