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O ex-juiz e pré-candidato à Presidência da República, Sérgio Moro (Podemos) afirmou, nesta quinta-feira, 13, que a volta da CPMF e o aumento de impostos estão "fora de cogitação" caso ele seja eleito. Na mesma publicação, o candidato declarou que além dele próprio "apenas Affonso Pastore" responde por seu programa econômico.

a10c31b04d0ff9abac15974191b7c68a 1Foto: Isac Nobrega/PR

A polêmica em torno da volta da CPMF surgiu após a informação de que o economista e professor Marcos Cintra estava colaborando com o plano econômico de Moro. Em entrevista ao portal UOL, o economista chegou a afirmar que a contribuição era "essencial em qualquer reforma tributária" e que deveria ser vista "sem preconceito". Posteriormente, Cintra voltou atrás e declarou que a taxação sobre movimentação financeira era "coisa do passado".

Cintra é filiado ao PSL e atuou como secretário especial da Receita Federal no governo Bolsonaro. Em 2019, o economista foi demitido e, na época, Bolsonaro disse, em rede social, que Cintra pediu para sair do cargo por "divergências" sobre a reforma tributária - ele já defendia a criação de um tributo semelhante à CPMF.

A CPMF, ou Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, começou a ser aplicada em 1997 e incidiu sobre todas as movimentações bancárias. A cobrança tinha como objetivo direcionar a arrecadação para a área da saúde e foi extinta em 2007, mas, de tempos em tempos, o tributo volta ao debate econômico.

Fonte: Folhapress

O presidente do PL no Piauí, Fábio Xavier, terá uma reunião nesta terça-feira (11) com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, para definir o futuro do partido no estado.

090f7f29224174dd5b82a23b21d9bc71Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

Na avaliação de interlocutores da legenda, no encontro, que ocorrerá durante um almoço no final desta manhã, Fábio Xavier vai comunicar para Valdemar Costa Neto que deixará a direção estadual do PL para seguir marchando com o grupo do governador Wellington Dias (PT) no Piauí.

Com a saída do deputado licenciado, a cadeira de comando deverá ser repassada ao prefeito Dr. Pessoa (MDB). A avaliação é de que as conversações estão avançadas e membros que permanecerão no partido já se mobilizam nesse sentido.

Dr. Pessoa deve assumir

Ouvido pela reportagem, o vereador Leonardo Eulálio (PL), confirmou as informações. Para o parlamentar a saída de Fábio Xavier deverá ser pacífica uma vez que pesa a ligação histórica da família com o partido.

“Hoje tem um almoço do Valdemar com o presidente devido a ligação da família Xavier com o PL, visto que o Valdemar já colocou que vai acompanhar o Rafael e o governador Wellington e todo o PL em reunião já foi acordo e vejo que será feita uma negociação para saída amigável do partido, pois como falei a ligação do Fábio Xavier com o PL é uma ligação embrionária”, declarou.

Leonardo Eulálio revelou, inclusive, que já conversou com Dr. Pessoa e o com presidente da Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano (Eturb), João Pessoa, para comunicar a permanência e o interesse em ser pré-candidato a deputado federal.

Assim como Fábio Xavier busca uma saída tranquila. O vereador busca uma permanência pacífica, agora que está em um partido que integrará a aposição no estado. Todo esse processo, segundo Leonardo Eulálio, foi previamente comunicado para Wellington Dias (PT) de quem recebeu o aval.

Para o vereador a saída é impossível pois não há janela partidária.

“Temos uma relação muito boa com o Rafael e com o governador e já comuniquei para ele da minha posição junto do deputado Fábio Xavier e sendo a posição do partido do PL a gente deverá estar em direções opostas, porque o PL vai ter um candidato se assim o Dr Pessoa migrar ele tem que declarar apoio ao presidente da República”, explicou.

 

Fonte:cidadeverde.com

O líder do prefeito na Câmara, o vereador Renato Berger (PSD), afirmou nesta segunda-feira (10) que o partido deve ter uma reunião para definir o nome que disputará a primeira suplência de senador da base governista.

98063b68f658c0cc0027fe3caeedeb00Foto: Paula Sampaio/Cidadeverde.com

O nome de Renato Berger correu no meio político como um dos cotados para disputar a indicação à vaga. A esposa do deputado federal Júlio César, Jussara Lima, porém, é outra possibilidade para ser indicada para o cargo.

“Isso é bom, Graças a Deus, é uma coisa boa ser lembrado. Mas o partido deve se reunir para definir isso. Temos dois comandantes do partido, o deputado Júlio César e deputado Georgiano, que deve comunicar o partido, reunir o partido e definir esse nome e o nome que for escolhido terá o apoio de todos nós”, declarou.

Na sigla, membros defendem que a decisão seja tomada a partir de diálogo com os demais dirigentes, de forma democrática.

O acerto de que o PSD indicará a suplência de senador do governador Wellington Dias (PT), que deverá ser o candidato ao Senado, foi feita em reunião com os deputados da sigla, Júlio César e Georgiano Neto no último sábado (08).

Com a definição, ficou acordado também que o MDB fará a indicação da vice de Rafael Fonteles (PT), com a possível indicação do presidente da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), Themistocles Filho (MDB).

 

Fonte:cidadeverde.com

 

Lideranças do MDB e do PT dizem que Gilberto Kassab, presidente do PSD, está fazendo jogo duro ao declarar que a sigla levará até o final sua candidatura presidencial porque ele mesmo quer ser o vice de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

5a320ebad76e20f3d16b3c55d6961cf8Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

Em entrevistas, o ex-ministro de Dilma Rousseff (PT) e de Michel Temer (MDB) tem dito que não apoiará o ex-presidente ou qualquer outro concorrente no primeiro turno. Kassab afirma à reportagem que não haverá mudança de rota e que o PSD terá, sim, candidato próprio.

Em 21 de dezembro, Kassab disse ao jornal Folha de S.Paulo que já informou a Lula que não o apoiará no 1º turno e reafirmou sua escolha pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG).

"Um partido que se apresenta como moderno e de centro não pode neste momento cometer o equívoco de pender para um lado. Somos centro. Essa diretriz é fruto de muita conversa, com uns querendo pender mais para a esquerda, outros mais para a direita", disse o dirigente na entrevista.

A líderes partidários que têm perguntado sobre o tema, Kassab tem dito, inclusive, que seria desmoralizador para ele e para o partido se ele desse uma guinada depois de negativas tão categóricas a aliados e em entrevistas.

Fonte: Guilherme Seto/Folhapress