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Em meio à polêmica em torno da possibilidade de que a Câmara dos Deputados, na votação do projeto anticorrupção, aprove uma anistia ao caixa 2 de campanha, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse ontem (26), em nota, que a Casa não votará nenhuma proposta de “anistia de campanhas eleitorais”. Segundo Renan, a medida visa “poupar” o presidente da República de eventual veto ou sanção de proposta impopular.

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“O Senado Federal tem uma pauta posta até o final do ano, fruto de um entendimento entre as lideranças de todos os partidos. Em razão dessa pauta, o Senado não vai votar qualquer projeto que envolva eventuais anistias de campanhas eleitorais, poupando o Senhor Presidente da República de veto ou sanção sobre matérias dessa natureza”, diz a nota assinada por Renan.

Entrevista neste domingo no Palácio do Planalto

Neste domingo, o presidente Michel Temer e os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Rodrigo Maia, concederão entrevista coletiva no Palácio do Planalto. Segundo assessores, eles irão reiterar que, caso o Congresso aprove anistia ao caixa 2, a proposta será vetada.

Na noite de ontem, o líder do PSD na Câmara, deputado Rogério Rosso (DF), por meio das redes sociais, afirmou que Temer prometeu que “vetará imediatamente” qualquer anistia a caixa 2 que possa vir a ser aprovada pelo Congresso.

Temer, que estava em São Paulo hoje pela manhã e voltou para Brasília à tarde, está reunido agora à noite, no Palácio do Jaburu, com o presidente da Câmara e o Secretário-Executivo do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Moreira Franco. A assessoria do Planalto não informou o assunto da reunião.

 

 

Fonte: Agência Brasil

O Prefeito eleito de Floriano Joel Rodrigues, concedeu uma entrevista ao portal jc24horas falando da expectativa que existe pelo fato de assumir pela terceira vez o cargo de gestor público municipal. Joel sabe que as dificuldades são muitas, pelos problemas existentes no país e consequentemente em nossa cidade. Pelas informações chegadas através dos relatórios enviados pela equipe de transição existe uma desorganização administrativa da atual gestão. "Vamos fechar esse primeiro momento no dia 30 de novembro com um relatório desses 60 dias, a partir daí vem o planejamento de fato do tamanho do governo que vamos ter que construir a partir de primeiro de janeiro". Disse o deputado Joel.

DSC01592Joel Rodrigues. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Recentemente o futuro prefeito participou de um encontro de novos gestores em Brasília onde foi colocado ponto a ponto esse momento por que passam os municípios do Brasil, mas já estão sendo feitas as articulações políticas através de conversas com o governador do estado, com vários deputados federais vendo os investimentos importantes que devem acontecer em Floriano na nova gestão. "Tem que ter uma equipe determinada, motivada, para darmos uma resposta mais rápida para a sociedade florianense. Prosseguiu o nosso entrevistado.

Nossa reportagem perguntou se a desorganização da atual administração deve-se por falta de experiência ou honestidade, Joel foi cauteloso na resposta. "Pra emitir toda e qualquer opinião nós precisamos ter a conclusão de todo o relatório pra, a partir daí emitir uma opinião sobre o trabalho da gestão atual. Quais foram as dificuldades e os pontos que culminou com a situação do momento. É preciso fazer uma boa leitura e deixar pra emitir qualquer opinião quando tivermos 100 por cento certo das informações com o relatório final. Disse Joel Rodrigues.

Perguntado sobre a equipe de governo, o futuro gestor disse que já começou a construir através de sua experiência, um diálogo com a equipe técnica e com a parte política, os vereadores eleitos, as lideranças do grupo, os partidos envolvidos e o sentimento que vem das pessoas. "O que representará bem esse projeto nosso em cada pasta. Nós estamos dialogando e creio que não muito distante vamos estar apresentando os nomes dessa nossa equipe" Concluiu o futuro prefeito Joel Rodrigues.

 

Da redação

O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou esta sexta-feira uma nota, assinada pela assessoria de imprensa, na qual avalia que as alegações do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero sobre o episódio envolvendo o agora ex-ministro Geddel Vieira Lima "não afetam" o presidente da República, Michel Temer.

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Para Renan, é necessário "ultrapassar falsas polêmicas" e "assegurar a união em torno de uma agenda, sob o risco de esgarçamento da crise econômica com imprevisíveis desdobramentos sociais".
Ele afirmou que poderá cancelar o recesso de fim de ano para acelerar a votação de matérias importantes. "Se necessário, o recesso parlamentar de fim de ano será cancelado para viabilizar essa agenda de desenvolvimento no país", disse (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).
Em depoimento à Polícia Federal, Marcelo Calero afirmou que se sentiu "enquadrado" pelo presidente para que encontrasse uma "saída" para que fosse autorizada a continuidade da obra de um edifício em Salvador no qual Geddel comprou um apartamento.

Em resposta, o porta-voz do Planalto, Alexandre Parola, disse que Temer procurou Calero para resolver o "impasse" entre os ministros. Nesta sexta, Geddel pediu demissão do cargo.

"As alegações do ex-ministro da Cultura não afetam o presidente Michel Temer, que reúne todas as condições para levar adiante o processo de transição. As mexidas ministeriais tampouco afetarão o calendário de votações do Senado, que inclui a PEC do limite de gastos e o projeto de abuso de autoridades", diz a nota de Renan Calheiros.

Renan afirmou, ainda, que, além da PEC do teto, estão na pauta do Senado propostas necessárias, na visão dele, para a recuperação da economia do país e para a geração de empregos, como o projeto que regulamenta as terceirizações.

"O presidente Renan Calheiros entende que o momento é de ultrapassar falsas polêmicas e assegurar a união em torno de uma agenda, sob o risco de esgarçamento da crise econômica com imprevisíveis desdobramentos sociais".

Recesso de fim de ano
Ainda na nota, Renan ressaltou que pode, "se necessário", cancelar o recesso de fim de ano porque Senado quer votar, entre outras propostas, mudanças no Código Tributário, na Lei de Licitações, além da regulamentação dos jogos.

Estão na pauta, ainda, acrescenta, o "novo marco das telecomunicações", a desvinculação dos vencimentos dos tribunais superiores e o combate aos chamados "supersalários", vencimentos acima do teto pagos a servidores públicos.

"Se necessário, o recesso parlamentar de fim de ano será cancelado para viabilizar essa agenda de desenvolvimento no país que integre os três poderes da República. A Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Rodrigo Maia, consciente da gravidade do momento, tem diante de si essa mesma oportunidade e pode adotar votações expressas", afirmou.

Nota
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada por Renan Calheiros:

Nota Pública 25/11/2016

Em face das crises recorrentes, o presidente do Senado Federal reitera a imperiosidade de uma agenda a fim de superar o agravamento da situação econômica que penaliza toda a sociedade brasileira. A mesma manifestação já foi externada pelo Presidente Renan Calheiros no Senado Federal, em reuniões com o Presidente da República, inclusive no recente encontro ocorrido com os governadores estaduais.

Segundo o presidente, o ajuste que está sendo implementado é uma obrigação para fazer frente ao momento econômico, mas precisa ser complementado com medidas de retomada da atividade econômica, geração de empregos, recuperação dos investimentos e, o principal, a redução dos juros. Não é somente o limite de gastos e a reforma da previdência.

As alegações do ex-ministro da Cultura não afetam o Presidente Michel Temer, que reúne todas as condições para levar adiante o processo de transição. As mexidas ministeriais tampouco afetarão o calendário de votações do Senado, que inclui a PEC do limite de gastos e o projeto de abuso de autoridades.

O Senado Federal tem uma agenda posta até o final do ano com várias propostas no intuito de recuperar a credibilidade do País e atrair novos investimentos. Já foi aprovada a nova rodada de repatriação de ativos e na lista de votações estão a proibição de se alterar contratos por Medidas Provisórias, a modernização do Código Tributário, a Lei de Licitações e a terceirização da mão de obra, além da regulamentação dos jogos.

Estão na pauta também o novo marco das Telecomunicações, a desvinculação dos vencimentos dos tribunais superiores, o combate à burocracia, o fim da reeleição, dos supersalários, a securitização e o alongamento das dívidas estaduais. Com o mesmo intuito, propor e prospectar projetos para retomar o crescimento, o Senado tem a Comissão de Desenvolvimento Nacional.

Se necessário, o recesso parlamentar de fim de ano será cancelado para viabilizar essa agenda de desenvolvimento no País que integre os três poderes da República. A Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Rodrigo Maia, consciente da gravidade do momento, tem diante de si essa mesma oportunidade e pode adotar votações expressas.

O Presidente Renan Calheiros entende que o momento é de ultrapassar falsas polêmicas e assegurar a união em torno de uma agenda, sob o risco de esgarçamento da crise econômica com imprevisíveis desdobramentos sociais. O Senado Federal tem feito sua parte e permanece à disposição para colaborar, como foi feito em passado recente.

A exemplo das crises anteriores, como o impedimento da Presidente da República, o Senado continuará se pautando pelo equilíbrio, responsabilidade e atento à soberania e independência entre os poderes. O Presidente lembra que acima de todos, das questões políticas, está o futuro da Nação.

Assessoria de Imprensa
Presidência do Senado Federal.

 

Fonte:G1

O senador Elmano Férrer (PTB) por meio da articulação da Comissão de Obras Inacabadas do Senado, da qual é integrante, anunciou que o Governo Federal irá retomar mais de 40 obras no Estado. O investimento gira em torno de R$ 100 milhões. A medida é alinhada às políticas econômicas adotadas pelo Executivo Federal para retomar o crescimento da economia.

6147a37e7d7946e589d8a5ee5baa0800Elmano Férrer anuncia a retomada de mais 40 obras no Piauí.(Imagem:Divulgação)

“Temos obras pequenas, mas nas localidades a obra tem um alcance social. Por mais simples que seja, faz uma diferença enorme para a população. O impacto na economia dessas cidades é imediato. Com a melhoria da qualidade de vida, as pessoas adoecem menos e pressionam menos o sistema público de saúde; com mais educação, os moradores conseguem melhores empregos, incrementam suas rendas familiares, e interrompem a lógica do êxodo que sempre ditou os movimentos populacionais ao longo da história do Brasil, dos pequenos municípios rumo às grandes cidades”, ressalta Elmano.

O parlamentar afirma ainda que “estas ações também beneficiam, ainda que indiretamente, os grandes centros urbanos, com a diminuição dos bolsões de pobreza em suas periferias. O novo ciclo virtuoso é bom para todos e impacta positivamente o Brasil interno”.

Elmano destaca que a medida do Governo Federal, de retomar nos próximos meses estas 1600 obras paralisadas, deve servir de exemplo para os demais entes federados com planejamento e organização, mesmo frente às dificuldades financeiras que o país atravessa, é possível definir prioridades e investir em ações de infraestrutura indispensáveis para o desenvolvimento social e para a retomada do crescimento econômico da nação. “Foi uma bandeira que sempre defendemos para assegurar o desenvolvimento, especialmente dos municípios de pequeno porte”, frisou o senador.

 

Fonte:cidadeverde.com

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