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O Vice-Prefeito da cidade de Floriano Salomão Holanda, vem trabalhando há algum tempo sua pré-candidatura ao cargo de vereador neste município. O político já presidiu o Poder Legislativo florianense e agora predente voltar a ocupar uma das cadeiras existentes no parlamento de nossa cidade. Ele esteve na manhã de hoje participando dos festejos de Santa Rita e na oportunidade, nossa reportagem perguntou sobre os trabalhos do seu partido visando o sucesso no pleito que se avizinha. Salomão é presidente do PRB (Partido Republicano Brasileiro) e disse que o seu partido está marchando ao lado do pré-candidato a prefeito Enéas Maia e a sua sigla partidária tem dez pré-candidatos ao cargo de vereador. "Nós estamos todos os dias visitando os amigos. Ouvindo para fazer nosso projeto de trabalho participativo para levar para o Enéas. Um projeto que as pessoas também vão dizer o que é bom para o próximo gestor de Floriano compartilhar no seu projeto de governo. Estamos juntos com o Enéas para juntos fazermos uma grande administração a partir de janeiro de 2017, se Deus quiser". Explicou o Vice-Prefeito Salomão Holanda.

20160519 062852Membros do PRB de Floriano. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação. 

A senadora Regina Sousa (PT) disse, nesta terça-feira (18), no Plenário do Senado, que irá fazer uma representação contra o humorista Danilo Gentili por declarações contra a parlamentar piauiense proferidas no twitter no último dia 11 de maio.

acb15bbe9114a29682334a36f87b5d1cRegina Sousa. (Imagem:Divulgação)
“Enquanto eu estava usando da palavra, Danilo Gentili fazia um comentário racista, preconceituoso, a meu respeito. Quando eu vim para a tribuna, ele disse: ‘Senadora? Pensei que era a tia do cafezinho’. Esse moço tem feito muitos comentários maldosos, principalmente em relação às mulheres. Ele expressa aí um racismo sem tamanho, porque, para ele, Senadora tem que ter cara de Senadora, eu não tenho cara de Senadora. Meu cabelo é pixaim e para ele eu deveria alisar os cabelos certamente”, destacou Regina Sousa, afirmando que não vai deixar barato a provocação.

“Não vou deixar barato para o Danilo Gentili. Não é questão de indenização, mas vou representá-lo em nome das tias do cafezinho, em nome de todas as mulheres que servem cafezinho”, destacou.

A senadora piauiense recebeu muitas mensagens de seguidores nas mídias sociais de apoio e contra à fala de Gentili. Também no Senado, foi apoiada pelos seus pares. A senadora Simone Tebet foi uma delas. "Regina representa os professores, os servidores públicos, a diversidade desse país. Sinta-se honrada ao incorporar a mulher negra e nordestina. Vossa Excelência tem o apoio e o respaldo de todas as mulheres do Congresso Nacional", declarou.

Para Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a declaração de Gentili foi facista. “Esse tipo de declaração é uma declaração típica de fascistas e racistas, que querem a todo custo triunfar na sociedade brasileira. Não triunfarão. Não passarão, Senadora Regina, porque este país é o país da diversidade, e, como dizia Darcy Ribeiro, o maior orgulho desse país é nós termos essa mistura étnica, plural: brancos, negros, indígenas”, destacou.

O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) também se manifestou em solidariedade a piauiense. "Felizmente, a luta do povo brasileiro conquistou espaços nesse Parlamento para pessoas como a senhora. Felizmente e para tristeza de alguns fascistas que, lamentavelmente, convivem conosco na sociedade brasileira e têm declarações repugnantes como esta”. Para o senador sergipano, foi a luta histórica dos trabalhadores e do povo brasileiro que assegurou que alguém como a senhora possa orgulhar o Piauí no Senado. “E só tenho, para concluir, três questões para lhe dizer: primeira, nossa total e irrestrita solidariedade; segunda, conte com minha assinatura, se assim quiser, nessa representação; terceira, os senhores do fascismo não passarão: não passarão pelas ruas nem passarão aqui pelo Parlamento”, concluiu.

 

Fonte:cidadeverde.com

O PSC (Partido Social Cristão) reuniu os seus integrantes e pré-candidatos ao cargo de vereador para definir os rumos do partido em 2016 que até o momento está avaliando qual o melhor nome dos que se lançaram como pré-candidatos a prefeito de Floriano. Durante o mês de abril o partido fez uma verdadeira sabatina em todos e a reunião do final de semana teve como objetivo avaliar o desempenho e as propostas de cada um deles para que o partido possa tomar uma definição. 

A reunião aconteceu no último domingo e pelo posicionamneto dos filiados, o partido já tem uma forte tendência mas por enquanto o presidente Raimundo Filho não quer tornar público. O PSC só vai tornar público quando se reunir com o diretório em Teresina para comunicar a decisão do partido em Floriano.

20160515 180930Integrantes do PSC. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação

O novo e interino presidente da República, Michel Temer, falou com exclusividade a ÉPOCA hoje. É a primeira entrevista à imprensa desde que tomou posse interinamente, ontem. Temer foi claro sobre o que espera fazer como presidente, caso Dilma Rousseff de fato não retorne ao cargo. E admitiu que “ainda não caiu a ficha” do momento – de que ele é, de fato, o responsável por tirar o Brasil de uma das mais graves crises de sua história. “Estou acostumado à pressão, a situações difíceis, a crises. Trabalharei de domingo a domingo, de dia e de noite, para cumprir as expectativas do povo brasileiro”, disse, ciente de que o país tem pressa. “Quero, com a ajuda de todos, botar o país nos trilhos nesses dois anos e sete meses.”

495406c7186fd8b955ada0104641f554Presidente Michel Temer. (Imagem:Divulgação)

Temer sabe que botar o país nos trilhos será uma missão difícil. “Não vou fazer milagres em dois anos”, admitiu, quando confrontado com o fato de que a burocracia do governo e as pressões de grupos de interesse no Congresso tornam improvável o sucesso na execução de reformas profundas - sobretudo num curto espaço de tempo e sob a forte instabilidade política que ainda define Brasília. “Quero que, ao deixar a Presidência, olhem para mim e digam ao menos: ‘Esse sujeito arrumou o país’.”

O que seria exatamente arrumar o país? Primeiro e mais urgente, é claro, arrumar o que está mais desarrumado: a economia. “Tenho plena confiança na capacidade de Henrique Meirelles e da equipe montada por ele. Eles terão autonomia para fazer os ajustes necessários e transmitir a confiança que perdemos”, disse. Acredita que arrumar a relação do Planalto com o Congresso, algo que diminuirá a instabilidade política crônica em Brasília, será menos complicado. “Fui presidente da Câmara por três vezes e sei bem o quanto é necessário ter diálogo com os parlamentares e manter o respeito pelas ideias diferentes. Não é fortuito que tantas lideranças partidárias estejam comprometidas com o ministério que foi montado.”

Um terceiro ponto, não tão urgente, mas no qual Temer insiste – chegou a incluir em seu discurso de posse - envolve um novo pacto federativo, que equilibre as relações entre União, estados e municípios. É uma preocupação antiga de Temer, que escreveu artigos sobre o assunto. Hoje, defendem Temer e outros políticos, o dinheiro dos impostos dos brasileiros está demasiadamente concentrado na União e, especialmente, no governo federal. Estados e municípios passam a depender da boa vontade do presidente da República para receber recursos – o que acaba passando por uma relação política, e não institucional. Temer quer muito diminuir esse desequilíbrio federativo. “A partir da próxima semana, formaremos uma comissão que encontre soluções para recompor o pacto federativo, para que tenhamos uma verdadeira federação”, anunciou.

A quarta prioridade do novo presidente é a menos palpável de todas. Mas, talvez, seja a que mais o preocupa, em virtude de sua formação como professor de Direito Constitucional. “Precisamos mudar a cultura política do país”, disse. “Ninguém lê mais a Constituição. Digo isso no sentido de que há um desrespeito profundo pelas leis e pelas instituições. É necessário resgatar o valor desse livro sagrado para a nossa democracia.” Na prática, disse Temer, isso se traduzirá em tomar decisões, ou deixar de tomar decisões, que agridam o espírito da Constituição, mesmo que sejam, formalmente, legais. Ele cita um exemplo que aconteceu hoje. Vários assessores e ministros chegaram a seus locais de trabalho e começaram a retirar a foto da presidente Dilma Rousseff. Temer determinou que mantivessem a foto na parede. “É preciso ter respeito. Ela está afastada, mas continua presidente. Até que saia em definitivo, caso seja essa a decisão do Senado, deve ter seus direitos como presidente afastada assegurados.”

Temer está com a voz cansada, mas parece genuinamente animado para os dias difíceis que se avizinham. “Disposição não faltará – minha e da equipe. Hoje mesmo, percebi em todos uma vontade, uma gana de fazer imensa. Nada ficará para segunda-feira. Tudo o que se discutia começa imediatamente, agora. Estão todos imbuídos do mesmo sentido de urgência que eu”, contou. “Pude perceber também no que posso colaborar. Diante da falta de orçamento, expliquei como muitas vezes é possível fazer programas com pouco dinheiro. Foi o que fiz na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, com a criação de conselhos comunitários e delegacias da mulher. Deram resultado e custaram quase nada. É preciso ter esse tipo de mentalidade.”

É possível fazer tanto em tão pouco tempo? “Não é porque é impossível fazer milagres que não se devem estabelecer metas ambiciosas, como as que delineei. É possível fazer muito, não tenho dúvida. E, se não houver ambição, qual o propósito de se tentar?”

 

 

Fonte: Época

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