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A senadora Regina Sousa (PT-PI) criticou nesta quarta-feira (10), a decisão do Senado de tornar a presidente afastada Dilma Rousseff, ré no processo de impeachment. A petista declarou que a “pressa para afastar Dilma Rousseff esconde o temor de Temer das novas delações”.

regina sousa X6hpzarRegina Sousa. (Imagem:L)ucas Dias/GP1

Em discurso no senado, Regina Sousa falou que a urgência para acelerar o processo de afastamento de Dilma “é medo das delações que começaram a vazar, principalmente da Odebrecht, envolvendo o próprio Michel Temer e dois dos seus mais poderosos ministros, Serra e Padilha, uma vez efetivo, não sofreria investigação”.
Por 59 votos a favor e 21 contra, os senadores aprovaram o prosseguimento de impeachment contra Dilma Rousseff na madrugada desta quarta. Com isso, ela será submetida ao julgamento definitivo que decidirá se a petista cometeu crime de responsabilidade no cargo, que pode cassar o seu mandato, previsto para iniciar no fim do mês de agosto.

 

Fonte:GP1

A presidente afastada Dilma Rousseff fez nesta quarta-feira, 10, um acordo com senadores aliados para retirar a palavra "golpe" da carta que vai divulgar nos próximos dias, quando se referir ao processo de impeachment. Em reunião com senadores que a apoiaram, um dia após virar ré no processo, Dilma afirmou que, pessoalmente, defendia a inclusão do termo, mas aceitou os argumentos de que chamar parlamentares de golpistas, neste momento, pode fazê-la perder ainda mais votos.

dilmarousseff 2 300x250eNa Carta aos Senadores e ao Povo Brasileiro, que está sendo reescrita, a presidente afastada também vai demonstrar disposição para atuar pela concertação nacional, apoiando a Operação Lava Jato. O documento terá frases de efeito. Dilma vai dizer, por exemplo, que seu partido é o Brasil e assumirá erros políticos no relacionamento do governo petista com o Congresso.

Embora nos bastidores o impeachment seja considerado irreversível, os aliados da presidente afastada procuram em público demonstrar resistência. Na madrugada desta quarta-feira, 10, o Senado decidiu, por 59 votos favoráveis e 21 contrários, que Dilma irá a julgamento na Casa. Para que ela deixe definitivamente o cargo são necessários 54 votos, e a decisão final, no plenário do Senado, deve ser tomada no fim deste mês.

O presidente do PT, Rui Falcão, participou do almoço desta quarta com Dilma, senadores e dirigentes de partidos aliados. Falcão manifestou, mais uma vez, sua posição contrária à proposta de convocação de um plebiscito para antecipar as eleições de 2018, sob o argumento de que, na prática, isso é inviável.

Dilma, porém, discordou de Falcão. "Vou manter o plebiscito", afirmou a petista. "Apesar das posições diferentes, dissemos ali que ela não perderá apoio por causa desse assunto. Isso não vai ser motivo de crise nem com o PT nem com os partidos aliados nem com os movimentos sociais", comentou o senador Humberto Costa (PT-PE).

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que, embora Dilma não tenha cedido nesse ponto, concordou, após muitas ponderações, em retirar a menção ao que seus defensores classificam como "golpe" parlamentar. Tudo para não melindrar os senadores, às vésperas do julgamento final. "Esse foi o acordo de hoje. Não haverá menção a golpe. Se mudarem de novo, estarão quebrando o acordo", observou Randolfe. Com informações do Estadão Conteúdo.

 

Fonte:  Notícias ao Minuto

Os senadores piauienses mantiveram suas posições em relação ao impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) na votação do relatório da Comissão Especial do Impeachment que recomenda que a petista seja levada a julgamento pela Casa.

regina sousa elmano ferrer e ciro nogueiraRegina Sousa, Elmano Férrer e Ciro Nogueira. (Imagem:Lucas Dias/GP1)

Elmano Férrer (PTB) e Regina Sousa (PT) mantiveram seu posicionamento contra o impeachment, enquanto Ciro Nogueira (PP) manteve seu voto pelo julgamento de Dilma Rousseff. No total foram 59 votos favoráveis à denúncia e 21 contra. Agora ela vai a julgamento final no plenário do Senado, que deve acontecer no final deste mês.
A sessão que votou o relatório durou 15h e houve vários discursos. Um deles foi de Regina Sousa que criticou a gestão realizada por Michel Temer (PMDB) e afirmou que Dilma está novamente sendo torturada, assim como aconteceu na ditadura militar.

“Dilma está sendo torturada mais uma vez, agora por uma maioria política que se juntou para conspirar. Gente que se locupletou do governo até as vésperas de 17 de abril. Hoje, ministros, ex-ministros e senadores fazem discurso contra ela como se não tivessem sido partícipes do seu governo”, criticou a parlamentar.

 

Fonte:GP1

O Plenário do Senado aprovou à 1h20, por 59 a 21, o parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) pela procedência das acusações de crime de responsabilidade contra Dilma Rousseff e, como consequência, a continuidade do processo de impeachment. Apesar de faltar ainda a votação de destaques, que podem levar ao exame em separado de acusações específicas, na prática o resultado determina que Dilma será julgada pelo Senado, em data ainda a ser definida.

Após a votação do relatório de Anastasia, os senadores analisam destaques para votação em separado de algumas acusações que compõem o relatório: as “pedaladas fiscais” referentes ao Plano Safra, um decreto de suplementação orçamentária no valor de R$ 29 bilhões e outro decreto de suplementação no valor de R$ 600 milhões.

288405417669d6172531dz 1Senado Federal. (Imagem:Agência Senado)

A fase de votação começou pouco após a meia-noite, depois de 14 horas e meia de discursos de senadores favoráveis e contrários ao impeachment, além dos advogados Miguel Reale, pela acusação, e José Eduardo Cardozo, pela defesa de Dilma.

No encaminhamento da votação do parecer, o senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que a perícia do Senado não identificou a autoria de Dilma nas pedaladas fiscais. Acrescentou que o Ministério Público Federal considerou não haver crime nessa prática. Quanto à outra acusação, de edição de decretos orçamentários sem autorização do Congresso, o senador lembrou que não houve desrespeito à meta fiscal apurada anualmente.

Segundo Jorge Viana (PT-AC), o processo de impeachment baseia-se numa lei “inaplicável” (Lei 1.079/1950), que causa constrangimento e danifica o país. Ele garantiu que alguns senadores que votaram pela continuidade do processo podem se posicionar contra a condenação de Dilma no julgamento.
- Por isso, não se iludam com os votos - alertou.

A favor do parecer pela continuidade do processo, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) disse que, no caso das pedaladas, o Tribunal de Contas da União (TCU) constatou “a maior fraude da história do Brasil". Ele classificou o relatório de Anastasia “denso, robusto, irrefutável e irrespondível”.

Simone Tebet (PMDB-MS) também considerou o relatório “irretocável”.

- Ela [Dilma] tem que vir a julgamento no Plenário. Os dois fatos existiram. Os dois fatos, decretos e pedaladas, são ilegais e houve autoria da presidente - afirmou.

 

Fonte:180 graus

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