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joao vicente claudinoJoão Vicente Claudino. (Imagem:Lucas Dias/GP1)

Durante lançamento da candidatura vereador de Júnior Macedo, do PSC, o ex-senador João Vicente Claudino, que deve se filiar ao PMDB dentro dos próximos dias, pediu votos decididamente para o prefeito Firmino Filho (PSDB), que estava presente. No dia seguinte, segundo fonte próxima ao empresário, líderes do PTB manifestaram sua insatisfação com o fato.O ex-senador disse a amigos que não tem qualquer compromisso com a candidatura de Amadeu Campos, do PTB, que foi preparada e lançada publicamente sem o seu conhecimento. Explicou já ter anunciado sua filiação ao PMDB, que está coligado com o PSDB e seria uma incoerência de sua parte se não estivesse apoiando a reeleição do prefeito.

 

Fonte:GP1

Advogado da presidente afastada Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo se emocionou fortemente nesta terça-feira e foi às lágrimas depois de apresentar, no plenário do Senado, a defesa da petista no processo de impeachment. Com olhos marejados e, depois, com lágrimas em profusão, ele criticou a estratégia da advogada Janaína Paschoal de ter afirmado que a destituição de Dilma levava em conta também o futuro dos dois netos da presidente.

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Janaína havia afirmado em sua manifestação em plenário, também emocionada, que reconhecia que o processo de impeachment causava “sofrimento” à Dilma e disse: “muito embora eu esteja convicta de que estou certa, reconheço que minhas atitudes podem gerar sofrimento. Peço desculpas à presidente Dilma porque sei que a situação que ela está vivendo não é fácil. Muito embora não fosse meu objetivo, lhe causei sofrimento. Peço que um dia ela entenda que eu fiz isso também pensando nos netos dela”.

Consolado pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), também com lágrimas nos olhos, e pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), integrantes da tropa de choque de Dilma, Cardozo resumiu: “nunca deixei de me emocionar diante da injustiça”. “Aquele que perde a emoção diante da injustiça é alguém que se desumanizou. As palavras da acusação foram muito injustas. Para quem conhece Dilma Rousseff, pedir a condenação para defender os seus netos é algo que me atingiu muito fortemente. É errado. Não é justo. Do ponto de vista humano, aquele que perde a capacidade de se indignar diante da injustiça perdeu sua humanidade. Me emocionei para não perder a minha”, disse.

“Achei profundamente injusta a menção aos netos. Não condeno alguém dizendo que vou resolver o futuro para os netos. Não posso fazer isso. Cada um é dono da sua razão, cada um é dono da sua verdade, cada um é dono do que acredita. Acredito que não se pode nunca, jamais, perder a capacidade de se indignar diante da injustiça. Me dói e não quero nunca perder esse sentimento ao longo da minha vida. Inadmissível. Acho inadmissível alguém pedir a condenação e dizer que faz pelos netos. É muito triste”, completou.

Em sua exposição em defesa de Dilma na etapa final do processo de impeachment, José Eduardo Cardozo já havia destacado que, no período em que Dilma foi presa na ditadura militar, a alegação era de que o processo seria bom “para seus filhos e netos”. “Qual era a acusação dirigida àquela jovem, quase menina? Lutar a favor da democracia, lutar contra a ditadura. Era essa a acusação formal? Não. A acusação formal eram pretextos”, acusou.

 

Fonte:180 graus

A senadora Regina Sousa (PT) foi a 31ª parlamentar a questionar a presidente Dilma Rousseff no processo final de seu impeachment. Nervosa, a piauiense subiu à tribuna do Senado por volta das 19h45 desta segunda-feira (29) onde disse que a presidente era "vítima de uma trama engendrada a várias mãos".

4b40d99a391253cdbd50190cb13277dcSenadora Regina Sousa. (Imagem:Divulgação)

"Não posso e não quero tratá-la como ré. Aqui a senhora é vítima de uma trama engendrada a várias mãos. Mãos do TCU através de um procurador e um auditor fiscal, que confessaram juntos que produziram a peça que serviu de fundamentação da acusação", declarou.

"A senhora é vítima dos maus perdedores que, impacientes, não conseguem esperar outro jogo começar para entrar na disputa", continuou Regina.

A senadora disse ainda que Dilma foi vítima dos que "encomendaram e pagaram pareceres que encontrassem atalhos que os levaria ao Planalto, ainda que em papel de coadjuvantes".

Para Regina, a presidente também paga com o processo de impeachment por não ter cedido às chantagens do ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, além de boicotes do Congresso Nacional.

"A senhora é vítima desse Congresso que a deixou 4 meses sem lei orçamentária, impôs pautas bombas, devolveu medidas provisórias e não aprovou o ajuste que a senhora propôs e engavetou por 5 meses o PLN que daria ao governo nova meta fiscal diante da frustração de receita. A senhora é vitima de Eduardo Cunha por não ter cedido a chantagens, se tivesse cedido não estaria aqui", disse.

Regina disse ainda que Dilma também foi vítima da falsidade dos aliados. "Alguns serão algozes aqui, outros estão nos ministérios do governo interino. A senhora não cabe no modelito da elite conservadora desse país", afirmou, declarando que a presidente honrou as mulheres em ser a primeira eleita no país.

A petista piauiense encerrou os 5 minutos a que tinha direito, perguntando à presidente o que ela achava do papel das instituições no processo de impeachment. Já visivelmente cansada, Dilma apenas agradeceu Regina e falou do orgulho em ser a primeira mulher eleita presidente.

Íntegra da fala da senadora Regina Sousa:

Minha Presidenta!

Não posso e não quero tratá-la como ré. Aqui a senhora é vítima de uma trama engendrada a várias mãos. Mãos do TCU através de um procurador e um auditor fiscal que confessaram produzir juntos a peça que serviu de fundamentação à tese de acusação.

A senhora é vítima dos maus perdedores que, impacientes, não conseguem esperar outro jogo começar para entrar na disputa. Encomendaram e pagaram pareceres que encontrassem os atalhos que os levariam ao Planalto ainda que exercendo o papel de coadjuvantes.

A senhora é vítima deste Congresso, que lhe deixou quatro meses sem Lei Orçamentária, lhe impôs “pautas bombas”, devolveu medidas provisórias, não aprovou o ajuste que a senhora propôs e engavetou por cinco meses o PLN que daria ao governo uma nova meta fiscal, diante da frustração da receita.

A senhora é vítima de Eduardo Cunha por não ceder às chantagens. Aliás, a senhora está sendo julgada pelo que não fez. Não cedeu, tivesse cedido não estaria aqui. E Cunha vai ser premiado com o mandato, pelo papel que ele desempenhou nesta farsa.

A senhora é vítima da falsidade de seus aliados que governavam com a senhora, gozavam de sua confiança, disputavam lugar nas fotografias ao seu lado, beijavam-lhe as mãos quase com devoção. Alguns serão seus algozes aqui, outros estão instalados confortavelmente nos ministérios do interino. Gostaria de ouvir o que a senhora diria a eles.

Minha Presidenta, o recado que estão lhe dando nesse processo, é também para todas as mulheres que lutam. É o recado do machismo, do patriarcado, do colonialismo ainda tão arraigado nas mentes retrógradas deste país. O que estão dizendo é o mesmo recado dado ao longo da história, a todas as mulheres que ousam, as quais sintetizo em Margarida Alves, nordestina, trabalhadora rural, morta covardemente pelas balas do latifúndio.
Com seu impedimento eles nos dizem que mulher não pode, precisa de permissão, ou “aí não é o seu lugar”.

A senhora, minha presidenta, é a antissinfonia do concerto da orquestra oficial, a senhora desafinou quando ousou ser eleita presidenta da República sendo mulher, de esquerda, militante contra a ditadura e sem marido para posar a seu lado na fotografia: ainda que não “belo, recatado e do lar”. A senhora não cabe no modelito desenhado pela elite conservadora deste país.

A pergunta que lhe faço é: Presidenta, a participação de setores de algumas instituições nesse processo se deu de forma tortuosa e parcial, como é o caso do procurador de contas e do auditor fiscal do TCU, do impedimento de nomear ministros do seu governo, por parte do Ministério Público, entre outros indícios. A senhora não vê aí um comprometimento da credibilidade dessas instituições?

Para finalizar, seja qual for o resultado amanhã, a gente segue em frente. Continue com essa firmeza que incomoda. Muitos queriam vê-la cabisbaixa, e você aí, altiva e esperançosa. Nada é impossível. Aliás, já foi dito que a palavra impossível foi inventada por alguém que desistiu.

Você, eu sei que não desiste, porque você é DILMA, CORAÇÃO VALENTE!


Regina Sousa
Senadora da República (PT/PI).

 

Fonte:cidadeverde.com

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou no início da noite deste domingo (28) ao Palácio da Alvorada para uma reunião com a presidente afastada Dilma Rousseff. No encontro, os dois devem discutir os detalhes finais do discurso que a petista fará nesta segunda (29) em sua defesa no julgamento do impeachment no Senado, seguido de um interrogatório.

dilmalulaalvorada2O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a presidente afastada Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada (Foto: reprodução Twitter)

Lula chegou à residência oficial acompanhado do presidente do PT, Rui Falcão. Também estiveram no palácio a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) e o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, que chegou mais cedo.
A sessão desta segunda faz parte da fase final do processo, na qual a presidente poderá usar a palavra por 30 minutos – período que poderá ser prorrogado – e, em seguida, responder a perguntas dos senadores, da acusação e da defesa.

Ainda na noite deste domingo, senadores que apoiam Dilma se reuniram para acertar as perguntas que farão na sessão.
Durante o encontro com Lula no Alvorada, a presidente afastada recebeu ligação do grupo, que desejou boa sorte à petista. A ligação, que durou cerca de 10 minutos, partiu da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Casa Civil. Pelo telefone, a presidente afastada disse que estava "segura", segundo apurou o G1.
Também presente no encontro dos apoiadores, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que, na conversa telefônica, a presidente se mostrou "disposta" responder o interrogatório até a madrugada de terça, se necessário.
Também informou ao grupo que seu discurso inicial deve durar entre 30 e 35 minutos, segundo Randolfe.
Uma das presentes, a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) informou que ainda tentará convencer os opositores de Dilma a altenar a participação com os apoiadores, para balancear de maneira mais uniforme o interrogatório.
Na sessão, a primeira a questionar Dilma será a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ex-ministra da Agricultura.
A decisão final, pela condenação ou absolvição da petista, deve ocorrer entre terça e quarta-feira (31), após debate entre acusação e defesa e novas manifestações do senadores. São necessários 54 votos entre os 81 senadores para o afastamento definitivo da petista.

 

Fonte:G1

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