• Dario PAX
  • Jorge
  • Garoto
  • Posto Aliança
  • Farmaduty
  • Construforte
  • Paraiba
  • chopp sabora
  • Oticas Floriano
  • Construforte
  • Posto Aliança
  • Garoto
  • Paraiba
  • Oticas Floriano
  • Dario PAX
  • Jorge
  • Farmaduty
  • chopp sabora

A deputada estadual, Teresa Britto (PV), avaliou nesta quarta-feira (15) como difícil deixar o partido caso se confirme a federação entre PT, PSB, PCdoB e PV.

d68faf278a0c5c62e2f815ccc9b8b85dFoto: Roberta Aline/ Cidadeverde

“Sou apaixonada pelo PV, fui eleita quatro mandatos no PV por quatro mandatos a história do partido no Piauí se confunde com a minha. É muito difícil a gente se desapegar”, disse.

Com a federação, o PV passaria a fazer parte da base do governador Wellington Dias (PT).

Na oposição, a parlamentar pontou que adotará uma postura independente caso a união entre as siglas se concretize.

“Se acontecer essa federação ficarei independente e dentro desta linha que faço, que uma linha muito responsável, não é oposição por oposição”, explicou.

Teresa Britto, que é vice-presidente nacional do PV, pontuou que ainda existem dissidências entre os membros do partido, entre aqueles que apoiam e aquele que não concordam com a federação.

“Vamos continuar em um diálogo para chegarmos a um consenso. Aqui no Piauí seria complicado, pois faço oposição ao governo do Partido dos Trabalhadores, pois tem muitas coisas que quero que aconteçam e não acontecem”, explicou.

 

Fonte:cidadeverde.com

Na briga entre senadores por uma vaga no TCU (Tribunal de Contas da União) dos últimos 13 anos, até suplentes entraram em jogo para tentar virar votos às vésperas da sessão que elegerá o próximo ministro da corte, marcada para esta terça-feira (14).

916cc77a1f223b1c6d44018df514d931Foto: Agência Câmara

A disputa por uma cadeira no tribunal está entre três parlamentares proeminentes na Casa: Kátia Abreu (PP-TO), Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, e Antonio Anastasia (PSD-MG).

Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, o embate está acirrado e se intensificou na reta final, com acusações de "golpe baixo" entre os candidatos
Para os suplentes, a nomeação de um dos senadores significa a oportunidade de eles assumirem uma vaga no Senado.

No caso de Kátia Abreu, os dois suplentes, um do PT e outro evangélico, apoiador de Jair Bolsonaro (PL), têm enviado mensagens e ligado para parlamentares pedindo apoio.

"Naquilo que está ao meu alcance, eu tenho feito. A primeira coisa que fiz foi pedir voto à bancada do PT. Me surpreendi ao saber que toda a bancada votaria nela", diz Donizeti Nogueira (PT-TO), primeiro suplente da senadora.

"Óbvio que a gente não pode ser hipócrita e dizer que não gostaria de assumir uma vaga no Senado. E a senadora se candidatou, e temos compromisso de ajudá-la a ser vitoriosa."

Donizeti diz que os petistas já votariam em Kátia pela "competência" e trabalho que poderá fazer no TCU, além do histórico dela com o PT, como por ter atuado ao lado de Dilma Rousseff (PT), quando a ex-presidente foi alvo de impeachment.

Em outra frente, o líder da Igreja Quadrangular, Bispo Guaracy Batista da Silveira (PSL-TO), segundo suplente de Kátia, disparou mensagens a senadores nos últimos três dias também em busca de respaldo.

"Peço ao irmão em Cristo. Se puderes, vote na Kátia. Pois sendo suplente dela temos o acordo para reassumir o nobre mandato. E assim mais um cristão evangélico no Senado... Lhes agradeço rogando as bênçãos divinas sobre sua vida e família", escreveu Guaracy em mensagem enviada a senadores.

Guaracy conta ter mandado três blocos de mensagens: um para a bancada cristão e evangélica; outro para a bancada feminina e um terceiro para amigos senadores.

O bispo e Donizeti dizem ter um acordo feito quando a senadora foi eleita, em 2014, para dividir o mandato em caso de ausência de Kátia. Tanto que os dois já assumiram a vaga da parlamentar quando ela precisou se licenciar ao longo do mandato.

Em outra raia, o senador Antonio Anastasia (PSD-MG), tem contado com a articulação do diretor de Assuntos Técnicos e Jurídicos da Presidência do Senado, Alexandre Silveira, seu primeiro suplente.

Anastasia é o candidato do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de quem Silveira é próximo.

Presidente do PSD de Minas, o diretor do Senado já foi deputado federal por dois mandatos e tem atuado nas costuras de bastidor da candidatura do senador mineiro.

"O professor Anastasia tem muita sensibilidade política, abertura para o diálogo e está sempre em busca de solução e ao mesmo tempo alguém que tem muita profundidade intelectual", disse Silveira à reportagem.

O primeiro suplente do senador também é secretário nacional do PSD e tem relação próxima com parlamentares.

"O meu cotidiano, a minha forma de ser e minha história na vida pública criaram proximidade com muitos senadores e para minha surpresa as manifestações têm sido espontâneas que ficariam felizes em me ter como colega", disse.

Silveira ainda afirma que tem conversado com diversos parlamentares para pensar projetos e soluções para problemas criados pela pandemia, por exemplo.

Segundo relatos, o único suplente que está mais afastado da disputa é o de Fernando Bezerra Coelho, Carlos Augusto Costa (PV), engenheiro civil.
Senadores aliados dos três candidatos tentaram até o último minuto construir um acordo para evitar a disputa nesta terça, mas a chance de isso ocorrer é muito pequena.

A ideia seria buscar cargos com mandato a serem assumidos pelos senadores para se retirarem da disputa.Os três candidatos terminam o mandato em 2021 e, segundo aliados, têm o receio de não serem reeleitos.

A votação promete ser apertada. Os aliados de cada candidato têm propagado placares muito distintos. Do lado de Bezerra, a conta prevê 37 votos para o líder do governo, 26 para Anastasia e 17 para Kátia.

Já pessoas próximas à senadora dizem que ela tem mais de 40 apoiadores na Casa.
Tanto Katia como Bezerra brigam por parcela em comum do Senado. O MDB, por exemplo, rachou em torno da disputa pelo TCU.

Embora o líder do governo seja emedebista, Katia conta com a articulação de Renan Calheiros (MDB-AL), que tentou convencer Bezerra a desistir da disputa em prol da parlamentar.

O emedebista alegou, segundo relatos, que colocou primeiro o nome na disputa e que o líder do governo apenas dividiria os votos e contribuiria para a vitória de Anastasia.

A disputa pelo TCU se dá em torno da vaga deixada por Raimundo Carreiro, que assumirá a Embaixada do Brasil em Portugal. Ele era indicação de Renan Calheiros, por isso também o senador busca influenciar nos rumos da briga pelo tribunal.

 

Fonte:cidadeverde.com

O economista Kleber Montezuma (PSDB) não descartou a permanência no PSDB, após o anúncio de que o pré-candidato ao governo Silvio Mendes (PSDB) deverá se filiar ao Progressistas.

cbec387a5d38897078625920c51e6caeFoto: Roberta Aline / Cidadeverde.com

“Se eventualmente lá na frente que for decidido que o dr Silvio deverá ser o candidato na legenda do Progressistas, o PSDB fica liberado e não há necessidade de procurar outra sigla. Mas tudo isso ainda é muito fluido, muito líquido”, declarou.

Kleber Montezuma avaliava deixar o ninho tucano, uma vez que o PSDB não possui força política para indicar dois nomes na chapa majoritária da oposição.

O economista chegou a receber convites do Cidadania, PDT e Avante.

A possibilidade de filiação para os dois primeiros é vista com ressaltas. Isso porque o Cidadania avalia uma federação com o PSDB. Já o PDT, segundo fonte ouvida, ainda não definiu quem apoiará em 2022, podendo ficar do lado do grupo petista encabeçado pelo secretário Rafael Fonteles (PT).

Fonte: cidadeverde.com

Pré-candidato a governador do Piauí, Silvio Mendes confirma em entrevista a TV Cidade Verde que irá deixar o PSDB e se filiar ao Progressistas.

silvioFOTO: REPRODUÇÃO TV CIDADE VERDE

“Hora se estou me oferecendo, aceitei ficar disponível para fazer um Piauí diferente. O PSDB não tem possibilidade de fazer uma chapa competitiva. Então se eu me ofereci, tenho que buscar viabilizar uma disputa. Já adianto que o mais óbvio é ir ao Progressistas”, disse Silvio Mendes.

Lembrando que uma das condições impostas pelos prefeitos progressistas para apoiar Silvio Mendes era que ele se filiasse ao Progressistas.

Fonte: 180 graus