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O policial militar da reserva Fabrício Queiroz reclamou de um suposto abandono por parte de aliados da família Bolsonaro, de quem foi próximo por muitos anos, em uma publicação em rede social na manhã deste domingo, 25. Ele e o ex-chefe, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), foram denunciados por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso das "rachadinhas". Queiroz, inclusive, foi preso há pouco mais de um ano em uma casa do advogado Frederick Wassef, advogado de Flávio. Ele está há quatro meses em liberdade.

queiroz posta foto ao lado do presidente 25072021220533775Queiroz posta foto ao lado do presidente REPRODUÇÃO/FACEBOOK

A foto compartilhada por Queiroz em seu perfil no Facebook foi postada originalmente em 2018 e mostra o ex-assessor junto do presidente Jair Bolsonaro, do deputado federal Hélio Lopes (PSL-RJ), do assessor especial da Presidência Max Guilherme, e do assessor parlamentar Fernando Nascimento Pessoa, que trabalha no gabinete de Flávio. "É! Faz tempo que eu não existo pra esses três papagaios aí! Águas de salsichas, literalmente!!! Vida (que) segue...", escreveu Queiroz na legenda da publicação.

O Estadão entrou em contato com Queiroz por meio da caixa de mensagem de seu Facebook questionando o ex-assessor sobre o significado da publicação, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.

Nos comentários, no entanto, ele respondeu aos comentários de alguns seguidores. Um deles escreveu que Queiroz seria "só mais uma vítima de milhares que virão por aí", a que o ex-assessor respondeu: "Não sou nenhuma vítima. (No) post faço referência a três pessoas, que são ingratas. Mais nada. Não tem nada a ver com o presidente".

Em outro comentário, o ex-assessor afirmou que a sua "metralhadora tá cheia de balas". Já para um usuário que publicou a frase "Quem é de verdade sabe quem é de mentira", Queiroz se limitou a dizer: "Bando de pela-saco!!!".

Nem todos os comentários foram de apoio ao ex-assessor: alguns críticos apareceram por lá também. "Coloquei uma pegadinha e achei vários PTralhas", escreveu Queiroz.

O ex-assessor foi preso em Atibaia (SP) em junho de 2020 em uma casa de Frederick Wassef, então advogado de Flávio Bolsonaro na investigação de suposta prática de "rachadinha" na Alerj. Wassef deixou a defesa de Flávio no caso poucos dias depois da prisão.
O paradeiro de Queiroz foi um mistério por quase dois anos. O Estadão revelou em dezembro de 2018 que ele havia feito movimentações atípicas no período em que foi assessor no gabinete de Flávio na época em que ele era deputado estadual. O Ministério Público apontou o ex-assessor como operador do esquema de desvios. Funcionários "fantasmas" repassavam ao assessor seus salários. Ele, por sua vez, ajudaria o filho do presidente a administrar o montante e a "lavar" o dinheiro. Queiroz e o parlamentar negam terem cometido irregularidades.

A relação entre Queiroz e o clã Bolsonaro remonta aos tempos do Exército, quando conheceu Jair. Foi nomeado para um cargo de confiança no gabinete de Flávio por indicação do hoje presidente da República. Oficialmente, era motorista do parlamentar, mas na prática era uma espécie de "faz-tudo" da família.

Redes sociais
Depois de ter a prisão domiciliar revogada pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em março deste ano, Queiroz voltou a circular pelo Rio e recuperou o hábito de usar as redes sociais com frequência -- algo pouco frequente nos dois anos em que era investigado pelo Ministério Público.

Em maio, publicou até vídeo usando o slogan do presidente Bolsonaro na corrida eleitoral de 2018 - "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos" - e frequentou até manifestação de apoiadores do governo federal. Mais recentemente, postou três vídeos em que pratica tiro em um clube da Barra da Tijuca, no Rio.

Fonte: R7

O prefeito Dr. Pessoa e a secretária da Economia Solidária, Gessy Fonseca, selaram a paz na manhã desta sexta-feira (23). Após o prefeito se manifestar publicamente sobre desentendimentos com a secretária, os dois se reuniram e afirmam que os problemas são coisa do passado.

gessy todosFoto: Dantércio Cardoso/Especial para Cidadeverde.com

Gessy permanece à frente da pasta, mas deve deixar o cargo, em abril, para ser candidata a governadora em 2022.

“Temos um ótimo relacionamento. Conversamos dentro e fora da prefeitura. Não era bem uma reunião. Seria uma conversa informal onde iríamos tratar os assuntos que não eram de interesse da prefeitura. É uma reunião com menor número de pessoas. Não sei como essas informações desencontradas ocorreram. Tudo que tenho para falar com ele falo diretamente com ele. Não mando recado. Nunca existiu esse estremecimento de relação com o prefeito”, destacou.
Dr. Pessoa afirma que entende que Gessy tem o direito de ser candidata, mas diz que não aceitará qualquer tipo de uso da imagem da prefeitura.

Neste sábado (24), Gessy será empossada como a nova presidente estadual do PSC. Dr. Pessoa estará presente no evento. Ele confirmou a presença.

“No processo da humanidade sempre tem algumas coisas fora da harmonia. Coisas simples de serem sanadas. Não houve nada que viesse desabonar minha conduta ou a dela. Estarei presente na posse. A democracia diz que quem vota tem direito de ser votado. Todos têm direito de serem candidatos. Não pode é usar a estrutura pública. Só trato de política no ano que vem”, destaca.

 

Fonte:cidadeverde.com

Dias após as principais autoridades do Judiciário e do Legislativo reagirem às revelações feitas pelo Estadão de que o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, ameaçou a realização do pleito em 2022, o presidente Jair Bolsonaro apelou novamente em favor do voto impresso e afirmou que "não dá para termos" eleições no formato atual, repetindo a ameaça. Bolsonaro também voltou a atacar o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso.

reuters jair bolsonaro perfil 1500 15072021070143917Presidente Jair Bolsonaro prometeu apresentar provas de fraude nas eleições ADRIANO MACHADO/REUTERS - 13.06.2021

"Na quinta-feira vou demonstrar em três momentos a inconsistência das urnas, para ser educado. Não dá para termos eleições como está aí", disse Bolsonaro em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada na tarde deste sábado (24). O presidente disse não ver democracia no que chamou de "eleições sujas", em referência ao sistema que hoje funciona no Brasil e o elegeu em 2018 presidente da República.
Apesar das frequentes tentativas de Bolsonaro de pôr em dúvida a confiabilidade do sistema eleitoral, reportagem do Estadão mostra que a Polícia Federal não encontrou até o momento registros de investigações sobre fraudes envolvendo a urna eletrônica desde que o método de votação foi adotado, em 1996. O TSE também afirma não haver registro de fraude comprovada envolvendo a urna eletrônica desde que ela foi adotada.

"Então, eleições limpas, todos nós queremos. Eleições sujas, isso eu não chamo eleições, isso não é democracia. E nós estamos com bastante antecedência falando o que pode acontecer na frente, e o que nós podemos fazer para evitar", disse Bolsonaro. As declarações foram transmitidas pela rede social do filho do presidente e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Possível adversário de Bolsonaro no pleito de 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também foi citado pelo chefe do Executivo neste sábado. Bolsonaro tentou justificar a anulação das condenações impostas ao petista como parte de um suposto plano para colocá-lo na cadeira de presidente, a partir de uma eleição fraudada.

"Vocês acham que alguém ia tirar um bandido da cadeia, ia torná-lo elegível, para não ser presidente, na fraude? Não tem que raciocinar, é isso", afirmou. "Geralmente quem frauda é quem está no governo, eu estou dando a chance para ele ganhar no primeiro turno com voto impresso. Ele é o primeiro a ser contra", disse Bolsonaro, citando a vantagem do petista em pesquisas eleitorais.

O presidente do TSE também voltou a ser alvo de Bolsonaro, que questionou o que Barroso teria feito ou "negociado" para que lideranças no Congresso se voltassem contra a PEC do voto impresso. "É inadmissível o ministro presidente do TSE, do Supremo, dentro do Congresso, não sei o que ele negociou, o que ele falou, porque rapidamente ele cativou grande parte dos líderes, se apaixonaram por ele, não sei o que ele ofereceu. E no dia seguinte trocaram os integrantes da comissão especial que analisa a PEC do voto impresso. Dá para desconfiar ou não dá?", disse Bolsonaro.

"Não façam isso por mim, minha vida aqui, não queiram. Mas pode ter certeza, que eu vou cumprir meu mandato até o último dia, só Deus me tira daqui", disse ainda Bolsonaro aos apoiadores, como já falou em outras oportunidades.
"O cara não gostar de mim (em referência a críticas que recebe), tudo bem, mas ser apaixonado pelo Lula? Desvios, roubalheira em tudo quanto é lugar. Um milagre eu estar aqui, dois, a vida e a eleição. E um terceiro, permanecer na cadeira. O que muita gente quer é o poder, a volta da impunidade e da corrupção. Será que não conseguem enxergar isso?", afirmou. "Querem me criticar, critiquem, até gente que se diz de direita, né? Tudo bem, se eu sair fora, você vai ficar com quem em 2022?", completou o presidente.

 Fonte: R7

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (22) que a indicação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para a Casa Civil vai melhorar a interlocução do governo federal com o parlamento brasileiro e que o PP poderá ser uma opção de partido para ele disputar a reeleição, mas que não há nada definido ainda.

996f54480860acb482578f9742398468Foto: Bárbara Marreiros

Bolsonaro defendeu a escolha do senador e disse que as coisas mudam, sobre o Nogueira tê-lo chamado de fascista no passado. "O Ciro com certeza vai me ajudar. Teve o vídeo que me chamou de fascista no passado. As coisas mudam. E no tempo do Lula quem estava no Nordeste tinha que ser PT. Então já mudou isso aí. Eu também falei muita coisa no passado e mudei", afirmou o presidente em sua transmissão semanal ao vivo pelas redes sociais.

Bolsonaro voltou a defender o sistema de voto impresso na eleição do ano que vem e disse que vai provar na quinta-feira da próxima semana "a fragilidade do sistema e mostrar o que aconteceu no segundo turno de 2014".

Ele afirmou que as eleições são uma questão de segurança nacional e que a não utilização do voto impresso pode gerar problemas caso sejam alegadas fraudes. Sem apresentar provas, o presidente tem afirmado que o sistema de urna eletrônica é sujeito a fraudes.

"Nós queremos nos antecipar a problemas. Quando vejo autoridades tuitar que isso é uma questão política, é uma questão de segurança nacional. Nós temos que ter certeza de que essa pessoa se elegeu com transparência. Eu passo a faixa a qualquer um, desde que haja transparência", afirmou.

Mais cedo nesta quinta, o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, negou relatos de que teria feito chegar ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), ameaças de que não haveria eleição no ano que vem sem a aprovação da proposta de voto impresso que tramita na Casa. Bolsonaro não quis comentar durante a live.

Fonte: R7