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O Prefeito eleito de Floriano Joel Rodrigues, concedeu uma entrevista ao portal jc24horas falando da expectativa que existe pelo fato de assumir pela terceira vez o cargo de gestor público municipal. Joel sabe que as dificuldades são muitas, pelos problemas existentes no país e consequentemente em nossa cidade. Pelas informações chegadas através dos relatórios enviados pela equipe de transição existe uma desorganização administrativa da atual gestão. "Vamos fechar esse primeiro momento no dia 30 de novembro com um relatório desses 60 dias, a partir daí vem o planejamento de fato do tamanho do governo que vamos ter que construir a partir de primeiro de janeiro". Disse o deputado Joel.

DSC01592Joel Rodrigues. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Recentemente o futuro prefeito participou de um encontro de novos gestores em Brasília onde foi colocado ponto a ponto esse momento por que passam os municípios do Brasil, mas já estão sendo feitas as articulações políticas através de conversas com o governador do estado, com vários deputados federais vendo os investimentos importantes que devem acontecer em Floriano na nova gestão. "Tem que ter uma equipe determinada, motivada, para darmos uma resposta mais rápida para a sociedade florianense. Prosseguiu o nosso entrevistado.

Nossa reportagem perguntou se a desorganização da atual administração deve-se por falta de experiência ou honestidade, Joel foi cauteloso na resposta. "Pra emitir toda e qualquer opinião nós precisamos ter a conclusão de todo o relatório pra, a partir daí emitir uma opinião sobre o trabalho da gestão atual. Quais foram as dificuldades e os pontos que culminou com a situação do momento. É preciso fazer uma boa leitura e deixar pra emitir qualquer opinião quando tivermos 100 por cento certo das informações com o relatório final. Disse Joel Rodrigues.

Perguntado sobre a equipe de governo, o futuro gestor disse que já começou a construir através de sua experiência, um diálogo com a equipe técnica e com a parte política, os vereadores eleitos, as lideranças do grupo, os partidos envolvidos e o sentimento que vem das pessoas. "O que representará bem esse projeto nosso em cada pasta. Nós estamos dialogando e creio que não muito distante vamos estar apresentando os nomes dessa nossa equipe" Concluiu o futuro prefeito Joel Rodrigues.

 

Da redação

O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou esta sexta-feira uma nota, assinada pela assessoria de imprensa, na qual avalia que as alegações do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero sobre o episódio envolvendo o agora ex-ministro Geddel Vieira Lima "não afetam" o presidente da República, Michel Temer.

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Para Renan, é necessário "ultrapassar falsas polêmicas" e "assegurar a união em torno de uma agenda, sob o risco de esgarçamento da crise econômica com imprevisíveis desdobramentos sociais".
Ele afirmou que poderá cancelar o recesso de fim de ano para acelerar a votação de matérias importantes. "Se necessário, o recesso parlamentar de fim de ano será cancelado para viabilizar essa agenda de desenvolvimento no país", disse (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).
Em depoimento à Polícia Federal, Marcelo Calero afirmou que se sentiu "enquadrado" pelo presidente para que encontrasse uma "saída" para que fosse autorizada a continuidade da obra de um edifício em Salvador no qual Geddel comprou um apartamento.

Em resposta, o porta-voz do Planalto, Alexandre Parola, disse que Temer procurou Calero para resolver o "impasse" entre os ministros. Nesta sexta, Geddel pediu demissão do cargo.

"As alegações do ex-ministro da Cultura não afetam o presidente Michel Temer, que reúne todas as condições para levar adiante o processo de transição. As mexidas ministeriais tampouco afetarão o calendário de votações do Senado, que inclui a PEC do limite de gastos e o projeto de abuso de autoridades", diz a nota de Renan Calheiros.

Renan afirmou, ainda, que, além da PEC do teto, estão na pauta do Senado propostas necessárias, na visão dele, para a recuperação da economia do país e para a geração de empregos, como o projeto que regulamenta as terceirizações.

"O presidente Renan Calheiros entende que o momento é de ultrapassar falsas polêmicas e assegurar a união em torno de uma agenda, sob o risco de esgarçamento da crise econômica com imprevisíveis desdobramentos sociais".

Recesso de fim de ano
Ainda na nota, Renan ressaltou que pode, "se necessário", cancelar o recesso de fim de ano porque Senado quer votar, entre outras propostas, mudanças no Código Tributário, na Lei de Licitações, além da regulamentação dos jogos.

Estão na pauta, ainda, acrescenta, o "novo marco das telecomunicações", a desvinculação dos vencimentos dos tribunais superiores e o combate aos chamados "supersalários", vencimentos acima do teto pagos a servidores públicos.

"Se necessário, o recesso parlamentar de fim de ano será cancelado para viabilizar essa agenda de desenvolvimento no país que integre os três poderes da República. A Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Rodrigo Maia, consciente da gravidade do momento, tem diante de si essa mesma oportunidade e pode adotar votações expressas", afirmou.

Nota
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada por Renan Calheiros:

Nota Pública 25/11/2016

Em face das crises recorrentes, o presidente do Senado Federal reitera a imperiosidade de uma agenda a fim de superar o agravamento da situação econômica que penaliza toda a sociedade brasileira. A mesma manifestação já foi externada pelo Presidente Renan Calheiros no Senado Federal, em reuniões com o Presidente da República, inclusive no recente encontro ocorrido com os governadores estaduais.

Segundo o presidente, o ajuste que está sendo implementado é uma obrigação para fazer frente ao momento econômico, mas precisa ser complementado com medidas de retomada da atividade econômica, geração de empregos, recuperação dos investimentos e, o principal, a redução dos juros. Não é somente o limite de gastos e a reforma da previdência.

As alegações do ex-ministro da Cultura não afetam o Presidente Michel Temer, que reúne todas as condições para levar adiante o processo de transição. As mexidas ministeriais tampouco afetarão o calendário de votações do Senado, que inclui a PEC do limite de gastos e o projeto de abuso de autoridades.

O Senado Federal tem uma agenda posta até o final do ano com várias propostas no intuito de recuperar a credibilidade do País e atrair novos investimentos. Já foi aprovada a nova rodada de repatriação de ativos e na lista de votações estão a proibição de se alterar contratos por Medidas Provisórias, a modernização do Código Tributário, a Lei de Licitações e a terceirização da mão de obra, além da regulamentação dos jogos.

Estão na pauta também o novo marco das Telecomunicações, a desvinculação dos vencimentos dos tribunais superiores, o combate à burocracia, o fim da reeleição, dos supersalários, a securitização e o alongamento das dívidas estaduais. Com o mesmo intuito, propor e prospectar projetos para retomar o crescimento, o Senado tem a Comissão de Desenvolvimento Nacional.

Se necessário, o recesso parlamentar de fim de ano será cancelado para viabilizar essa agenda de desenvolvimento no País que integre os três poderes da República. A Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Rodrigo Maia, consciente da gravidade do momento, tem diante de si essa mesma oportunidade e pode adotar votações expressas.

O Presidente Renan Calheiros entende que o momento é de ultrapassar falsas polêmicas e assegurar a união em torno de uma agenda, sob o risco de esgarçamento da crise econômica com imprevisíveis desdobramentos sociais. O Senado Federal tem feito sua parte e permanece à disposição para colaborar, como foi feito em passado recente.

A exemplo das crises anteriores, como o impedimento da Presidente da República, o Senado continuará se pautando pelo equilíbrio, responsabilidade e atento à soberania e independência entre os poderes. O Presidente lembra que acima de todos, das questões políticas, está o futuro da Nação.

Assessoria de Imprensa
Presidência do Senado Federal.

 

Fonte:G1

O senador Elmano Férrer (PTB) por meio da articulação da Comissão de Obras Inacabadas do Senado, da qual é integrante, anunciou que o Governo Federal irá retomar mais de 40 obras no Estado. O investimento gira em torno de R$ 100 milhões. A medida é alinhada às políticas econômicas adotadas pelo Executivo Federal para retomar o crescimento da economia.

6147a37e7d7946e589d8a5ee5baa0800Elmano Férrer anuncia a retomada de mais 40 obras no Piauí.(Imagem:Divulgação)

“Temos obras pequenas, mas nas localidades a obra tem um alcance social. Por mais simples que seja, faz uma diferença enorme para a população. O impacto na economia dessas cidades é imediato. Com a melhoria da qualidade de vida, as pessoas adoecem menos e pressionam menos o sistema público de saúde; com mais educação, os moradores conseguem melhores empregos, incrementam suas rendas familiares, e interrompem a lógica do êxodo que sempre ditou os movimentos populacionais ao longo da história do Brasil, dos pequenos municípios rumo às grandes cidades”, ressalta Elmano.

O parlamentar afirma ainda que “estas ações também beneficiam, ainda que indiretamente, os grandes centros urbanos, com a diminuição dos bolsões de pobreza em suas periferias. O novo ciclo virtuoso é bom para todos e impacta positivamente o Brasil interno”.

Elmano destaca que a medida do Governo Federal, de retomar nos próximos meses estas 1600 obras paralisadas, deve servir de exemplo para os demais entes federados com planejamento e organização, mesmo frente às dificuldades financeiras que o país atravessa, é possível definir prioridades e investir em ações de infraestrutura indispensáveis para o desenvolvimento social e para a retomada do crescimento econômico da nação. “Foi uma bandeira que sempre defendemos para assegurar o desenvolvimento, especialmente dos municípios de pequeno porte”, frisou o senador.

 

Fonte:cidadeverde.com

O líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), afirmou que todos os líderes dos partidos da base de Michel Temer na Casa vão entregar nesta terça-feira (22), no Palácio do Planalto, um manifesto de apoio ao ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima.

andre moura planaltoO líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE) (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Responsável pela articulação política do Palácio do Planalto com o Legislativo, Geddel foi acusado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de tê-lo pressionado para liberar a obra de um edifício em Salvador que havia sido embargada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O titular da Secretaria de Governo diz que comprou um imóvel no empreendimento localizado em um bairro nobre da capital baiana.

Para André Moura, apesar da acusação, Geddel continua com plena condição de permanecer à frente da articulação política do governo federal.
"Ainda hoje retornaremos aqui com a presença de todos os nossos líderes dos partidos que compõem a nossa base aliada e vamos entregar um manifesto de apoio ao Geddel", declarou André Moura após uma reunião com Geddel no Planalto.

Nesta segunda (21), a Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu abrir um processo para investigar a conduta de Geddel no episódio denunciado pelo ex-ministro da Cultura.
Órgão vinculado à Presidência, a Comissão de Ética fiscaliza eventuais conflitos de interesse envolvendo integrantes do governo. O colegiado não tem poder para punir nenhum servidor público, entretanto, como é um órgão consultivo do presidente da República, pode recomendar ao chefe do Executivo sanções a integrantes do governo, entre as quais demissões.
Antes mesmo de a comissão analisar a denúncia contra Geddel, o Palácio do Planalto já adiantou que o ministro da Secretaria de Governo não será demitido. Em um pronunciamento, o porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, disse nesta segunda que Geddel permanecerá no cargo.
Em uma entrevista que concedeu em maio ao Fantástico, dias depois de assumir interinamente a Presidência da República, Michel Temer afirmou que havia alertado seus ministros de que se algum deles não agisse "adequadamente" seria demitido.
"Se houver um equívoco, ou equívocos administrativos, e no particular, se houver irregularidades administrativas, eu demito o ministro", disse Temer na entrevista concedida em maio.
Maia e Renan
Além de angariar manifestações de apoio dos líderes da base na Câmara, Geddel Vieira Lima também obteve nesta terça-feira a sinalização de que os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), estarão ao seu lado durante a tempestade política.
Em uma entrevista coletiva em São Paulo, Maia defendeu a permanencia de Geddel no primeiro escalão.
“Nós precisamos que o ministro Geddel continue no governo”, disse o presidente da Câmara, após participar de uma palestra a empresários na capital paulista.
“O ministro Geddel tem apoio do parlamento, tem confiança do parlamento, tem exercido papel fundamental para o governo na articulação política”, complementou.
Maia disse ainda que “tráfico de influência não é bom”, mas ressaltou que, na opinião dele, isso não ocorreu no episódio envolvendo Geddel e Calero.
Já na visão do presidente do Senado a acusação contra o ministro é um "fato superado". Renan ressaltou que, para ele, houve uma "interpretação indevida" dos fatos e, neste momento, é preciso deixar as denúncias para trás. "E que a convergência seja novamente construída", destacou.
O presidente do Senado também negou que o fato vá atrapalhar a aprovação de matérias de interesse do governo.
"Esse episódio, primeiro, é um episódio superado. Segundo, não vai afetar a perspectiva que nós temos na apreciação das matérias no Senado Federal. O que nós temos é que avançar nas reformas, não só essas reformas que estão aí, mas as outras reformas que estão tramitando, para que nós possamos no curto espaço de tempo retomar o crescimento econômico do Brasil."
Conversas informais
Na entrevista na qual anunciou o manifesto de apoio a Geddel, o líder do governo da Câmara afirmou que, na avaliação dele, não houve interferência externa do ministro da Secretaria de Governo para liberar a obra em Salvador, mas apenas conversas informais.
"Se tivesse [interferência externa], obviamente, a posição do Iphan seria alterada. O ministro Geddel tratou de maneira informal com o ex-ministro Calero como dois colegas", disse Moura.
Na opinião do líder do governo, esse episódio, isoladamente, não justifica a saída de Marcelo Calero do governo, na medida em que, segundo Moura, a opinião do ex-ministro da Cultura foi "respeitada e mantida". Para o deputado do PSC, estão fazendo "tempestade" com essa denúncia.
"Estão fazendo tempestade em um assunto tão pequeno enquanto temos assuntos muito maiores no Brasil. É um assunto para nós superado", enfatizou.
Questionado por jornalistas se não considerava que havia ocorrido um pedido de favorecimento pessoal em uma posição pública, Moura se limitou a dizer, mais uma vez, que Geddel tratou da liberação do edifício de maneira informal.
"Ele [Geddel] tratou de maneira informal. O assunto foi entre dois colegas e não foi de maneira oficial, em nome do governo. Essa questão é pontual", argumentou o líder da base aliada na Câmara.

 

Fonte: G1

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