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Atualizada às 21h14

A diretora do Hospital de São João do Piauí, psicóloga Santana Andrade, e o casal de filhos dela, morreram em um grave acidente na BR-316. A tragédia aconteceu por volta das 16h no km 72 da rodovia, próximo ao município de Monsenhor Gil. A família estava indo para Teresina.

00fe596591e8f55d4f9cd41a4bf85298Foto: Arquivo Pessoal/Facebook

O carro em que a psicóloga estava colidiu com um caminhão carregado de tijolos. Ela e o filho, Thiago Andrade, morreram na hora. A filha, Thamyris Andrade, ainda chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital.

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O filho da psicóloga ficou com o corpo preso nas ferragens do veículo, modelo HB20.

Segundo a PRF, o trânsito ainda era lento na rodovia por volta das 18h. Chovia no momento do acidente. As causas do acidente ainda vão ser investigadas.

 

Fonte:cidadeverde.com

Mais uma vez o serviço de policiamento ostensivo de nossa cidade apresentou um plantão com resultado positivo nas últimas 12 horas, segundo informações do Sub-tenente Hélio Aevlino Coordenador de Policiamento da Unidade. Como fazemos diariamente, nossa reportagem foi ao Quartel do 3º Batalhão Policial Militar para conferir de perto os números e tipos de ocorrências registradas e apenas uma moto foi apreendida.

WhatsApp Image 2019 10 05 at 07.37.36Moto apreendida pela polícia. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

O principal motivo da apreensão foi o fato de ser conduzida por um menor de idade que pilotava de maneira perigosa e durante a abordagem, foram observadas outras irregularidades que você fica sabendo através da entrevista com o Sub-Oficial que você confere no vídeo abaixo.

Da redação

A ex-deputada Manuela D"Ávila (PCdoB-RS) afirmou à Polícia Federal (PF) que parte das conversas que teve com o hacker Walter Delgatti Neto, o "Vermelho", desapareceu dos arquivos do seu aparelho celular. Segundo ela, as mensagens tratavam de um perfil no Twitter que atacava o jornalista Glenn Greenwald, fundador do site The Intercept Brasil, e sobre o uso da sua conta no aplicativo Telegram.

4a06271abd9e6eb5404404fdff6837e9Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Manuela intermediou o contato de Delgatti com Greenwald. O jornalista é um dos responsáveis por divulgar mensagens pessoais capturadas pelo hacker nos celulares de procuradores da Lava Jato. Delgatti está preso desde julho por invadir o telefone de autoridades do País.

Em depoimento prestado à PF no dia 28 de agosto de 2019, Manuela disse que tirou prints das mensagens trocadas com Delgatti, mas que essas "fotografias das mensagens" não incluíam algumas das conversas que ela teve com o hacker e, por isso, não foram incluídas no inquérito policial.

Conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo, o contato do hacker com Manuela D"Ávila foi além de uma mera troca de contato telefônico, como ela chegou a afirmar. O inquérito sigiloso, ao qual a reportagem teve acesso, mostra que os dois conversaram por nove dias via aplicativo de mensagens - do dia 12 e 20 de maio deste ano.

No depoimento, a ex-deputada afirma que o contato entre os dois se estendeu além disso, pelo menos até o fim de junho. Essas mensagens, porém, não chegaram a ser entregues às autoridades policiais.

'Pavão Misterioso'

Em uma conversa apagada, segundo contou Manuela à PF, Delgatti contava à ex-parlamentar que tinha descoberto quem eram as pessoas por trás do perfil "Pavão Misterioso", uma página no Twitter que promove ataques a Greenwald e à "Vaza Jato", como o site The Intercept Brasil batizou a série de mensagens de procuradores divulgadas.

Manuela disse à PF que "não se interessou pelo assunto e que por isso não se preocupou em fazer prints". Uma segunda conversa não entregue à PF teria ocorrido, segundo Manuela, no fim de junho de 2019.

A troca de mensagens teria sido provocada pela própria ex-deputada, após ela perceber que sua conta no Telegram estava coberta pelo modo de verificação em duas etapas (um dispositivo de segurança do aplicativo).

À PF, Manuela disse que procurou o hacker porque estava impossibilitada de fazer a instalação do Telegram em outro aparelho celular.

"Também tinha receio de não conseguir usar mais o Telegram caso o hacker resolvesse "deslogar" o aplicativo", disse ela ao delegado Flávio Zampronha, responsável pela Operação Spoofing.

Ela contou ao delegado da PF que o primeiro contato com o hacker se deu às 11h de 12 de maio de 2019, quando recebeu uma mensagem no Telegram de um número da Virgínia (EUA).

Segundo Manuela, logo em seguida recebeu uma ligação, que ela acreditou na ocasião ter partido do próprio Telegram: "Telegram, Telegram", disse, segundo ela, uma pessoa do outro lado da linha

Após a ligação, a ex-deputada afirmou que recebeu uma mensagem na qual o nome aparecia como sendo o senador Cid Gomes (PDT), mas que na verdade era Delgatti, já pedindo "ajuda" para vazar as mensagens.

No depoimento, Manuela ainda disse que nunca trocou mensagens de voz com Delgatti e afirmou que nunca falou pessoalmente com o hacker. Ela também colocou seu celular à disposição da perícia para que os investigadores pudessem tentar acesso a informações necessárias ao inquérito.

Fonte: Estadão Conteúdo

Uma moto Honda Factor que foi tomada de assalto na tarde de ontem(03) se envolveu em um acidente no bairro Pau Ferrado, ao bater com outra motocicleta. O condutor do veículo roubado evadiu-se do local, fato que fez com que a polícia suspeitasse que algo errado estava acontecendo, além do acidente.

WhatsApp Image 2019 10 04 at 08.09.52Moto recuperada pela PM. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Ao verificar pelo sistema de segurança, foi constatado que a moto teria sido tomada de assalto na tarde do mesmo dia. Confira o vídeo que foi veiculado ao vivo direto do Quartel do 3º Batalhão Policial Militar.

Da redação

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