O futuro político da vice-governadora Margarete Coelho está nas mãos do PP. Em entrevista ao Jornal do Piauí nesta quarta-feira (14), ela disse que não trabalha em projetos pessoais. Uma eventual candidatura em 2018, seja para que cargo for, está em aberto.

2cb55ad89e94941b3e1322d56206427eMargarete diz que está à disposição do PP sobre futuro político.(Imagem:Divukgação)

“Eu me coloco à disposição do partido. Não trabalho em projeto político individual. Meu trabalho é em favor do partido”, disse.

Margarete destacou que pode até se recandidatar a vice-governadora em 2018. “Tudo isso tem a ver com meu capital político, meu desempenho no mandato. Posso me recandidatar de acordo com o interesse do partido, o respaldo popular, conforme meu trânsito nos partidos aliados”, declarou.

Para a vice-governadora, tudo será visto no momento certo. Sobre 2018, a única certeza que Margarete tem é em relação ao crescimento do PP.

“O nosso objetivo é crescer e fortalecer, fazer que o partido seja coeso, unificado. Em 2018 queremos ampliar nossa base de deputados estaduais, federais e a reeleição do senador Ciro Nogueira”, afirmou.

Margarete assume o governo do Estado na sexta-feira em virtude de uma viagem do governador Wellington Dias à Holanda.

 

Fonte:cidadeverde.com

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (13), por 53 votos a 16, a Proposta de Emenda à Constituição 55/2016, que limita o aumento dos gastos públicos à variação da inflação pelos próximos 20 anos. Dos parlamentares do Piauí, apenas Regina Sousa (PT) foi contrária a proposta. Ciro Nogueira (PP) e Elmano Férrer (PTB) votaram a favor.

e4cfb4f815547b51c04b85b13ce8531cRegina Sousa. (Imagem:Divulgação)

De acordo com a PEC aprovada, a partir de 2018, os gastos federais só poderão aumentar de acordo com a inflação acumulada conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A inflação a ser considerada para o cálculo dos gastos será a medida nos últimos 12 meses, até junho do ano anterior. Assim, em 2018, por exemplo, a inflação usada será a medida entre julho de 2016 e junho de 2017.

Para o primeiro ano de vigência da PEC, que é 2017, o teto será definido com base na despesa primária paga em 2016 (incluídos os restos a pagar), com a correção de 7,2%, que é inflação prevista para este ano.

O regime valerá para os orçamentos fiscal e da seguridade social e para todos os órgãos e Poderes da República. Dentro de um mesmo Poder, haverá limites por órgão. Existirão, por exemplo, limites individualizados para tribunais, Conselho Nacional de Justiça, Senado, Câmara, Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público da União, Conselho Nacional do Ministério Público e Defensoria Pública da União.

O órgão que desrespeitar seu teto ficará impedido de, no ano seguinte, dar aumento salarial, contratar pessoal, criar novas despesas ou conceder incentivos fiscais, no caso do Executivo.

A partir do décimo ano, o presidente da República poderá rever o critério uma vez a cada mandato presidencial, enviando um projeto de lei complementar ao Congresso Nacional.

Exceções

elmano contas 2Elmano Ferrer. (Imagem:Divulgação)

Algumas despesas não vão ficar sujeitas ao teto. É o caso das transferências de recursos da União para estados e municípios. Também escapam gastos para realização de eleições e verbas para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Profissionais da Educação Básica (Fundeb).

Saúde e educação também terão tratamento diferenciado. Esses dois pontos vêm gerando embates entre governistas e oposição desde que a PEC foi anunciada pelo presidente Michel Temer. Para 2017, a saúde terá 15% da Receita Corrente Líquida, que é o somatório arrecadado pelo governo, deduzido das transferências obrigatórias previstas na Constituição.

A educação, por sua vez, ficará com 18% da arrecadação de impostos. A partir de 2018, as duas áreas passarão a seguir o critério da inflação (IPCA).

Primeiro turno

a27b5f1f6f978e6e0d2663ce6a35fe2cCiro Nogueira. (Imagem:Divulgação)
A PEC 55/2016 foi aprovada em 29 de novembro, em primeiro turno, com 61 votos favoráveis e 14 contrários. No dia, manifestantes ocuparam o gramado em frente ao Congresso Nacional, protestando contra a proposta. Houve conflitos com forças policiais.

Na votação em primeiro turno, foram rejeitados todos os destaques apresentados pela oposição e que foram votados separadamente.

O primeiro retiraria do congelamento de gastos os recursos da saúde e da educação. O segundo pedia a realização de um referendo popular em 2017 para que os brasileiros pudessem decidir se concordam ou não o novo regime fiscal. O terceiro sugeria um limite de gastos também para o pagamento de juros e encargos da dívida pública da União.

 

Fonte:cidadeverde.com

O deputado federal José Francisco Paes Landim (PTB-PI) divulgou, na tarde desta segunda-feira (12), nota na qual repudia as denúncias feitas contra ele no acordo de delação premiada de um dos ex-diretores da construtora Odebrecht, Cláudio Melo Filho, feito no âmbito da operação Lava Jato, da Polícia Federal. Acusado de receber R$ 100 mil não declarados e outros R$ 80 mil declarados, o parlamentar diz que se seu patrimônio mudou foi para seu "empobrecimento".

5115600ca4065092dba8e9a24b45dbfdPaes Landim rebate delator da Odebredcht e nega recebimento de 'caixa 2'.(Imagem:Luis Macedo / Câmara dos Deputados)

Veja a nota na íntegra

"A bem da cerdade, nunca me fascinaram ao longo da minha vida pública o dinheiro ou as vaidades pessoais. Nesses anos, se tive alguma alteração patrimonial, foi de empobrecimento, posto que quando participei da minha primeira campanha, em 1986, vendi o único bem que possuía - um apartamento em Brasília", diz o deputado na nota, dividida em 13 tópicos nos quais ele descarta ter agido em favor da Odebrecht e e destaca sua atuação parlamentar.

Paes Landim afirma que todas as doações de campanhas eleitorais foram devidamente contabilizadas e feitas conforme a lei. "de modo que jamais recebei qualquer recurso não contabilizado, por meio de 'Caixa 2'", garante.

O deputado diz também que jamais destinou recursos de emendas parlamentares para qualquer obra da empreiteira. "Nunca procurei beneficiá-la apresentando destaques em medidas provisórias ou projetos de leis", destaca. "Quem acompanha minha trajetória sabe que nunca participei de acordos não republicanos."

O parlamentar também comentou o pronunciamento feito por ele em fevereiro de 2012, sobre a morte do piauiense Cláudio Melo, ex-diretor da Odebrecht e pai do agora delator Cláudio Melo Filho. "Tratou-se apenas de uma homenagem a um cidadão, por sua origem e sua trajetória, como tantas outras que prestei."

Paes Landim ainda contesta o depoimento de Cláudio Melo Filho, que afirmou ter sido procurado pelo deputado para que participasse da construção do aeroporto de Parnaíba, no litoral do Piauí. "O aeroporto foi inaugurado no longíquo ano de 1971. De lá para cá, passou por algumas reformas e ampliações, executadas pelo Governo do Estado do Piauí, e sobre as quais nunca tive qualquer ingerência."

 

Fonte:cidadeverde.com

Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (12) pelo jornal "Folha de S.Paulo", apontou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018. Veja o resultado:

da1b4d45826516e89c61f79fb1149150Lula tem 25%, Marina 15% e Aécio 11%, aponta pesquisa Datafolha para 2018.(Imagem:Divulgação)

Lula (PT): 25%
Marina Silva (Rede): 15%
Aécio Neves (PSDB): 11%
Jair Bolsonaro (PSC): 9%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Michel Temer (PMDB): 4%
Luciana Genro (Psol): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Branco/nulo: 20%
Não sabe: 6%

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 95%. O Datafolha ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro.

Lula também lidera em outros três cenários de primeiro turno simulados pela pesquisa. Em um desses cenários a pesquisa acrescentou o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele fica com 8%. Marina tem 17% e Lula tem 26%.

No cenário com o ministro das Relações Exteriores José Serra (PSDB), o tucano aparece com 9%. Marina com 16% e Lula com 25%.

Marina lidera simulações de segundo turno

A ex-senadora Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e fundou o partido Rede Sustentabilidade, teve a liderança das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno em que ela aparece.

Na disputa com Lula, Marina obteve 43% e o petista, 34%. Se o segundo turno fosse com Aécio, ela teria 47% e o tucano, segundo o Datafolha, 25%. Contra Alckmin, a ex-senadora teria 48% e o governador, 25%.

Por fim, num eventual segundo turno contra Serra, Marina teria 47% e o rival teria 27%.


Fonte: G1

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