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O pré-candidato ao Governo de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) criticou a eventual aliança entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), como o seu vice, para as eleições à presidência da República no ano que vem.

256a6fc026adaec3058fa91f9754f444Foto: Karime Xavier/Folhapress

Em entrevista à GloboNews, nesta sexta-feira (3), Boulos considerou a ideia um "mau sinal" para a campanha eleitoral do petista, tendo em vista o "simbolismo negativo" da gestão do tucano em São Paulo, segundo ele.

"Eu acho que o Lula é o candidato que tem melhores condições de derrotar o Bolsonaro, de tirar o Brasil desse pesadelo. Por isso é que eu defendo a candidatura dele. E acho que a tendência é que o meu partido, o PSOL, também deve apoiá-lo", iniciou Boulos, ao ser questionado sobre a suposta chapa entre petista e tucano.

"Agora, essa discussão sobre o vice ser o Alckmin, eu considero um mau sinal. Porque, primeiro, tem uma questão do simbolismo negativo. O Alckmin, quando governador de São Paulo, foi quem ordenou o massacre do Pinheirinho, em São José dos Campos [refere-se à ação da PM contra moradores, em 2012]."

"Eu fui professor na rede estadual quando Alckmin era governador: um desastre. Salário baixo, sem plano de carreira, faltava papel higiênico. Esse é o legado do governador Alckmin", emendou Boulos.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, aliados de Alckmin -que está prestes a se desfiliar do PSDB- tentam convencê-lo de que o melhor caminho para ele é disputar o Governo de São Paulo e deixar de lado a ideia de ser candidato a vice numa chapa nacional encabeçada por Lula.

Fonte: Folha Press

O presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, afirmou nesta sexta-feira (03) que a definição dos nomes que vão compor a chapa majoritária da oposição serão definidos no mês de fevereiro. Anteriormente, esse anúncio estava marcado para janeiro.

04c5238ee6721491a60c64e7a6147eadFoto: Roberta Aline/ Cidade Verde

Em entrevista à imprensa, Ciro Nogueira também não descartou que ele próprio poderá disputar o governo do estado em 2022. Atualmente, os pré-candidatos do grupo são Sílvio Mendes (PSDB) e Iracema Portella (Progressistas).

“A prioridade é a candidatura. Sempre disse que se o povo do Piauí quiser serei candidato, acho que a prioridade é que se tivermos um governador focado no desenvolvimento e contar com o prestígio que tenho em Brasília, esse estado tem tudo para mudar radicalmente nos próximos anos”, afirmou o senador.

Candidato será do Progressistas

Ciro Nogueira deu uma confirmação: o nome que disputará o governo do estado em 2022 deverá ser do Progressistas. Segundo o ministro, isso se dá devido a exigências de prefeitos no interior do estado. Com o isso, caso a previsão se concretize e o tucano Silvio Mendes seja o escolhido, ele deverá mudar de partido para compor com Iracema Portella. Questionado sobre a possibilidade, o ministro pontou que esse é o caminho natural.

“Eu acho que isso só vai acontecer depois que definir quem é o candidato. Por conta da quantidade de prefeitos e lideranças há uma certa exigência quanto a isso”, pontou.

Vice de Bolsoanaro

Ciro também comentou sobre a possibilidade de ser lançado como candidato a vice do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), pré-candidato à reeleição. Na resposta que deu, não confirmou nem negou a tese.

“O vice tem que ser uma pessoa de muita confiança do presidente que o dê confiança para governar, que não permita nenhum tipo de complô, uma pessoa muito próxima a ele”, comentou.

As declarações do ministro foram dadas durante solenidade de entrega do Título de Cidadinia Piauiense para o presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, na Assembleia Legislativa do Estado (Alepi). Ciro Nogueira veio ao Piauí acompanhado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kássio Nunes Marques, para prestigiar a homenagem.

 

Fonte:cidadeverde.com

O resultado das prévias presidenciais do PSDB, esperado para este domingo (21), mais do que indicar a vitória de João Doria (SP) ou Eduardo Leite (RS), é visto por tucanos como uma decisão a respeito do futuro do partido e um primeiro passo na construção da candidatura da chamada terceira via.

a437ccce00aa5783ad004440683d5ae2Foto: Roberta Aline/ Cidade Verde

A disputa está apertada e pode ser decidida por uma margem pequena -cada lado projeta a vitória para si, e o terceiro concorrente, o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto, não tem chances. O clima de acirramento tende a dificultar a superação das divisões internas após as prévias.

A votação será das 8h às 15h por meio de um contestado aplicativo, cuja segurança pode ser brecha para judicializações futuras. Prefeitos, governadores, parlamentares e ex-presidentes do PSDB podem votar em Brasília, em urna eletrônica da Justiça Eleitoral.

Doria e Leite se comprometeram a permanecer no PSDB em caso de derrota e a buscarem a união do partido e o diálogo com mais siglas em caso de vitória. Para evitar a fragmentação do campo político, será preciso buscar alianças com Sergio Moro (Podemos), Rodrigo Pacheco (PSD) e outras legendas, como União Brasil (DEM e PSL) e MDB.

O xadrez eleitoral de 2022 está embolado à espera da definição do PSDB, que impacta desde o futuro de Geraldo Alckmin (PSDB) como candidato a vice de Lula (PT) até a filiação de Jair Bolsonaro (sem partido) ao PL -o cenário no estado de São Paulo depende de quem conduzirá os tucanos a partir de agora.

Também no domingo, o PSDB de São Paulo, comandado por Doria, vai anunciar o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) como candidato em 2022 -só ele se inscreveu para as prévias paulistas marcadas para a mesma data.

Essa oficialização barra, por um lado, os planos de Alckmin, que negocia ser candidato ao Palácio dos Bandeirantes por outras siglas, mas também fecha o espaço para que Doria se lance à reeleição caso perca as prévias.

Se Doria vencer, consolida seu favoritismo e amplia seu domínio no PSDB, imprimindo seu estilo de marketing, eficiência e gestão -que também é lido como intransigência e atrai antipatia.

Já uma vitória de Leite, reconhecido pela capacidade de dialogar, representaria o resgate do PSDB histórico, mas profundamente contaminado pelo bolsonarismo. Arquiteto da campanha de Leite, o deputado federal Aécio Neves (MG) atrai a bancada tucana para a barganha do governo federal.

Virgílio, terceiro elemento que cobrava disputa sem brigas ao mesmo tempo em que provocava os rivais em debates, foi enfático ao defender que o partido precisa "se desbolsonarizar" para seguir adiante. Também cumpriu seu papel ao obrigar a sigla a falar de Amazônia.

Ao todo, 44,7 mil tucanos (cerca de 3% do 1,3 milhão de filiados) se inscreveram para a votação indireta, em que cada grupo representa 25%: filiados; prefeitos e vices; vereadores e deputados estaduais; deputados federais, senadores, governadores e vices, ex-presidentes do PSDB e o atual.

São Paulo larga com 35% de peso nas prévias. Além do Rio Grande do Sul, Leite tem o apoio de estados chave no tucanato, como Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Depois da pior derrota em eleições ao Planalto em 2018 com Alckmin (4,76%), as prévias foram a aposta do presidente do PSDB, Bruno Araújo, para reenergizar o partido. Ele minimiza as previsões de que a sigla sairá do pleito em pedaços -Doria tem a preferência dos militantes e Leite, dos parlamentares.

A campanha foi tensa, com brigas em torno do aplicativo e acusações da equipe de Leite a respeito de filiação extemporânea de prefeitos aliados a Doria e de pressões do governador paulista, por meio de demissões e verba de convênios, para angariar votos no estado.

As críticas vinham sendo ácidas em debates até que, na última semana, os candidatos resolveram baixar a temperatura. Num gesto de paz, Leite e Doria se reuniram em Porto Alegre e falaram em união.

Apesar das diferenças, Leite e Doria acumulam incômodos em comum. O primeiro é o apoio a Bolsonaro em 2018, que ambos consideram agora um erro. O gaúcho e o paulista também miraram no presidente e no PT durante as prévias.

O baixo patamar nas pesquisas de opinião (por volta de 5% no último Datafolha) também atinge aos dois. Leite ressalta ter menor rejeição, enquanto Doria espera que a população reconheça seu empenho pela vacina contra Covid.

De maneira geral, os candidatos avaliam que as prévias serviram para dar destaque ao PSDB. À reportagem Doria afirmou que as prévias fortalecem o partido, mobilizam a militância e proporcionarão um líder para "coordenar um projeto nacional que recupere o Brasil dos erros dos governos anteriores".

"O PSDB é o único dos grandes partidos nacionais que se revitalizou e renovou suas lideranças. As prévias ajudaram nesse processo, elas deram um novo impulso e visibilidade às propostas e realizações do PSDB. As prévias demonstraram que o nosso partido está pronto para voltar a resolver as grandes questões nacionais", disse em nota.

Leite afirmou que as prévias darão oportunidade eleitoral ao PSDB.

"As prévias mobilizaram e movimentaram o partido, promovemos o debate. Estamos a um ano da eleição e o partido já vive um processo eleitoral que aquece as turbinas para 2022", disse.

À frente do estado mais importante para o PSDB, Doria despontou como presidenciável favorito desde o princípio. Mas sua rejeição entre eleitores e entre a classe política acabou alavancando Leite.

O gaúcho, no entanto, é considerado menos experiente e não tem a ampla vitrine de programas e investimentos do paulista, a começar pela viabilização da vacinação.

Desde que resolveu seguir a carreira política no PSDB, em 2016, Doria chegou acelerando -buscou dar uma nova cara ao partido em que se filiou em 2001.

Depois de vencer a eleição para a Prefeitura de São Paulo em 1º turno, quis ter influência na legenda, ensaiou uma candidatura à Presidência e tentou implantar mudanças -até se falou em aposentar o tucano como símbolo do PSDB.

Apesar de ter ampliado seu capital político vencendo duas prévias no estado e se elegendo, em 2018, para o Governo de São Paulo, Doria sempre encontrou freios internos para seu projeto político meteórico no PSDB.

Ele nunca escondeu suas intenções presidenciais, seja montando um time de ministério no Bandeirantes ou deixando para trás seu padrinho Alckmin. Do outro lado, tucanos da ala histórica viam com desconfiança esse perfil empresarial, pautado na antipolítica que esteve em alta nas últimas eleições.

A resistência a Doria na sigla acabou materializada por Aécio, a quem o governador paulista tentou expulsar em 2019 e acabou vencido. Aécio se tornou o principal rival interno de Doria e atuou para que ele perdesse cada embate no partido desde então, inclusive sobre a definição de regras nas prévias.

Por isso, a vitória de Doria seria a chancela para a implantação do PSDB que, como o governador paulista costuma repetir, respeita o passado, mas olha para o futuro.

Nesse contexto, a campanha de Leite foi abraçada pelos inimigos de Doria ""Aécio e Alckmin. No partido, o lançamento do gaúcho foi visto como uma manobra da bancada federal, sob a batuta de Aécio, para minar a candidatura de Doria e impedir que o PSDB tivesse um candidato, poupando o fundo eleitoral para os parlamentares.

Leite passou a rebater essa visão, afirmou que não deixaria o Governo do Rio Grande do Sul para ser candidato a vice. Em contraponto, defende o resgate do PSDB raiz, da social-democracia, que seria representado por alguém "diferente" -capaz de agregar, jovem e gay.

Na avaliação de aliados de Doria, porém, o PSDB de Leite, ou melhor, de Aécio, é um partido do centrão aliado a Bolsonaro. Apesar de a sigla ter declarado oposição ao governo federal, a maior parte da bancada -que apoia o gaúcho e segue Aécio- endossou propostas bolsonaristas como o voto impresso e a PEC dos Precatórios.

Já os deputados de São Paulo, ligados a Doria, foram contra -embora o paulista também tenha alguns deputados bolsonaristas em seu time. Assim, a aposta no partido é de debandada de deputados bolsonaristas e aecistas caso Doria seja escolhido.

A leitura no entorno de Leite é diferente. Se Doria vencer, acreditam que ele estenderia para todo o partido as pressões e negociações que implantou em São Paulo para fazer valer suas posições e conquistar aliados.

A ideia de que Doria tem um projeto pessoal de poder e será candidato mesmo isolado é compartilhada por dirigentes de partidos da terceira via, como ACM Neto (DEM) e Gilberto Kassab (PSD), que veem em Leite uma figura mais aglutinadora.

Doria, por outro lado, diz ter, sim, a confiança de aliados, afirma que rejeição é natural e resolveu até incorporá-la na campanha, assumindo-se "calça apertada".

Essa avaliação, de que Doria seria menos palatável que Leite, leva em conta episódios de pouca habilidade política, como o fatídico jantar, em fevereiro, em que o paulista tentou tomar o lugar de Bruno Araújo da presidência do PSDB e, em seguida, a candidatura de Leite foi lançada como resposta.

Se tudo começou com um movimento equivocado de Doria, pode terminar, nove meses depois, com erros políticos de Leite que marcaram a reta final da campanha -um pedido para adiar a votação e a revelação, pela Folha de S.Paulo, da tentativa de que Doria atrasasse a vacinação em São Paulo, episódios negados pelo gaúcho.

Folhapess

A prefeita de São Raimundo Nonato, Carmelita Castro (Progressistas), comentou na terça-feira (16) sobre a decisão da deputada Margarete Coelho (Progressistas) de seguir com a oposição. Para a prefeita, que é irmã da deputada, a parlamentar permaneceu onde sempre esteve.

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A gestora relembrou que a parlamentar é uma das mais antigas filiadas do Progressistas e apenas seguiu o posicionamento da sigla ao deixar a base governista.

“Margarete continua onde sempre esteve. Ela sempre foi Progressistas. Hoje, acredito que foi a filiação mais antiga, ela é da época de PDS. Então, simplesmente continuou quando o partido todo estava junto. Quando cada um seguiu o seu caminho, ela continuou no partido dela e continua com toda amizade e respeito ao governo Wellington Dias”, declarou.

Sobre o próprio futuro político e do marido, o deputado Hélio Isaias (Progressistas), Carmelita Castro descartou deixar o grupo do governador. “Eu continuou onde estou com o governador, faço parte do grupo, sempre fizemos eu e Hélio Isaías. A gente continua no lugar onde está. Sou filiada ao PP e mantenho um grande carinho por Ciro Nogueira, que sempre nos ajudou no nosso município”, pontuou.

Fonte: cidadeverde.com