O PL-22 (Partido Liberal) de Floriano-Pi, convoca à todos os filiados e convida todos os simpatizantes da sigla e da política para se fazerem presentes na reunião ordinária de Dezembro, que ocorrerá nesse sábado (07/12) na residência do presidente municipal Jayro Honório Monteiro.

WhatsApp Image 2019 12 06 at 17.16.15Jayro Honório. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Dentre outros assuntos pautados, o Partido vai iniciar uma série de sabatinas com os pré-candidatos à prefeitura de Floriano. O Partido é até então, o único a usar essa forma democrática para selecionar os rumos que vai seguir em 2020. O endereço da reunião é rua Emídio Rocha, N° 1439, no Bairro Irapuá I, em frente ao antigo colégio PREMEM.

As informações foram passadas ao portal JC 24HORAS pelo presidente Jayro Honório Monteiro.

Em entrevista concedida por telefone ao Portal jc24horas, o Prefeito da cidade de São Pedro dos Crentes-Maranhão Lahésio Bonfim disse que está sendo perseguido pelo Governador do Maranhão Flávio Dino, que na noite de ontem(02) determinou que policiais civis daquele estado fizessem uma operação em um posto de combustíveis em busca de ligação entre ele e o proprietário do referido posto que fornece combustíveis para a prefeitura e a polícia recebeu a informação de que Lahésio seria o dono do posto onde os policiais fizeram as buscas.

WhatsApp Image 2019 12 03 at 11.20.54Prefeito Lahésio Bonfim. (Imagem:Divulgação)

Lahésio disse que realmente tem um posto de combustíveis mas não é o que abastece os veículos da prefeitura que foi escolhido pelo critério de licitação, além disso o posto fornecedor da prefeitura vende dez mil litros de combustíveis por mês, enquanto o posto de propriedade do prefeito vende 300 mil litros no mesmo período. "Qual o motivo que eu teria de tá me sujando pra vender dez mil litros de combustíveis pra minha cidade, a preço mais barato?". Indagou Lahésio Bonfim.

O nosso entrevistado disse ainda que os policiais chegaram e começaram a investigar os frentistas perguntando se eles o conheciam, se ele era o dono do posto, procurando uma ligação entre o prefeito e o dono do posto. "O maior sonho da vida desse governador é prender esse prefeito". Disse Lahésio. Além de entrar em contato com o Portal jc24horas, Lahésio Bonfim também se manifestou através das redes sociais expondo o seu sigilo bancário e desafiou o Secretário de Segurança e o Governador do estado a fazerem o mesmo. "Quebrem os seus sigilos bancários já que vocês são mais justos do que este prefeito de São Pedro dos Crentes". Desafiou o piauiense Lahésio Bonfim. Confira a entrevista na íntegra no vídeo abaixo.

 

Da redação

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), que está cumprindo agenda em Brasília, encaminhou dois ofícios para tentar viabilizar uma audiência com o presidente Jair Bolsonaro. Witzel enviou pedido de encontro ao gabinete da Presidência e também ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Oficialmente, o motivo da reunião seria tratar de assuntos relacionados ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e questões envolvendo saúde e segurança.

53e09cab97f628b354b46407d963f65fFoto: Marcos Correa/PR/Arquivo

A relação entre o governador e o presidente se deteriorou nos últimos meses. Bolsonaro acusa Witzel de vazar informações do caso Marielle Franco - cujo inquérito corre em sigilo - para atingi-lo. Na sexta-feira, 22, o presidente da República afirmou, em visita ao Rio, que o governador precisaria ter "humildade" e procurá-lo para uma conversa.
Nos ofícios, assinados pelo governador na segunda-feira, 25, Witzel afirma ser "imperioso discutir o avanço e o esforço que o Estado do Rio de Janeiro vem adotando para o cumprimento das regras" do RRF. Em outro trecho, o chefe do Executivo estadual também declara que "houve uma escalada na violência pública" no Rio nos últimos anos.

Outros assuntos que o governador pretende discutir com o presidente é um plano de manutenção e segurança para o Arco Metropolitano e o repasse da gestão de dois hospitais federais - o Hospital dos Servidores e o Hospital Federal de Ipanema - ao governo estadual.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

O governador João Doria (PSDB-SP) defendeu explicitamente a composição de uma chapa em que a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) seja candidata a vice do prefeito paulistano Bruno Covas (PSDB), que buscará a reeleição em 2020. Ele também situa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), recentemente libertado da prisão, como ator central no pleito municipal do ano que vem.

db9195462939c29e95e7b4a3343deac8 1Foto: Marcos Correa/PR

Sobre a chapa Covas-Joice, Doria foi claro. "Por que não? O Bruno será reeleito. A Joice é uma brilhante deputada, pessoa com boa formação e com quem tenho uma relação de muitos anos." Depois, ele repetiu o bordão segundo o qual "quanto mais próxima estiver do Bruno, mais felizes ficaremos", completando com uma avaliação: "E acredito que os eleitores, porque ela complementa bem o perfil do Bruno", disse. Com isso, o governador paulista consolida o que vinha insinuando desde que o PSL implodiu, dando origem a um novo partido que está sendo montado pelo presidente Jair Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil.

Joice vinha se colocando como a candidata de Bolsonaro à prefeitura, mas acabou rompida com o presidente e os filhos dele -que estão de saída do PSL. Com isso, perdeu seu principal ativo, caso siga na agremiação. A deputada é uma aliada de Doria, de quem crescentemente passa a depender como padrinho. Conhecida pelo estilo intempestivo, Joice segue dizendo que é candidata, mas o rebaixamento da pretensão parece ser um caminho natural. Embora não tenha elaborado, o governador falou em complementariedade de estilos porque o prefeito e a deputada são bastante diferentes.

O tucano é mais comedido, introspectivo, enquanto Joice é extrovertida e busca sempre enfrentamento. "Não quero aqui antecipar o processo, temos tempo, é uma definição para abril do ano que vem. Mas se isso avançar [a chapa Covas-Joice], terá os bons olhos do governador de São Paulo."

Doria voltou a negar que haja qualquer plano B no PSDB para a eventualidade de o tratamento de um câncer no trato digestivo impossibilitar a tentativa de reeleição de Covas. A doença do prefeito embaralhou as cartas de uma disputa que já estava confusa. Antes da revelação, Covas vinha sofrendo pressões veladas dentro do partido para que ele não buscasse a reeleição, dado que pontuava mal em pesquisas internas.

As primeiras sondagens após o anúncio da doença, segundo dizem caciques tucanos, indicam que houve um salto no conhecimento da figura do prefeito, seguido por empatia devido à delicada situação. Em privado, ainda assim mesmo aliados do prefeito discutem a possibilidade de ele não poder concorrer. Em São Paulo, circulou na semana passada o nome da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) como uma eventual substituta de Covas. Ela se encaixaria no perfil que o partido vem buscando para o pleito do ano que vem. Embora não tenha falado em seu nome, Doria disse que "o PSDB está bastante orientado em buscar candidaturas de jovens e mulheres, prioritariamente".

Desafeto de Joice no PSL e histórico opositor de Doria, o senador Major Olímpio (SP) reagiu à proposta de dobradinha anunciada pelo governador. Em uma rede social, ele afirmou que o tucano "pode tirar o cavalo da chuva". "Doria quer o PSL como vice para poder atrair o partido para sua base, mas nós não esquecemos que Doria traiu e enganou Bolsonaro, jamais perdoaremos isso!", escreveu, referindo-se à postura do governador em relação ao presidente.

Após fazer campanha em 2018 com a bandeira "BolsoDoria", o tucano passou neste ano a tecer críticas a determinados gestos e medidas de Bolsonaro, o que lhe rendeu entre adversários a pecha de traidor.

A eleição paulistana é essencial para o plano não-declarado de Doria de tentar a Presidência em 2022, dado o peso político e eleitoral da capital paulista. Além de Covas e Joice, ele tem na disputa outros nomes que o apoiam, como Filipe Sabará (Novo) e Andrea Matarazzo (PSD).

Hoje, Doria desponta como presidenciável do chamado centro, que na realidade é mais uma centro-direita. Mais à esquerda no espectro surge o apresentador global Luciano Huck, enquanto mais à direita estão o presidente Bolsonaro e o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC).

A esquerda ainda não tem nomes certos, embora Ciro Gomes (PDT) busque espaço para voltar à disputa e o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad possa ser novamente o nome de um hoje inelegível Lula, como em 2018 -quando perdeu o segundo turno para Bolsonaro.

Acerca do papel do ex-presidente na eleição, o tucano fez uma análise fria, distante da agressividade antipetista que costuma acompanhar suas falas sobre o petista. "Haverá impacto. A voz do Lula é uma voz significativa, ele é um líder, está aglutinando os movimentos de esquerda que estavam desaglutinados desde sua prisão. Isso terá um papel expressivo nas eleições municipais", disse.

Ele também confirmou análise feita por aliados seus à Folha há duas semanas, segundo a qual a opção momentânea entre a polarização proposta por Lula e por Bolsonaro terá de ser enfrentada com a apresentação de uma posição moderada clara. "Dois campos que farão um grande confronto em 2020, o da extrema direita e o da extrema esquerda. Já antecipando o que serão as eleições em 2022. Por outro lado, isso traz um campo de centro democrático. Aqueles que como eu defendem o diálogo, o bom entendimento, a serenidade e posições muito claras pró-mercado, pró-liberalismo econômico", afirmou.

A polarização Lula-Bolsonaro está em todas as conversas políticas sobre a reconfiguração do cenário após a libertação do petista e pela discussão sobre a agenda dita lava-jatista que ajudou a eleger o presidente, mas que sofreu baques sucessivos no Supremo Tribunal Federal. "Quem vai dizer isso é o eleitor, ele que vai fazer essa interpretação se os campos estiverem polarizados e a alternativa for essa", analisou o governador.

Ele comentou o movimento de reaproximação entre a ex-prefeita Marta Suplicy e o seu PT de origem, que pode viabilizar o nome dela para a disputa no ano que vem em São Paulo. "Eu não desrespeito ninguém. Mas eu registro apenas que derrotei a Marta, a [ex-prefeita petista] Luiza Erundina, o [então prefeito petista] Fernando Haddad e o próprio Lula, que fazia campanha para o Haddad, em 2016 [na disputa para a prefeitura paulistana]. E derrotei o candidato com apoio das esquerdas em 2018, o Márcio França [PSB], conhecido como Márcio Cuba [em referência à ditadura comunista da ilha caribenha]." Para ele, o PSDB não deve nem temer nem se retrair diante das aglutinações em curso.

Fonte: Igor Gielow, do Folhapress

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