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A base governista comemora mais uma adesão da oposição. O prefeito do município de Madeiro, Pedro Filho, se filiou ao MDB.

Ele deixa o Progresistas para se filiar a um partido da base. A filiação foi acompanhada por Rafale Fonteles, pré-candidato a governador.

Predro filho era vice-prefeito e assumiu em novembro do ano passado, após o assassinato do então prefeito, Zé Filho.

prefeito madeiroFoto: Lídia Brito

Fonte: cidadeverde.com

Prestes a completar um ano da sua instalação, a CPI da Covid continua rendendo dividendos políticos para os parlamentares que a integraram e até mesmo para os depoentes, que lançaram seus nomes para a disputa das eleições de outubro.

c8e9aad8f1f6cb75df80932c39d0e0adFoto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Entre membros titulares, suplentes e senadores que se tornaram assíduos nas sessões, há uma pré-candidata à Presidência da República, uma senadora que articula para ser vice e oito que buscam se tornar governadores estaduais.

O fim da janela partidária, na semana passada, também fez com que convocados para prestar depoimentos sacramentassem a filiação a legendas com anúncio de pré-candidaturas à Câmara dos Deputados ou mesmo ao Senado –buscando ser colegas de antigos "algozes".

A CPI da Covid foi oficialmente criada no dia 13 de abril de 2020, com a leitura do requerimento de instalação pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no plenário da Casa. Foram praticamente seis meses de atuação, com sessões que atraíram grande audiência e se tornaram tópicos mais comentados nas redes sociais.

A notoriedade alcançada pelos parlamentares então alavancou alguns deles para disputarem novos cargos nas eleições de outubro ou, pelo menos, fortaleceram suas pré-candidaturas. A máxima vale para as alas oposicionistas e governistas que se enfrentaram nas comissões.

"A pandemia ainda será, sim, assunto na campanha eleitoral, porque foram muitas mortes, muitos erros que foram apontados pela CPI e isso vai surgir. É evidente que os membros da CPI se alavancaram, ficaram meses sendo vistos nas televisões, com alguns alcançando grande notoriedade", afirma o cientista político e professor do Insper Carlos Melo.

Melo aponta que vídeos das sessões da CPI da Covid serão usados largamente durante a campanha, exaltando momentos positivos de alguns candidatos, na mesma medida em que situações embaraçosas de outros serão usadas pelos adversários.

São pré-candidatos aos governos de seus estados os membros titulares da comissão finalizada em outubro Eduardo Braga (MDB-AM), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Marcos Rogério (PL-RO) e Jorginho Mello (PL-SC).

Também concorrem aos executivos estaduais os senadores que foram suplentes na comissão Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Rogério Carvalho (PT-SE) e os parlamentares que não eram membros, mas ganharam destaque nas sessões Fabiano Contarato (PT-ES) e Leila Barros (PDT-DF).

Pré-candidato ao Governo de Sergipe, Carvalho espera que sua participação na CPI da Covid possa ter ajudado a construir uma imagem de gestor que baseia suas decisões com base na ciência. O senador petista, médico de formação, teve como uma das principais linhas de atuação na comissão o enfrentamento e questionamento ao negacionismo na pandemia.

"Naturalmente, a CPI expôs os parlamentares que atuaram nela à opinião pública. Com certeza isso consolidou ou criou uma imagem minha para quem não me conhecia e uma imagem de alguém que tem responsabilidade e compromisso com a vida, com a saúde pública, com a atividade de governo baseado na ciência, nas evidências científicas e na apuração empírica de conhecimento", afirmou o senador.

Sem integrar oficialmente a comissão, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) obteve destaque durante as sessões ao analisar e apontar fraudes nos documentos de importação da vacina indiana Covaxin e também por conseguir arrancar de um depoente, o deputado federal Luis Miranda (Republicanos-DF), que o nome por trás de possíveis irregularidades era o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR).

Pouco depois do encerramento da CPI da Covid, a senadora foi lançada pré-candidata à Presidência da República pelo MDB. Aliados apontam que a pré-candidatura não foi decorrência da sua atuação da CPI e estava acertada anteriormente. No entanto, reconhecem que a sua participação nas sessões a fortaleceu. A senadora vai além e prefere apontar um fortalecimento das mulheres na política.

"Pela primeira vez, o Brasil teve oportunidade de ver o trabalho da mulher na política, porque foi em tempo real, foi uma avalanche de informação. De alguma forma, em algum momento, todas as mulheres brasileiras se viram representadas ali e se viram empoderadas", afirmou a senadora.

Também com atuação marcante na CPI, Eliziane Game (Cidadania-MA) vem sendo apontada como provável vice do presidenciável João Doria (PSDB).

Autoridades e pessoas comuns que se sentaram nos bancos da CPI para prestar esclarecimentos também figuram na lista de possíveis candidatos nas eleições de outubro. A situação ficou mais clara com o fechamento da janela partidária e registros das últimas filiações.

A médica Nise Yamaguchi, apontada como uma das integrantes do "gabinete paralelo", entrou em discussão com senadores ao defender na comissão o chamado tratamento precoce, com base em medicamentos como a hidroxicloroquina. A médica chegou a processar o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), e o senador Otto Alencar (PSD-BA) por danos morais.

No entanto, ela pode agora dividir plenário com os dois e demais "algozes" que a interrogaram durante os trabalhos da comissão.

"Amigos, informo que assinei minha filiação nesta sexta-feira (1) no PROS com intenção de disputar o Senado da República por São Paulo", escreveu em redes sociais.

Também defensora de tratamentos sem comprovação científica, a ex-secretária do Ministério da Saúde Mayra Pinheiro se filiou ao PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. A chamada Capitã Cloroquina vai buscar uma vaga na Câmara dos Deputados, pelo estado do Ceará.

Por outro lado, a CPI teve efeito contrário em relação ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Até menos de um ano atrás, o general era cotado para ser o novo governador do Rio de Janeiro. Desgastado, o militar articula sua candidatura a deputado federal, também pelo PL.

 

Fonte: Folhapress

O vice-prefeito e secretário de Finanças, Robert Rios (Republicanos), pediu exoneração da pasta na manhã desta sexta-feira (01) e confirmou que vai disputar o cargo de governador nas eleições deste ano.

046c14a70751ec73dd2231e5e38246b3Foto: Renato Andrade/Cidadeverde.com

O secretário esteve em reunião com o prefeito junto de outros nomes ligados ao grupo político nesta manhã para acertar a definição.

“Para ser candidato preciso me afastar até amanhã, então, para ficar posicionado para ser candidato, estou me afastando hoje, para colocar meu nome à disposição do prefeito Dr. Pessoa e do Republicanos. Serei candidato a governador”, destacou.

Segundo Robert Rios, ainda não há uma definição sobrem quem será o vice na chapa do partido. “Ainda temos tempo para definir isso”, avaliou.

Na disputa pelo Palácio de Karnak, Robert Rios deve se apresentar como uma terceira via para a polarização entre Rafael Fonteles (PT) e Silvio Mendes (União Brasil), que aparecem à frente nas pesquisas eleitorais.

Karla Berger e James Guerras saem para eleições

O vice-prefeito ainda acrescentou que outros secretários estão sendo posicionados e devem ser exonerados das pastas para serem pré-candidatos.

Conforme Robert Rios, são eles a secretária da Mulher, Karla Berger, e o superintendente da Saad Leste, James Guerra.

“Outros estão sendo exonerados, não sou sou eu, para que fiquem posicionados e prontos para uma candidatura. Doutora Karla Berger e James Guerra, com certeza, estão sendo exonerados hoje”, frisou.

Reunião com Ciro Nogueira

Robert Rios ainda confirmou que tem uma conversa marcada com o ministro Ciro Nogueira (Progressitas). O vice-prefeito pontuou que o diálogo não é de cunho político e perpassará por uma demanda relacionada ao plano de carreira dos policiais federais.

Fonte: cidadeverde.com

O cenário da disputa presidencial foi intensamente movimentado nesta quinta, 31, com a desistência de Sérgio Moro e uma manobra do ex-governador de São Paulo João Doria para garantir o que chamou de "apoio explícito" do PSDB à sua pré-candidatura. No dia marcado para sua renúncia ao governo do Estado, Doria surpreendeu aliados ao informar que permaneceria no Palácio dos Bandeirantes. Ele retomou o projeto presidencial horas depois, após o presidente nacional da legenda, Bruno Araújo, enviar uma carta aos principais líderes do partido garantindo apoio à sua candidatura. Moro, por sua vez, trocou o Podemos pelo União Brasil, abrindo mão, "neste momento", de disputar o Palácio do Planalto.

02204d1e09f23e521a18bfe416e67220Foto: Renato Andrade/ Cidadeverde.com e Governo de São Paulo

A saída de Moro animou líderes políticos envolvidos em uma articulação pela concentração da terceira via. Sem apoio no Podemos, o ex-juiz da Operação Lava Jato foi recebido no União Brasil com reticências. A ala ligada ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto condicionou o ingresso de Moro ao partido ao abandono da pretensão de disputar o governo federal. O ex-juiz mudou o domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo e deverá ser candidato a deputado federal.

Numericamente, o ex-juiz é quem aparece nas pesquisas em melhor posição entre os pré-candidatos do centro. No mais recente levantamento do Datafolha, Moro somou 8% das intenções e voto nos cenários pesquisados, atrás do ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva (43%) e do presidente Jair Bolsonaro (26%), do PL. No mesmo levantamento, Doria registrou 2%.

Divisão

No caso do tucano, a avaliação entre adversários e até aliados é de que ele esgarçou ainda mais a relação com a direção do PSDB, aprofundou a divisão interna e continuará sofrendo forte resistência na legenda. Falando já como ex-governador após seu discurso de despedida, Doria disse que as notícias sobre sua desistência pela Presidência foram uma "estratégia política". Segundo ele, houve um planejamento prévio para que Araújo tivesse de se manifestar publicamente em apoio a seu nome.

Mas dois fatores foram determinantes para a arriscada jogada política do tucano. A primeira foi a desconfiança em relação a quadros que deveriam estar na linha de frente de sua pré-campanha: além de Araújo, o então vice-governador (e agora governador) Rodrigo Garcia, que foi escolhido em prévias o pré-candidato do PSDB ao governo paulista.

Segundo um aliado próximo a Doria, Garcia despertou desconfiança ao manter pontes com a ala tucana alinhada ao gaúcho Eduardo Leite - que perdeu as prévias nacionais, mas se mantém como opção no partido para a disputa ao Planalto. Ontem, Leite formalizou a renúncia ao governo do Rio Grande do Sul sem abandonar o discurso de pré-candidato. "É cedo para dizer o que as próximas semanas me reservam", destacou. "Mas posso dizer que esse percurso vai ser coletivo."

Havia também o temor no Palácio dos Bandeirantes de que Garcia abandonasse Doria assim que assumisse o cargo. Sem a retaguarda da máquina paulista, do partido e do seu sucessor, o presidenciável ficaria mais vulnerável. Em relação a Araújo, Doria, que nunca confiou no dirigente, percebeu que sua pré-candidatura presidencial seria sufocada financeira e politicamente. Um sinal da falta de recursos foi a saída do marqueteiro Guilherme Raffo da pré-campanha. Doria tem minoria na executiva nacional do PSDB, que conta com 32 integrantes.

Terceira via

Para Felipe d'Avila, pré-candidato do Novo ao Palácio do Planalto, com a renúncia de Moro e a candidatura de Doria, "a terceira via ainda terá de ser depurada antes de ser unida". "A alta rejeição era um problema para o Moro e é um problema para o Doria", afirmou d'Avila ao Estadão. "A rejeição impõe um limite ao crescimento do candidato. E eles enfrentam a pressão dos pré-candidatos a deputado federal para abrir mão de suas candidaturas em razão dos recursos disponíveis do fundo eleitoral."

Fonte: Estadão Conteúdo