O senador Elmano Férrer (Podemos) afirmou nesta segunda-feira (17) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sofre uma oposição “brutal” no país. Mesmo assim, para o parlamentar, o presidente chega firme para disputar a reeleição em 2022.

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“É brutal a oposição a ele e é do conhecimento de todos os problemas de tensionamento entre os poderes do Estado”, disse em entrevista à TV Cidade Verde.

Segundo Elmano, o governo está trabalhando muito, mesmo com o que ele chamou de desrespeito a eleição de Bolsonaro, como governadores do país, principalmente do Nordeste.

“Ocorre que se construiu no Brasil uma oposição ao presidente desrespeitando quase 60 milhões de vozes. Ele ganhou a eleição democrática e não tem sido fácil para ele, como ser humano, enfrentar o que ele está enfrentando: desde uma frente de governadores no Brasil, especialmente no Nordeste, contra tudo que esse presidente tem tentado fazer”, declarou.

Ainda de acordo com o senador, Bolsonaro já tem base suficiente para disputar a reeleição em 2022.

“Eu não tenho dúvida que ele (presidente) chega em 2022, pois já construiu uma base parlamentar tanto na Câmara e principalmente lá pelo Senado. Ele já tem uma boa base no Senado. Na Câmara é que estava havendo um certo cuidado em decorrência de problemas que todos nós conhecemos. Mas eu creio que esse governo chegará pelo que está fazendo”, finalizou.

 

Fonte:cidadeverde.com

O prefeito Firmino Filho (PSDB) entrou de vez na pré-campanha. Em entrevista à coluna, ele falou abertamente sobre a eleição municipal e foi mais além. Firmino abriu o jogo sobre 2022 e afirma que o grupo político representado por ele e o senador Ciro Nogueira (Progressistas), irá “provocar um racha grande no bloco governista”, liderado pelo governador Wellington Dias (PT).

firmino CópiaFoto: Roberta Aline/Cidadeverde.com
Firmino afirma que a oposição trabalhar para lançar um nome competitivo com chances reais de vitória em 2022. Ele coloca na oposição nomes como o senador Elmano Férrer e o ex-senador João Vicente Claudino. E afirma que o objetivo é formar uma “constelação” de candidaturas.

“É importante ter o melhor time que a oposição tiver. Se o senador Ciro for melhor nome, será nosso candidato a governador. Se for o senador Elmano Férrer, vai ser o senador Elmano. Se for o João Vicente o mais forte, vai ser o nome de João Vicente, assim por diante. Vamos compor a melhor constelação de candidatos para fazer uma campanha bonita e vitoriosa. Fazer oposição no Piauí nunca é fácil. Especialmente depois de tanto domínio institucional por parte do grupo dominante. Temos condições objetivas de provocar um racha grande no bloco governista e uma campanha competitiva. Isso com reais chances de vitória para 2022”, declarou.

Candidatura ao Senado Federal

Sobre a possibilidade de ser candidato a senador em 2022, Firmino afirma que se for chamado não irá fugir do desafio. Se for candidato, ele deve ser o principal adversário de Wellington Dias na disputa pelo Senado.

“Se for convocado, eu vou. Não tenho nenhuma dificuldade. Na minha vida política me considero realizado. Se tivesse que me aposentar amanhã, se perdesse todas as outras eleições já estaria realizado. Pelo fato de ter colaborado quatro vezes com Teresina, como prefeito. Isso já é uma grande honra. As condições do momento vão determinar que papel iremos desempenhar em 2022. Candidatura majoritária não é a agente que escolhe. Na proporcional você pode construir por conta própria, mas a majoritária, só é possível dentro de um contexto. Temos que esperar para saber que papel vamos desempenhar”, afirmou.

Acirramento

De acordo com Firmino, a eleição de 2022 será uma das mais acirradas da história do Piauí. Ele destaca que o rompimento entre o Progressistas e o governador Wellington Dias definiu esse quadro.

“Temos uma definição a nível estadual. O que se prevê é que em 2022 vamos ter a eleição mais dura das últimas décadas na história do Piauí. Por conta disso, começamos a ter reflexos na eleição de 2020. Percebemos que no Piauí a coisa começa a se radicalizar e um dos olhares que existe é em 2022. Vai ter influência de 2022 em todas as eleições dos municípios. E Teresina não é exceção. Estará dentro da regra. Em 2022 vamos ter uma eleição muito dura, mas não temos dúvida que será uma das eleições mais concorridas da história política do Piauí. Há muito tempo não tínhamos uma divisão política tão profunda no estado, como essa que se inicia em 2020”, disse

Eleição Municipal

Com relação à pré-candidatura de Kleber Montezuma a prefeito de Teresina, Firmino destaca a experiência administrativa do aliado.

“Nossa ações foram muito dominadas pela crise. Todo nosso tempo, todo o nosso trabalho estavam voltados para isso. Pouco a pouco a cidade foi voltando às atividades normais. Como foi mantido o calendário eleitoral para esse ano, temos que iniciar a campanha em setembro. Estamos em pré-campanha. Nossas forças políticas começam à dialogar entre si. Mesmo com nenhuma campanha feita, Kleber já aparece com 2 dígitos. Quando fui candidato pela primeira vez, em 1996, cheguei na convenção com 4,5%. O Kleber já chega muito bem na convenção com 2 dígitos. Isso mostra que existe muito espaço para ele crescer.Se destaca por tudo que fez. É a melhor opção para Teresina”, disse.

Firmino afirma que o momento é de mobilizar o grupo alaido em torno do nome de Montezuma. E manda recado para os aliados que ameaçam deixar a base aliada.

“Estamos muito entusiasmados com as primeiras pesquisas. Vamos organizar nossa topar, falar com companheiros. Trabalhar com quem de fato quer está conosco. Tem que ser uma campanha de quem acredita no candidato e no nosso jeito de administrar. Não tenho dúvida de que faremos uma campanha alegre e bonita. Vamos chegar a uma bela vitória. Seja no primeiro ou segundo turno. Não podemos calçar sapato alto. Tem que ser dentro da realidade. Tem que respeitar os adversários. Tem que suar a camisa e mostrar o histórico de vida e de trabalho do nosso pré-candidato”, afirmou.

 

Fonte:cidadeverde.com

O governador Wellington Dias falou pela primeira vez sobre as críticas do presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, ao governo do Estado. Em reposta, Wellington lembrou que continua a mesma pessoa ao longo dos quatro mandatos como governador.A declaração foi dada na manhã deste domingo (16), durante a missa alusiva aos 168 anos de Teresina, realizada na igreja Nossa Senhora do Amparo.

0151Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

Após sair do governo, Ciro tem sido lembrado pelos petistas como alguém que muda constantemente de lado. Que já passou pelo governo Lula, Dilma, Temer e, mais recentemente, ingressou no governo de Jair Bolsonaro.

Wellington afirma que ficará ao lado de quem defende o projeto político iniciado em 2018.

"Continuo sendo o mesmo Wellington Dias de sempre. Sou uma pessoa que não muda no jeito de ser. De um lado, gratidão por tudo que trabalhamos juntos. Seguirei em frente com o projeto que aprovamos em 2018. Também quero continuar defendendo tudo aquilo que seja importante, como investimentos para o Piauí. Seja vindo da oposição, seja de quem é governo, do setor privado, de qualquer setor. Isso e que é fundamental", disse.

Sobre os deputados progressistas, Wellington afirma que caberá a eles decidir se irão ou não segui-lo em 2022.

"Fica a decisão de cada um", afirmou.

 

Fonte:cidadeverde.com

O presidente municipal do PDT, vereador Evandro Hidd, esteve reunido, na manhã desta sexta-feira, 14,, com Chico Leitoa, presidente da executiva da sigla no Piauí. Juntos, os dois reforçaram apoio à pré-campanha de Kleber Montezuma (PSDB) a prefeito da capital.

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“É um nome que representa uma política com ideias, projetos e ações para o desenvolvimento da cidade. Vamos juntos lutar pelo melhor para a população da nossa Teresina”, declara Hidd.

 

Fonte:cidadeverde.com

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