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Circula nos grupos e redes sociais de policiais militares do Piauí um vídeo do então Deputado Federal Nazareno Fonteles(PT-PÌ) em uma reunião na Câmara dos Deputados dizendo que tem medo de policial militar armado e esses profissionais só deveriam usar armas em operações. "Porte de arma nem policial deveria ter,  a não ser em operação. Como cidadão faço tudo pra tá longe deles pois sei que é um risco".

Acontece que a casa do seu filho que é secretário de fazenda, Rafael Fonteles foi invadida por bandidos, a família feita refém e desde então um PM é escalado como vigia da residência do secretário. Essa ação não pode ser considerada operação policial pois as operações tem duas características. Primeira é feita em grupo e segunda sempre recebe um nome que se relacione ao evento, por exemplo a operação Lava-jato, operação Araras, Praga de Justiniano e tantas outras. Se essa missão isolada do PM fosse considerada operação o nome ideal seria OPERAÇÃO CUSPE NA CARA. Confira o vídeo abaixo.

Screenshot 2016 04 10 19 35 15Ex-deputado Nazareno Fonteles. (Imagem:Divulgação)

 

Da redação

O Vice-Prefeito de Floriano Salomão Holanda reuniu membros do PRB (Partido Republicano Brasileiro) para tratar de assuntos relacionados ao pleito eleitoral deste ano que segundo o presidente, terá mais uma vez participação ativa do seu partido. A reunião foi no final da manhã de hoje(08) e contou com a presença de integrantes da comissão provisória que é composta por Honorato Drumond, Andrade, Valério Carvalho e Régis. Ao término do encontro o presidente Salomão concedeu uma entrevista ao jc24horas falando que estão realizando um trabalho sério para a cidade de Floriano dentro da perspectiva de contribuir na parte majoritária e no legislativo na câmara municipal. "Nós temos 08 anos militando pelo PRB em nossa cidade e queremos compor um grupo que venha olhar para os munícipes e para a população mais carente trazendo infraestrutura, saúde, educação e segurança dentro de um projeto viável para a cidade de Floriano". Disse o vice-prefeito.

20160408 124105Andrade, Honorato, Salomão, Valério e Régis. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

O partido conta com um total de 10 pré-candidatos ao cargo de vereador e em relação aos rumos do PRB na escolha da chapa majoritária, o presidente falou que no primeiro momento o objetivo era uma candidatura própria, mas como não foi possível, o partido vai fazer composição com algum pré-candidato que tenha projeto para viabilizar a candidatura de prefeito de Floriano. "Nós temos o sentimento de participar da chapa majoritária fazendo composição". O PRB ainda não definiu com quem fará a composição, mas deixa claro que não faz restrição a nenhum dos nomes lançados.

 

Da redação.

Na noite desta quinta-feira (07), o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se pronunciou por meio de nota, através de sua assessoria de imprensa, acerca do pedido de prisão protocolado pelo Ministério Público Federal em Marília, no estado de São Paulo.

marcelo castro 344967Marcelo Castro. (Imagem: Alan Marques/Folhapress)

A assessoria informou que o Ministério da Saúde cumpre todas as determinações judiciais para o fornecimento de medicamentos e disse que já entrou em contato com a Secretária Estadual da Saúde de São Paulo para adotar as medidas necessárias, em caráter emergencial, para cumprir a liminar.
A nota ainda esclarece que não há nenhuma decisão judicial para a prisão de Marcelo Castro ou do secretário da Saúde de São Paulo, David Uip.

O MPF pediu, hoje, a prisão dos gestores após a interrupção, desde janeiro desde janeiro deste ano, do fornecimento do medicamento cannabidiol, que havia garantido por uma liminar expedida pelo órgão em abril de 2015.

Confira a nota na íntegra

O Ministério da Saúde informa que cumpre todas as determinações judiciais para fornecimento de medicamentos ou custeio de tratamentos de saúde. No ano passado, a pasta realizou 23 compras para atender processos judiciais que determinam a oferta de medicamento a base de Canabidiol, totalizando um gasto de R$ 816,2 mil.

Sobre o processo para atender pacientes do município de Marília (SP), o Ministério da Saúde já está em contato com a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e adotará as providências necessárias, em caráter emergencial, para que o cumprimento da determinação judicial. Esse auxílio ocorre para evitar duplo cumprimento nas decisões em que citam mais de um ente da federação. Neste caso, está acordado que a compra e oferta será realizada pela Secretaria Estadual de São Paulo.

Cabe ressaltar ainda que não há decisão judicial para a prisão de gestores do Ministério da Saúde e da Secretária Estadual de Saúde de São Paulo.

Att,

Cristiane Ventura de Carvalho - Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde / PI.

 

Fonte:GP1

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), enviou nesta quarta-feira (6) ofício aos líderes partidários pedindo a indicação de integrantes para a comissão especial que analisará pedido de impeachment do vice-presidente da República, Michel Temer. Cunha já havia dito nesta terça (5) que pediria as indicações, mas destacou que não instalaria o colegiado se os líderes não apresentassem os nomes.

eduardo cunhaEduardo Cunha concede entrevista coletiva na Câmara (Foto: Nathalia Passarinho/G1)
O DEM já afirmou que não indicará membros – e a atitude deve ser seguida por outros partidos, segundo Cunha. Na prática, a estratégia dele é postergar ao máximo a instalação da comissão, na esperança de que, nesse meio tempo, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reverta a decisão do ministro Marco Aurélio Mello.

Nesta terça, o ministro determinou que a Câmara acolha pedido de abertura de processo contra Temer que havia sido arquivado por Cunha.
No mesmo dia, o presidente da Câmara chamou a decisão de "absurda" e disse que, embora fosse pedir a indicação de nomes para a comissão, sabia que muitos partidos não fariam isso. "Já há maioria no sentido de não indicar. E, aí, certamente, não tem condição nenhuma de ser instalada a comissão, na medida em que não há número de membros suficientes para que haja a instalação”, disse Cunha.
Criação x instalação da comissão
Para Marco Aurélio, o processo contra Temer deveria seguir os mesmos procedimentos do caso contra a presidente Dilma Rousseff: o ato de criação da comissão especial deveria ser lido no plenário. No entanto, o presidente da Câmara disse que não será feita a leitura desta vez.

A exigência é um ato formal para dar início ao prazo para os líderes dos partidos indicarem os nomes dos integrantes do colegiado. Cunha argumentou que não faria a leitura porque quem criou a comissão foi o ministro Marco Aurélio, e não ele.
O presidente da Câmara alegou que a decisão do magistrado determina a instalação, e não a criação, que são etapas diferentes. A instalação da comissão acontece quando a comissão já está oficialmente criada e com os seus membros eleitos.

Sem prazo
No ofício enviado aos líderes partidários, o presidente da Câmara não estabeleceu prazo para os líderes enviarem as suas indicações. Segundo a Secretaria-Geral da Casa, Cunha não pode nomear, de ofício, deputados para preencher eventuais vagas, caso os líderes se recusem a indicar parlamentares.

O líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM), explicou por que não fará indicações para a comissão especial. “Vamos aguardar a decisão do pleno do Supremo Tribunal Federal por entendermos que essa matéria ainda não está julgada e vamos, sim, aguardar para ver qual é a decisão”, disse.

No total, a comissão especial destinada a analisar o pedido de impeachment de Temer terá 66 membros titulares e 66 suplentes – um a mais do que a comissão que analisa o processo da presidente Dilma Rousseff. Isso porque, segundo a Secretaria-Geral da Câmara, foi levado em conta o tamanho das bancadas depois da janela partidária, período em que mais de 90 deputados migraram de legenda sem punição com a perda do mandato.

Decisão de Marco Aurélio
A decisão de Marco Aurélio Mello atende ao pedido de um advogado, Mariel Márley Marra, de Minas Gerais, que acionou o STF para questionar decisão de Cunha que arquivou uma denúncia que ele apresentou contra Temer, em dezembro do ano passado.
O presidente da Câmara entendeu que não havia indício de crime de responsabilidade do vice-presidente.
Na decisão, Marco Aurélio diz que o recebimento de uma denúncia por crime de responsabilidade pelo presidente da Câmara deve tratar apenas de aspectos formais e não analisar o mérito das acusações.

 

Fonte: G1

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