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Equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHHP) prenderam na manhã desta quinta-feira (16) um homem identificado como Lairton Fernandes da Silva, suspeito de participação na morte do advogado Anísio Gomes Neto, em maio deste ano, na zona sul de Teresina. A prisão aconteceu no município maranhense de São João dos Patos, onde o suspeito estava escondido na casa de familiares.

96abf7062127aae18851deb224459f13Foto: Redes sociais

Lairton é o terceiro suspeito de participação no crime preso pelo DHPP. A Polícia chegou até ele após a prisão dos outros dois suspeitos, na semana passada, em Teresina.

Após ter sido localizado pelas equipes, o suspeito foi levado para a Delegacia de São João dos Patos, onde foram feitos os procedimentos legais. Nas próximas horas, ele deve ser transferido para Teresina.

O caso

De acordo com as investigações, no dia do crime o advogado Anisio Neto estava sentado em um bar no bairro São Pedro, zona sul de Teresina, quando foi abordado por quatro indivíduos que o acusaram de estar importunando uma adolescente. Os homens teriam desferido vários golpes na vítima, utilizando paus, pedras e ferro.

Anísio ainda tentou buscar abrigo em uma residência nas proximidades do local do crime, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

As investigações ainda demonstraram que não houve poder de reação por parte do advogado, que teria sido surpreendido pelos suspeitos.

Fonte:cidadeverde.com

Uma mulher identificada como Leidiane, de 26 anos, morreu após cair e bater a cabeça durante um tiroteio na manhã desta quinta-feira (16) no Parque São Jorge, zona sul de Teresina. De acordo com informações da Companhia de Policiamento do Promorar, ela estaria se deslocando para um comércio quando se assustou com os disparos e acabou sofrendo a queda ao tentar se proteger.

e1f1d4055461450ef13af9681864a6c9Foto: FMS

A mulher foi socorrida por vizinhos até a Unidade de Pronto Atendimento do Promorar, mas acabou não resistindo aos ferimentos e morreu momentos depois.

“Nos deslocamos até a UPA, onde ela foi socorrida, e lá foi constatado que ela veio a óbito. O motivo, segundo o médico, foi a pancada durante a queda”, informou o capitão Idálio.

De acordo com informações de vizinhos, Leidiane estaria grávida, o que ainda não foi confirmado pela Polícia Militar.

A Polícia fez rondas na região, mas até o momento ainda não conseguiu localizar os suspeitos dos disparos. A motivação do tiroteio ainda é desconhecida.

Fonte:cidadeverde.com

Uma equipe da Polícia Militar foi acionada na noite de ontem por moradores do bairro Sambaíba, informando que um senhor de aproximadamente 80 anos, que mora em um quartinho alugado, não foi visto durante todo o dia, o que levou essas pessoas supor que algo de errado teria acontecido, considerando que todos os dias, ele saia pra varrer o terreiro e fazer outras atividades. Considerando que a porta estava fechada por dentro, os PMs acionaram o Corpo de Bombeiros que através do telhado, perceberam que ele estava deitado e, possivelmente, sem vida.

WhatsApp Image 2021 09 16 at 05.22.50Imagem: Reprodução
A porta da casa foi arrombada e confirmado o óbito do morador. Em entrevista concedida ao jc24horas, a senhora Marizete, que é responsável pelos imóveis, disse que o nome do idoso é Joaquim, chegou há três meses para morar em um dos quartos que ela aluga. Nossa entrevistada disse ainda que ele tem familiares em Brasília. Um grupo de integrantes de uma igreja evangélica ficou encarregado de providenciar o traslado para o DF, tão logo o corpo seja liberado pela polícia.

Da redação

O coordenador da Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor), Ferdinand Martins, informou ao Cidadeverde.com que cerca de 15 a 20 pacientes eram operados por mês pelo médico cirurgião que cobrava pelos procedimentos cirúrgicos realizados em hospitais públicos no Piauí. O presidente do inquérito policial diz ainda que esses pacientes tinham prioridade em relação aos demais regulados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na prática, os indícios apontam que, por pagarem por uma cirurgia que deveria ser gratuita, eles acabavam ‘furando a fila’.

2e49379fb4114802d0ea13671278ba71Foto: Ascom/Políciacivil

"Estamos aprofundando a investigação com o material que foi apreendido. O que a gente observou é que os pacientes que pagavam conseguiam resolver suas demandas. Quem pagava tinha prioridade no atendimento. A gente está levantando nomes de pacientes. Só hoje conseguimos localizar muitos pacientes, mas não sabemos se todos pagavam. Em média, ele operava de 15 a 20 pacientes por mês e, aparentemente, faturava por operar pelo SUS e também com o recebimento da vantagem", explica o coordenador da Deccor.

O médico cirurgião- que tem aproximadamente 50 anos-deveria prestar depoimento nesta quarta-feira (15), mas foi adiado a pedido do próprio investigado. Além dele, um técnico em Enfermagem, ambos servidores públicos efetivos, também é investigado na operação Bisturi que apura a cobrança indevida por cirurgias realizadas pelo SUS.

O delegado Denis Sampaio, da Deccor, acrescenta que os valores cobrados indevidamente aos pacientes seriam inferiores aos preços de mercado, uma forma para atrair mais pacientes. Os investigados não foram presos, mas afastados.

Entre as cirurgias mais comuns laqueaduras, vasectomias, cirurgia, de hérnia e vesícula. Denis Sampaio, da Deccor, completa que ainda não se sabe o valor arrecadado pelos investigados que agiam, pelo menos, desde 2019. Contudo, os valores por cada cirurgia podiam chegar até a R$ 5 mil.

"Na residência do médico apreendemos documentos que ainda serão analisados para saber o que interessa à investigação. Já os prontuários foram apreendidos nos próprios hospitais. O valor indevido arrecadado por cada cirurgia ainda será apurado, mas o que sabemos é que eles agiam ao longo de dois anos", explica Denis Sampaio.

De acordo com a Polícia Civil, as cirurgias eram feitas nos Hospital da Polícia Militar, Hospital do Satélite, Hospital do Dirceu e em outras unidades de saúde do interior, sem o conhecimento da direção das unidades de saúde.

Os dois servidores devem responder por corrupção passiva e, dependendo do curso da investigação, podem ser indiciados por associação criminosa.

Fonte: cidadeverde.com