O deputado João Madison (MDB) afirma que o governador Wellington Dias (PT) trabalha para manter a base aliada unida, mesmo diante dos confrontos que partidos como MDB, Progressistas e PT irão vivenciar nas eleições municipais. Segundo ele, os aliados devem focar na disputa de 2020 e não antecipar as discussões sobre a sucessão estadual de 2022.

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“O ideal é que a base se mantenha unida. O governador trabalha para isso. Agora os partidos devem focar na questão municipal, na eleição desse ano. Não faz sentido antecipar a discussão de 2022. É preciso primeiro saber o que vai acontecer agora, para depois discutir a eleição de governador”, disse.

Madison afirma que o MDB se prepara para as eleições municipais focando na eleição do máximo de prefeitos possível.

“Estamos trabalhando muito forte no interior. Estamos trabalhando em muitas cidades, fortalecendo o partido. Estamos com uma perspectiva boa de fazer um bom número de prefeitos e vereadores. Todos os deputados empenhados. Mesmo com a pandemia trabalhamos tranqüilos, sem desobedecer o que a medicina diz. Estamos trabalhando, não estamos parados”, afirma.

 

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Teresina pode ter uma chapa composta por duas mulheres na disputa pela Prefeitura da capital. O PSD, que tem como pré-candidata a prefeita Simone Pereira, conversa com o PMN.

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Para montar a chapa, o PMN pode indicar a advogada Ravenna Castro para vice de Simone Pereira. Seria a primeira chapa composta por duas mulheres para disputar a prefeitura, na eleição deste ano.

Além do PMN, o PSD conversa com outras siglas como PSL, PV e PSC. A legenda não quer sair com chapa pura.

 

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O deputado Francisco Limma foi eleito presidente do PT após uma disputa contra o deputado Franzé Silva. Limma levou a maioria dos 61 votos dos delegados do partido.O novo presidente recebeu 40 votos. Franzé Silva teve 16. A votação registrou ainda cinco abstenções da corrente do vereador Dudu.

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O deputado é da corrente Construindo um Novo Brasil, que era o mesmo grupo do deputado Assis Carvalho, morto no início de julho. O novo presidente fica no cargo até setembro de 2023.

Após a votação, o deputado concedeu entrevista coletiva à imprensa.“É um momento de emoção. Não é fácil para quem faz o PT, assumir essa missão pelo falecimento do companheiro Assis Carvalho. Um companheiro que ajudava a construir o partido, defendia cada milímetro desse partido, independente de que estiver veiculado eleitoralmente a ele. Assis conseguiu defender uma pauta, um programa de partido. Aqui estamos nesse momento com essa missão de conduzir o partido. Gostaria de agradecer o companheiro de parlamento Franzé e o companheiro Dudu. Eu evitei conceder entrevista por entender que era um debate interno e não externo”, destacou Limma.

Limma destacou que vai realizar um trabalho para manter o partido unificado. O deputado destacou o trabalho de Assis Carvalho na construção da união da sigla.

“Desafio maior é continuar a unificação do PT e a defesa do legado político construído com o apoio do Assis. Serei presidente de todas as forças e tendências. Primarei e reforçarei a democracia interna. Esse é outro ponto que faz o diferencial do partido. Temos como desafio fazer um debate mais amplo, envolvendo as questões nacionais. Precisamos reforçar essa frente em defesa da democracia”, destacou.

O novo presidente afirma que o partido vai levar o deputado Fábio Novo para o segundo turno da eleição em Teresina.

“Vamos reforçar a candidatura e reorganizar a pré-campanha de Fábio Novo. Acreditamos na realidade concreta de levar Fábio Novo ao segundo turno em Teresina”, disse.

O deputado Franzé Silva parabenizou Limma pela vitória. “A eleição do Limma é muito resultado da articulação interna do PT. Quem não conhece o PT não entende que tem várias correntes e elas precisam dialogar para chegar ao consenso. Isso refletiu na vitória do Limma e queremos parabeniza-lo. Ele tem mais tempo de partido, trabalho mais tempo ao lado do Assis. Isso pesou. No final das contas saímos unidos. O objetivo é o partido que defende os mais pobres”, afirmou.

 

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O presidente estadual do Progressistas, deputado Júlio Arcoverde, afirma que a estratégia do partido para 2022 não é romper com o governador Wellington Dias (PT), mas buscar o apoio do PT no projeto de candidatura própria. Arcoverde afirma que o grupo liderado pelo senador Ciro Nogueira já apoiou o PT por duas vezes e agora espera uma retribuição, com o Partido dos Trabalhadores apoiando Ciro a governador. “Já votamos duas vezes no candidato do Partido dos Trabalhadores. Podemos ter a oportunidade de apresentar esse projeto para o Piauí. O governador sabe disso desde 2014. Sabe da intenção e do nosso projeto. O que vamos pedir é oportunidade ao PT e ao MDB para que o Progressistas possa lançar candidato a governador, dentro do projeto do Progressistas. Vamos querer o apoio do PT e do MDB. O PT já apoiamos duas”, afirma..

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Na tarde desta quinta-feira (23), o governador irá se reunir com a bancada estadual do partido. O objetivo da conversa é evitar que os embates entre os dois partidos nos municípios do interior do estado, possam provocar prejuízos à base aliada.

“É uma conversa que o governador vem tendo com os partidos da base, hoje será a vez dos progressistas. Essas conversas giram muito em torno da eleição municipal. Vamos apresentar ao governador a questão de vários municípios. Vamos ter que ter o embate nesses municípios com o PT. Defendo no partido e já disse para o governador, temos que ter a maturidade suficiente para ter essas discussões e embate municipal, mas que essas discussões não abalem a base na Assembleia e no governo. Essas demonstrações já ocorreram em 2016 e fomos maduro. Teve ferimentos, mas soubemos curar as feridas. Sabemos que vai acontecer em 2020, mas temos que ser maduros para não abalar a base a nível estadual”, destacou.

No governo, fontes afirmam que o embate entre Progressistas e PT deve ocorrer em 70 cidades. Porém, Júlio afirma que esse número deve ser menor.

“Vamos ter um embate mais acirrado em 10 ou oito cidades, o resto vamos ter lugares que somos coligados, outros que vamos ter um embate mais ameno com outros partidos coligados. Na realidade acho que não chega a 12 municípios esse embate mais forte”, destacou.

Fonte:cidadeverde.com

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