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Durante uma reunião que aconteceu na noite de ontem(03) na residência do empresário Chico Demes entre o Presidente do PSL Alan Pedrosa e alguns integrantes do grupo Renova Floriano composto por líderes que apoiaram a campanha do Presidente Jair Bolsonaro em Floriano, os integrantes do grupo resolveram confirmar a sua filiação ao partido do ex-vereador, visando as eleições do ano que vem onde serão escolhidos os prefeitos e vereadores do Brasil.

WhatsApp Image 2019 09 04 at 04.32.28Alan Pedrosa e alguns integrantes do grupo Renova Floriano. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

No final da reunião, nossa reportagem conversou com o Presidente do PSL Alan Pedrosa e com um dos líderes do Renova Floriano Leandro Carvalho, que falaram da importância da reunião e os seus resultados. O empresário Leandro disse que o principal objetivo da união é promover uma renovação em nossa cidade. "2018 foi um ano muito vitorioso e a gente vai fazer uma capmanha bonita, positiva, de alto níve e de pessoas boas que querem transformar Floriano". Disse Leandro Carvalho.

"Não teria momento mais oportuno pra gente fazer esse encontro e divulgar isso para a população de Floriano". Disse Alan Pedrosa. Confira no vídeo abaixo a íntegra da entrevista que foi veiculada ao vivo em nossa página no facebook.

Da redação 

O pedido de empréstimo de R$ 1,5 bilhão nem chegou na Assembleia Legislativa do Piauí e já causa mal estar para o governador Wellington Dias (PT).

84bf7963f5b85cef170b85b5de3e5f5cDeputados do PT Francisco Costa e Limma conversam em sessão foto: Ascom Alepi

A ação coletiva e silenciosa, planejada pelos próprios 'secretários-deputados' de voltarem ao cargo gerou uma disputa interna entre deputados eleitos e suplentes. Ontem retornaram ao cargo seis deputados: Flávio Nogueira Júnior (PDT - Turismo), Janaína Marques (PTB- Seinfra), Fábio Novo (PT- secult), Wilson Brandão (Progressistas-Mineração), José Santana (MDB- Sasc) e Pablo Santos (MDB). Alguns suplentes foram pegos de surpresa.

Os 'secretários-deputados' querem turbinar suas pastas, pois temem perda de recursos e influência na destinação de importantes emendas que vão acontecer na Assembleia Legislativa ainda este ano.

Os alvos da disputa entre deputados e suplentes são indicações de emendas no projeto de lei do empréstimo de R$ 1,5 bilhão para infraestrutura e a discussão do orçamento de 2020.

Os parlamentares ouvidos pelo Cidadeverde.com negam que estejam insatisfeitos com o governo e garantem que voltam para a Assembleia por uma questão de sobrevivência e busca por recursos.

Com experiências frustradas de orçamentos anteriores, os deputados temem mendigar por verba e ficarem fora de dois principais fontes de recursos (empréstimo e LDO 2020).

"De jeito nenhum não é insatisfação com o governo", garante Flávio Nogueira Júnior ao Cidadeverde.com. Ele admitiu que o retorno à Alepi foi tratado de forma sigilosa.

"Conversamos, amadurecemos a ideia e não foi do dia para a noite. Assim que soubemos que o empréstimo ia chegar na Assembleia tínhamos que retornar para participarmos dos debates e indicar emendas. Eu sempre voltei para indicar as emendas impositivas no orçamento, mas como vai chegar a matéria do empréstimo resolvemos antecipar o retorno", disse Flávio Nogueira.

Segundo o parlamentar, os seis deputados devem retornar as pastas em dezembro ou janeiro.
Recado

O governo trabalha nos bastidores para pôr panos mornos na divergência. O governador mandou um recado hoje propondo a volta da harmonia entre os líderes. Wellington Dias ressalta que costurou um leque de alianças para obter a governabilidade e que a disputa por emendas é uma questão dos deputados.

"Esperamos um entendimento entre os deputados", disse o governador.

3ba25b2222e3c3ba8f7ac2474917ae18Foto: Roberta Aline

Fonte:cidadeverde.com

O Portal jc24horas esteve conversando com o ex-vereador Alan Pedrosa, que exerceu o cargo  de parlamentar de 2013 a 2016, não tentou a reeleição, assumiu cargo na equipe do Dr. Avelino Neiva no comando da Codevasp passando os últimos dois anos no Distrito Federal. Recentemente, o jovem líder político assumiu a presidência do PSL (Partido Social Liberal) em Floriano onde pretende realizar um trabalho com o objetivo de apresentar novas opções para a população nas próximas eleições, inclusive para o cargo majoritário.

WhatsApp Image 2019 09 03 at 20.32.48Alan Pedrosa. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

A entrevista com o Alan aconteceu na empresa de sua família, onde ele disse que pretente fazer a princípio um trabalho de filiação para enriquecer os quadros do partido na Princesa do Sul. Confira a íntegra da entrevista que foi veiculada ao vivo pela nossa página no facebook.

Da redação

Enquanto os EUA pressionam o governo Bolsonaro para barrar certos investimentos chineses no país, empresas de tecnologia da China, inclusive as banidas pelo governo americano, aumentam seus laços e suas vendas a governos do Nordeste do Brasil. O governador do Piauí, Wellington Dias, fez viagem recentemente à China em busca de investimentos.

As empresas chinesas de tecnologia Huawei, ZTE, Dahua e Hikvision, todas sob algum tipo de embargo americano sob acusação de representarem ameaça à segurança nacional, estão negociando ou fornecendo serviços e produtos no Nordeste.

O intercâmbio entre a China e os nove estados nordestinos nunca foi tão intenso. Só neste ano, quatro governadores e dois vice-governadores da região estiveram no país asiático -e a peregrinação de secretários foi ainda maior. A China também mandou inúmeras comitivas para os estados.

O grupo Consórcio Nordeste, formado no início do ano por governos estaduais para promover parcerias na região, vai lançar em breve o programa Nordeste Conectado, uma PPP (parceria público-privada) para instalar milhares de quilômetros de fibra ótica e conectar os estados.

"A Huawei e a ZTE estudam as etapas de tele-educação, tele segurança e tele saúde, e estão muito interessadas no projeto Nordeste Conectado", disse à Folha o governador do Piauí, Wellington Dias (PT). A ZTE investe no projeto Piauí Conectado, PPP para instalação de 5.000 quilômetros de rede de fibra óptica.

Os estados da região também querem se unir para comprar sistemas de monitoramento para segurança pública, aproveitando a experiência do país na área. Câmeras de companhias como Dahua Technology e Hikvision são usadas pelo governo chinês para monitorar cidadãos da minoria muçulmana uigure na província rebelde de Xinjian.

Segundo Lucas Kubaski, gerente da área de pré-vendas da Dahua, o Consórcio Nordeste está muito interessado nas tecnologias para segurança e câmeras que fazem reconhecimento facial.

As câmeras conseguem detectar a expressão -tristeza ou alegria, por exemplo-, além de tipo e cor de roupa usadas e a idade aparente.

Na China, segundo ele, as câmeras ficam posicionadas em entradas de metrô, aeroportos, rodoviárias e conseguem mapear quem entra e sai das cidades. "Serve tanto para segurança quanto para encontrar pessoas perdidas."

A Dahua, que fabrica câmeras com capacidade de reconhecimento facial e que entrou em agosto na lista de empresas vetadas pelos EUA, já fornece equipamentos para os governos de Pernambuco e Bahia, além de participar de uma licitação do metrô de São Paulo.

A cidade, aliás, foi pioneira: recebeu mil câmeras em 2017.

Também no estado de São Paulo, cujo governador, João Dória, inaugurou um escritório comercial em Xangai neste mês, a Huawei anunciou o plano de abrir uma fábrica para montagem de celulares, com investimento de US$ 800 milhões.

Na Bahia, foram investidos mais de R$ 18 milhões no sistema de reconhecimento facial da chinesa Huawei. Segundo o governo, a tecnologia permite à polícia baiana comparar os rostos de pessoas que circulam nos locais onde as câmeras estão instaladas com os do banco de dados da Secretaria de Segurança Pública.

O Ceará estuda ampliar seu sistema Spia, de videomonitoramento, com parcerias com a Dahua. Em Pernambuco, foram compradas 1.380 câmeras da mesma empresa para segurança no metrô.

"As empresas chinesas de telecomunicações estão participando ativamente da cooperação de cidades inteligentes e seguras, governança eletrônica e comércio eletrônico no Nordeste", disse à Folha a cônsul da China no Recife, Yan Yuqing.

"Estamos dispostos a contribuir para o desenvolvimento da tecnologia de informação no Brasil sob o Belt and Road Initiative [BRI ou, informalmente, Nova Rota da Seda]", afirma ela, em referência ao maior projeto do governo chinês para ter acesso a mercados internacionais por meio de obras de infraestrutura.

Os EUA tentam convencer o presidente Bolsonaro a seguir países como Austrália, Nova Zelândia e Taiwan, que vetaram investimentos e produtos de empresas chinesas para contratos públicos, fornecedores do governo ou qualquer um que receba empréstimo do governo.

Em visita ao Brasil no início de agosto, o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, alertou, em entrevista ao jornal Valor Econômico, para o perigo de comprar tecnologias sensíveis como produtos para a rede 5G de certos países. Também afirmou que a China obriga suas empresas a cooperarem com serviços militares e de inteligência do Estado.

Em resposta, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, afirmou que esses comentários visam a "lançar calúnias sobre produtos chineses, alegando riscos de segurança, e a atrapalhar a cooperação econômica e comercial normal entre a China e os demais países do mundo".

Os EUA, com quem o Brasil vem estreitando laços diplomáticos, têm um apoio precioso dentro do bolsonarismo. Em janeiro, o escritor Olavo de Carvalho, guru ideológico dos Bolsonaros, criticou a ida de uma comitiva de parlamentares do PSL à China para conhecer o sistema de reconhecimento facial do país.

"Instalar esse sistema nos aeroportos brasileiros é entregar ao governo chinês as informações sobre todo mundo que mora no Brasil", disse.
Um executivo de uma empresa chinesa afirma que, com a desconfiança do governo federal, a China aposta cada vez mais na relação com os estados.

A relação de Jair Bolsonaro com governadores da região, a maioria deles de oposição, é tensa. O presidente já os ofendeu, chamando-os de "governadores de Paraíba", termo pejorativo para se referir a nordestinos, e chegou a ameaçar restringir recursos federais para os estados.

"Não vou negar nada para esses estados, mas se eles quiserem realmente que isso tudo seja atendido [verbas federais], eles vão ter que falar que estão trabalhando com o presidente Jair Bolsonaro. Caso contrário, eu não vou ter conversas com eles", disse.

Em carta de resposta a Bolsonaro, os governadores nordestinos afirmaram ter recebido "com espanto e profunda indignação a declaração do presidente da República transmitindo orientações de retaliação a governos estaduais."

Governadores

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Para governadores do Nordeste, os investimentos chineses são vistos como a salvação, em meio à penúria orçamentária da maioria dos estados e a economia anêmica no país.

"O único país que investe maciçamente é a China, que ainda oferece empréstimos do banco de desenvolvimento com juros subsidiados", diz o vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PRB), que foi seis vezes à China desde 2016.

"O Brasil está em recessão, e os estados brasileiros migraram para a China, já que no Brasil não conseguimos investimento. Aqui as empresas estão esperando a reforma tributária, da Previdência."

Para Brandão, essa briga deve ter final semelhante à iniciativa de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Após forte reação negativa, foi engavetada.

"Vamos trabalhar com todos os países que aqui queiram investir, e a China é quem tem melhores condições; os interesses do povo brasileiro vão prevalecer, independentemente das ideologias", diz Dias, governador do Piauí.

Para Camilo Santana (PT), governador do Ceará, a China, com a Huawei, oferece o que há de melhor em tecnologia. "É um equívoco do Brasil manter essa postura, precisamos é ampliar nossas relações com a China", afirma.

Questionada sobre a possibilidade de a pressão americana prejudicar os negócios das empresas chinesas no Brasil, a cônsul Yan Yuqing afirma que "todos os estados do Nordeste criaram oportunidades para as empresas progredirem".

"A China e o Brasil possuem amplos interesses em comum. Acreditamos que o governo brasileiro, juntamente ao chinês, poderá defender o sistema de comércio multilateral e as regras do comércio mundial."

Para o advogado Walfrido Warde, presidente do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa , com esses investimentos, o governo chinês está demonstra que tem interesse duradouro no Brasil, e não quer apenas acesso a matérias primas.

"Cabe ao governo Bolsonaro saber explorar a guerra comercial entre EUA e China."

- Confira lista de grandes investimentos e projetos chineses no Nordeste

Maranhão
Construção do porto de águas profundas no Porto de São Luís pela China Communications Construction Company (CCCC)
Negociações para compra de câmeras de reconhecimento facial

Piauí
Investimento em energia eólica e solar pela CGN Energia
Fornecimento para o projeto Piauí Conectado, com 5.000 km de rede de fibra ótica, pela ZTE

Bahia
Participação do projeto da ponte Salvador-Itaparica por CCCC, CR20 (Railway 20 Bureau Group) e China Tiesiju Civil Engineering Group
Investimento em energia renovável da CGN Energy
Investimento de mais de R$ 18 milhões no sistema de reconhecimento facial da Huawei para videomonitoramento
Projeto do veículo leve de transporte (VLT) do consórcio Skyrail Bahia, composto pela chinesa BYD e Metrogreen

Pernambuco
Metrô de Pernambuco instalou 1.300 câmeras Dahua de alta resolução
Governo negocia câmeras da Dahua com reconhecimento facial
Compra de parte de uma empresa de distribuição de combustível pela Petrochina

Paraíba
Prevê licitação para compra de câmeras com reconhecimento facial
Participação da chinessa IMC-YY no estaleiro em Lucena

Ceará
Construção de 5.800 km de fibra óptica, realizada pela China Unicom
Ampliação do sistema de videomonitoramento Spia com possível participação de empresas chinesas como a Dahua
Fornecimento de tecnologia na área da saúde pela empresa chinesa Meheco

Rio Grande do Norte
Investimento de US$ 2 bilhões da State Power Investment Corporation (SPIC) em energia eólica e solar
Negocia investimentos em tecnologia por empresas chinesas

Alagoas
Investimento na fábrica de embalagens da chinesa GsPak

Fontes: cidadeverde.com

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