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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta segunda-feira (15) o número de vagas disponíveis ao cargo de vereador e prefeito para eleições municipais de 2016. Para prefeito, o número corresponde ao total de municípios que participarão desse pleito, que é de 5.568. Já para vereador, em todo o país, serão 57.931 vagas. No Piauí, são 224 prefeitos e 2.144 vagas para vereadores. Esses dados foram informados ao TSE pelos cartórios eleitorais de todo o Brasil.

f73011b2a29423bc86ab66b32d34ae9cTSE: Eleições tem 63 mil vagas no Brasil e PI tem 2144 para vereador.(Imagem:Divulgação)

O estado de Minas Gerais, por exemplo, está em primeiro lugar em oferta de vagas, com 853 para prefeitos e 8.481 para vereados. Em segundo lugar está o estado de São Paulo com 645 vagas para prefeitos e 6.985 para vereadores.

O valor das vagas para vereador é determinado pela quantidade de habitantes, em conjunto com a Lei Orgânica de cada município. Em um suposto município com 125 mil habitantes a lei permite até 19 vereadores, mas a Lei Orgânica desse município pode autorizar apenas 18, por não ter recursos financeiros para suportar mais.

O art. 29 da Constituição Federal, juntamente com a Emenda nº 58, de 2009, define no inciso IV apenas um número máximo de vereadores conforme o número de habitantes do município. Mas o que estabelece de fato a quantidade de vereadores é a Lei Orgânica de cada município, a lei máxima que o rege, que respeita o que diz a Constituição Federal.
Fonte: TSE

O senador piauiense, Elmano Férrer (PTB), demostrou preocupação com a negociação da dívida dos Estados. Ele explicou que o Norte e Nordeste, apesar de mais numerosos, podem receber valores aquém dos demais entes federativos.

elmano ferrerElmano Férrer.(Imagem:Lucas Dias/GP1)

“A negociação da dívida dos estados é dramática, sobretudo para os estados do Norte e Nordeste que, pela proposta, devem ficar somente com 6% dos recursos para sanar os problemas. Enquanto isso, foi feita uma negociação, mas que só beneficiou praticamente os estados do São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Estamos trabalhando e se isso continuar vamos ter um colapso como está acontecendo no Rio Grande do Norte”, alertou o senador.

Impeachment

Elmano Férrer falou ainda sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). “Na primeira fase a presidente teve menos votos favoráveis ao impedimento, mas na outra parte essa quantidade aumentou. Vamos aguardar o desenrolar do processo”, ponderou o petebista.

Apesar de não se reportar citando nomes, o vereador de Teresina, Gilberto Paixão (PT) se pronunciou a respeito das declarações do deputado estadual, Robert Rios Magalhães (PDT) contra o candidato a prefeito de Teresina, Amadeu Campos (PTB) e contra o vice do petebista, Décio Solano (PT). Paixão pediu o silêncio daqueles que, segundo o petista, não têm moral e nem honestidade para agredir os membros de coligação a qual ele faz parte.“Têm pessoas que deveriam ficar caladas porque não tem moral, ética e nem honestidade para falar mal do PT, do Décio Solano e do Amadeu. Eu acho que tem que respeitar os dois e todos os partidos que compõem essa aliança, pois a nossa candidatura incomoda porque é limpa”, retrucou Paixão.

vereador gilberto paixaoVereador Gilberto Paixão. ( Imagem:Lucas Dias/GP1)

Em entrevista recente ao GP1, Robert Rios disse que a candidatura de Amadeu estava sendo ignorada pelo governador Wellington Dias e pelo povo de Teresina e ainda chamou Décio Solano de gigolô do PT.

Gilberto Paixão chamou de blocão-trator a aliança comandada pelo candidato à reeleição, prefeito Firmino Filho (PSDB). “Eu acho que tem gente preocupada, primeiro com a rejeição da aliança que hoje está na prefeitura e que é o blocão-trator. Eles querem passar por cima do povo de Teresina, pois estão preocupados porque a população não aceita mais esse tipo de atitude. Os falastrões que existem na política piauiense, já foram detonados. Espero que o povo dê o troco nestas eleições e não aceite mais a baixaria em campanha”, disse o vereador.

 

Fonte:GP1

A senadora Regina Sousa (PT-PI) criticou nesta quarta-feira (10), a decisão do Senado de tornar a presidente afastada Dilma Rousseff, ré no processo de impeachment. A petista declarou que a “pressa para afastar Dilma Rousseff esconde o temor de Temer das novas delações”.

regina sousa X6hpzarRegina Sousa. (Imagem:L)ucas Dias/GP1

Em discurso no senado, Regina Sousa falou que a urgência para acelerar o processo de afastamento de Dilma “é medo das delações que começaram a vazar, principalmente da Odebrecht, envolvendo o próprio Michel Temer e dois dos seus mais poderosos ministros, Serra e Padilha, uma vez efetivo, não sofreria investigação”.
Por 59 votos a favor e 21 contra, os senadores aprovaram o prosseguimento de impeachment contra Dilma Rousseff na madrugada desta quarta. Com isso, ela será submetida ao julgamento definitivo que decidirá se a petista cometeu crime de responsabilidade no cargo, que pode cassar o seu mandato, previsto para iniciar no fim do mês de agosto.

 

Fonte:GP1

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