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O vereador eleito de Teresina, Ítalo Barros (PTC), além de ser estreante na Câmara Municipal, é o mais novo a assumir o mandato. Com 31 anos completados em novembro, tem a dura missão de recuperar a credibilidade da classe política.

diploma 12Vereador mais novo quer resgatar credibilidade dos políticos.(Imagem:Divulgação)

"Hoje a política perdeu a credibilidade e os jovens que estão assumindo tem essa responsabilidade de retomar”, disse durante a solenidade de diplomação na noite desta quarta-feira (14), na Justiça Federal.

O parlamentar, que quer ser o elo entre o povo e o legislativo, diz ainda que seu foco é a urbanização da zona rural da capital e melhorias das paradas de ônibus.

Na esfera partidária, Italo garante que será independente na Casa. A primeira decisão tomada foi de apoiar a eleição de Jeová Alencar para a presidência da Câmara. “Já garanti meu apoio ao Jeová, mas vou me posicionar de forma independente na Casa”, declarou.

 

Fonte:cidadeverde.com

A conversa circula nos bastidores. O deputado federal Átila Lira (PSB) já foi filiado ao PSDB e ainda transita bem no ninho tucano. Na foto, encontro recente de Átila Lira com o prefeito da capital, Firmino Filho, principal liderança do PSDB piauiense, e o vereador Luiz André (PSL), aliado do parlamentar. A reunião tratou, segundo Luiz André, de projetos para Teresina com apoio do deputado federal.

atila11Átila Lira pode voltar ao PSDB.(Imagem:Divulgação)

 

Fonte:cidadeverde.com

 

 

O futuro político da vice-governadora Margarete Coelho está nas mãos do PP. Em entrevista ao Jornal do Piauí nesta quarta-feira (14), ela disse que não trabalha em projetos pessoais. Uma eventual candidatura em 2018, seja para que cargo for, está em aberto.

2cb55ad89e94941b3e1322d56206427eMargarete diz que está à disposição do PP sobre futuro político.(Imagem:Divukgação)

“Eu me coloco à disposição do partido. Não trabalho em projeto político individual. Meu trabalho é em favor do partido”, disse.

Margarete destacou que pode até se recandidatar a vice-governadora em 2018. “Tudo isso tem a ver com meu capital político, meu desempenho no mandato. Posso me recandidatar de acordo com o interesse do partido, o respaldo popular, conforme meu trânsito nos partidos aliados”, declarou.

Para a vice-governadora, tudo será visto no momento certo. Sobre 2018, a única certeza que Margarete tem é em relação ao crescimento do PP.

“O nosso objetivo é crescer e fortalecer, fazer que o partido seja coeso, unificado. Em 2018 queremos ampliar nossa base de deputados estaduais, federais e a reeleição do senador Ciro Nogueira”, afirmou.

Margarete assume o governo do Estado na sexta-feira em virtude de uma viagem do governador Wellington Dias à Holanda.

 

Fonte:cidadeverde.com

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (13), por 53 votos a 16, a Proposta de Emenda à Constituição 55/2016, que limita o aumento dos gastos públicos à variação da inflação pelos próximos 20 anos. Dos parlamentares do Piauí, apenas Regina Sousa (PT) foi contrária a proposta. Ciro Nogueira (PP) e Elmano Férrer (PTB) votaram a favor.

e4cfb4f815547b51c04b85b13ce8531cRegina Sousa. (Imagem:Divulgação)

De acordo com a PEC aprovada, a partir de 2018, os gastos federais só poderão aumentar de acordo com a inflação acumulada conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A inflação a ser considerada para o cálculo dos gastos será a medida nos últimos 12 meses, até junho do ano anterior. Assim, em 2018, por exemplo, a inflação usada será a medida entre julho de 2016 e junho de 2017.

Para o primeiro ano de vigência da PEC, que é 2017, o teto será definido com base na despesa primária paga em 2016 (incluídos os restos a pagar), com a correção de 7,2%, que é inflação prevista para este ano.

O regime valerá para os orçamentos fiscal e da seguridade social e para todos os órgãos e Poderes da República. Dentro de um mesmo Poder, haverá limites por órgão. Existirão, por exemplo, limites individualizados para tribunais, Conselho Nacional de Justiça, Senado, Câmara, Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público da União, Conselho Nacional do Ministério Público e Defensoria Pública da União.

O órgão que desrespeitar seu teto ficará impedido de, no ano seguinte, dar aumento salarial, contratar pessoal, criar novas despesas ou conceder incentivos fiscais, no caso do Executivo.

A partir do décimo ano, o presidente da República poderá rever o critério uma vez a cada mandato presidencial, enviando um projeto de lei complementar ao Congresso Nacional.

Exceções

elmano contas 2Elmano Ferrer. (Imagem:Divulgação)

Algumas despesas não vão ficar sujeitas ao teto. É o caso das transferências de recursos da União para estados e municípios. Também escapam gastos para realização de eleições e verbas para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Profissionais da Educação Básica (Fundeb).

Saúde e educação também terão tratamento diferenciado. Esses dois pontos vêm gerando embates entre governistas e oposição desde que a PEC foi anunciada pelo presidente Michel Temer. Para 2017, a saúde terá 15% da Receita Corrente Líquida, que é o somatório arrecadado pelo governo, deduzido das transferências obrigatórias previstas na Constituição.

A educação, por sua vez, ficará com 18% da arrecadação de impostos. A partir de 2018, as duas áreas passarão a seguir o critério da inflação (IPCA).

Primeiro turno

a27b5f1f6f978e6e0d2663ce6a35fe2cCiro Nogueira. (Imagem:Divulgação)
A PEC 55/2016 foi aprovada em 29 de novembro, em primeiro turno, com 61 votos favoráveis e 14 contrários. No dia, manifestantes ocuparam o gramado em frente ao Congresso Nacional, protestando contra a proposta. Houve conflitos com forças policiais.

Na votação em primeiro turno, foram rejeitados todos os destaques apresentados pela oposição e que foram votados separadamente.

O primeiro retiraria do congelamento de gastos os recursos da saúde e da educação. O segundo pedia a realização de um referendo popular em 2017 para que os brasileiros pudessem decidir se concordam ou não o novo regime fiscal. O terceiro sugeria um limite de gastos também para o pagamento de juros e encargos da dívida pública da União.

 

Fonte:cidadeverde.com

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