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simplicioO vereador Manoel Simplisio, ex-prefeito de Floriano e ainda ex-deputado estadual, acaba de sofrer uma tentativa de homicídio.
As primeiras informações é que dispararam contra ele várias vezes, fato ocorrido na região da Praça de Eventos, área do Bosque em Floriano.


O parlamentar foi socorrido e levado para o Hospital local.


Aguarde novas informações

 

Fonte: piauinoticias

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta (17), o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral sob a acusação de cobrança de propina em contratos com o poder público. O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sergio Moro, em Curitiba. Além de Cabral, outras nove pessoas tinham sido presas até as 7h30.

37e1e23f1b7291fb0540d6fc2397682bCarro leva Sérgio Cabral para a PF.(Imagem:: Reprodução TV GLOBO)


Uma das operações é Calicute, considerada um braço da Operação Lava-Jato no Rio, que tem como base a delação premiada do empresário Fernando Cavendish. A esposa de Cabral, Adriana Ancelmo, também é alvo de condução coercitiva por essa operação. A outra ação é da Lava-Jato, que teve como base a delação da Andrade Gutierrez e da Carioca Engenharia.


Por volta das 6h50, um carro saiu da garagem do ex-governador e muitas pessoas que estavam na porta tentaram invadir o local e gritavam pela prisão dele. Para sair do local, a polícia chegou a jogar spray de pimenta.


A ação tem o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, cujo prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões.


No início da manhã também foi preso o assessor de Cabral, Wagner Jordão Garcia, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Ao todo, a polícia visa cumprir 38 mandados de busca e apreensão, 8 de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 14 conduções coercitivas.


A polícia chegou à casa de Cabral, no Leblon, Zona Sul do Rio, por volta das 6h. Cabral e os outros acusados são suspeitos de receber propina em troca da concessão de obras públicas como a reforma do Maracanã e a construção do Arco Metropolitano.

A investigação teve como ponto de partida as delações de Clóvis Primo e Rogério Numa, executivos da Andrade Gutierrez, feitas no âmbito do inquérito do caso Eletronuclear. Os dois revelaram à força-tarefa que os executivos das empreiteiras se reuniram no Palácio Guanabara, sede do governo, para tratar da propina e que houve cobrança nos contratos de grandes obras. Só a Carioca Engenharia comprovou o pagamento de mais de R$ 176 milhões em propina para o grupo.


O mandado expedido pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, visa cumprir, de forma coordenada, 14 mandados de busca e apreensão, 2 mandados de prisão preventiva e 1 mandado de prisão temporária.

Além de Cabral, a polícia também busca cumprir mandados de prisão preventiva contra o ex-secretário de governo de Cabral, Wilson Carlos, e do ex-secretário de obras, Hudson Braga.


A operação foi batizada de “Calicute”, região da Índia onde o descobridor do Brasil, Pedro Álvarez Cabral, teve uma de suas maiores tormentas.
Motivações para os pedidos de prisão
De acordo com a PF, a Operação Calicute foi desencadeada a partir da delação de executivos das construtoras Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia, sobre cobrança de propina em troca de concessões do poder público para obras como a reforma do Maracanã e a construção do Arco Metropolitano. Só a Carioca Engenharia comprovou o pagamento de mais de R$ 176 milhões em propina.


À Operação Lava-Jato, os delatores Rogério Nora de Sá e Clóvis Peixoto Primo disseram que Cabral cobrou pagamento de 5% do valor total do contrato para permitir que a construtora Andrade Gutierrez associasse à Odebrecht e à Delta, no consórcio que disputaria a reforma do Maracanã, em 2009. Na época, o ex-governador negou que isso tenha ocorrido.


A Delta pertencia a Fernando Cavendish, amigo de Cabral que foi preso em julho, após o juiz Marcelo Bretas aceitar uma denúncia contra 22 suspeitos de participar de um esquema que desviou R$ 370 milhões dos cofres públicos.


Operação Calicute com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo governo do Rio de Janeiro. O prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões. A apuração em curso identificou fortes indícios de cartelização de grandes obras executadas com recursos federais mediante o pagamento de propinas.


São investigados os crimes de pertencimento à organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, entre outros. A Operação Calicute é resultado de investigação em curso na força-tarefa da Operação Lava-Jato no estado em atuação coordenada com a força-tarefa da Operação Lava-Jato no Paraná.
Fonte: G1

Em solenidade prevista para iniciar logo mais as 08h o quartel do 3º Batalhão Policial Militar vai entregar para a sociedade piauiense novos sargentos que fizeram o curso de formação com aulas presenciais e à distância. Os PMs que serão promovidos eram cabos e através de uma rigorosa seleção, preencheram os requisitos para serem promovidos e por conta disso estarão recebendo de seus padrinhos e madrinhas as fitas que simbolizam a graduação de 3º Sargento Policial Militar.

3c70c76e e6d4 4563 8770 7e3c33c1e4acCurso de Formação de Sargentos/2016. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação

A jornalista Cláudia Cruz, mulher do ex-deputado Eduardo Cunha, disse hoje (16) em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro que não tinha conhecimento sobre a origem de R$ 1,5 milhão, dinheiro usado por ela para fazer compras no exterior. De acordo com os investigadores da Operação Lava Jato, Cláudia era beneficiária de recursos não declarados por Cunha na Suíça. Ela prestou depoimento na ação penal a que responde pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Na audiência, Cláudia Cruz se recusou a responder às perguntas do juiz e do representante do Ministério Público e somente falou ao ser questionada por seu próprio advogado. Ela disse que tinha apenas um cartão de crédito do banco Julius Bar e não sabia da existência de uma conta corrente vinculada ao cartão. Cláudia disse que nunca teve motivos para desconfiar do marido e que usava o cartão de crédito internacional para despesas pessoais, cuja fatura era paga pelo ex-deputado.

1730279f54334c2771ddac3490f378cdMulher de Cunha diz a Moro que desconhecia origem de dinheiro na Suíça.(Imagem:Divulgação)

Questionada se Cunha teria condições de bancar os gastos, Cláudia disse que o marido sempre afirmou que a origem do dinheiro era lícita "Eu já conheci meu marido com ele me contando e eu sabendo que ele atuava em comércio exterior, que ele atuava em bolsa de valores, que ele tinha patrimônio no mercado imobiliário."

Em junho, Moro recebeu denúncia apresentada pela força-tarefa de procuradores da Operação Lava Jato contra Cláudia Cruz e outros investigados que viraram réus. A denúncia é vinculada à ação penal a que Cunha responde por não ter declarado contas no exterior, que também será julgada por Sérgio Moro.

Cunha está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 19 de outubro.

Fonte: Agência Brasil

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