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senador elmano ferrer 365649Elmano Ferrer. (Imagem: Moreira Mariz/Agência Senado)

Elmano Férrer é um dos dois senadores que se excederam no empreguismo. Só no seu escritório no Piauí, o senador possui 53 servidores, além de mais 24 em seu gabinete, em Brasília, totalizando 77 assessores. O regimento interno da Casa diz que cada gabinete pode ter até 55 cargos.Segundo a Isto É, o gabinete mais inchado é o do peemedebista brasiliense Hélio José, que herdou a vaga do atual governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). Ao todo, possui 90 funcionários. Um grupo de 62 cargos vinculados a Hélio José está lotado no Senado. O restante, que também é ligado a ele, dá expediente em um escritório no Setor Comercial Sul, em Brasília. Os salários chegam a até R$ 18,9 mil. O investimento com pessoal não é justificado pela produção. Hélio é autor de 103 proposições. São 54 requerimentos e apenas 20 Projetos de Lei Suplementar. Entre os pedidos, está a convocação de uma sessão para homenagear e aplaudir o time do Gama (DF) pela conquista do Campeonato Brasiliense no ano passado.

senador helio jose 365648Senador Hélio José. (Imagem:Divulgação)
Ainda de acordo com a revista, Elmano tem um desempenho pífio, já que das sete proposições, tem apenas um projeto de lei apresentado, que ainda está em tramitação. O restante é requerimento.

 

Fonte:GP1

O presidente em exercício Michel Temer sancionou nesta quinta-feira (30) a lei aprovada na semana passada pelo Congresso Nacional que prevê regras para a gestão das empresas estatais. A sanção será publicada na edição desta sexta (1º) do "Diário Oficial da União".

 

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A informação de que a lei foi sancionada por Temer foi confirmada pela assessoria de imprensa da Presidência da República, que também confirmou que haverá vetos no texto. Os pontos vetados pelo presidente em exercício, porém, não foram divulgados pela Presidência.
Conhecido como Lei das Estatais, o projeto define, entre outros pontos, critérios para a nomeação dos dirigentes dessas empresas; adoção de medidas como as previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal para dar maior transparência às contas; e prazo de dez anos para que todas as estatais de economia mista mantenham pelo menos 25% do capital no mercado de ações.
Com o objetivo de "despolitizar" as indicações para essas empresas, Temer chegou a determinar, no início do mês, que as nomeações no governo fossem suspensas até que o projeto fosse aprovado pelo Congresso e sancionado pela Presidência. Na ocasião, o presidente em exercício argumentou que é preciso garantir a nomeação de pessoas "com alta qualificação técnica".
Geralmente, os partidos políticos que compõem a base do governo na Câmara e no Senado levam aos ministros da articulação política indicações para os chamados cargos de "segundo e terceiro escalões" no governo. Normalmente, o partido que comanda uma pasta também costuma definir quem chefiará os órgãos vinculados a ela.
Veja abaixo os principais pontos da lei sancionada por Michel Temer:
Membros independentes de conselhos
O texto altera a composição dos conselhos de administração e das diretorias das estatais.
De acordo com o texto aprovado, 25% dos membros dos conselhos de administração devem ser independentes, ou seja, não podem ter vínculo com a estatal, nem serem parentes de detentores de cargos no de chefia no Executivo, como presidente da República, ministros ou secretários de estados e municípios.
A Câmara tinha reduzido esse percentual de 25% para 20%, mas o Senado alterou.
Além disso, os membros independentes não podem ter sido empregados da empresa – em um prazo de três anos antes da nomeação para o conselho – nem serem fornecedores ou prestadores de serviço da estatal.
Experiência para integrar conselhos
A proposta também estabelece requisitos mínimos para a nomeação dos demais integrantes dos conselhos de administração. Entre as exigências, o membro deverá ter pelo menos quatro anos de experiência na área de atuação da empresa estatal, ter experiência mínima de três anos em cargos de chefia e ter formação acadêmica compatível com o cargo.
Esse foi um dos pontos alterados pela Câmara que foi aceito pelo Senado. Inicialmente os senadores queriam que o prazo de experiência na área de atuação da empresa estatal fosse de pelo menos 10 anos.

Vínculo com partidos e sindicatos
O projeto proíbe que membros desses conselhos tenham sido integrantes de estruturas decisórias de partidos políticos, como coordenadores de campanhas, nos últimos três anos antes da nomeação para o conselho.
As regras valem ainda para quem for ocupar vagas na diretoria das empresas estatais. Essa carência de três anos havia sido retirada do texto aprovado na Câmara, mas foi retomado no Senado.
Segundo o texto aprovado, um candidato político nas últimas eleições também deverá cumprir carência de três anos antes de poder assumir vaga na diretoria de empresas estatais.
Servidores não-concursados com cargos comissionados da administração pública também não poderão fazer parte do conselho de administração da estatal. Caso o comissionado queira fazer parte do conselho de administração, precisará ser exonerado do cargo que ocupa antes de integrar o conselho.
Na comissão especial que analisou o projeto, membros de sindicatos também não poderiam fazer parte dos conselhos de administração. No entanto, o trecho foi retirado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da proposta.
Com isso, sindicalizados podem fazer parte dos conselhos de administração, com exceção dos diretores sindicais, que enquanto estiverem exercendo mandato no sindicato não poderão ser membros dos conselhos.
O objetivo das medidas, segundo defensores do projeto, é evitar que setores do Executivo e de partidos políticos interfiram na gestão das estatais, o que impediria o aparelhamento das empresas, bem como, o uso das estatais para possíveis desvios de dinheiro público, como os que aconteceram na Petrobras e que são investigados na operação Lava Jato.
A matéria também proíbe o acúmulo de cargos de diretor-presidente da estatal e o de presidente do conselho de administração.
Transparência das contas estatais
A nova legislação foi criada nos mesmos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal e tem como objetivo dar maior transparência às contas das estatais. As empresas deverão elaborar uma série de relatórios – de execução do orçamento, riscos, execução de projetos, etc – e disponibilizá-los à consulta pública.
Anualmente, a estatal deverá divulgar, a acionistas e à sociedade, carta que contenha dados financeiros das atividades da empresa. A matéria também estabelece que as empresas deverão criar um comitê de avaliação dos administradores da estatal. Esse comitê será liderado por um membro independente, sem histórico de vínculos com a estatal, do conselho de administração da empresa.
Ações em circulação no mercado
O texto estabelece também que, num prazo de dez anos, toda empresa estatal de economia mista deverá manter pelo menos 25% de suas ações em circulação no mercado.
O texto inicial, elaborado pela comissão mista que analisou o projeto, previa que o prazo para adequação seria ainda mais curto, de apenas cinco anos, mas a determinação foi flexibilizada diante da crítica de governistas.
Antes do projeto de lei, não havia um percentual mínimo de ações que deveriam ser mantidas em circulação no mercado.

 

Fonte: G1

O presidente da República em exercício, Michel Temer, recebeu na manhã desta quinta-feira (30) no Palácio do Planalto representantes da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB). Segundo a entidade, foram chamados para o encontro cerca de 500 integrantes de associações de todo país. Além disso, informou a CACB, o objetivo da reunião é “fortalecer o diálogo com o governo” e “acelerar o processo de adoção de medidas importantes para a economia”.


“O intuito do encontro é reafirmar nosso apoio ao governo interino que, em pouco tempo no comando, já foi capaz de aliviar algumas inseguranças. Estamos confiantes de que Temer fará tudo o que o governo anterior não fez”, declarou o presidente da CACB, George Pinheiro, em nota divulgada antes do encontro. A reunião ocorreu no Salão Nobre do Planalto, o principal do palácio, no qual o presidente da República recebe chefes de Estado e participa de encontros com maior número de convidados.


Até então, Temer só havia organizado eventos nos salões Leste e Oeste do palácio, com capacidade menor.


Empresários
No último dia 8, o presidente em exercício se reuniu com empresários, também para discutir propostas para a retomada do crescimento econômico. Na ocasião, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, se dirigiu a Temer e fez um apelo ao governo para que não ele impostos porque, avalia, há “muitos outros caminhos, como reduzir despesas e aumentar receitas”.


Carta
A CACB preparou uma carta com propostas para entregar ao presidente em exercício. A entidade defendeu que haja um ajuste fiscal, mas que seja "compatível com o crescimento e o tamanho do nosso país, porque necessitamos de um nível de carga tributária aceitável, e sustentabilidade da relação dívida/PIB". Além disso, a CACB defende o incentivo às exportações e a "abertura da economia" porque a atual conjuntura "é bastante favorável" ao mercado, mas destaca que é preciso "reduzir o alto protecionismo e a intensa burocracia". A entidade acrescenta na carta que é "necessário" o refinanciamento das dívidas das empresas, conhecido como "Refis", porque as companhias estão "sufocadas pela crise".


"Reconhecemos todas as dificuldades de seu governo para colocar o país nos trilhos e acreditamos que são necessárias medidas pontuais para que a economia retome seu processo de crescimento. Com elas, apostamos num grande pacto de todos os setores para ajudar o país a sair da crise", diz a CACB na carta.

 

Fonte: G1

Se confirmada a entrada do PDT na base de apoio à pré-candidatura do jornalista Amadeu Campos (PTB), o partido poderá “tirar” do PT a indicação da vaga de vice do petebista como vinha sendo cogitado. Isso faz parte de uma estratégia das siglas que deverão caminhar com o Amadeu para tentar atrair o PDT e demais forças políticas.

elmano ferrer 300682Elmano Ferrer. (Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1)

O senador da República, Elmano Férrer (PTB), confirmou ao GP1 que estão em andamento as conversas acerca do assunto, inclusive, reforçou que a escolha de um nome para compor com o jornalista passa pela definição dos aliados. "Vem crescendo cada vez mais o entendimento com o PT [no sentido de que o partido pode abrir mão da vaga de vice para entrada da nova sigla]. Sendo assim, creio que se insere também ai o PDT que será importantíssimo no fortalecimento da pré-candidatura do Amadeu Campos. Inclusive, a escolha do vice está a critério da condução do comandante da chapa, Amadeu Campos e do entendimento entre esses partidos como PTC, PT e os demais como PHS, PTN, que deverão se incorporar à pré-candidatura do Amadeu, principalmente com o engajamento do governador Wellington Dias”, disse o senador.

 

Preferência pelas mulheres.

 

O senador Elmano Férrer revelou ao GP1 que existe uma preferência por nomes femininos para uma possível composição com o jornalista Amadeu Campos.

“Em homenagem a você e as mulheres do Piauí, sobretudo de Teresina, já há uma tendência natural que a vice recaia sobre uma mulher. Temos expressivas lideranças na política aqui de Teresina. Eu ficaria feliz se o vice a ser escolhido dentro de um consenso de entendimento entre esses partidos, fosse uma mulher. Parece que está havendo um consenso nesse sentido”, informou o senador.

 

Fonte:GP1

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