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O presidente do MDB no Piauí, deputado Themístocles Filho, afirma que tem conversado com lideranças para montar uma chapa proporcional forte da sigla em Teresina. Ele afirma que a meta é que o MDB possa eleger quatro ou cinco vereadores.

19c8adae18dd907951b0a9ce1a3074b6Foto:RobertaLAine/Cidadeverde.com

O deputado afirma que as conversas ocorrem com lideranças de peso na capital. “Temos muito tempo para trabalhar. Estamos formatando a nossa chapa de vereadores. O desejo nosso é eleger de quatro a cinco vereadores na capital. Prefiro nem falar isso em televisão para não espantar. Mas trabalhamos isso aqui”, destacou.

Segundo Themístocles, as conversas com o ex-deputado Antônio Felix e com o presidente da Câmara de Teresina, vereador Jeová Alencar, estão adiantadas.

“O Antônio Felix vai se filiar. Mas se vai ser candidato a vereador é ele quem sabe. O presidente Jeová Alencar também vai se filiar. Sobre Chico Lucas prefiro não falar porque quem fala é o cidadão”, destacou.

 

Fonte:cidadeverde.com

Os líderes do PSL na Câmara e no Senado, delegado Waldir (GO) e Major Olimpio (SP), criticaram nesta segunda-feira, 22, ambos em entrevista à Rádio Eldorado, a influência de Olavo de Carvalho sobre o presidente Jair Bolsonaro e saíram em defesa do vice-presidente, Hamilton Mourão, e dos ministros militares, alvo de críticas do escritor.

68dd8f2135732ead71188e2d8ebae0e7Fotos: Agências Câmara e Senado

"O mais absurdo é um guru que vive nos Estados Unidos atacar o governo e os militares. O presidente não pode ficar à mercê dessas pessoas e pegar a opinião do 'louco do dia'", disse o deputado Delegado Waldir. Segundo ele, Bolsonaro "tem que dar um basta nesse astrólogo que comanda dois ministérios, pois as pessoas querem educação, saúde e segurança". "Basta de discutir ideologia."

Para Waldir, o País precisa "dar um passo à frente" e "parar de discutir o sexo dos anjos com um futurólogo que mora nos Estados Unidos".

O senador Major Olímpio lembrou que o vice-presidente também foi eleito e, por isso, seu papel é "indiscutível". "Ele (Olavo) diz o que quiser, mas não é um ente de governo. Se algumas pessoas do governo acompanham o pensamento dele, eu respeito isso, mas o general Mourão foi eleito com 57 milhões de votos junto com o Jair Bolsonaro. Então, é indiscutível o papel dele", disse o líder.

Segundo Olimpio, os ministros militares têm um comportamento "exemplar" nas áreas em que atuam. "Não dão canelada nem disputam espaço. São pragmáticos. Quem tira e põe ministro é o presidente."

Outros parlamentares do partido fizeram coro aos líderes. Para o deputado Coronel Tadeu (SP), o governo deve se afastar das polêmicas criadas por Olavo. "As críticas são muito bem vindas, mas vamos combinar que as dele já deu."

A deputada Carla Zambelli (SP) disse que deixou de ser seguidora do escritor. "Não sigo mais o Olavo de Carvalho há algumas semanas, quando percebi que a intenção dele (em relação ao País) não é positiva".

Fonte: Estadão Conteúdo

O presidente estadual do MDB, senador Marcelo Castro, deverá se reunir com o governador Wellington Dias (PT) na quarta-feira (24). O partido é a maior bancada na Assembleia Legislativa do Estado e trabalha nos bastidores para conseguir indicações de pastas como a possibilidade de indicar nomes para cinco pastas.

a134e16fe2136f6b9d5f133ecd06e996Foto:WilsonFilho/CidadeVerde.com

O maior interesse do MDB no momento é com relação à indicação do Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi). O partido deve indicar um nome ligado ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Themístocles Filho (MDB).

O senador Marcelo Castro deve manter a indicação do filho, Castro Neto, no comando do DER. Ao deputado Pablo Santos, caberá indicar um nome para a Fundação Hospitalar. Ele já comandou a pasta no passado.

A Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc) ficará com o deputado José Santana. Ele deve indicar a esposa, a ex-deputada Ana Paula, para o cargo.

 

Fonte:cidadeverde.com

Entre as várias iniciativas desenvolvidas nos últimos meses para reverter a fragmentação da oposição ao governo Jair Bolsonaro, a recém-criada Unidade Progressista tem chamado a atenção entre lideranças da centro-esquerda pelo perfil de seus integrantes e, principalmente, por não ter a participação formal de partidos políticos.

41772a0e42392a776e2b7106fc9a1bb0Foto: Adriano Vizoni/Folhapress

Composta pelos ex-candidatos à Presidência Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL); o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), o ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) e a vice de Boulos, Sonia Guajajara, a Unidade Progressista se reuniu uma vez e produziu dois artigos. A próxima reunião será em maio e a expectativa é atrair outras lideranças importantes como os também ex-presidenciáveis Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) e o ex-senador Roberto Requião (MDB-PR).

Embora ainda esteja longe de ser relevante no cenário nacional, a Unidade Progressista é vista como uma opção de médio prazo aos desgastados partidos políticos de esquerda, principalmente por causa do perfil de seus criadores, quase todos relativamente jovens e com grande potencial de ampliar seu campo político. Boulos e Sonia Guajajara têm fortes vínculos com movimentos sociais de rua. Os nordestinos Dino e Coutinho representam experiências administrativas aprovadas pelas urnas e com abertura para o diálogo com o centro e a centro-direita.

Dino foi um dos artífices do apoio do PCdoB à eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e participa de fóruns com governadores do Nordeste, Norte e Brasil Central. Haddad recebeu 47 milhões de votos em 2018, é próximo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e integra o maior partido de esquerda do País.

Outro sinal do potencial da Unidade Progressista é a onda de ciúmes velado gerada pela articulação. Lideranças do PT, PSOL, PCdoB e PDT ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo avaliam, em conversas privadas, que o objetivo final é a criação de uma frente eleitoral ou até de novo partido de centro-esquerda. Os integrantes do grupo negam.

"O que a gente quer é ter visibilidade pública de que existe um campo de forças a ser considerado", disse Haddad. "Temos que trabalhar essa ideia de campo independentemente do desfecho. Temos que trabalhar o caminho", completou o petista.

"Um dos objetivos é fazer um gesto simbólico a favor da unidade dos progressistas", disse Boulos.

Dino avaliou que fatos recentes, como a eleição de Bolsonaro - e a desarticulação política do governo - e a queda de lideranças do PT abatidas pela Lava Jato deixam "um vazio enorme" no campo democrático que precisa ser ocupado. A ideia do maranhense é criar um grande campo político aberto ao debate de ideias com o centro e o empresariado, com perspectiva nacional desenvolvimentista, que promova uma repactuação institucional em defesa do estado democrático de direito. "A gente leva até 2022 para em 2022 decidir."

Fragmentação

A Unidade Progressista é mais uma tentativa de reagrupar a esquerda depois da fragmentação ocorrida na eleição de 2018, quando Ciro se recusou a apoiar Haddad no segundo turno, aprofundada na eleição para a presidência da Câmara e com as distintas táticas de atuação contra Bolsonaro. "Tudo se insere no esforço para acabar com a divisão da oposição", disse o presidente do PSOL, Juliano Medeiros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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