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Numa solenidade marcada para as 09h da manhã de sábado, no plenário da Câmara Municipal de Floriano, o Professor Gilmar Pereira Duarte assume a presidência do PRB(Partido Republicano Brasileiro) na cidade de Floriano. Confirmaram presença ao evento o Presidente Regional Gessivaldo Isaias, o ex-deputado federal Silas Freire, dentre outras autoridades.

WhatsApp Image 2019 07 20 at 08.46.32Matheus Carvalho. (Imagem:Reprodução/jc24horas)

Nosa reportagem entrevistou o tesoureiro do diretório do PRB em Floriano Matheus Carvalho, que falou da importância desse ato para o cenário político florianense. Nosso entrevistado disse que o PRB em Floriano não será uym partido que vai existir apenas em época de campanha. Confira o que diz Matheus Carvalho.

Da redação

O deputado federal Flávio Nogueira e mais sete deputados do PDT são alvo de processo de suspensão da comissão de ética nacional do partido após contrariarem a sigla e votarem a favor da reforma da Previdência, no primeiro turno, na Câmara.

33a14fe84edbf3ecd9cd31991c1c713eFoto: arquivo Cidadeverde.com

A decisão do PDT estabelece que os oito deputados estão com suas atividades partidárias suspensas até a deliberação do diretório. Ou seja, nos próximos meses, esses parlamentares não podem usar o partido e perdem as funções que têm por causa da legenda.

Em entrevista ao Cidadeverde.com, o deputado disse que já esperava a decisão e que votará à favor da reforma da Previdência no segundo turno da votação na Câmara. “Eu repito, não me arrependo, votei e farei tudo novamente. Estou com consciência tranquila e não vou trair meu povo”.

O deputado Flávio Nogueira disse ainda que seu voto se baseou em apoios de prefeitos e entidades civis. “Essa reforma não é para os servidores, mas para os desempregados. A economia vai soerguer e essa reforma é necessária”.

Ele ressalta que essa reforma não é do presidente Bolsonaro e foi modificada na Câmara.

Com a suspensão do partido, o parlamentar brinca que está se sentindo no colegial. “Voltei ao tempo do ginásio, fui suspenso. Vou manter minha decisão e no segundo turno vou votar a favor da reforma”, reafirmou o parlamentar.

PDT Nacional

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse esperar que os oito deputados mudem de posição no segundo turno da votação da reforma na Câmara, em agosto.

"Os oito parlamentares estão com suas atividades partidárias, de representação na Câmara suspensas. Nenhum desses oito pode falar em nome do partido, ter função em nome do partido, pode participar da direção do partido até a decisão final do diretório nacional", disse Carlos Lupi.

Pelo estatuto da legenda, as punições variam desde uma advertência até a expulsão. A comissão tem 45 dias para elaborar um parecer consultivo e a decisão cabe ao diretório nacional, que só deve ser convocado entre setembro e outubro.

"Como o processo não está esgotado, tem o segundo turno, e acreditamos que o ser humano é o único ser vivo capaz de evoluir, quem sabe alguns evoluem, ouvem o que está se fazendo de maldade com a base da sociedade que ganha até R$ 2.500 e voltem atrás e votem com o partido", disse Lupi.

Votação

No dia da votação, 8 dos 27 deputados presentes votaram a favor da reforma: Tabata, Alex Santana (BA), Subtenente Gonzaga (MG), Silvia Cristina (RO), Marlon Santos (RS), Jesus Sérgio (AC), Gil Cutrim (MA) e Flávio Nogueira.

 

Fonte:cidadeverde.com

O deputado federal Átila Lira, coordenador da bancada piauiense no Congresso Nacional, negou que haja qualquer possibilidade de sair do PSB por ter votado a favor da reforma da Previdência na Câmara. O parlamentar disse ainda que o partido tem um conselho de ética e que confia que sua defesa será respeitada. Oito dos 10 deputados federais piauienses votaram a favor da reforma.

b32dd4fbeaa721b99ef09a4fe06ca9e3Foto: Analice Borges / Cidadeverde.com

"Eu sempre fui favorável à reforma. Não é só matéria social, é econômica. Eu vejo nela um instrumento que pode contribuir para recuperar o crescimento econômico. Sempre defendi essa tese no partido e achava que minha defesa era solitária. Dos 33 membros do partido, 11 votaram favoravelmente. O destaque mais importante, que foi o do tempo de contribuição, foi o do PSB. Eu votei matérias que o partido reprova, outras que são bandeiras do partido", argumentou Átila Lira, em entrevista ao Jornal do Piauí desta segunda-feira (15).

Sobre os convites que recebeu do DEM e do PTB, Átila Lira confirmou apenas que simpatiza com as siglas, por não serem radicais. "Eu simpatizo com esses partidos porque não são tuteladores das pessoas, radicais. O mundo é flexível. Eesses partidos tradicionais que ficam presos em regras ideológicas caminham para ficarem isolados. Tem uma deputada do PDT que fala que esses partidos não querem respeitar a liberdade que eles mesmos preconizam. Eu acredito nisso também", declarou.

O parlamentar disse que estava cético quanto à aprovação da reforma. "Eu achava que por falta de empenho do governo, deveria haver um problema muito maior, mas o Congresso tomou para si a responsabilidade de fazer essa reforma, justamente porque era um assunto já debatido há mais de 10 anos. Dilma tentou várias vezes, prejudicou seu governo, Temer tentou, não tínhamos mais alternativas", disse.
Átila defende a necessidade de reforma sob o argumento de que ela é necessária para que haja sustentabilidade. "A previdência representa o maior gasto público e não tem fonte de financiamento. Além disso, durante as discussões, a conversa com o Congresso, com o governo e com o Judiciário foi melhorando", destacou.

O deputado explicou que o conselho de ética do PSB vai examinar sua votação e dar-lhe direito de defesa. Ele enfatizou que respeita o partido por ter sido eleito com o apoio dele, mas diz que tem o direito de defender ideias que acredita serem importantes para melhorar as condições socioeconomicas do Brasil. Átila também disse que é favorável à inclusão dos Estados e municípios na reforma, pois eles sofrem com os mesmos problemas da União.

"Estados e municípios têm o mesmo problema previdenciário. Eu creio que no Senado essa emenda será aprovada e vai retornar à Câmara, onde nós aprovaremos. Em agosto vamos encerrar esse assunto", finaliza.

Fonte:cidadeverde.com

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), disse nesta segunda-feira (8) que trabalha para que o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, desista de tentar regras mais suaves para policiais federais e outras carreiras de segurança pública.

11d55a5efda38590b78db094f4fbc972Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A articulação da líder do governo é, portanto, contrária ao apelo de Bolsonaro, que defende benefícios a policiais federais e policiais rodoviários federais.
"O PSL não pode emagracer a reforma da Previdência", afirmou Hasselmann.

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), garantiu que o o partido apresentará destaques -instrumento que viabiliza uma votação de um tema específico na análise de um projeto.

Entidades que representam carreiras de segurança pública se reúnem nesta segunda para traçar a estratégia para a votação da reforma no plenário.
Deputados ligados a corporações, inclusive do PSL, querem regras mais suaves para policiais federais e outras categorias de segurança pública.

Esse é um dos pontos ainda em discussão sobre a reforma da Previdência e desagrada integrantes do centrão -grupo de partidos independentes ao governo e que, juntos, representam a maioria da Câmara.

"O ideal seria não ter [destaques], mas a gente não tem essa garantia. Há algumas categorias que estão tendo respaldo", disse o líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL).

O líder, que é um dos mais influentes na Casa, afirma que, se uma carreira tiver alívio nas regras de aposentadoria, outras vão querer e, assim, a reforma poderá perder R$ 300 bilhões ou R$ 400 bilhões.

A economia estimada com a versão mais recente da proposta é um pouco abaixo de R$ 1 trilhão em dez anos. Lira acredita que a reforma deverá começar a ser votada até quarta (10), mas ele prefere não se comprometer com previsão de conclusão da análise do texto.

Segundo Hasselmann, um pouco mais de 340 deputados votariam pela reforma ds Previdência, que, segundo ele, seria aprovada, em dois turnos, no plenário da Câmara até sexta (12).

Outro ponto ainda em aberto é sobre o efeito da reforma para estados e municípios. O governo gostaria que a proposta também determine critérios mais rígidos para servidores estaduais e municipais. Por isso, integrantes da equipe econômica e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um dos principais fiadores da reforma, tentarão mais uma vez um acordo com parlamentares e governadores.

Mas a líder do governo no Congresso não está otimista. "Eu acho que a chance não é grande".

Maia se reúne líderes do centrão, interlocutores de Bolsonaro e ministros responsáveis pela articulação política na residência oficial da presidência da Câmara nesta segunda. O objetivo é discutir o processo de votação.

Fonte: Folhapress

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