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O juiz Antônio Reis de Jesus Nollêto, da 1ª Vara do Tribunal Popular do Júri, decretou a prisão preventiva de Thaís Monait Neris de Oliveira, uma das acusadas de participação no assassinato do cabo do Bope, Claudemir de Paula Sousa, em dezembro de 2016. Cinco anos após o crime, o julgamento finalmente foi marcado para a próxima segunda-feira (20), mas a ré ainda não foi localizada e é considerada foragida.

4c9f0ff4e1889d523f50a307552df26dNa primeira foto, Thaís Monait na época do crime contra o cabo do Bope em 2016. Na segunda foto, ela em 2018 após a acusação de ter participado de um roubo. (Imagem:Whatsapp)

Dois oito réus no processo, apenas Thaís Monait está com o julgamento marcado. Os demais aguardam em liberdade. Na decisão da prisão preventiva, consta ainda que ela estaria residindo em Goiás há cerca de um ano e que há documento em nome de Thaís Monait Neris de Oliveira, uma 'Caderneta da Gestante’, da cidade de Brasília-DF.

O promotor de Justiça, João Malato, pontua que as provas nos autos a incriminam e mesmo que a ré não seja localizada, o julgamento vai ocorrer normalmente.

"As provas nos autos a incriminam. O MP defende pena máxima como partícipe, que varia de 12 a 30 anos", disse Malato ao Cidadeverde.com.

No crime contra o PM do Piauí, Thaís Monait é apontada como "olheira', ou seja, responsável por monitorar a vítima. Claudemir de Paula Sousa, 33 anos, foi morto enquanto saía de uma academia no bairro Saci, na zona Sul de Teresina, em dezembro de 2016. Após minunciosa investigação, a Polícia Civil do Piauí descobriu que o crime foi planejado e teve motivação passional.

d85c7e1b5a25f4a5316605cec3aacfcdFoto: Arquivo pessoal
Histórico da acusada

Logo após a morte do cabo do Bope, Thaís Monait teve a prisão preventiva decretada em dezembro de 2016. Contudo, em janeiro de 2018, a custódia foi revogada, sendo aplicadas algumas medidas cautelares diversas da prisão.

Contudo, três meses após ganhar liberdade, ela teve a preventiva novamente decretada após ser presa em flagrante por roubo.

Em junho de 2020, a acusada teve a prisão relaxada por excesso de prazo e, até então, aguardava o julgamento em liberdade.

Em setembro de 2021, quatro dias antes do julgamento, ela, mais uma vez, teve a preventiva decretada. Desta vez, por ter se ausentado do município de sua residência, sem a devida autorização deste juízo.

Fonte: cidadeverde.com

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (17) operação que investiga uma quadrilha especializada em fraudar laudos para aquisição de armas de fogo.

c4ddf8817df6ac6e57ef8d3616f32214Foto: Ascom/PF

A operação foi batizada de “Restituere” e cumpre dois mandados de busca e apreensão em Teresina.

De acordo com a PF, o objetivo da operação é reprimir crimes de falsificação de documentos utilizados em processos de aquisição de armas de fogo autorizados pela Polícia Federal.

A investigação iniciou-se com a constatação da falsificação de laudos de aptidão psicológica e laudos de aptidão técnica ao manuseio de arma de fogo necessários para a instrução de processos autorizativos de aquisição de armas de fogo de uso permitido junto ao Sistema Nacional de Armas – SINARM – da própria Polícia Federal. No bojo dos processos suspeitos constatou-se a atuação da mesma despachante representando os interessados e a inautenticidade dos laudos apresentados.

O cumprimento das medidas de hoje visa colher novos elementos probatórios para a investigação e identificar outros possíveis envolvidos e beneficiários dessa prática criminosa.

Observa-se que a autorização para a aquisição de armas de fogo de uso permitido é emitida pela Polícia Federal após o atendimento dos requisitos previstos na Lei nº 10.826/2003, Decreto nº 9.845/2019 e Instrução Normativa nº 201/2021 da Polícia Federal, cujas informações estão disponíveis no endereço eletrônico "www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/armas".
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de falsificação e uso de documentos falsos previstos nos artigos 298 e 304 do Código Penal Brasileiro, com penas previstas de 01 a 05 anos de reclusão.

 

Fonte:cidadeverde.com

Um cãozinho foi resgatado vítima de maus-tratos e uma mulher presa no bairro São Pedro, na zona Sul de Teresina. O delegado Emir Maia, titular da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), conta que a denúncia foi feita anonimamente e, ao chegar à residência, os policiais constataram que o animal chorava muito e teria passado a noite anterior na chuva. Além disso, o cachorro estava sem comida, sem água e possivelmente com as costelas fraturadas.

cao29Cãozinho estava no quintal e foi colocado dentro de um balde plástico durante o resgate (Foto: divulgação: DPMA)

"Na delegacia, a perícia constatou que ele havia sofrido algum trauma que pode ter sido um atropelamento e estava com as vertebras quebradas ou machucadas. Ele será submetido a um raio-x para confirmar ou não a fratura", explica Emir Maia.

A tutora foi presa em flagrante nesta quinta-feira (16) e será encaminhada para audiência de custódia, onde o juiz vai decidir ou não pela manutenção da prisão. Com a alteração na Lei de Crimes Ambientais, maus-tratos a cães e gatos teve a pena ampliada para até cinco anos, em caso de condenação.

Segundo o delegado, em sua defesa, a suspeita alegou que o cão não era dela. Emir Maia reforça a importância da denúncia desse tipo de crime, o que pode ser feita através do telefone 86 3230 2025 ou pelo Instagram @dpma_pi.

"Ela alegou que o cachorro era da mãe dela, que não sabia de nada. Mas, o fato, é que era ela que estava na casa. Ela está presa e amanhã vai passar por audiência de custódia como um preso normal, o que antes não ocorria. A população denunciando, a gente vai ao local", explica Emir Maia.

O cão foi encaminhado temporariamente para um abrigo de animais.

Fonte: cidadeverde.com