• Casa dos frios
  • Farmaduty
  • Posto Aliança
  • veloso
  • Dario PAX
  • Garoto
  • Oticas Floriano
  • Posto Aliança
  • Garoto
  • Dario PAX
  • Oticas Floriano
  • Farmaduty
  • veloso
  • Casa dos frios

Por 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (7) manter o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), no cargo. A Corte decidiu por derrubar a decisão individual do ministro Marco Aurélio, que determinou o afastamento do senador.

1502256a182bf858a09d97df83c5ae5eMaioria do Supremo mantém Renan Calheiros na presidência do Senado.(Imagem:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Votaram pelo afastamento de Renan do cargo o relator, Marco Aurélio e os ministros Edson Fachin e Rosa Weber. Celso de Mello, Dias Toffoli, Teori Zavascki, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e a presidente, Cármen Lúcia, foram contra. A decisão mantém Calheiros na presidência do Senado, mas ele não pode ocupar mais a linha sucessória presidencial.

Voto do relator

O ministro Marco Aurélio votou para manter sua decisão liminar que determinou o afastamento do presidente do Senado do cargo. Em seu voto, Marco Aurélio criticou o descumprimento da sua decisão pelo Senado e determinou envio da cópia do processo para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que investigue os integrantes da Mesa do Senado que se recusaram a receber a intimação e a cumprir a decisão.

Votos contrários

Durante o julgamento, o ministro Celso de Mello, decano na Corte, esclareceu que não votou pelo afastamento de Renan Calheiros, quando a Corte começou a decidir se réus poderiam ocupar a linha sucessória da presidência da República. Dessa forma, a maioria de votos que justificava a decisão liminar de Marco Aurélio foi desfeita.

Além de votar contra o afastamento de Renan Calheiros, o ministro Teori Zavascki criticou juízes que proferem comentários sobre as decisões de colegas. “Isso causa desconforto pessoal”, disse o ministro. Apesar de não ter citado um caso específico, a manifestação foi motivada pelo comentário feito pelo ministro Gilmar Mendes, que afirmou a um jornalista que Marco Aurélio deveria sofrer impeachment do cargo.

Ricardo Lewandowski acompanhou o argumento do ministro Luiz Fux sobre um prejuízo maior no caso de afastamento imediato de Renan, quando restam menos de 60 dias para o fim do mandato do peemedebista como presidente do Senado.

"Não há nenhuma indicação que o presidente da República venha a ser substituído pelo presidente do Senado num futuro próximo", disse Lewandowski antes de seguir o decano Celso de Mello e votar pelo afastamento de Renan somente da linha sucessória e não do comando do Senado.

Janot

Durante sua sustentação oral, o procurador-geral da República Rodrigo Janot afirmou que “se faz necessário afastar de imediato o senador Renan Calheiros do exercício da nobilíssima função de presidente do Senado da República”. Janot também criticou ainda a postura da Mesa Diretora do Senado, que ontem (6) decidiu não cumprir a liminar que afastou Renan da presidência da Casa.

Defesa do Senado

O advogado do Senado, Alberto Cascais, disse que a Casa não teve a intenção de desafiar o STF ao não cumprir a decisão do ministro Marco Aurélio, que determinou afastamento do presidente da Casa

Fonte: Agência Brasil

O deputado estadual Robert Rios (PDT) voltou a falar nesta quarta-feira (7) que será candidato ao Senado em 2018. A novidade é que a futura candidatura é dada agora por ele como irreversível. Rios tem carta branca do seu partido, mesmo estando a legenda na oposição ou no governo daqui a 2 anos.

36d914cc9e086a2e4da5e7d57b30dbf8Robert diz que candidatura ao Senado é irreversível e lança Firmino ao Karnak.(Imagem:Divulgação)

"Meu partido me garante a legenda para eu ser candidato ao Senado. O partido respeita meu posicionamento. Pra mim é irreversível: serei candidato em qualquer quadro, dizendo as mesmas coisas", afirmou o parlamentar em entrevista ao Jornal do Piauí.

Se para o Senado a candidatura é dada como certa, Rios sonha agora em ver o prefeito reeleito de Teresina disputando o Palácio de Karnak em 2018. Para ele, o tucano " tem pulso e mão de ferro" para governar o Estado.

"O Firmino hoje é um homem maduro, tem mais de 50 anos. Foi prefeito 3 vezes, vai ser pela quarta vez, é claro que ele quer ser governador do Piauí e tem todos os méritos. O Piauí precisa dele. Nessa crise que está vivendo o Piauí, o homem certo para ser governador é o Firmino. É um economista, um excelente administrador. Tem pulso, mão de ferro nas finanças. Mas eu não estou querendo obrigar ele a ser candidato", avalia Rios.

Para o deputado, Firmino teria até mais chances de ajudar Teresina se chegasse ao Karnak. "Quem governa o Piauí tem mais condição de ajudar Teresina do que quem administra Teresina. Ele (Firmino) tem tudo para ser esse candidato. Eu gostaria de vê-lo candidato. Mas se ele não for, vai aparecer candidato. O que eu não vejo é o Wellington sendo reeleito. Quem será eleito eu não sei", afirmou.

Na opinião de Robert Rios, o cenário político em 2018 não será favorável para o governador por questões nacionais. "A União está se impondo sobre os estados. O PMDB e o PSDB estão tão ligados que não se separam mais. O candidato a presidente vai sair desses partidos, apoiado pelo PSB e PP. Então, eles estarão juntos nacionalmente e nos estados. Não adianta o governador com esta capacidade de fazer alianças, tentar. A paisagem nacional vai se impor nos estados. Ele é capaz de fazer todas as alianças, com todos os partidos, mas isso acaba em 2018", profetiza.

Ao lado do petista em 2018, segundo Rios, apenas o seu partido, PT, além de PDT e PCdoB.
O Wellington vai ter ao seu lado PT, PDT e PCdoB. O PDT ao que leva a crer estará com Wellington. Alberto Silva viveu mais de 90 anos e morreu buscando unir os partidos. Ninguém pensa juntar os políticos para A ou para B, só para si. O Alberto Silva queria juntar todos em torno dele, Wellington quer juntar todos em torno dele e assim vai, mas a coisa não funciona", finalizou.

 

Fonte:cidadeverde.com

Uma negociação entre o Senado e o Supremo Tribunal Federal (STF) está sendo costurada para manter o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no comando da Casa. Em contrapartida, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o parlamentar, que é o segundo na linha sucessória da presidência da República, não poderá assumir o comando do país na ausência de Michel Temer.

ded762b869b701127386d353bb9e62ceSenado tenta acordo para manter Renan; STF julga hoje.(Imagem:Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Nesta quarta-feira, a partir das 14 horas, o plenário STF vai julgar a a liminar do ministro Marco Aurélio Mello que afastou Renan da presidência do Senado. O senador, contudo, continua no comando da casa, depois que a Mesa Diretora do Senado desafiou o Supremo e se recusou a cumprir a decisão do ministro. A decisão causou uma crise entre Judiciário e Legislativo, que, de acordo com pessoas de dentro do STF, quer ser apaziguada por Cármen Lúcia o quanto antes.

Na manhã de ontem, o Senado apresentou dois recursos contra a liminar de Marco Aurélio Mello – um agravo regimental destinado ao próprio Mello, para que revisasse a decisão, e um mandado de segurança que pedia a suspensão da decisão liminar de Mello, pelo menos, até o julgamento no Pleno. À tarde, Renan Calheiros apresentou um terceiro recurso ao Supremo, em que pede que a Corte anule o julgamento que discute se réus em ações penais podem ocupar a linha sucessória da presidência da República.

Esse foi o argumento usado pela Rede no pedido apresentado ao Supremo e aceito pelo ministro Marco Aurélio Mello, na segunda-feira, que determinou o afastamento de Renan. O senador virou réu na semana passada, quando passou a responder formalmente por peculato por ter despesas pessoais pagas pela empreiteira Mendes Junior – daí a estratégia do senador de tentar demolir este julgamento e minar a argumentação do magistrado.

Fonte: Veja

O PSOL protocolou, nesta segunda-feira, um pedido de impeachment do presidente Michel Temer com base nas denúncias feitas pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero. Para o líder do partido na Câmara, Ivan Valente (SP), Temer cometeu "crime de responsabilidade" ao se envolver numa questão particular do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

50bcb3d611b61c7665a6a1c2a261b359PSOL protocola pedido de impeachment contra Temer..(Imagem:Divulgação)

O deputado também afirmou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deveria analisar com cuidado o caso antes de decidir se vai aceitar ou não a denúncia.

— Espero que a Câmara abra o processo de impeachment. O presidente da Câmara tem que levar esse caso a sério. A possibilidade de a insatisfação popular crescer é grande — afirmou.

Temer tem agenda livre até as 19h e deve estudar substituto para Geddel
Em entrevista, Calero confirma gravações telefônicas e reafirma denúncia à Polícia Federal
Temer admite que seria "ingênuo" negar preocupação com delação da Odebrecht

Segundo Ivan Valente, Temer não apenas foi "condescendente" com Geddel, como agiu em favor do aliado para que fosse resolvido o impasse da liberação do empreendimento imobiliário em Salvador (BA), onde Geddel comprou um apartamento. O deputado afirmou ainda que o presidente "se atolou" quando disse que atuou para resolver um eventual "conflito" entre órgãos do governo.

— O problema particular de Geddel se tornou um problema da cúpula do governo — disse.

Na visão do deputado, Temer "de certa forma" ameaçou o ex-ministro da Cultura, quando o "enquadrou" a encontrar uma solução para a questão, remetendo o caso à Advocacia Geral da União (AGU). A peça protocolada pelo PSOL na Mesa da Câmara nesta segunda-feira tem 23 páginas. Cabe a Maia, aliado de Temer, decidir se deflagra ou não o processo de impeachment.

Fonte: Zero Hora

  • Ada Atten
  • Cabedo
  • Paraiba
  • Espeto e Cia
  • Blossom