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A senadora piauiense Regina Sousa (PT) comentou a ação da Polícia Federal em indiciar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua mulher, Marisa Letícia, por crimes como corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Além deles, outras três pessoas também foram indiciadas nesta sexta-feira (26).

A parlamentar declarou que Lula foi indiciado hoje, porque o ex-presidente disse que acompanharia Dilma Rousseff na segunda-feira (29), quando a presidente afastada fará sua defesa na etapa final do processo de impeachment, no Senado. Afirmou ainda que o desentendimento entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato, "era teatro".

senadora regina sousaSenadora Regina Sousa.(Imagem:Lucas Dias/GP1)
“Tudo certo, né? Polícia Federal indicia Lula e Moro devolve o passaporte da mulher do Cunha, pra bichinha ir ali em Miami, comprar um vestido hoje novo. Não falei que a briga entre Gilmar Mendes e Moro era teatro? Indiciaram Lula hoje porque ele disse que viria com Dilma ao Senado segunda. Já pensou o constrangimento dos que viviam babando os dois?”, declarou a política.

 

Fonte:GP1

7e815c2bf6331ab99592e90878d03628Dilma não teve capacidade de virar um voto, diz Heráclito.(Imagem:Divulgação)

O deputado federal Heráclito Fortes (PSB) culpou a própria presidente afastada Dilma Rousseff (PT) pelo seu impeachment. Para o parlamentar, Dilma não mantinha um bom relacionamento com o Congresso Nacional.

 

"A Dilma em 3 meses de governo saiu de uma maioria de 300 e tantos deputados que o apoiavam para 110. A culpa é dela. Faça um levantamento de quantos parlamentares ela recebeu. A Dilma não teve capacidade de virar um voto durante esse período. Só perdeu", disse durante entrevista à TV Cidade Verde.

Segundo Heráclito, um presidente não pode virar as costas para o Legislativo e o Judiciário. "Esse é um processo que veio crescendo. Em regime democrático você não pode subestimar o poder Legislativo e o Judiciário", declarou, mencionando o agravante das pedaladas fiscais.

"A pedalada é grave. Se no passado houve, não podemos repetir o passado. O que não pode é o povo pagar o preço", acrescentou.

Ainda de acordo com o deputado, logo após o impeachment o país precisa parar e discutir seus rumos. "O Brasil está tão cansado que vai se fazer tudo para dar certo. No dia seguinte, você tem que sentar e discutir, já que há uma maioria sólida", completou.

 

Fonte:cidadeverde.com

O vereador Edilberto Dudu (PT) conversou com o GP1 e falou sobre a expectativa para o julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff, que inicia nesta quinta-feira (25) no Senado, em sessão presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski.

vereador duduVereador Dudu.(Imagem:Lucas Dias/GP1)

“Essa conspiração iniciou com o Sérgio Moro e está desembocando hoje. Eu não tenho expectativa que a Dilma escape, acho que eles consolidam o golpe, apesar dos próprios órgãos de controle terem concluído que não houve crime de responsabilidade. Eles já estavam maquinando o golpe na perspectiva de tirar o poder, imaginem agora quando estão no poder, com um ministro como o José Serra, aglutinado com Aécio neves, que foi derrotado nas urnas”, considerou.

Dudu acredita que em 2018 existe a possibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltar à presidência. “Eles querem prender o Lula e torna-lo inelegível, ou seja, se não consolidarem o segundo golpe, pode ter certeza que Lula será eleito novamente presidente do Brasil”, finalizou.

 

Fonte:GP1


O senador Elmano Férrer (PTB) disse que os adversários estão tentando “desqualificar” a candidatura de Amadeu Campos (PTB) que, segundo ele, vem crescendo na campanha em Teresina. O senador afirmou que diferente de alguns comentários dos opositores, a coligação está sendo muito bem recebida pelos teresinenses.

elmano ferrer

“O Amadeu chegou pra mim e disse ‘eu vou ganhar essa eleição’. Esses comentários maldosos com relação a participação do governador na campanha, a respeito do Décio Solano [vice de Amadeu Campos] são uma tática dos adversários buscando desqualificar a campanha do Amadeu. Estão surpresos com o crescimento do Amadeu na campanha e, por isso, usam esses artifícios buscando desqualificá-lo”, defendeu o senador.

O deputado estadual, Robert Rios Magalhães (PDT) tem sido o “xerife” das principais críticas a coligação encabeçado pelo PTB em Teresina. Em uma delas, o parlamentar disse que o senador havia sido ingrato com o ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB). Num segunda ocasião, ele afirmou que Amadeu Campos não tinha o apoio do povo e nem do governador Wellington Dias (PT). As farpas de Robert, também atingiram Décio Solano (PT), vice de Amadeu, que foi chamado pelo deputado de “gigolô do PT”.

Apoiadores

O senador também comentou a declaração do governador Wellington Dias (PT) que esclareceu que não vai participar ativamente da campanha de Amadeu Campos por ter que se dedicar também, aos demais municípios do Estado.

“Isso já era esperado, o governador tem uma agenda em todo o estado e nada mais normal que ele, como gestor, cumpra essa agenda. Além do mais, o Wellington ainda quer dar atenção aos municípios em que o PT tem representantes, o que não é só em Teresina. O mesmo acontece comigo, pois também sou presidente do PTB e tenho que prestigiar as demais cidades”, reforçou o senador.

 

Fonte:GP1

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