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Faltando 22 dias para as eleições municipais, o governador Wellington Dias (PT) continua afastado da campanha eleitoral em Picos. Como dois aliados estão na disputa pelo comando do Palácio Coelho Rodrigues, até o momento o petista tem se mantido neutro.

wellington diasWellington Dias. (Imagem: Lucas Dias/GP1)

Segundo as pesquisas de opinião, a eleição para prefeito de Picos está polarizada entre o atual gestor, Padre José Walmir de Lima (PT), que concorre à reeleição, e o empresário Gil Marques de Medeiros, o Gil Paraibano (PP).

Os dois são aliados do governador Wellington Dias e votaram nele {Wellington] nas eleições de 2014. O comando da campanha do Padre Walmir (PT) sonha com a presença do petista em seu palanque, enquanto lideranças políticas próximas a Gil Paraibano descartam essa possibilidade.
Embora diga que está mais preocupado em administrar o Estado do Piauí, o governador já participou de atividades de campanha em várias cidades do interior, e também na capital. Picos, por enquanto, não foi incluído na agenda de Wellington Dias.

A atitude de Wellington Dias lembra o que fez o então governador Wilson Martins (PSB) nas eleições de 2012. Mesmo tendo uma correligionária concorrendo ao cargo de prefeita, ele [Wilson] não participou da campanha em Picos.

Na época, polarizavam a disputa os deputados Kléber Eulálio, então filiado ao PMDB, e Belê Medeiros (PSB). A vitória ficou com o primeiro, que terminou renunciando ao mandato em junho de 2015.

 

Fonte:GP1

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, proibiu a autorização de viagens oficiais de parlamentares neste período de votação do processo de cassação do deputado afastado Eduardo Cunha. Alguns parlamentares chegaram a fazer um apelo pessoal para que houvesse a liberação.

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A manobra era uma forma de o deputado aliado de Cunha estar ausente da sessão com um respaldo oficial. Ao perceber a movimentação, Maia foi enérgico. Ou seja: quem quiser, pode se ausentar, mas sem a desculpa de que estava em missão oficial ao exterior. “Não vou fazer nada para prejudicar Cunha. Mas também não vou ajudar”, disse Maia para um deputado que insistiu nesta proposta.

 

Fonte:G1

O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta quinta-feira, por 10 votos a 1, um pedido do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para suspender o processo de cassação do qual é alvo na Câmara dos Deputados.

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A defesa de Cunha havia protocolado um mandado de segurança, solicitando a anulação de todo o procedimento, desde o início da instrução probatória até as votações que aprovaram o parecer do Conselho de Ética, sob a alegação de que não foi respeitado o devido processo legal e o direito à ampla defesa.

O relator do processo, ministro Luís Roberto Barroso, votou contra o pedido, argumentando que o Supremo só deve intervir em questões legislativas para assegurar o cumprimento da Constituição, o que não é o caso de Cunha. “Se a interpretação dada pela Casa Legislativa for razoável, não for absurda, o STF não interfere em miudezas de votação nominal ou eletrônica”, afirmou o ministro.

Seguiram o voto do relator os ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Celso de Mello e o presidente do STF, Ricardo Lewandowski. O único voto dissonante foi de Marco Aurélio Mello. “Não podemos potencializar a simpatia e mesmo a antipatia popular do impetrante”, afirmou Marco Aurélio.

O advogado de Cunha, Marcelo Nobre, afirmou que o seu cliente está sofrendo “linchamento” e sendo julgado pela “capa”, em referências às denúncias que envolvem o peemedebista na Lava Jato. “Contra o meu cliente vale tudo. É o nome na capa, não é como um cidadão brasileiro”, disse ele.

O ex-presidente da Câmara responde ao processo por quebra de decoro parlamentar por ter mentido à CPI da Petrobras, em março de 2015, sobre a existência de contas no exterior em seu nome. A sessão de votação do pedido de cassação está marcada para segunda-feira às 19 horas.

Fonte: Veja.com

O presidente Michel Temer (PMDB) decidiu nesta sexta-feira (9) demitir o Advogado-Geral da União Fábio Osório e nomear a secretaria geral de contencioso da AGU, Grace Maria Mendonça, para o cargo. Ela será a primeira mulher a ocupar um ministério no governo Temer.

3f7452eb4271c6c85d2c5e206995de45Michel Temer confirma Grace Mendonça para AGU.(Imagem:Divulgação)

A nomeação foi cercada por polêmica. Fábio Medina Osório, chefe da Advocacia-Geral da União, foi informado agora quinta-feira à noite por Eliseu Padilha (Casa Civil) de que estaria demitido do cargo. Há dias, o advogado vinha dizendo publicamente que está sendo fritado por Padilha. Além disso, o imbróglio jurídico na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) gerou desgaste para o ex-advogado-geral da União.

Osório chefiava a AGU desde o começo do governo interino, em 12 de maio, e é o quarto ministro do governo do presidente Michel Temer a cair. Já haviam saído Romero Jucá, do Planejamento, em 23 de maio; Fabiano Silveira, da Transparência, Fiscalização e Controle, em 30 de maio; e Henrique Eduardo Alves, do Turismo, em 16 de junho.

Íntegra da nota:

O presidente convidou hoje, para ocupar o cargo de Advogada-Geral da União, a doutora Grace Maria Fernandes Mendonça, servidora de carreira daquele órgão. O presidente agradece os relevantes erviços prestados pelo competente advogado doutor Fábio Medina Osório, que deixa o cargo.

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