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A bancada do Piauí pediu ao presidente interino da República, Michel Temer, que inclua a duplicação das BRs 343 e 316 no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As obras estão paradas desde o governo Wilson Martins (PSB). O interlocutor junto ao presidente foi o senador Ciro Nogueira (PP)."Estivemos agora em audiência com o presidente em exercício, Michel Temer, em nome de toda a bancada do Piauí, do governador Wellington e do prefeito Firmino Filho. Levamos a ele a questão da duplicação das BRs 343 e 316 e pedimos que o projeto seja incluído no PAC", afirmou o senador no final da manhã desta terça-feira (5).

cea5521daeb36c610489a71cdd2a015cCiro Nogueira e Michel Temer. (Imagem:Divulgação)

Para o senador, as duplicações são obras urgentes e que precisam sair do papel o quanto antes. "Na minha opinião, essas obras são as mais importantes e urgentes do nosso Estado atualmente. Temos trabalhado insistentemente nesta causa, pois sabemos de sua importância para possibilitar melhores condições de segurança para a circulação da população, além de resolver o problema da retenção do tráfego nas entradas de nossa capital", declarou.

Ainda de acordo com Ciro, Michel Temer se mostrou sensibilizado e mobilizou seus ministros para tratar do tema com a bancada do Estado. "Realizaremos mais uma audiência com os ministros Eliseu Padilha e Maurício Quintella para tratar do assunto", concluiu.

 

Fonte:cidadeverde.com

O presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), afirmou na manhã desta segunda-feira (4), em São Paulo, que a suspensão do pagamento das parcelas mensais de dívidas estaduais com a União até o fim de 2016 não signfica que a União "abriu mão dos recursos", mas apenas adiou o recebimento.

temer e alckmin1Michel Temer (esq) e o governador Geraldo Alckmin (dir.) em evento em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo)
No último dia 20, além da suspensão, o governo federal anunciou que concordou em alongar as dívidas estaduais com a União por mais 20 anos.
"Nós resolvemos uma pendência que já estava rodando há mais de três anos que era a questão da renegociação de dívidas dos Estados. Os senhores sabem que os estados estão em grande dificuldade", disse sobre a reunião feita com os 27 governadores.

"Os estados terão uma redução no seu débito neste ano e a partir do ano que vem começam a pagar a partir de janeiro apenas 5% e assim crescentemente ao longo de 18 meses. Não se pode acusar a União de abrir mão dos recursos, pois os recursos que agora não são recebidos se jogam para a dívida que está alongada. Portanto, os estados terão mais tempo para pagar sua dívida lá adiante. Com isso, nós demos digamos assim, entre aspas, um respiro fundamental para os estados brasileiros. Nós fizemos mais, como contrapartida e unanimidade dos estados brasileiros, nós dissemos nós estamos estabelecendo uma limitação dos gastos", completou.
Temer participou da abertura do Global Abribusiness Forum 2016, um seminário internacional de agronegócio em um hotel Hyatt, na Zona Sul de São Paulo. Essa foi a primeira visita oficial de Temer ao estado. Ele afirmou que deve viajar mais a partir de agosto, quando o processo do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff tiver sido votado em definitivo no Senado.
"Logo depois de agosto eu mesmo pretendo viajar para vários países para incentivar o investimento estrangeiro no Brasil em parceria com agronegócio, indústria e comércio.
Devo até registrar que muitos investidores estrangeiros ainda estão esperando um mês, um mês e meio para investir no país com muita força. O que precisamos no país é reestabelecer a confiança", afirmou.
Ainda procurando detalhar medidas adotadas pelo governo federal, Temer comentou o aumento de R$ 58 bilhões para o funcionalismo aprovado pela Câmara dos Deputados em junho com o aval do governo.
Ele afirmou que o valor será diluído em quatro anos e que o reajuste já tinha sido aprovado anteriormente. Não dar o aumento seria uma coisa "politicamente desastrosa para o governo e para o país", disse.
"Os movimentos políticos certa e seguramente motivariam aqueles que viriam cobrar o acordo firmado", afirmou. Ainda segundo Temer, o reajuste já estava previsto no Orçamento para este ano. "Estamos num sistema de muita contenção", concluiu. Segundo Temer, a nao concessão do reajuste poderia desencadear greves do funcionalismo e afetar o funcionamento do Judiciário e do Ministério Público.
Sobre a continuidade dos programas sociais, como o Bolsa Família, o presidente em exercício também afirmou que o "primeiro direito social" é o emprego e que enquanto "houver extrema pobreza, os programas sociais vão continuar", mas os empregos são o que importam.
"O país precisa é de uma pacificação nacional, de uma reunificação nacional, da interação entre o empresário e o trabalhador porque o primeiro programa social que deve ser levado adiante, o primeiro dos direitos sociais é o direito ao emprego. É claro que nós, um país multifacetado economicamente, nós temos ricos, médios, pobres e a extrema pobreza. É claro que enquanto houver extrema pobreza você precisa de Direitos sociais mais assentados como o Bolsa Família, Minha Casa minha Vida e outros programas que ainda devem permanecer e subsistir. Mas não há dúvida que há nada mais indigno para um indivíduo do que o desemprego. Ele sente se não participante da cidadania e um dos preceitos fundamentais da Constituição é o que determina que a política governamental leve em conta a dignidade da pessoa. E nada mais indigno do que aquele que está desempregado", afirmou.
Temer também afirmou que enfrentou dificuldades para montar seu governo e que "Deus os ajudou" ao escolher uma boa equipe econômica.
"Eu confesso que apanhei o Brasil em um momento difícil. Os senhores sabem quantas dificuldades nós enfrentamos e estamos enfrentando. E apesar disso, falava agora com o ministro Blairo Maggi, que no prazo de seis, sete dias, que foi o prazo o que antecedeu a admissibilidade do impedimento pelo Senado Federal é que nós constituímos um governo. Eu acho que Deus nos ajudou porque nós montamos uma equipe econômica, que penso eu, muito tempo não se via no Brasil. E escolhemos um ministro da agricultura aplaudido por todo o setor ", disse Temer.
Temer ficou ao lado do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), durante todo o evento. "Estamos felizes de São Paulo sediar esse importante evento e pela presença do Temer", disse o tucano.
O governador manifestou seu apoio ao presidente em exercício. "O destino colocou sobre suas mãos esse grande desafio de retomarmos a primavera da democracia, do desenvolvimento e da paz. Conte conosco ", disse para Temer
Representantes de 46 entidades do agronegócio no Brasil também divulgaram manifesto de confiança ao governo Temer.
"O agronegócio brasileiro reunido por ocasião do Global Agribusiness Forum (GAF) reafirma sua confiança na nova etapa de gestão do nosso país, sob o comando do presidente Michel Temer [...] Certamente, as reformas de caráter estrutural são o maior desafio para a nossa sociedade. Mudanças profundas do nosso modelo de desenvolvimento forçarão os brasileiros a se engajarem na redefinição de prioridades a fim de ajustarmos distorções e privilégios recorrentemente disfarçados de direitos adquiridos", diz o texto.
O evento contou ainda com a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; além dos ministros da Agricultura, Blairo Maggi; das Relações Exteriores, José Serra; e de Minas e Energia, Fernando Bezerra.

 

Fonte: G1

 

ronaldo fonsecaRonaldo Fonseca, relator do recurso de Cunha na CCJ (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)No recurso, Cunha questiona diversos pontos que considera terem sido erros de procedimento na tramitação do processo no Conselho de Ética. A CCJ não poderá se manifestar sobre o mérito do que foi decidido no colegiado, mas apenas sobre o rito.


Na prática, porém, se a comissão entender que houve algum problema, o processo terá que ser reaberto no conselho, o que exigirá mais tempo para um desfecho do caso.

 

Considerado aliado de Cunha, o relator teve a sua nomeação questionada por adversários do peemedebista em razão de manifestações que fez no plenário contra o Conselho de Ética. Fonseca nega ser aliado de Cunha e diz que suas críticas eram apenas no sentido de cobrar uma “resposta rápida” do colegiado. Ele também tem reiterado que agirá com imparcialidade e entregará o parecer dentro do prazo acordado.

 

Doações de campanha
Ronaldo Fonseca está em seu segundo mandato como deputado federal. Levantamento feito pela TV Globo aponta que nove dos 25 funcionários do seu gabinete contribuíram para a campanha dele à reeleição em 2014. Fonseca também utilizou recursos da Câmara para alugar veículos em uma empresa que tem como sócio um dos seus doadores de campanha.

 

Por meio de nota, a assessoria do deputado disse que todas as doações de campanha são legais, foram realizadas de forma transparente e devidamente registradas, o que, segundo o parlamentar, não dá "margem a qualquer questionamento que desmereça a iniciativa individual de pessoas que, por acreditarem em um projeto, doaram seus talentos e força de trabalho". (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem)

Os 25 funcionários que trabalham no gabinete de Ronaldo Fonseca não são servidores, mas ocupam cargos comissionados, isto é, podem ser nomeados e exonerados conforme a vontade do parlamentar.

 

As contribuições dos funcionários para a sua campanha variaram entre R$ 400 e R$ 6,5 mil, conforme cruzamento da lista de servidores do gabinete do parlamentar disponível no site da Câmara com a prestação de contas do deputado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não há irregularidade no fato de um funcionário de gabinete fazer doação para um deputado, pois a legislação prevê que qualquer pessoa física pode fazer doação direta para um candidato na campanha eleitoral. A única restrição é que o valor doado não ultrapasse o limite de 10% do rendimento do doador no ano anterior. A lei não impõe nenhuma outra condição.

 

Locação de veículos
Entre os doadores de campanha de Fonseca, há ainda o sócio de uma empresa que é usada por ele para a locação de carros. Como os deputados não têm direito a carro oficial, eles dispõem de uma verba mensal, chamada de Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, conhecida como Cotão, para cobrir gastos com transporte, incluindo passagens aéreas, correio e telefone.

Nas prestações de contas de Fonseca, constam pagamentos mensais, entre junho do ano passado e maio deste ano, para a empresa New Class – Locação de Veículos Eireli, que tem como sócio Elienai Felix Elias. Ele doou R$ 400 para a campanha de Fonseca a deputado federal em 2014.

Em junho, foram pagos à empresa R$ 5.500; de julho de 2015 até maio de 2016, R$ 6.500 mensalmente. Um total de R$ 77 mil até o momento.

Sobre Elienai Felix, a assessoria de imprensa de Fonseca diz que "o valor além de, expressivamente, baixo, foi feito em serviços (valor estimado em dinheiro)".

O G1 tentou contato com Elienai Felix Elias por meio dos telefones e dos e-mails que constam no site da empresa para questioná-lo sobre eventual conflito de interesse em fazer doação e depois ser contratado pelo parlamentar, mas não obteve resposta a última atualização desta reportagem.

 

Leia a íntegra da nota do deputado Ronaldo Fonseca:

 

NOTA OFICIAL DO DEPUTADO RONALDO FONSECA
Todas as doações recebidas na campanha eleitoral do então candidato Ronaldo Fonseca são legais, expontâneas e estão devidamente registradas, podendo, uma a uma, serem conferidas no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No caso do Sr. Elienai Felix, o valor além de, expressivamente, baixo, foi feito em serviços (valor estimado em dinheiro). Tais doações, realizadas de forma transparente e completamente registrada em seus mínimos detalhes, não dão margem a qualquer questionamento que desmereça a iniciativa individual de pessoas que, por acreditarem em um projeto, doaram seus talentos e força de trabalho.

 

Fonte: G1

Conforme resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os partidos que compõem o cenário eleitoral de Teresina têm entre o dia 20 de julho e 05 de agosto para realizarem as convenções e decidirem sobre alianças e candidaturas para as eleições 2016. Teresina conta com 28 partidos na constante negociação para o pleito deste ano.

partidos se preparam para maratona de convencoes em teresina 365676Partidos se preparam para maratona de convenções em Teresina. (Imagem:Divulgação)
Os líderes do Partido Ecológico Nacional (PEN) vão se reunir no dia 22, no plenarinho da Câmara Municipal. Por sua vez, o vereador Antônio José Lira anunciou a convenção do DEM, partido que se coligará ao PSDB do prefeito Firmino Filho, para o mesmo dia, mas, no plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado.

Já o Partido dos Trabalhadores (PT) deve decidir o seu futuro na convenção marcada para o dia 23. Uma ala da sigla trabalha para indicar o vice na chapa do pré-candidato a prefeito do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Amadeu Campos, enquanto que outra, liderada especialmente por mulheres, defende candidatura própria.

 

Fonte:GP1

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