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O presidente do PR no Piauí, deputado estadual Fábio Xavier, afirma que a indicação do deputado federal, Fábio Abreu, para a Secretaria de Segurança não faz parte da cota do partido. Segundo ele, o retorno de Abreu à pasta é um acordo feito direto entre o parlamentar federal e o governador Wellington Dias (PT).

049f9688e00d1b29d049e7ca3ca4bd18Foto:RobertaAline/CidadeVerde.com

Com isso, o partido não se sente contemplado com a indicação de Fábio Abreu. O partido espera ainda ocupar mais pastas na composição da gestão estadual. Hoje o partido comanda a Secretaria de Cidades e pretende manter a indicação.

Fábio Xavier foi secretário da pasta e pediu afastamento para concorrer à reeleição no pleito de 2018, como manda a legislação eleitoral.

“Sem dúvidas querem manter a Secretaria de Cidades. Ninguém abre mão dos espaços que conquista. A nossa intenção é contribuir com o governador. Agora será ele quem vai decidir em qual local o partido pode contribuir. Se ele entender que é a Secretaria das Cidades permaneceremos com todo prazer e com muita satisfação, porque conseguimos uma gestão exitosa nos anos que conduzimos a pasta e temos convicção que prestamos um serviço bom à sociedade do Piauí”, disse.

Fábio Abreu afirma que não conversou com o governador sobre Fábio Abreu. “Até hoje nunca sentei com o governador para tratar de cargos com o governador. A questão do chamamento do Fábio Abreu para a Secretaria de Segurança foi uma questão entre o governador e o próprio deputado Fábio Abreu. Com relação a partido, não conversamos ainda. Estamos aguardando e temos tranqüilidade que o governador deve fazer isso na hora certa”, afirmou.

 

Fonte:cidadeverde.com

Ataques da líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), a outros deputados pelo Twitter fizeram crescer a pressão para tirá-la do cargo. Para deputados ouvidos pela reportagem, as atitudes recentes da parlamentar a descredenciariam para continuar a negociar a reforma da Previdência e a comandar a articulação política na Casa.

8f7a506ec43b0f3addbc71ee45589846Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

Sem que tenha sido provocada, Joice criticou no fim de semana, por meio do microblog, dois colegas que apoiam a aprovação da reforma, o que incomodou parlamentares da base aliada do presidente Jair Bolsonaro. No primeiro caso, a deputada ironizou a troca do nome do PPS para Cidadania e foi rebatida pelo líder da legenda na Câmara, deputado Daniel Coelho (PE). Depois, bateu boca com o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), chamando-o de "oportunista" e "moleque".

Kim havia apontado uma suposta contradição do tratamento do PSL em relação ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele disse que falta coerência ao partido do presidente Jair Bolsonaro.

"A líder errou. Essa condução da discussão política via redes sociais tem de acabar. Ela e o PSL perdem a legitimidade para fazer a discussão agindo desta maneira. Uma líder não pode se dar ao luxo de atacar dois aliados que publicamente se declararam a favor da reforma", afirmou o deputado Darci de Matos (PSD-SC).

As críticas à liderança de Joice, porém, começaram dentro de sua própria legenda dela. Deputados do PSL ouvidos pela reportagem dizem não reconhecer na parlamentar a capacidade de conduzir o diálogo com a Câmara. No domingo, um grupo a cobrou, via WhatsApp, mais detalhes de como deveriam atuar para defender propostas do governo, como a reforma da Previdência, e sobre a comunicação com o Palácio do Planalto. Joice, porém, se esquivou e jogou a responsabilidade ao líder na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO). "Sou líder do governo e não sou líder do PSL. Os interesses individuais dos integrantes do partido são tratados com o líder do partido e não comigo", rebateu a deputada.

Segundo Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido na Câmara, os articuladores escolhidos por Bolsonaro estão falhando. "Os líderes estão sendo ineficientes na articulação. A construção (de apoio) está errada", afirmou o parlamentar.

Escolha

Joice foi escolhida para o cargo pelo próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e avalizada por Bolsonaro. A relação da deputada com outros líderes na Casa, porém, já estava estremecida há algumas semanas, desde que ela apresentou a coordenadores de bancadas regionais uma lista de cargos que o governo estava disposto a discutir, mas exigindo como contrapartida o apoio ao governo, por escrito.

Um dos alvos da parlamentar, Kataguiri atribui a o "insucesso" de Joice na articulação pela forma como ela trata os demais parlamentares. "Ela sabe que não está funcionando", afirmou. "Está na hora de o governo começar a negociar com os partidos e com as lideranças. Não há como ver esses tipos de ataques se repetindo", disse Celso Maldaner (PSD-SC).

Fonte: Estadão Conteúdo, com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

O diretório estadual do MDB realizou reunião nesta segunda-feira (25). O partido corre contra o tempo para se adequar à nova legislação que obriga que todas as comissões provisórias dos partidos sejam transformadas em diretórios.

93b0117e18b4675afee821c9deb8741cFoto: Roberta Aline / Arquivo Cidadeverde.com

O prazo dado pela Justiça Eleitoral é até o dia 29 de junho. Caso contrário, as siglas terão que recorrer à Justiça para reabrir os diretórios que nao se adequarem à lei.

"No caso do MDB, temos 119 municípios em que é preciso se adequar a lei. Alguns estão inativos e outros ainda são comissões. Todos os deputados estão empenhados nisso", diz o deputado Severo Eulálio.

Cargos

O partido se prepara para as negociações sobre a participação no novo governo de Wellington Dias ( PT). A sigla tem a maior bancada da Casa - seis deputados - e quer um espaço correspondente à força na Assembleia Legislativa do Estado.

"O partido vai esperar o governo se pronunciar. Não sabemos se haverá convocação de suplentes e nem qual critério será usado. Não há pressão", diz Severo Eulálio.

 

Fonte:cidadeverde.com

Serenidade não costuma dar ibope nas redes sociais. Bom mesmo é fustigar, provocar, polemizar: dá curtida e seguidores no mundo virtual. Na vida real, às vezes dá até voto. Mas o mais comum mesmo é que dê dor de cabeça. Muita dor de cabeça. O governo de Jair Bolsonaro parece que tem exibido boas demonstrações disso. O último exemplo é a refrega com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente da Câmara que vinha assumindo a condição de articulador da reforma da Previdência.

RodrigoMaia 092-Rodrigo Maia: "namorada" da reforma da Previdência, anunciou ao governo que deixa articulação (FOTO: Câmara / Divulgação)

.Vinha, porque Rodrigo ligou para o ministro Paulo Guedes – o “funcionário de Bolsonaro” para o setor – e disse que deixa a articulação. A gota d’água foi um post do senador Carlos Bolsonaro criticando Rodrigo. O post por si só já era um problema. Mas ele tinha um efeito maior ao, na prática, confirmar que ataques em série nos últimos dias contra o presidente da Câmara tinham o DNA de Carlos.

A “brincadeira” na rede social causou um vendaval no governo. Do Chile, Bolsonaro disse que não entendia a decisão de Rodrigo pois não tinha dado motivo para a desistência. Comparou o fato à situação de uma namorada que pede para acabar o namoro: se o namorado quer que ela fique, procura dialogar com a amada. O presidente disse que vai dialogar com o deputado.

É possível que Rodrigo volte à condição de namorada... quer dizer, de articulador, já que tem convicção – e não é de hoje – da necessidade de uma reforma da previdência como ajuste necessário para tornar o governo equilibrado e o país competitivo. Mas o episódio expõe as dificuldades de um governo que não consegue dialogar no tom certo com o Congresso e vê sua base cada vez mais dispersa.

Na prática, o governo está longe de reunir as condições para aprovar uma reforma que carrega um verniz antipopular. Sem apelo popular e sem diálogo com o governo, que deputado se disporá a abraçar a reforma?

Começa campanha ‘Fica, Rodrigo’

A decisão de Rodrigo Maia de abandonar a articulação da reforma da Previdência alarmou o governo. Bolsonaro fez afagos direto do Chile. Mas aqui começou uma espécie de campanha “Fica, Rodrigo”. Quem primeiro fez um post – sim, sempre os posts – foi o outro congressista do clã Bolsonaro, o deputado Eduardo. Ele rasgou elogios ao presidente da Câmara. Era uma espécie de pedido de desculpas pelas críticas do irmão senador.

Mas o apelo mais forte foi mesmo da líder do governo na Câmara, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) – também em um post na rede social. Com outras palavras, ela disse que a reforma é Rodrigo ou Rodrigo é a reforma. Sem ele, fica difícil a tramitação ter êxito. Ela não disse, mas é bom que seja dito: sem a reforma, o governo Bolsonaro perde muito do horizonte. E, na avaliação de técnicos de diversos vernizes, se o desfecho da tramitação for negativo, o Brasil também perde muito desse horizonte.

 

Fonte:cidadeverde.com

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