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A sessão plenária desta quarta-feira (10) na Câmara de Vereadores foi marcada pela discussão entre os vereadores Joaquim do Arroz (PRP) e R. Silva (PP). O vereador do PRP ameaça entrar com uma representação contra o progressista por quebra de decoro.

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R. Silva discursava no plenário da Casa e criticava a saúde pública do Estado. Segundo ele, Teresina tem sido prejudicada pela falta de repasse para a saúde. A dívida seria de R$ 26 milhões.

Aliado do governador Wellington Dias ( PT), o vereador Joaquim do Arroz reagiu. Ele acusou o prefeito de não investir em saúde preventiva. Ele afirma que os bairros da capital são sujos e cheios de luxo.   

R. Silva não incorporou o aparte de Joaquim por não consider verdadeiro. Joaquim reagiu e disse estar sendo chamado de mentiroso. O vereador pediu ao presidente da Casa, Jeová Alencar, que a representação seja instaurada.

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Jeová pediu calma aos parlamentares. Na Casa, as discussões que envolvem comparações entre as gestões do governador Wellington Dias e do prefeito Firmino Filho (PSDB) têm terminado em discussão.

R. Silva tem fortes ligações políticas com o prefeito Firmino Filho. Apesar de ser do Progressistas, que integra a base do governador Wellington Dias (PT), o vereador faz duras críticas ao governo. 

 

Fonte:cidadeverde.com

O governador Wellington Dias (PT) não revela o critério que utilizará para montar a nova equipe de governo. Mas aliados observam que ele se guiará, de fato, pelo tamanho da bancada.

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Mas a eleição municipal de 2020 também tem peso na formação do novo governo. Os partidos estão de olho nas pastas que tem uma aproximação mais direta com os municípios.

Os primeiros a serem ouvidos foram justamente às maiores legendas: MDB, PT e Progressistas. Esses partidos devem ocupar as pastas de maior relevância e que despertam o maior interesse dos partidos.

Na fila de espera, estão partidos como o PR, PSD e PTB. Essas siglas de tamanho menor também reivindicam a indicação de nomes para o comando de secretarias com relevância. No caso do PR, o partido não aceita abrir mão da secretaria de Cidades.

A pasta é disputada por legendas como o PSD e o PT. A secretaria ganha grande relevância devido a proximidade das eleições municipais de 2020. Obras importantes devem ser realizadas nos municípios por meio da secretaria.

Entre os aliados, a expectativa é que o governador Wellington Dias (PT) anuncie a formação final da equipe após o período da Semana Santa. Aliados avisam que quanto mais tempo demorar, mas desgaste o processo pode provocar na base.

 

Fonte:cidadeverde.com

O PSD e o PSDB apoiam uma reforma da Previdência para o país, mas devem manter a independência em relação ao governo federal. Os presidentes dos dois partidos estiveram hoje (4) no Palácio do Planalto para uma primeira rodada de diálogos do presidente Jair Bolsonaro em busca de apoio à aprovação da reforma enviada ao Congresso em fevereiro.

08a2d76bc4cca5e34046dea0a66cb6d8Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

De acordo com o presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, para o partido, a reforma precisa ser justa com todos os trabalhadores, combater privilégios e acabar com o déficit fiscal.

“O PSDB tem uma postura de independência em relação ao governo, não há nenhum tipo de troca, não aceitamos cargos no governo e votamos com aquilo que entendemos que é importante para o Brasil. Essa é a primeira das reformas estruturantes que o Brasil precisa, mas dentro desse foco de justiça social e fiscal”, disse Alckmin, reiterando que o partido não participará da base aliada de Bolsonaro.

Alckmin afirmou que, apesar de apoiar a reforma, o PSDB é contra mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) pago a idosos e na aposentadoria rural. “Se há diferença de idade na área urbana, por que não na área rural?”, questionou.

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Assim com Alckmin, o presidente do PDS, Gilberto Kassab, avaliou como positiva a postura do presidente de dialogar com os partidos. Ao deixar o Palácio do Planalto, Kassab afirmou o compromisso do seu partido com a reforma no sistema de aposentadorias, mas disse que a tradição do PSD é de manter independência em relação ao governo.

“Em relação às bancadas, o partido não fechará questão [não orientará a votação de seus membros], mas haverá um esforço intenso no sentido de mostrar aos parlamentares a importância das reformas para o Brasil. Independência significa total condição de apoiar os projetos que estão sintonizados com o nosso programa e o que pensam os parlamentares”, disse, ressaltando que não houve oferta de cargos em troca de apoio.

Ao deixar a reunião, o líder do PSD no Senado, Otto Alencar (BA), disse que a bancada do partido é contra as alterações no BPC e na aposentadoria rural, além da instituição do sistema de capitalização sem contribuição patronal e sem piso salarial para o trabalhador.

Além de Alckmin e Kassab, Bolsonaro conversou com os presidentes do PRB, deputado Marcos Pereira (ES), e do PP, senador Ciro Nogueira (PI). Em seguida, ele almoça com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do DEM. Nesse almoço, também está prevista a presença do presidente do DEM, ACM Neto, que é prefeito de Salvador. Ao chegar, Caiado disse que defende que o DEM faça parte da base aliada do governo.

No fim da tarde, Bolsonaro ainda se reúne com o presidente nacional do MDB, o ex-senador Romero Jucá (RR).

Fonte: Agência Brasil

O presidente do Progressistas no Piauí, deputado Júlio Arcoverde, fez um desabafo nesta quarta-feira (03), na Assembleia Legislativa do Estado. Segundo ele, haveria um membro do governo de Wellington Dias (PT) que estaria implantando informações sobre possível rompimento entre o senador Ciro Nogueira ( PP) e o governador.

c23beb0dac70fcd6a374acb8ca52d048Foto:RobertaAline/CidadeVerde.com

Segundo Júlio, o governador já saberia quem é a pessoal responsável pelas informações. Júlio afirma que com a mudança na formação do governo esse membro deve ser afastado.

"Essas informações são plantadas. Digo muito aos colegas da base governista que isso é plantado por pessoas de dentro do próprio governo. Essas pessoas não querem que o senador Ciro Nogueira fique com o governador. Sabemos quem é essa pessoa. Sabemos como elas trabalham e até o próprio governador Wellington Dias já detectou", disse.

Júlio lembra que há quatro anos existem boatos sobre possível rompimento. "Com a mudança de Governo muita coisa deve mudar com relação ao senador Ciro Nogueira. Nada nos afasta do governador. Estamos juntos desde 2014. Passaram quatro anos esperando o rompimento e nunca ocorreu", afirmou.

O líder progressista diz que o partido tem sido sincero com o governador ao revelar o projeto político de lançar candidato a governador em 2022.

"Somos sinceros e o governador sabe disso. Sempre deixamos claro que teremos candidato em 2020. Ele sabe desse projeto desde 2014. O governador sabe de onde partem essas fofocas. Não são da base, mas de dentro do próprio governo", afirmou.

 

Fonte:cidadeverde.com

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