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O juiz Rafael Palludo, do Tribunal Popular do Júri, condenou a 18 anos de prisão Francisco das Chagas Pereira do Nascimento, vulgo Chaguinha, pelo assassinato da esposa Francisca Ferreira dos Santos em 2020. Algumas horas antes do crime, ela havia denunciado ele para a polícia por violência doméstica no município de Oeiras, a 281 km de Teresina.

tj pi arquivoFoto: Arquivo/Cidadeverde.com

Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público, o crime ocorreu no dia 21 de novembro de 2020, por volta das 21h20 no bairro Rosário quando Francisco das Chagas atacou a vítima com um punhal, fazendo 9 perfurações. A neta da vítima, de 5 anos, presenciou o crime e foi a responsável por pedir socorro aos vizinhos.

O MP informou que naquele mesmo dia, por volta das 13h, movido por ciúmes, ele agrediu Francisca Ferreira, o que fez ela procurar a polícia, e registrar um Boletim de Ocorrência pedindo uma medida protetiva.

Em decisão, o Conselho de Sentença do Tribunal Popular do Júri de Oeiras entendeu que o acusado cometeu um homicídio qualificado, pelo meio cruel e feminicídio, além da prática de crime de lesão corporal, ocorrida antes do assassinato.

Francisco das Chagas Pereira do Nascimento foi condenado a 18 anos de reclusão pelo assassinato que deve ser cumprido em regime fechado e mais 3 meses de detenção pela prática de crime de lesão corporal.

Fonte: cidadeverde.com

Após receber várias denúncias de populares informando que uma senhora vivia pedindo esmolas pelas ruas de nossa cidade, conduzindo uma criança para causar comoção e lucro, o Conselho Tutelar realizou diligências para localizar a mulher que ainda tentou fugir mas foi alcançada pelas conselheiras e ao fazer a abordagem, elas foram agredidas e ameaçadas pela suspeita que foi encontrada com uma criança. Nos primeiros momentos da abordagem, a mulher disse que a criança era sua filha, mas na delegacia ela disse o contrário.
Segundo informações da conselheira tutelar Solange Rêgo, a mulher saiu da delegacia ameaçando todas elas, o que causou muita revolta nos internautas que comentaram e decisão do delegado.
Nós ainda falamos com o delegado mas ele disse que estava muito ocupado e não tinha tempo pra entrevista. Mas de qualquer modo fica a pergunta. Ameaçar pessoas, explorar criança, mendicância e agressão não seriam condutas ilícitas? E se aquela criança fizer parte das milhares que são levadas dos seus pais no Brasil? vamos rasgar a página do código que reza o seguinte. "A mendicância está enquadrada na Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688/41) em capítulo que se refere às contravenções relativas à "polícia de costumes". A conduta consiste em pedir esmola, "por ociosidade ou cupidez".

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Da redação

Um bilhete apócrifo com ameaças dirigidas ao servidor licenciado Bruno Araújo Pereira, da Fundação Nacional do Índio (Funai), e a líderes indígenas foi deixado no escritório de advocacia que representa a organização para a qual ele vinha trabalhando voluntariamente, em Tabatinga (AM). Pereira e o jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do The Guardian, desapareceram no domingo, quando faziam viagem a trabalho no Vale do Javari.

9a00c96d386a03d0497610e1075f8388Foto: Divulgação/PF

"Sei quem são vocês e vamos achar para acertar as contas", diz um trecho do bilhete, com a grafia corrigida, endereçado ao advogado Eliesio Marubo. "Sei que quem é contra nós é o Beto Índio, e o Bruno da Funai é quem manda os índios irem prender nossos motores e tomar os nossos peixes. (...) Se querem dar prejuízo, melhor se aprontarem. Está avisado."

Indigenista, Pereira foi visto pela última vez há três dias, quando voltava da Comunidade São Rafael em direção a Atalaia do Norte, na companhia de Phillips. O Comando Militar da Amazônia e a Marinha enviaram ontem dois helicópteros à região para reforçar as buscas.

O percurso da dupla pelo rio deveria demorar não mais do que duas horas e Pereira era um exímio conhecedor do trajeto. Ninguém sabe o que houve. "Temos muita esperança de que tenha sido algum acidente com o barco e que eles estejam à espera de socorro", disse Beatriz Matos, mulher do indigenista. "Mesmo que eu não encontre o amor da minha vida vivo, eles têm de ser encontrados", afirmou Alessandra Sampaio, casada com Phillips.

‘AVENTURA’

Pouco depois de o Itamaraty divulgar nota, ontem, para dizer que o governo havia tomado conhecimento do assunto "com grande preocupação", o presidente Jair Bolsonaro criticou o que chamou de "aventura" da dupla.

"O que nós sabemos, até o momento, é que, no meio do caminho, (eles) teriam se encontrado com duas pessoas, que já estão detidas pela Polícia Federal, estão sendo investigadas. (...) Duas pessoas apenas num barco, numa região daquela, completamente selvagem, é uma aventura que não é recomendável que se faça. Tudo pode acontecer. Pode ser um acidente, pode ser que eles tenham sido executados. A gente espera e pede a Deus para que sejam encontrados brevemente", afirmou Bolsonaro, em entrevista ao SBT News.

Pereira estava licenciado de suas atividades na Funai para coordenar um projeto sobre vigilância de terras indígenas na União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univaja). A medida contraria narcotraficantes, garimpeiros e madeireiros que invadem a Terra Indígena do Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas com o tamanho de Portugal.

O advogado Eliesio Marubo, que recebeu o bilhete anônimo há cerca de um mês e meio, é nativo do Vale do Javari. Ele deixou o território aos 16 anos e se tornou um importante ativista nos tribunais. Marubo e Beto, citado no bilhete, também são líderes da Univaja.

"Não tenho a menor dúvida (que o sumiço de Pereira está relacionado com a ameaça). Era uma questão de tempo para acontecer. Infelizmente, é dessa maneira, até finalizarem o que eles têm de fazer. O Estado não está presente e deixa um espaço vazio. Onde o Estado não está, o crime está", disse Marubo.

IMPUNE

Outra ameaça recente ocorreu na cidade. Um piloto de embarcações da Univaja e o consultor Orlando Possuelo, filho do sertanista Sydney Possuelo, foram intimidados. "Nosso piloto e o Orlando foram parados por pessoas dizendo que eles tinham de parar o que estavam fazendo, se não ia acontecer o mesmo que aconteceu com Maxciel", contou Marubo. Maxciel Pereira era um colaborador da Funai que atuava nas bases do Vale do Javari e foi assassinado, em 2019. Até hoje, o crime está impune.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

Na noite de ontem(07), a reportagem do jc24horas esteve no Quartel do 3º Batalhão Policial Militar para divulgar a notícia mais esperado pelas vítimas de roubos e furtos de motos em nossa cidade. Foram recuperados dois veículos, sendo que um deles que é uma moto Bros 150 o proprietário já tinha sido localizado. Ele foi assaltado na tarde de ontem nas imediações do bairro Bom Lugar e a moto foi encontrada no mesmo bairro.
A segunda moto é uma Pop 100 que foi recuperada nas imediações da balança na PI 05 pelo Sargento Aldemir Júnior, de plantão naquele local. As informações foram passadas pelo Coordenador de Policiamento da Unidade, Tenente Pedro Silva. Confira a matéria.

Moto recuperada

Da redação