Um soldado da Polícia Militar matou a ex-namorada a tiros em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, na noite de quarta-feira (11), informou a Polícia Militar. Ele não aceitava o término do relacionamento, segundo uma amiga comentou nas redes sociais nesta quinta-feira (12).

janaEstudante Janaína Mitiko foi morta a tiros por ex-namorado, um soldado da PM, que não aceitava término do relacionamento (Foto: Reprodução/Facebook)
As informações iniciais são de que o casal namorou por cerca de um ano e meio. Após ter sido agredida pelo namorado, antes do Natal, Janaina Mitiko, de 32 anos terminou o relacionamento.
Janaina passou a receber ameaças do homem, que a esperou na porta de casa por volta das 22 horas desta quarta, em Itaquera. Após agredi-la, o criminoso efetuou disparos e fugiu.
Uma amiga de Janaina lamentou o caso nas redes sociais. "Uma das partes não aceita o término e comete o crime. (...) É o fim de duas vidas: de um lado, uma moça linda fazendo faculdade de Pedagogia e uma mãe que gostaria de ver a filha formada, e do outro um homem se achando maior que Deus e ao mesmo tempo legal, com uma carreira destruída", disse.
O criminoso acabou se apresentando na 1ª Cia do 39º BPM e foi autuado em flagrante por homicídio no 24º DP. Às 9h30 desta quinta, o homem estava no presidio Romão Gomes e o local do crime estava preservado para a realização da perícia.

 

 

Fonte: G1

esidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, receberá nesta quinta-feira (12) em Brasília os presidentes dos 27 tribunais de justiça estaduais e do Distrito Federal para discutir a crise no sistema presidiário do país.

age20160912186 3aUkvI1A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, durante a posse dela como chefe da Corte, no ano passado (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)
O encontro, marcado para as 10h, no gabinete de Cármen Lúcia, foi convocado em razão das recentes mortes e rebeliões em penitenciárias, com massacres de presos. Segundo o colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, a ministra está em busca de uma alternativa duradoura aos mutirões carcerários organizados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Somente na semana passada, por exemplo, no Amazonas, 56 presos foram mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), e, em Roraima, 31 foram mortos na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo.
Ao todo, segundo o governo federal, sete estados já pediram ajuda para reforçar a segurança local: Amazonas, Roraima, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins.
Na última quinta (5), Cármen Lúcia esteve em Manaus, onde conversou pessoalmente sobre a crise nos presídios do estado com presidentes dos TJs da Região Norte, do Maranhão e do Rio Grande do Norte.
No fim de semana, já em Brasília, a presidente do STF recebeu na residência dela o presidente Michel Temer, também para discutir o assunto.
Desde que assumiu a chefia do Judiciário e também do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em setembro, Cármen Lúcia tem feito visitas surpresa em diversos presídios do país para avaliar as condições humanitárias e de segurança.

Ao longo dos últimos dois anos, especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) e peritos da área de direitos humanos do governo federal alertaram para o risco de rebeliões nos presídios de Manaus, incluindo o Compaj, onde houve o massacre na semana passada.
Nos relatórios, esses analistas apontaram, por exemplo, superlotação do Compaj, falta de controle por parte do Estado e poder das facções, em uma espécie de "autogoverno".
Diante desse cenário, a Procuradoria Geral da República abriu processos para investigar os sistemas penitenciários de Amazonas, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rondônia. Dependendo da avaliação que for feita, o órgão informou que poderá até pedir ao STF intervenção federal nesses estados para restabelecer a ordem.
Sugestões ao STF
Em razão das dezenas de mortes em presídios do Amazonas ao longo da última semana, a Defensoria Pública da União (DPU) sugeriu ao Supremo Tribunal Federal que determine aos juízes de Manaus que soltem presos no estado, de modo a permanecer no regime fechado somente a quantidade equivalente ao número de vagas em cada presídio.
No pedido ao STF, a DPU sugeriu como medida a progressão de regime – do fechado para o semiaberto ou do semiaberto para o aberto – quando faltarem vagas nas penitenciárias. Em último caso, pela sugestão da Defensoria Pública, condenados poderiam cumprir a pena em casa, em regime domiciliar, desde que submetidos a monitoramento eletrônico.
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), porém, se manifestou contra a proposta. Para a entidade, a medida, se aplicada, abrirá "grave precedente", com "efeito multiplicador de grave consequência para a manutenção da paz social".

 

Fonte: G1

A guerra entre o crime organizado pelo controle do tráfico de drogas no país fez com que 70 detentos de facções rivais ao Primeiro Comando da Capital (PCC), que lidera o comércio de drogas no estado de São Paulo, fossem transferidos de diversos presídios do estado desde o início deste ano. A medida visa evitar possíveis conflitos, segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).

presosVeículos da SAP fazem transporte de presos entre penitenciárias com escolta da PM no estado (Foto: Marcello Carvalho/G1)

A determinação foi dada pelo titular da pasta, Lourival Gomes, e ocorreu após rebeliões no Amazonas e em Roraima deixarem mais de 100 mortos desde o início de 2017. Os assassinatos ocorreram devido à disputa entre e o PCC e a facção rival carioca, Comando Vermelho (CV), pelo controle dos presídios e do tráfico de drogas no país.

Informações apontam que a ordem para que o CV matasse membros do PCC em Manaus partiu de uma penitenciária federal em Mato Grosso do Sul, onde está um dos líderes da Família do Norte (FDN) preso durante a Operação La Muralla da Polícia Federal, em 2015. A chacina ocorrida na capital amazonense no primeiro dia do ano deixou 56 mortos. A FDN é aliada do CV e controla a venda de drogas e armas no Norte do país.
Em São Paulo, os presos transferidos após as rebeliões foram levados para unidades consideradas neutras, não dominadas por nenhuma facção criminosa. Por questões de segurança, a SAP diz que "os locais para os quais os presos foram removidos não serão divulgados".

Entre os transferidos estão também presos provisórios (ainda sem condenação) e que pertencem a facções rivais ao PCC, em especial o Comando Vermelho.
O G1 apurou que alguns dos presos destas facções estavam no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, e foram transferidos para Presidente Venceslau, no interior do estado.

De acordo com a SAP, antes das remoções, foram analisados cerca de 220 mil prontuários de presos. Além dos registros do sistema carcerário, a pasta usou informações recolhidas pelos diretores de unidades prisionais.
Também foram deslocados presos batizados (que praticam o crime formalmente em nome de uma facção) da Okaida, cujo nome deriva do grupo terrorista Al-Qaeda, de Osama Bin Laden. A Okaida já era inimiga declarada do PCC e atua mais na região Nordeste do país, como Ceará, Pernambuco e Paraíba.

A inteligência dos órgãos do governo diverge sobre a presença de integrantes da FDN em presídios do estado, não sabendo precisar se há poucos ou nenhum detento que diz integrar a Família do Norte. Em alguns casos, presos não declaram nem pedem para ficar em celas seguras, embora pertençam a uma facção.

Incidentes recentes
Funcionários do sistema prisional relataram ao G1 que na segunda-feira (9) foi registrado um tumulto entre facções rivais no CDP de Pinheiros. No entanto, a SAP nega que tenha ocorrido qualquer intervenção no local e disse que “todas unidades operam dentro dos padrões de segurança e disciplina da pasta”.

Informações obtidas com a inteligência do governo apontam, inclusive, que o temor de que haveria "briga por espaço" entre as facções rivais CV e PCC nos presídios de São Paulo poderia começar no fim de 2016, após o PCC tomar comunidades do CV no Rio de Janeiro, como a Rocinha, e se associar a um rival do Comando Vermelho no Rio, a facção Amigos dos Amigos (ADA).
Havia o temor de que houvesse rusgas e rixas entre presos que integram as duas facções em São Paulo e algumas lideranças do PCC que estavam em outros presídios e foram deslocados para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), nos quais há maior rigor e pouco contato com os demais detentos.

Segundo informações da inteligência, houve tentativas nos últimos anos de o Comando Vermelho entrar no tráfico de drogas em algumas áreas do estado de São Paulo, como a Zona Sul da capital, tendo perdido campo para o PCC, que ainda lidera o comércio de drogas nas cidades paulistas.
A Secretaria da Administração Penitenciária informou, em nota, que está atenta para antecipar qualquer tipo de movimento em prisões estaduais.
Transferências
Em dezembro do ano passado, Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola e apontado como o principal líder do PCC, e outros 12 chefes da facção foram transferidos para o RDD em Presidente Bernardes após uma determinação da Justiça.
Onze dos detentos transferidos cumpriam pena na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, enquanto os outros dois estavam em presídios em Avaré e Mirandópolis.

O pedido foi feito pela Polícia Civil, por meio do Deinter-8, e integra a finalização do inquérito da Operação Ethos, que apurou o envolvimento de advogados com os líderes da facção.
A ruptura da parceria entre as duas facções que comandam o tráfico de drogas no país envolve dois fatores. Primeiro, a morte, durante uma emboscada, do traficante Jorge Rafaat Toumani, em junho de 2016 na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Mato Grosso do Sul.
Ele era considerado pelos Estados Unidos como um dos barões do tráfico internacional e informes creditam ao PCC o ataque. O segundo fator foi um rompimento bilateral das facções após apoio o CV a grupos rivais do PCC em vários estados (entenda a disputa de território entre as facções).

Em Manaus, uma rebelião entre a noite de 1º de janeiro e a madrugada do dia 2 deixou 56 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). O secretário do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Marco Antonio Severo da Silva, disse que ao menos 29 dos mortos integravam o PCC.

A principal suspeita de especialistas é que o ataque tenha sido orquestrado por presos da Família do Norte, aliada ao Comando Vermelho no Norte do país, contra a tentativa de avanço do PCC na região.
Em outubro, as facções se enfrentaram em três ocasiões durante rebeliões no Norte. Os motins deixaram 10 mortos em Boa Vista (RR), oito mortos em Porto Velho (RO) e quatro feridos em Rio Branco (AC). Após os casos de Rondônia e Roraima, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, avaliou que as ações se tratavam de "uma situação pontual".

Depois das 56 mortes no Compaj de Manaus, o ministro da Justiça afirmou ser um erro ligar o massacre somente a facções. À chacina, sucederam dois outros incidentes com mortes: em Roraima, presos do PCC mataram 33 detentos que não integravam facção nenhuma, segundo Alexandre de Moraes.
Em Manaus, um outro incidente na Cadeia Pública, que havia sido desativada e recebeu presos que foram transferidos após a rebelião no Compaj, houve mais 4 mortes (três deles foram decapitados).

 

Fonte: G1

A Fifa apresentou denúncia à Polícia Suíça após perceber o furto de seis relógios de luxo antes da cerimônia na última segunda-feira (9), que congratulou os melhores jogadores e técnicos de 2016. As peças seriam entregues justamente aos premiados.

f12a8482ed6c991b6cf48d6a8742bde6Relógios de luxo da Fifa são furtados antes de premiação.(Imagem:Divulgação)

Os relógios que sumiram são da marca de luxo Hublot e tem valor estimado em 93 mil euros a unidade (aproximadamente R$ 313 mil), ou seja, juntos, equivalem a praticamente R$ 2 milhões.

A polícia deve checar as câmeras de segurança próximas ao local onde aconteceu o evento, já que as peças sumiram entre a sede da Fifa e o estúdio de televisão, segundo pessoas que acompanharam o caso.

Mesmo com o inconveniente, a entidade máxima do futebol agiu rapidamente e entregou aos melhores do mundo um outro relógio, mas da mesma marca. Além disso, informou que enviará os originais a cada premiado.

Na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, a mesma fabricante patrocinou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que presenteou a mais de 60 dirigentes esportivos um relógio da marca, o que abriu um escândalo interno e obrigou os cartolas a devolver o agrado.

Melhores do mundo

A entidade anunciou na última segunda quais foram os melhores técnicos e jogadores de 2016, além do gol mais bonito do ano e a seleção. Entre os homens, Cristiano Ronaldo levou o prêmio "The Best" de melhor jogador, enquanto Claudio Ranieri o de melhor técnico.

A seleção do ano foi formada por: Manuel Neuer, Daniel Alves, Pique, Sergio Ramos e Marcelo; Luka Modri?, Toni Kross e Andrés Iniesta; Lionel Messi, Luis Suárez e Cristiano Ronaldo.

Carl Lloyd recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o troféu de melhor jogadora do mundo. A técnica escolhida foi a alemã Silvia Neid, medalha de ouro com a Alemanha nos Jogos Olímpicos do Rio. Já o Prêmio Puskás de gol mais bonito ficou com o malaio Mohd Faiz Subri, que superou o corintiano Marlone.

Além disso, o Atlético Nacional, o jogador de futsal Falcão e as torcidas de Borussia Dortmund e Liverpool foram homenageadas pela Fifa.


Fonte: IG

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