A Polícia Civil deflagou nesta quinta-feira (15/12) a Operação R2, com objetivo de combater o tráfico de drogas em bairros da região da Zona Sudeste, em Teresina.

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Ao mesnos 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz da central de Inquéritos de Teresina, Luiz de Moura Correia, devem ser cumpridos por mais de 70 policiais destacados para a ação.

Em nota, a secretaria de Segurança informou que a operação é resultado de diversas denúncias anônimas feitas à Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (DEPRE), apontando o intenso tráfico de drogas nos bairros Renascença II, Alto da Ressurreição, Monte Horebe e Parque Colorado.

Dão apoio à operação homens do batalhão da RONE, Canil, Bope e ainda, da Polícia Rodoviária Federal.

A secretaria ainda não informou sobre a efetivação de prisões.

 

Fonte:

20161014 082138Ten Cel Rubens Lopes. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Em entrevista concedida na manhã de hoje em seu gabinete, o Comandante do 3º Batalhão Policial Militar informou que a única ocorrência registrada durante as ultimas 24 horas foi o roubo de uma moto Brós, no bairro Cajueiro II tendo como vítima o senhor Cleiton de Freitas Sousa que reside no Distrito Federal e foi abordado por dois elementos portando arma de fogo que levaram a sua moto brós 160 placa PIG-5722 Floriano, modelo 2015. Além de roubarem o veículo, os meliantes agrediram a vítima com socos e pontapés. As viaturas da PM foram acionadas, realizaram diigências mas não conseguiram localizar os bandidos e orientaram a vítima a registrar boletim de ocorrência na Central de Flagrantes da Polícia Civil.

 

Da redação

carlos costa 2Carlos Roberto Costa, presidente da Telexfree (Foto: Edson Chagas/ Arquivo Gazeta)O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) denunciou por crime contra a ordem tributária o empresário Carlos Roberto Costa, sócio-presidente da empresa Ympactus Comercial, que usa o nome fantasia Telexfree no Brasil. Segundo o MPF, ele deixou de declarar R$ 4.419.513,44 em 2012, dinheiro recebido na função de divulgador da empresa.

Em 2013, a empresa Telexfree foi condenada pela Justiça do Acre por promover pirâmide financeira.

A denúncia foi feita no dia 4 de outubro de 2016 e foi recebida pelo juiz federal Marcus Vinicius Figueiredo de Oliveira Costa no dia 5 de dezembro. O advogado Horst Fuchs disse que Carlos Costa ainda não foi intimado, portanto não vai se manifestar.

De acordo com o MPF/ES, o empresário omitiu seus rendimentos com o objetivo de reduzir o Imposto de Renda de Pessoa Física (DIRPF). Além disso, segundo o órgão, Costa fraudou a fiscalização e prestou declarações falsas à Receita Federal.
O Ministério Público pede a condenação por crime contra a ordem tributária, espeficiamente por omitir informação ou prestar declaração falsa às autoridades fazendárias, e fraudar a fiscalização tributária.
Caso seja condenado, o empresário pode cumprir pena de dois a cinco anos de reclusão e multa. Como o MPF/ES concluiu que o valor sonegado e a origem ilícita das receitas omitidas causaram grave dano à coletividade, essa pena pode ser agravada de um terço até a metade.

Fiscalização
A fiscalização teve início a partir de indícios de irregularidades encontrados durante uma vistoria realizada na Ympactus Comercial. Segundo o MPF/ES, independentemente das atividades da Telexfree, foram identificados depósitos sem origem comprovada nas contas bancárias de Carlos Roberto Costa, incompatíveis com os declarados à Receita Federal.

O Ministério Público relatou que o denunciado encontrou maneiras para não receber a notificação oficial da Receita para prestar esclarecimentos. Como Carlos Costa não apresentou os extratos bancários das contas na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil, os documentos foram requisitados aos bancos.

Após análise dos documentos, foi constatado que os valores dos extratos eram superiores aos que foram informados na DIRPF. Houve cinco tentativas de entrega de intimação ao denunciado para que ele prestasse esclarecimentos, sem sucesso.

A partir da análise da contabilidade a Ympactus, o MPF constatou que Carlos Costa recebeu, ao menos, R$ R$ 5.974.781,99 na condição de divulgador, ou seja, rendimentos tributáveis. A quantia declarada à Receita foi de R$ 1.555.268,55. Nesse sentido, o denunciado omitiu R$ 4.419.513,44.

Retificação na declaração
O empresário retificou a DIRPF, declarando que havia recebido R$ 9.983.999,99 como “lucro antecipado”. No entanto, na contabilidade da Ympactus Comercial, não havia nenhum registro desse tipo de lucro. Também não existe, segundo o MPF, correlação entre os créditos bancários e as supostas antecipações de lucros.

O Ministério Público considerou que o empresário Carlos Roberto Costa tentou embaraçar a fiscalização e que, após ser notificado sobre o início da fiscalização na empresa Ympactus, em 2013, retificou a sua DIRPF, com o objetivo de justificar o montante não declarado sem origem comprovada.

Durante a fiscalização, a empresa foi intimada para esclarecer os valores pagos aos sócios em 2012, mas respondeu apenas que os valores estavam registrados na contabilidade. Depois, questionada sobre as divergências entre os valores declarados à Receita Federal e os valores contabilizados pela sociedade, a empresa informou que se tratava de um erro de contabilidade, sem prestar esclarecimentos.

 

Fonte: G1

Integrante do Fifth Harmony, Lauren Jauregui foi detida pela polícia americana, na noite da última terça-feira (13). A cantora estava no Aeroporto de Washington, nos Estados Unidos, quando foi flagrada tentando embarcar com maconha na viagem que faria para o Brasil.

f79af589b15c20e77bbd0a6ed60ab663Cantora internacional é presa a caminho do Brasil.(Imagem:Divulgação)

Segundo o “TMZ”, a jovem carregava um saquinho da droga em sua bagagem de mão, quando acabou levantando suspeitas de um dos funcionários da fiscalização, que acionou outros agentes.

O detalhe é que Lauren e o Fifth Harmony vinham ao País para realizar um show na sede da VEVO, em São Paulo, marcado para esta quarta-feira (14). Promovida por uma marca de refrigerante, ainda não há confirmação se a apresentação ocorrerá mesmo com a ausência da vocalista.

Advogada da cantora nega prisão
“Lauren Jauregui não foi presa e detida como noticiado, e sim simplesmente indiciada pela posse de maconha e solta. Ela vai lidar com o assunto apropriadamente por meio do sistema judiciário. Isso não vai interferir em futuras performances ou atividades já marcadas.”

Fonte: Terra

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