Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (12) pelo jornal "Folha de S.Paulo", apontou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018. Veja o resultado:

da1b4d45826516e89c61f79fb1149150Lula tem 25%, Marina 15% e Aécio 11%, aponta pesquisa Datafolha para 2018.(Imagem:Divulgação)

Lula (PT): 25%
Marina Silva (Rede): 15%
Aécio Neves (PSDB): 11%
Jair Bolsonaro (PSC): 9%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Michel Temer (PMDB): 4%
Luciana Genro (Psol): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Branco/nulo: 20%
Não sabe: 6%

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 95%. O Datafolha ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro.

Lula também lidera em outros três cenários de primeiro turno simulados pela pesquisa. Em um desses cenários a pesquisa acrescentou o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele fica com 8%. Marina tem 17% e Lula tem 26%.

No cenário com o ministro das Relações Exteriores José Serra (PSDB), o tucano aparece com 9%. Marina com 16% e Lula com 25%.

Marina lidera simulações de segundo turno

A ex-senadora Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e fundou o partido Rede Sustentabilidade, teve a liderança das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno em que ela aparece.

Na disputa com Lula, Marina obteve 43% e o petista, 34%. Se o segundo turno fosse com Aécio, ela teria 47% e o tucano, segundo o Datafolha, 25%. Contra Alckmin, a ex-senadora teria 48% e o governador, 25%.

Por fim, num eventual segundo turno contra Serra, Marina teria 47% e o rival teria 27%.


Fonte: G1

Durante visita ao Espaço Cultural Cristino Castro em Floriano na tarde de hoje, o Deputado Estadual Fábio Novo concedeu uma entrevista ao portal jc24horas falando sobre vários temas, dentre eles a questão envolvendo o Presidente do Senado Renan Calheiros e o Ministro do STF Marco Aurélio de Melo. "Uma vergonha para  país". Disse Fábio sobre a decisão do colegiado do supremo ao optar pela permanência de Renan na presidência do Senado. "Eu não consigo conceber que na segunda-feira o Supremo Tribunal Federal afaste o Presidente do Senado com base na constituição de que os substitutos naturais do Presidente da República não podem ser réus e depois retorna". Prosseguiu o Secretário de Cultura Fábio Novo.

DSC01646Fábio Novo. (Imagem:Carlos Iran/jc24horas)

Nosso entrevistado disse ainda que o próprio supremo, por unanimidade dos seus ministros disse que o Senador Renan Calheiros é indigno, é réu e responde inclusive a um processo por desvio de dinheiro de verba pública. "Como é que a constituição diz que se eu me torno réu não posso estar na linha sucessória do Presidente da República e o Presidente é afastado na segunda e devolvido ao cargo na quarta-feira sob a alegação de que ele continua no cargo mas não pode permanecer na linha sucessória do Presidente. É o chamado jeitinho Brasileiro". Falou Fábio.

Na opinião do Deputado Fábio Novo, a atitude de Renan ao se negar a receber a notificação do supremo é mais grave ainda. "Ele deu mau exemplo. Decisão judicial a gente cumpre e se não gosta recorre. O que que lá fora vão pensar do Brasil? Na minha avaliação o Supremo Tribunal Federal saiu extremamente desmoralizado dessa situação". Finalizou o Deputado Estadual.

 

Da redação

Por 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (7) manter o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), no cargo. A Corte decidiu por derrubar a decisão individual do ministro Marco Aurélio, que determinou o afastamento do senador.

1502256a182bf858a09d97df83c5ae5eMaioria do Supremo mantém Renan Calheiros na presidência do Senado.(Imagem:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Votaram pelo afastamento de Renan do cargo o relator, Marco Aurélio e os ministros Edson Fachin e Rosa Weber. Celso de Mello, Dias Toffoli, Teori Zavascki, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e a presidente, Cármen Lúcia, foram contra. A decisão mantém Calheiros na presidência do Senado, mas ele não pode ocupar mais a linha sucessória presidencial.

Voto do relator

O ministro Marco Aurélio votou para manter sua decisão liminar que determinou o afastamento do presidente do Senado do cargo. Em seu voto, Marco Aurélio criticou o descumprimento da sua decisão pelo Senado e determinou envio da cópia do processo para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que investigue os integrantes da Mesa do Senado que se recusaram a receber a intimação e a cumprir a decisão.

Votos contrários

Durante o julgamento, o ministro Celso de Mello, decano na Corte, esclareceu que não votou pelo afastamento de Renan Calheiros, quando a Corte começou a decidir se réus poderiam ocupar a linha sucessória da presidência da República. Dessa forma, a maioria de votos que justificava a decisão liminar de Marco Aurélio foi desfeita.

Além de votar contra o afastamento de Renan Calheiros, o ministro Teori Zavascki criticou juízes que proferem comentários sobre as decisões de colegas. “Isso causa desconforto pessoal”, disse o ministro. Apesar de não ter citado um caso específico, a manifestação foi motivada pelo comentário feito pelo ministro Gilmar Mendes, que afirmou a um jornalista que Marco Aurélio deveria sofrer impeachment do cargo.

Ricardo Lewandowski acompanhou o argumento do ministro Luiz Fux sobre um prejuízo maior no caso de afastamento imediato de Renan, quando restam menos de 60 dias para o fim do mandato do peemedebista como presidente do Senado.

"Não há nenhuma indicação que o presidente da República venha a ser substituído pelo presidente do Senado num futuro próximo", disse Lewandowski antes de seguir o decano Celso de Mello e votar pelo afastamento de Renan somente da linha sucessória e não do comando do Senado.

Janot

Durante sua sustentação oral, o procurador-geral da República Rodrigo Janot afirmou que “se faz necessário afastar de imediato o senador Renan Calheiros do exercício da nobilíssima função de presidente do Senado da República”. Janot também criticou ainda a postura da Mesa Diretora do Senado, que ontem (6) decidiu não cumprir a liminar que afastou Renan da presidência da Casa.

Defesa do Senado

O advogado do Senado, Alberto Cascais, disse que a Casa não teve a intenção de desafiar o STF ao não cumprir a decisão do ministro Marco Aurélio, que determinou afastamento do presidente da Casa

Fonte: Agência Brasil

O deputado estadual Robert Rios (PDT) voltou a falar nesta quarta-feira (7) que será candidato ao Senado em 2018. A novidade é que a futura candidatura é dada agora por ele como irreversível. Rios tem carta branca do seu partido, mesmo estando a legenda na oposição ou no governo daqui a 2 anos.

36d914cc9e086a2e4da5e7d57b30dbf8Robert diz que candidatura ao Senado é irreversível e lança Firmino ao Karnak.(Imagem:Divulgação)

"Meu partido me garante a legenda para eu ser candidato ao Senado. O partido respeita meu posicionamento. Pra mim é irreversível: serei candidato em qualquer quadro, dizendo as mesmas coisas", afirmou o parlamentar em entrevista ao Jornal do Piauí.

Se para o Senado a candidatura é dada como certa, Rios sonha agora em ver o prefeito reeleito de Teresina disputando o Palácio de Karnak em 2018. Para ele, o tucano " tem pulso e mão de ferro" para governar o Estado.

"O Firmino hoje é um homem maduro, tem mais de 50 anos. Foi prefeito 3 vezes, vai ser pela quarta vez, é claro que ele quer ser governador do Piauí e tem todos os méritos. O Piauí precisa dele. Nessa crise que está vivendo o Piauí, o homem certo para ser governador é o Firmino. É um economista, um excelente administrador. Tem pulso, mão de ferro nas finanças. Mas eu não estou querendo obrigar ele a ser candidato", avalia Rios.

Para o deputado, Firmino teria até mais chances de ajudar Teresina se chegasse ao Karnak. "Quem governa o Piauí tem mais condição de ajudar Teresina do que quem administra Teresina. Ele (Firmino) tem tudo para ser esse candidato. Eu gostaria de vê-lo candidato. Mas se ele não for, vai aparecer candidato. O que eu não vejo é o Wellington sendo reeleito. Quem será eleito eu não sei", afirmou.

Na opinião de Robert Rios, o cenário político em 2018 não será favorável para o governador por questões nacionais. "A União está se impondo sobre os estados. O PMDB e o PSDB estão tão ligados que não se separam mais. O candidato a presidente vai sair desses partidos, apoiado pelo PSB e PP. Então, eles estarão juntos nacionalmente e nos estados. Não adianta o governador com esta capacidade de fazer alianças, tentar. A paisagem nacional vai se impor nos estados. Ele é capaz de fazer todas as alianças, com todos os partidos, mas isso acaba em 2018", profetiza.

Ao lado do petista em 2018, segundo Rios, apenas o seu partido, PT, além de PDT e PCdoB.
O Wellington vai ter ao seu lado PT, PDT e PCdoB. O PDT ao que leva a crer estará com Wellington. Alberto Silva viveu mais de 90 anos e morreu buscando unir os partidos. Ninguém pensa juntar os políticos para A ou para B, só para si. O Alberto Silva queria juntar todos em torno dele, Wellington quer juntar todos em torno dele e assim vai, mas a coisa não funciona", finalizou.

 

Fonte:cidadeverde.com

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