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A deputada Janaína Marques afirma que se o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, não mudar resolução que proíbe aliança com partidos de esquerda, ela deixará a sigla. Ela segue a mesma posição do deputado Nerinho.

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Janaína afirma que buscará um partido da base aliada do governador Wellington Dias. Ela não tem pretensões de romper com o governador no estado. Eles irão se reunir com Jefferson no dia 19, em Brasília.

“Eu e Nerinho estaremos na reunião com o presidente nacional. Se não for possível mudar, sairemos do partido. Tomaremos qualquer decisão juntos. Vamos continuar na base do governador”, afirmou.

Fonte:cidadeverde.com

Os progressistas do Piauí aguardam com expectativa a chegada do presidente Jair Bolsonaro ao estado. O presidente virá inaugurar a ponte estaiada sobre o Rio Parnaíba que liga os municípios de Santa Filomena (PI) e Alto Parnaíba, no Maranhão, na BR-235. Porém, o partido avalia que o evento poderá impulsionar o movimento da pré-candidatura do senador Ciro Nogueira a governador.

ciro certo4Foto: RobertaAline/CidadeVerde.com

Segundo o deputado Júlio Arcoverde, as forças de oposição ao governo de Wellington Dias (PT) estão unidas em torno do nome de Ciro.

“O presidente vem realizar uma grande obra. Havia esse anseio da população e graças a Deus conseguimos realizar esse sonho. O presidente vem inaugurar como uma das grandes obras estruturantes do estado. O Ciro é nosso pré-candidato de oposição. Todas as forças de oposição estão se unindo. Estou impressionado com a repercussão que tivemos desde o lançamento da pré-candidatura do Ciro, principalmente, no interior do estado há esse grande sentimento de mudança. Claro que a presença do presidente da República, que vem aqui e se compromete com mais obras, vai reforçar a candidatura do nosso pré-candidato Ciro Nogueira”, avalia.

Fonte:cidadeverde.com

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira, 7, que tem "pronto" um decreto que impediria governadores e prefeitos de adotarem medidas mais duras de distanciamento social, como fechamento de comércio e restrição de circulação de pessoas, para conter o coronavírus.

"O decreto já está pronto. Só falta assinar, e todos vão ter que cumprir", disse, durante inauguração de uma ponte sobre o Rio Madeira, no distrito de Distrito do Abunã, em Porto Velho (RO).

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Durante o evento, Bolsonaro disse que decreto tem como base artigo 5º da constituição federal e voltou a usar a expressão "meu Exército" ao se referir às Forças Armadas. "O meu Exército, a minha Marinha, e a minha Aeronáutica não vão para a rua para impedir as pessoas de sair de suas casas", frisou Bolsonaro.

O artigo da Constituição citado por Bolsonaro diz respeito ao direito de igualdade e liberdade no País. "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade".

Em abril, Bolsonaro já havia feito ameaçado governadores e prefeitos ao afirmar as Forças Armadas poderiam ir às ruas para, segundo ele, "acabar com essa covardia de toque de recolher". "Se precisar, iremos às ruas, não para manter o povo dentro de casa, mas para restabelecer todo o artigo 5.º da Constituição. E se eu decretar isso, vai ser cumprido esse decreto", disse o presidente então em entrevista à TV A Crítica.

Sem máscara, Bolsonaro foi ao encontro da multidão que o aguardava à margem da BR-364, que dá acesso à ponte. O presidente abraçou idosos e colocou crianças no colo enquanto cumprimentava os apoiadores.

A obra da ponte sobre o Rio Madeira foi iniciada em 2014, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), mas os serviços se arrastaram por sete anos. Com a ponte, será possível a integração por terra definitiva do Acre com o restante do País. Até então, a travessia do rio era feita por meio de balsas, cujo serviço era pago.

O empresário Luciano Hang e o tricampeão de Fórmula 1 Nelson Piquet também acompanharam Bolsonaro durante a agenda de governo

 

Fonte: Cidade Verde

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) revogou nesta quarta-feira (28) a prisão preventiva decretada pela 13ª Vara Federal de Curitiba contra o deputado federal cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. A informação foi confirmada pela defesa do político.

Esta prisão foi decretada pelo ex-juiz Sergio Moro em outubro de 2016 em um dos processos a que Cunha responde na operação Lava Jato.

Cunha estava em prisão domiciliar desde março do ano passado, devido à pandemia de Covid-19. As condenações contra ele na Lava Jato ainda estão pendentes de recurso, ou seja, não atingiram o trânsito em julgado, o que impede o início do cumprimento de pena.

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Segundo a defesa, como não há mais mandados de prisão em aberto contra ele, Cunha deixará de cumprir prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica. A Corte manteve apenas a proibição de sair do país, de acordo com seus advogados.

"Finalmente a Justiça começa a ser concretizada", afirmam os advogados Ticiano Figueiredo, Pedro Ivo Velloso e Rafael Guedes de Castro, que defendem o ex-deputado.

Em recente entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Cunha traçou uma linha entre o processo de impeachment que comandou em 2016 e o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Cinco anos depois da votação na Câmara, o deputado cassado disse que apoiaria o atual presidente para evitar a volta do PT ao poder.

"Quem elegeu Bolsonaro porque não queria a volta do PT tem a obrigação de dar a governabilidade a ele", afirma o ex-presidente da Câmara, em entrevista por escrito à Folha de S.Paulo. "Se estivesse no poder, eu o apoiaria."

Cunha analisa o cenário político e o processo contra Dilma Rousseff no livro "Tchau, Querida: O Diário do Impeachment", lançado neste mês.

Na entrevista, o ex-deputado afirma que Michel Temer passou a trabalhar pelo afastamento da petista em agosto de 2015, mais de três meses antes da abertura do processo. O ex-presidente nega essa articulação.

Cunha diz que a abertura do processo não foi uma retaliação a Dilma. Ele descreve seu rompimento com a petista, no entanto, como uma reação ao que considera uma interferência do governo nas investigações contra ele.

"O governo queria me derrubar, pois achava que eu iria derrubá-lo", declara. Integrantes da gestão petista negam interferência.

Em seu livro, Cunha se defende de acusações de corrupção e lavagem de dinheiro, pelas quais já foi condenado em três processos. Em março de 2020, Cunha obteve direito à prisão domiciliar.

Em um dos trechos, ele cita uma suposta oferta de Dilma para ajudá-lo em processos no STF (Supremo Tribunal Federal), acusa o governo de tentar incriminá-lo, relata um desabafo que teria ouvido de Luiz Inácio Lula da Silva e diz que recebeu uma proposta para gravar Temer às escondidas.

Eduardo Cunha, 62, Economista
Foi presidente da Telerj (1991-1993) e da Companhia Estadual de Habitação do Rio (1999-2000)
Deputado estadual (2001-2003), deputado federal (2003-2016) e presidente da Câmara em 2015 e 2016, quando comandou o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Afastado da presidência da Câmara e cassado por quebra de decoro em 2016. Preso pela Lava Jato em outubro de 2016, cumpre prisão domiciliar desde março de 2020

 

Fonte: Cidade Verde

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