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Uma mãe foi presa suspeita de matar o filho de 18 dias nesta terça-feira (5) em Ituiutaba. De acordo com a delegada da Polícia Civil, Alessandra Rodrigues da Cunha, a jovem de 20 anos confessou que matou o filho porque o bebê chorava muito. O laudo do médico legista constatou que a causa da morte foi asfixia. O pai do bebê foi preso por omissão e o casal será indiciado por tortura e homicídio triplamente qualificado.


A delegada titular da Delegacia da Mulher, Criança e Idoso em Ituiutaba contou que o corpo do bebê tinha sinais de engasgadura e arranhões no pescoço. Além disso, a dona de casa confessou que o filho estava com a clavícula quebrada devido a agressões anteriores.

13599717 1065583076856561 1427824418 nCasal suspeito de matar filho em Ituiutaba (Foto: Theo Vieira/G1)
"Ela confessou o crime, como o corpo estava com sinais de engasgadura, a suspeita é que o bebê tenha sido enforcado com as mãos. Ela disse que ele já estava com a clavícula quebrada, mas não levou ao médico com receio de ser presa. Como o pai foi omisso, também responderá por homicídio triplamente qualificado que é quando o motivo é fútil, a vítima não pode se defender e tem emprego de violência", explicou.


A Polícia Civil disse que o casal levou a criança ao Pronto Atendimento por volta de 10h desta terça-feira. Ao chegar ao local o médico plantonista constatou o óbito e a unidade acionou o Conselho Tutelar. Os conselheiros desconfiaram do homicídio e acionaram a Polícia Civil.


"Pedi aos conselheiros para chamar os pais para obter mais informações sobre o caso. Enquanto isso, fui à funerária e solicitei que o corpo fosse para o Instituto Médico Legal para ser periciado. Assim que o médico me passou as informações já pedi aos policiais para ficarem de guarda no Conselho Tutelar para ser feito a prisão em flagrante. Lá mesmo a mãe confessou o crime que aconteceu na casa da família", contou Alessandra.


O corpo do menino foi velado na casa da família no Bairro Alcides Junqueira. Ele foi enterrado às 19h no Cemitério Parque da Saudade.


Casal é suspeito de torturar outro filho
A Polícia Civil disse ainda que o outro filho do casal, uma criança de um ano também pode ter sido torturada. A delegada contou que desde o primeiro mês de vida do menino o Conselho Tutelar recebe denúncias que a criança estava sendo agredida.
"Hoje o menino não foi encontrado com marcas de agressão, mas há suspeita é que ele também tenha sido torturado. Agora ele será encaminhado para uma casa de abrigo aqui da cidade mesmo", finalizou.


O casal foi encaminhado para o Presídio Municipal de Ituiutaba. A delegada disse que dentro de 30 dias encaminhará o inquérito para a Justiça.

 

Fonte: G1

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou por unanimidade nesta terça-feira o relatório do conselheiro José Gomes Graciosa sobre as obras de reforma do complexo do Maracanã para a Copa de 2014. Uma das medidas aprovadas é o bloqueio de R$ 198 milhões em créditos vigentes para as construtoras Odebrecht e Andrade Gutierrez. A punição foi pedida, como mostrou O GLOBO neste domingo, pelo conselheiro Graciosa.

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Graciosa garantiu, em seu voto, que a competência do TCE para reter créditos é amparada em jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF).

A sessão plenária aconteceu dias após a divulgação de trecho da delação premiada de Clóvis Renato Numa Peixoto Primo, ex-dirigente da Andrade Guitierrez, na qual ele afirma ter autorizado o pagamento de propina para o TCE no valor de 1% do contrato do Maracanã, reformado por um consórcio formado pela Andrade Guiterrez, pela Odebrecht e pela Delta. Na mesma delação, ele também disse que pagou 5% de propina ao ex-governador Sérgio Cabral.

Pelo contrato original, o governo do estado deveria ter pagado R$ 705 milhões pela reforma, mas a inclusão de 16 aditivos fez a obra saltar para R$ 1,2 bilhão. Entre 2010 e 2014, o TCE instaurou 21 processos para analisar o contrato, os 16 aditivos e o resultado de quatro auditorias especiais da obra. Embora os auditores do tribunal tivessem apontado irregularidades e pedido a devolução de R$ 93 milhões (à época), até hoje o TCE não havia tomado qualquer decisão sobre o assunto.

Conselhos se dizem impedidos

A conselheira Marianna Montebello se declarou impedida de votar. Outro conselheiro a não votar no processo, José Maurício Nolasco abriu a sessão fazendo um auto-desagravo e se julgou impedido de participar da análise do caso. Acusado de participar do esquema de distribuição de propinas nas obras de Angra 3, da Eletronuclear, Clóvis Renato Primo, ex-executivo da Andrade Gutierrez, resolveu fazer delação premiada para atenuar a pena no julgamento do caso. Ele contou que houve um pedido de Wilson Carlos, então secretário de Governo da gestão Sérgio Cabral, para que fosse pago ao Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ), a título de propina, 1% do valor da reforma do Maracanã.

Primo declarou que, pelo que se recordava, a propina seria destinada ao então presidente do TCE, o conselheiro José Maurício Nolasco, que nega as acusações. O delator autorizou o pagamento, mas disse não ter certeza de que o repasse efetivamente aconteceu.

Nolasco era relator de 11 dos 21 processos do Maracanã paralisados no TCE. Em seu depoimento aos procuradores, Primo afirmou ter entendido que haveria problemas com o Tribunal de Contas caso o valor não fosse repassado.

Auditorias detectaram sobrepreço

A retomada do caso coincidiu com a criação de uma força-tarefa no Ministério Público Federal do Rio para investigar os desdobramentos da Operação Lava-Jato no estado. A primeira providência do TCE foi unificar as relatorias dos processos, até então distribuídas para conselheiros diversos (oito estavam sem designação), nas mãos de Graciosa. Em seguida, tiveram de esperar um prazo de 15 dias úteis até a sessão de terça-feira, na qual o relator levará o seu voto.

O pedido para o bloqueio de R$ 198 milhões das empreiteiras do consórcio se baseia em 11 irregularidades listadas nos relatórios de auditorias. Entre elas, a atestação e o pagamento de itens duplicados, a realização de serviços desnecessários e fictícios, além de sobrepreço de materiais e problemas detectados nas rampas e arquibancadas do estádio.

No relatório, Graciosa pede esclarecimentos sobre os sucessivos reajustes na obra ocorridos em períodos inferiores a 12 meses, em desacordo com lei que dita que a periodicidade do reajuste de preços nos contratos administrativos é de um ano. Ainda no texto, o relator cita que a elaboração de projeto básico, de forma imprecisa, não foi baseado em estudos preliminares adequados à importância da obra, o que acarretou significativas modificações entre o projeto básico e o executivo.

“O objetivo, como se vê, não era, apenas, a realização de um evento futebolístico, mas propiciar o farto desperdício de dinheiro público, o que, certamente, contribuiu em muito para as dificuldades que hoje atravessam os estados que sediaram estes eventos desportivos. É inegável e inevitável a afirmação de que melhor seria se o Estado do Rio de Janeiro, um dos Estados sedes da Copa do Mundo, tivesse gasto 1,2 bilhão de reais na saúde e educação”, diz o relator no texto.

O Estado do Rio passa por dificuldades financeiras e não tem conseguido pagar em dia os servidores. O governo decretou estado de calamidade pública por conta da crise financeira.

Entre as obras no Rio em que a Odebrecht e a Andrade Gutierrez estão envolvidas, em consórcio com outras empreiteiras, estão o BRT Transolímpico e o Parque Olímpico da Barra. A Andrade Gutierrez participa ainda da despoluição das Lagoas da Barra e a Odebrecht, da Linha 4 do Metrô e do Porto Maravilha.

Em seu parecer, o Ministério Público que atua no TCE questionou se a retenção do dinheiro como garantia para pagar as irregularidades aconteceu, como havia sido indicado nas auditorias. O relator pede que a Secretaria estadual de Fazenda esclareça se isso ocorreu. O Ministério Público também quer saber o montante de compromissos financeiros (financiamentos, empréstimos e quaisquer outras operações de crédito) assumidos pelo Estado do Rio visando à captação de recursos para a execução de obras relacionadas à Copa do Mundo ou aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

 

 

Fonte: O Globo

Foi intensa a polêmica envolvendo a situação dos 51 corpos mantidos no Instituto de Medicina Legal (IML) - alguns há mais de um ano -, mas o problema deve ser completamente resolvido até o fim deste semana. Do total, apenas 10 corpos permanecem nas geladeiras e, destes, três serão enviados para a Universidade Federal do Piauí (UFPI).

1954420538ce223fb0ab5f13e413c716Instituto de Medicina Legal. (Imagem:cidadeverde.com)

Caroline Galvão, chefe de gabinete do IML, informou que os corpos que serão enviados à Universidade são de dois homens e uma mulher.

"A UFPI tem um convênio conosco para que os corpos sejam estudados. São corpos de indigentes que precisam estar bastante conservados. Atualmente, há apenas 10 dos 51 que estavam no Instituto antes do mutirão. Acreditamos que até o fim dessa semana todos sejam sepultados. Nossa dificuldade agora, na verdade, é encontrar espaços nos cemitérios da cidade", informou.

O diretor do IML, Janiel Guedes, explicou que a Secretaria Estadual de Assistência Social e Cidadania (Sasc) passou a fornecer as urnas logo após recomendação do Ministério Público, feita no último dia 22. Com isso, teve início a liberação dos corpos, que passaram a ser sepultados.

"Mas nós só podemos fazer no máximo cinco sepultamentos por dia, então por isso acaba demorando mais. Mas estamos cumprindo todas as recomendações do MP, com médicos legistas, escrivães, odontólogos e demais profissionais necessários para a liberação do corpo", informou.

No dia 26 de junho, a promotora Leida Diniz falou ao Cidadeverde.com e expediu recomendação dando prazo de 24 horas para que a situação fosse resolvida. Havia 51 corpos de pessoas não identificadas no Instituto, aguardadando sepultamento por falta de urnas funerárias. Ela declarou que se nada fosse feito, ela mesma providenciaria o enterro de parte dos cadáveres.

Na recomendação, ela pedia ainda que fossem realizados procedimentos para posterior identificação dos corpos, em caso de busca por parte de familiares. Era necessário ainda o cruzamento de dados, antes do enterro, com informações de pessoas desaparecidas no estado.

"Agora a situação já está sendo resolvida, eles já estão encaminhando corretamente e alguns corpos ainda precisam passar por perícia, por conta de algumas mortes violentas. Mas os que já estavam periciados, já estão sendo enterrados. Contudo, temos que destacar que a situação do IML vai bem além disso", declarou.
O impasse sobre a responsabilidade nos sepultamentos teve início com decisão do Tribunal de Contas do Estado que impediu o Governo do Estado, por meio da Sasc, de adquirir urnas funerárias tratando o caso como responsabilidade do município. Contudo, a Prefeitura de Teresina não tomou as providências. Agora, a Sasc assumiu o caso de forma emergencial, mas a prefeitura deverá adotar as medidas para continuar o fornecimento das urnas.

Estrutura.

52dd3f31ce9241ff8873d45c06ec52e9Promotora Leida Diniz. (Imagem:cidadeverde.com)

Inaugurado em 11 de dezembro de 2012, durante o governo de Wilson Martins (PSB), o IML está sendo hoje alvo de investigação por parte do Ministério Público do Estado. Segundo a promotora Leida Diniz, a obra possui erros que vão desde a elaboração do seu projeto até a qualidade do material utilizado em sua construção.

"Continuamos apurando a situação do Instituto porque foi isso que deu início a todo esse debate. A situação dos corpos foi apenas um dos problemas que lá encontramos. Há erros no projeto, com a tubulação passando em locais onde não deveria estar, e material de péssima qualidade utilizado na obra. Estamos solicitando toda a perícia contábil da obra, de quanto dinheiro entrou e quanto dinheiro foi de fato usado. Podemos, se confirmados os erros, ter aí um caso de improbidade administrativa", declarou.

 

Fonte:cidadeverde.com

Policiais civis da 44ª DP (Inhaúma), com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), prenderam na manhã desta terça-feira (5), Wendel da Silva Fidelis Fraga, de 18 anos, suspeito de uma tentativa de assalto contra a atleta olímpica de tiro esportivo Anna Paula Desbrousses Cotta, de 27 anos. O suspeito foi preso durante uma operação na Favela da Galinha, em Inhaúma, na Zona Norte do Rio.

annapaulaAnna Paula foi baleada em junho na Avenida Pastor Martin Luther King, em Inhaúma (Foto: Reprodução/TV Globo)
Segundo o delegado Roberto Ramos, Wendel é apontado como um dos autores da tentativa de latrocínio praticada em 9 de junho na Avenida Pastor Martin Luther King, em Inhaúma. Com base nas provas reunidas durante a investigação o delegado representou pela prisão temporária do autor que foi decretada pela Justiça.
Psicóloga e terceiro-sargento da Escola Naval Anna Paula Desbrousses Cotta, foi baleada em uma falsa blitz. Ela foi atingida na cabeça, na madrugada de 9 de junho, quando saiu de casa no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte, para ajudar na empresa da família em Inhaúma, já que seu pai estava doente.


A atleta de tiro esportivo participou de torneios importantes e tentou uma vaga na Olimpíada, mas não foi classificada. Dois dias depois de ser baleada, ela iria participar de uma etapa do campeonato brasileiro.

 

Fonte: G1

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