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Nesta quinta-feira (23), o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse que o governo da presidente afastada Dilma Rousseff "jamais apoiou institucionalmente" a Operação Lava Jato.

d 364294Governo Dilma nunca apoiou a Lava Jato, diz ministro da Justiça. (Imagem:Globo)

De acordo com a Folha de São Paulo, o ministro deu as declarações após comentar uma possível influência entre a sua visita a Curitiba com a Operação Custo Brasil, que prendeu o ex-ministro Paulo Bernardo. Porém a operação foi deflagrada em São Paulo e não em Curitiba."Não há nenhuma relação da minha visita institucional, de apoio à Lava Jato, provavelmente seja isso que tenha deixado desconfortável essas pessoas, é que o governo anterior jamais apoiou institucionalmente a Lava Jato, porque o governo anterior jamais apoiou o combate à corrupção", relatou.

Segundo Alexandre de Moraes, a gestão do presidente em exercício Michel Temer (PMDB) "apoia totalmente o combate à corrupção, apoia totalmente a Operação Lava Jato, e não tem vergonha, como o governo anterior tinha, de dizer isso" afirmou.

O presidente interino foi citado na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, onde ele foi acusado de ter pedido dinheiro de propina para a campanha de Gabriel Chalita, à época no PMDB, à Prefeitura de São Paulo. Temer nega ter feito o pedido. O ex-ministro Romero Jucá (PMDB-RR), saiu do cargo após ser flagrado em conversas na qual sugeria barrar as investigações da Lava Jato.

A presidente afastada Dilma Rousseff, foi alvo de um pedido de inquérito, onde ela é acusada de tentar atrapalhar as investigações da Lava Jato.

 

Fonte:GP1

O pré-candidato a prefeito de Teresina pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Amadeu Campos, ajuizou queixa-crime contra o líder comunitário Francisco Chagas do Nascimento Júnior, o “Júnior do MP3”, por calúnia, injúria e difamação, crimes previstos nos artigos 138,139 e 140 do Código Penal, agravados por sido cometido na presença de várias pessoas.Amadeu Campos alega ter sido gravemente desrespeitado na reunião do Partido dos Trabalhadores realizada no dia 18 de junho de 2016. Na ocasião, Júnior do MP3 fez graves acusações e ofensas, dentre elas de Amadeu Campos ser o mandante do homicídio do jornalista Donizetti Adalto e de ter corrompido o desembargador Albuquerque, do Tribunal de Justiça do Piauí, e ainda, de se envolver com prostituição.

A ação foi ajuizada as 12h18min da terça-feira, 21 de junho, e tramita na 09ª Vara Criminal da Comarca de Teresina.

amadeu campos 359636Amadeu Campos. (Imagem: Lucas Dias/GP1)

Outro lado

O GP1 entrou em contato com o líder comunitário Júnior MP3 que afirmou que não estava sabendo da ação e disse estar tranquilo, pois tem Deus ao seu lado.

“Ele entrou com uma ação?. Eu não estava sabendo. Estou sendo informado agora pelo GP1. Essa é a nossa Justiça. Vivemos um país onde um vitimizador tenta se sobressair sobre os justos. Agora eu conto com Deus, que está ao meu lado. Pode ter certeza que eu não irei desistir e nem recuar, pois tenho Deus ao meu lado”, declarou.

junior do mp3 363665Júnior do MP3. (Imagem: Lucas Dias/GP1)

 

Fonte:GP1

Nesta quarta-feira (22), em entrevista ao GP1, Júnior do MP3, rebateu as críticas do vereador Edilberto Borges, o Dudu do PT, que defendeu o pré-candidato a prefeito de Teresina Amadeu Campos de comentários do líder comunitário. Em resposta, Júnior disparou que "Dudu é cão de guarda do Amadeu".

junior do mp3 354834Júnior do MP3. (Imagem: Lucas Dias/GP1)

Dudu criticou Júnior do MP3 por ter ofendido Amadeu Campos, durante entrevista ao GP1, nesta terça-feira. O vereador afirmou que a ofensa atingiu não apenas o jornalista, mas também foi contra as bandeiras de militância do Partido dos Trabalhadores. “O Júnior ofendeu o Amadeu Campos, o Judiciário, os deficientes e até o PT que não concorda com nenhum tipo de preconceito. As declarações dele mostram discriminação, tudo que historicamente rebatemos. Sou radicalmente contra a fala do Júnior”, declarou o vereador.

vereador dudu pt 360279Vereador Dudu (PT). (Imagem: Lucas Dias/GP1)

Júnior do MP3 questionou quem delegou o vereador Dudu a apoiar a pré-candidatura de Amadeu Campos. “Quem é que deu essa autorização para o Dudu defender o Amadeu? Ele deve ter alguma coisa nessa história. O Dudu está parecendo um cão de guarda, na hora que a gente fala do Amadeu ele avança na gente”, criticou.
O líder comunitário também levantou questionamentos sobre os motivos que levam Dudu a defender Amadeu com tamanha veemência. “Eu nunca vi o Dudu defendendo ninguém como ele defende o Amadeu, ele chega a babar nas reuniões do PT quando ele fala do Amadeu, a babar mesmo. Tem alguma coisa esquisita, não é normal isso”, avaliou.
Júnior colocou seu nome à disposição da sigla, mas os delegados do diretório municipal do PT, aprovaram, no último sábado (18), a resolução que abre espaço para uma possível aliança com o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que tem como pré-candidato o jornalista Amadeu Campos. A resolução foi aprovada com 30 votos dos 53 delegados aptos a votarem.

Vídeo com críticas a Amadeu Campos

Júnior do MP3 falou sobre o vídeo que circula nas redes sociais em que ele faz críticas a Amadeu Campos. O líder comunitário explicou que não gravou o vídeo e não autorizou a veiculação das imagens, mas afirmou que não retira o que disse. “Aquela minha fala é no espaço reservado do Partido onde qualquer militante tem direito de se pronunciar. Não gravei, mas também não retiro uma vírgula do que falei”, declarou.

 

Fonte:GP1

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), retirou nesta segunda-feira, 20, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a consulta que poderia ajudar o presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a reverter em plenário seu pedido de cassação aprovado pelo Conselho de Ética na semana passada.A intenção do parlamentar maranhense de retirar a consulta foi adiantada pelo Broadcast Político (serviço de notícias em tempo real da Agência Estado) na última sexta-feira. Em sua decisão desta segunda, o parlamentar maranhense determinou o arquivamento da consulta.

147a94862d038a1d610d3edc19026833Deputado José Maranhão. (Imagem:Divulgação)

A consulta arquivada se baseava em quatro perguntas: se deve ser votado em plenário um projeto de resolução (sujeito a receber emendas e assim sofrer alteração no plenário) ou parecer (do relator no Conselho de Ética, sem possibilidade de mudanças); se é possível fazer emendas em plenário (alterando o que veio do conselho); se essas emendas podem prejudicar o representado; e se, no caso de rejeição pelo plenário do projeto de resolução, é preciso deliberar sobre a proposta original da representação ou se ela é considerada prejudicada.

Em sua decisão desta segunda-feira, Maranhão justificou a retirada sob o argumento de que a CCJ já tinha se pronunciado sobre o mérito da consulta em pelo menos duas ocasiões, sobretudo, segundo ele, em relação ao que deve ser submetido à deliberação do plenário: se o parecer ou projeto de resolução.

Com base nessa jurisprudência, o presidente interino decidiu que o que deverá ser submetido ao plenário da Câmara será o parecer, e não o projeto de resolução e que, por esse motivo, "não há de se cogitar da possibilidade de admissão de emendas".

Como mostrou o Broadcast Político na última sexta-feira, Maranhão também decidiu retirar a consulta por motivos políticos.

Ele disse a deputados adversários de Cunha que perdeu a confiança até nos interlocutores de seu partido e no chamado "Centrão" - grupo de 13 partidos liderados por PP, PSD, PR e PTB -, que quer voltar a ser um vice-presidente da Casa e ficar longe dos holofotes.

As conversas se intensificaram após a aprovação do pedido de cassação no Conselho de Ética e seu indicado para presidir a CPI do DPVAT, Luís Tibet (PTdoB-MG), perder a vaga para o deputado Marcos Vicente (PP-ES), patrocinado pelos aliados de Cunha.

A consulta que pode livrar Cunha da perda do mandato estava na pauta desta segunda-feira das discussões da CCJ.

O deputado Arthur Lira (PP-AL), aliado de Cunha, tinha produzido um parecer por meio do qual sugeria que fosse votado em plenário um projeto de resolução, sujeito a emendas (desde que elas não prejudiquem o representado).

O parecer do relator previa ainda que, caso a pena prevista no projeto votado fosse rejeitada pelo plenário, o deputado seria absolvido, não podendo ser votada a representação inicial. No caso de Cunha, a representação do PSOL e Rede pede a perda do mandato.

 

 

Fonte: Exame

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