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marcosaparecidodossantosBola durante julgamento do Caso Eliza Samudio (Foto: Maurício Vieira / G1)O ex-policial Marcos Aparecidos dos Santos, o Bola, está sendo julgado nesta quinta-feira (7) no Tribunal de Júri de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, pelo assassinato do carcereiro Rogério Martins Novelo. A sessão começou às 9h50, com 50 minutos de atraso, e é presidida pelo juiz Elexander Camargos Diniz. Em abril de 2013, Bola foi condenado a 22 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes.


De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o primeiro depoimento da sessão foi de uma testemunha de acusação, que presenciou o homicídio, mas disse não ser possível reconhecer, com clareza, o réu como sendo o atirador. Ainda conforme o TJMG, a acusação é feita pelo promotor Daniel Saliba de Freitas.

 

Com relação ao caso da morte do carcereiro, no dia 17 de março deste ano, o júri foi adiado. Segundo o TJMG, o motivo foi a ausência de um advogado do réu durante a oitiva da testemunha de defesa Edson Moreira, ouvido em Brasílía. Ao adiar a sessão, o juiz explicou que teria havido uma falha e, na ausência do advogado, um defensor público deveria ter sido constituído.

 

Arrolado como testemunha, Edson Moreira era delegado da Polícia Civil de Minas Gerais e atualmente é deputado federal pelo Partido da República (PR). Em setembro do ano passado, o júri já havia sido adiado por causa da morte de um familiar de um dos advogados de defesa de Bola.


O carcereiro Rogério Martins Novelo foi assassinado, em maio de 2000, em Contagem. Em novembro de 2012, o réu havia sido absolvido da acusação de homicídio, mas o Ministério Público de Minas Gerais recorreu da decisão argumentando que o conselho de sentença decidiu de forma contrária às provas contidas no processo. O recurso foi aceito pela Justiça, e por isso, Bola será julgado novamente.


O ex-policial cumpre pena na Casa de Custódia da Polícia Civil, no bairro Horto, na Região Leste de Belo Horizonte, em regime fechado. Em fevereiro deste ano, uma foto que circulou pela internet mostrava a suposta participação de Bola no que seria um churrasco em uma cela do local.

 

Morte do carcereiro
Segundo a denúncia do MP, em maio de 2000, Bola atirou contra o carcereiro Rogério Martins Novelo, que estava dentro de um veículo, em frente ao local onde trabalhava. Para o Ministério Público, o crime teria sido encomendado, já que o réu e a vítima não se conheciam.

 

A Justiça informou que o ex-policial foi reconhecido em 2010 pela irmã de Novelo, que presenciou o crime. Ela identificou Bola como o responsável pela morte do irmão, depois que viu sua imagem sendo veiculada na imprensa pelo suposto envolvimento no assassinato de Eliza Samudio.

 

Caso Eliza
Eliza desapareceu em 2010 e seu corpo nunca foi achado. Ela tinha 25 anos e era mãe do filho recém-nascido do goleiro Bruno, de quem foi amante. Na época, o jogador era titular do Flamengo e não reconhecia a paternidade.


Em março de 2013, Bruno foi considerado culpado pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado da jovem. A ex-mulher do atleta, Dayanne Rodrigues, foi julgada na mesma ocasião, mas foi inocentada pelo conselho de sentença. Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, amigo de Bruno, e Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada do atleta, já haviam sido condenados em novembro de 2012.


O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos foi condenado a 22 anos de prisão. O último júri do caso foi realizado em agosto e condenou Elenilson da Silva e Wemerson Marques – o Coxinha – por sequestro e cárcere privado do filho da ex-amante do goleiro. Elenilson foi condenado a 3 anos em regime aberto e Wemerson a 2 anos e meio também em regime aberto.

 

Fonte: G1

A Polícia Federal (PF) de Rondônia deflagrou na manhã desta quinta-feira (7) a Operação Mors para desarticular um grupo de extermínio envolvendo policiais, agentes penitenciários, um jornalista e outros cidadãos que atuavam em Jaru e região do Vale do Jamari. Ao todo estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão, em Rondônia e Mato Grosso, a maioria contra servidores públicos de órgãos da segurança pública do Estado.

pf 1Operação Mors tem o objetivo de desarticular grupo de extermínio que atua na Região do Vale do Jamari (Foto: Pâmela Fernandes/G1)
Os presos serão ouvidos na sede da PF de Ji-Paraná e encaminhados ao Centro de Correição da Polícia Militar em Porto Velho. Os policiais envolvidos começaram a realizar execuções como forma de justiça privada, assassinando pequenos infratores locais e atuando contra aqueles que de alguma forma poderiam incriminá-los.

Os trabalhos estão sendo desenvolvidos por 250 policiais da PF, com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Rondônia e da Justiça Estadual de Rondônia, levaram ao emprego do grupo tático especial da PF, bem como das aeronaves e helicópteros da Instituição.
Os suspeitos irão responder pelos crimes de extermínio, agiotagem, corrupção, lavagem de dinheiro, abusos de autoridade, ameaças, fraude processual, intimidação de testemunhas, porte, posse e comércio ilegal de armas de fogo, segurança particular ilícita e até tráfico de drogas. Um advogado e um policial civil também foram conduzidos para prestar esclarecimentos. Somadas as penas podem chegar a mais de 70 anos de prisão.


Mais de 100 assassinatos estão sendo investigados como sendo de autoria do grupo. Entre as vítimas da organização crimosa estão um juiz e um promotor da região do Vale do Jamari. As outras vítimas eram testemunhas dos crimes cometidos pelos policiais ou pessoas endividadas, que não conseguiam pagar seus débitos.


Pelo menos 10 mortes já foram confirmadas como sendo do grupo que seguia o mesmo ritual. Segundo a PF, dois homens em uma moto preta atuavam no momento da execução, por isso os crimes ficaram conhecidos como 'assassinatos da moto preta'. Há informação de que outras autoridades judiciais e da Polícia Militar também tenham sido alvo da organização.

 

Fonte: G1

José Dirceu, ex-ministro do governo Lula, foi indiciado pela terceira vez em decorrências das investigações da Operação Lava Jato. A Polícia Federal (PF) afirma que há indício de que o ex-ministro tenha cometido os crimes de corrupção ativa, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

jose dirceuO ex-ministro José Dirceu, em foto de 31 de agosto de 2015 (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)

Os investigadores da PF suspeitam que o ex-ministro tenha recebido dinheiro das empresas Hope e Personal, que mantinham contrato com a Petrobras. Em troca de e-mails e mensagens de celulares entre executivos, funcionários das empresas e operadores, Dirceu é tratado como "o VIP".


O inquérito foi concluído em 22 de junho. Outras sete pessoas também foram indiciadas, entre elas Roberto Marques, ex-assessor de Dirceu conhecido como Bob.

 

Veja a lista dos indiciados
- Milton Pascowitch
-José Adolfo Pascowitch
- Rogério Penha da Silva
- Raul Andres Ortuzar Ramirez
-Wilson da Costa Ritto Filho
- José Dirceu de Oliveira e Silva
- Roberto Marques

Pelo relatório, essas suas empresas - que mantinham contrato contrato de tercerização de mão-de-obra com a Petrobras - custeavam despesas pessoais de Dirceu. A defesa de José Dirceu, representada pelo advogado Roberto Podval, disse que não vai se manifestar antes de analisar o conteúdo do indiciamento.


Condenação
Dirceu foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele foi acusado de receber propina de empresas terceirizadas que prestavam serviços à Petrobras. Ele ainda é réu em outra ação que apura irregularidades na estatal em contrato de compra de tubos.

 

Fonte: G1

O delegado da Polícia Federal (PF) Rodrigo Sanfurgo disse, em entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (7) em Curitiba, que chama a atenção a terceirização dos serviços que os envolvidos na 32ª fase da Lava Jato utilizavam para lavar dinheiro.


"Nós entramos na área da terceirização do crime organizado. A investigação já se deparou com doleiros, com operadores, com empresas de fachada e, obviamente, como é muito dinheiro, outras estruturas estão sendo descobertas e desvendadas. Nós chegamos então ao ponto de nos depararmos com uma instituição financeira, o FPB Bank, utilizada para viabilizar o fluxo de capitais", explica.


A atual fase, batizada de "Caça-fantasmas" cumpriu 17 mandados judiciais em São Paulo, Santos e São Bernardo. A ação é um desdobramento da 22ª fase da operação, denominada de Triplo X.

 

O banco, que tem origem panamenha, não tinha autorização do Banco Central para atuar no Brasil e realizava os serviços clandestinos através de escritórios localizados em São Paulo. "Existia uma exclusividade dos serviços, ou seja, os investigados iam até a casa dos clientes, como uma espécie de atendimento personalizado", acrescentou Sanfurgo.

 

E, mesmo atuando clandestinamente, os investigadores ressaltam que o banco tem um site próprio, com informações traduzidas, inclusive, para o português.
As investigações apontam que o banco atuava em conjunto com a Mossak Fonseca, empresa investigada na operação e que, de acordo com as autoridades, participava de uma verdadeira lavanderia de dinheiro, criando outras empresas para viabilizar a circulação de valores de forma ilegal.


foto 12Polícia Federal fala em coletiva de imprensa sobre a 32ª fase da Lava Jato (Foto: Alana Fonseca / G1)"Não é por outro motivo que a MOSSACK FONSECA possuía em seu escritório um telefone para contato direto e seguro com os investigados, cujos nomes e ramais ficavam em posição de destaque no citado telefone criptografado", diz o inquérito policial.


Um dos mandados de condução foi cumprido contra Edson Paulo Fanton, que é representante do banco no Brasil. A PF chegou ao prédio onde ele mora, no bairro do Gonzaga, um dos principais de Santos, por volta das 6h10. O investigado não ofereceu resistência e acompanhou os policiais até a sede da Polícia Federal, onde prestou o depoimento.

 

Os outros alvos das conduções coercitivas são: Edsel Okuhara, Elizabeth Costa Lima, Isidora Maria Solano Carmona, Carla Fabiana Giuseppe, Celina Daiub Pirondi e Marilene Alves Ferreira. De acordo com a PF, eles são os responsáveis, no Brasil, por operar o banco FPB Bank em um esquema transnacional de lavagem de dinheiro.


O valor que teria sido movimentado irregularmente no Brasil não foi divulgado pelos delegados da PF e procuradores do Ministério Público Federal (MPF). Quatro investigados na Lava Jato movimentaram dinheiro com offshores ligadas a Mossak Fonseca, segundo a investigação: Pedro Barusco e Renato Duque, ex-gerentes da Petrobras, o empresário Mario Goes e Roberto Trombeta.


O delegado Rodrigo Sanfurgo também afirmou que a atuação do FPB Bank no Brasil "não é recente". No entanto, ele não declarou o período ao qual os criminosos atuaram no esquema ilegal.


De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), foram identificadas 44 offshores constituídas pela Mossack Fonseca por solicitação dos funcionários do banco clandestino. Em documentos apreendidos na 22.ª fase, a instituição panamenha é apontada como cliente e constam como referência exatamente os funcionários do banco que atuam no Brasil.


Os funcionários do banco panamenho no Brasil, além de atuarem de forma clandestina, garantiam anonimato aos seus clientes, pois, a partir da constituição das offshores, abriam e gerenciavam contas bancárias no exterior em seus nomes, permitindo a ocultação dos valores, havendo evidências de que offshores fornecidas pela Mossack foram usadas para ocultar recursos provenientes dos desvios perpetrados em detrimento da Petrobras, ainda segundo o MPF.


O nome Caça-Fantasmas "remete, dentre outros aspectos, a um dos objetivos principais da investigação que foca na apuração de verdadeira extensão obscura da instituição bancária no Brasil, bem como a vasta clientela que utiliza de seus serviços e do escritório Mossak Fonseca para operações financeiras com características de ilicitude e de forma oculta", destacou a PF.


RESUMO DA 32ª FASE
– Objetivo: investigar crimes contra o sistema financeiro nacional, de lavagem de dinheiro e de organização criminosa transnacional.
– Mandados judiciais: sete conduções coercitivas e 11 mandados de busca e apreensão.
Os alvos das conduções coercitivas são representantes no banco no Brasil. São eles:
- Edson Paulo Fanton
- Edsel Okuhara
- Elizabeth Costa Lima
- Isidora Maria Solano Carmona
- Carla Fabiana Giuseppe
- Celina Daiub Pirondi
- Marilene Alves Ferreira
– O que foi descoberto: a atual fase identificou que o banco panamenho FPB Bank atuava no Brasil, sem autorização do Banco Central, com o objetivo de abrir e movimentar contas em território nacional e, assim, viabilizar o fluxo de valores de origem duvidosa para o exterior, à margem do sistema financeiro nacional.
O que dizem as defesas
O G1 tentou falar com Fanton e com a advogada dele quando os dois deixaram a sede da PF em Santos, por volta das 10h30, mas eles não quiseram se pronunciar.
A reportagem tenta contato com as defesas dos demais envolvidos.

22ª fase
A 22ª fase foi realizada no dia 27 de janeiro deste ano e tinha como alvo apartamentos da empreiteira OAS que, segundo investigações, podem ter sido usados para repasse de propina do esquema de corrupção da Petrobras.
A ação mirou suspeitos de abrir empresas offshores e contas no exterior para ocultar propina. Entre os crimes investigados estão corrupção, fraude, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Oitenta policiais participam da ação.
Segundo a PF, a empresa Mossack Fonseca abriu offshores para esconder a propriedade de apartamentos de luxo em Guarujá, litoral de São Paulo, que eram da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) e que, em 2009, foram assumidos pela OAS.
A suspeita incial era de que as unidades teriam sido usadas para repasse de propina. Um desses apartamentos está no nome da empresa Murray, uma offshore aberta pela Mossack.

 

Fonte: G1

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