• Garoto
  • Oticas Floriano
  • Farmaduty
  • Dario PAX
  • Casa dos frios
  • Posto Aliança
  • Dario PAX
  • Casa dos frios
  • Farmaduty
  • Posto Aliança
  • Oticas Floriano
  • Garoto

A Polícia Civil do Piauí, através do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (GRECO) e com o apoio da Polícia Militar, deu cumprimento a três mandados de prisão contra Carlos Acacio Freitas dos Santos.

caixa eletronico arrombado 367857Caixa eletrônico arrombado. (Imagem:Divulgação/PM)

De acordo com a polícia, o acusado estava em sua residência no bairro São Joaquim, na zona norte de Teresina, no momento em que foi preso. Ele já havia sido preso pelo GRECO por roubo a banco e tráfico de drogas.
Carlos Acácio é suspeito do roubo na Procuradoria Geral do Estado do Piauí, ocorrido na sexta-feira (17), localizada na rua Senador Arêa Leão no bairro Jóquei Clube, na zona leste de Teresina. Na ação, ele e mais três bandidos, renderam o vigilante e um procurador, arrombaram o caixa eletrônico do Banco do Brasil e levarem os carros das vítimas, que foram abandonados em seguida.

Ele também é acusado de um arrombamento a um caixa eletrônico do Banco do Brasil da sede da APPM na última quinta-feira (21). Na ação, dois homens renderam o vigia do prédio e outros dois entraram no local para arrombar o terminal.

 

Fonte:GP1

A Justiça Federal condenou o ex-prefeito Osmar Teixeira de Moura, do município de São Miguel da Baixa Grande, a 03 (três) anos de reclusão por peculato, crime tipificado no art.1°, Inciso I, do Decreto Lei 201/67. A sentença foi dada na última sexta-feira, 22, pelo juiz Agliberto Gomes Machado, da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí.

osmar texeira 368268Osmar Texeira.(Imagem: Divulgação)
Osmar Teixeira foi acusado pelo MPF de sacar recursos recebidos através programa Brasil Alfabetizado no ano de 2004 e de não comprovar a realização de nenhuma despesa pública.

De acordo com a sentença "inexistem, indícios mínimos de aplicação dos recursos nos autos, situação confirmada pela omissão na prestação de contas junto ao FNDE da totalidade dos recursos repassados no ano de 2004, que perfazem o montante de R$ 9.600,00".

O juiz resolveu substituir a pena privativa de liberdade por duas restritivas de direito: prestação pecuniária, fixada em R$ 4.000,00 (quatro mil reais) a ser pago em favor de entidade pública ou privada com destinação social (art. 45, §1.º, do CP) e prestação de serviços à comunidade ou à entidade pública.

O ex-prefeito, razão do previsto no art. 1º, § 2º, do Decreto-Lei 201/67, está inabilitado, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação, sem prejuízo da reparação civil do dano causado ao patrimônio público.

Ex-prefeito já foi condenado em ação penal

Osmar Teixeira foi condenado em 2015 pela Justiça Federal a 06 (seis) anos de reclusão pela apropriação e desvio de verbas públicas, e mais 03 (três) anos de detenção por fraude a licitação, além de multa de R$ 3.000,00.


Outro lado

Procurado, o ex-prefeito Osmar Texeira não foi localizado para comentar o caso.

 

Fonte:GP1

Traficantes de drogas do Rio pegaram carona nos Jogos e criaram uma embalagem temática para aumentarem as vendas. Na noite de segunda-feira, policiais da 5ª DP (Mem de Sá) apreenderam durante uma operação na Lapa 93 papelotes de cocaína. Vários deles com o logotipo Rio 2016 e com aros olímpicos, além da recomendação: “use longe das crianças”.

813c6e5a386cde675a9f99a5c01ee17aVendas de Cocaina.(Imagem:Divulgação)

Outros papelotes traziam a palavra cocaína nos moldes de um refrigerante e com a mesma recomendação de usá-la longe das crianças. Os agentes apreenderam ainda 28 papelotes de crack e 13 munições de calibre .40, de uso restrito.

A ação, que teve o apoio de agentes da Operação Lapa Presente e foi coordenada pelo delegado Marcelo Carregosa, teve como objetivo combater o tráfico de drogas na Rua do Lavradio. Não há informações sobre prisões.

Fonte: O Globo

A Polícia Federal indiciou criminalmente o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula) na Operação Custo Brasil - investigação sobre suposto desvio de R$ 100 milhões de empréstimos consignados no âmbito do Planejamento, entre 2010 e 2015. A PF enquadrou Paulo Bernardo por integrar organização criminosa e corrupção passiva. O inquérito da Custo Brasil foi relatado pela PF na sexta-feira, 22, e enviado à Justiça Federal. Agora, o Ministério Público Federal vai analisar o inquérito para denunciar ou não o ex-ministro e outros envolvidos na Custo Brasil, entre eles o ex-tesoureiro do PT, Paulo Ferreira.

05a893cf845355b565e227de39c7e4f1Ex-Ministro Paulo Bernardo.(Imagem:Divulgação)

Paulo Bernardo foi preso na Operação Custo Brasil no dia 23 de junho, sob suspeita de recebimento de propinas de R$ 7,1 milhões do esquema Consist, empresa de software contratada em sua gestão em 2010 para administrar contratos de consignados com entidades de bancos e previdência - Associação Brasileira de Bancos Comerciais e para o Sindicato das Entidades de Previdência Privada.

A Consist teria cobrado uma taxa em valor quatro vezes superior ao de mercado.A Custo Brasil é um desdobramento da Pixuleco II que, em agosto de 2015, descobriu o esquema dos consignados. Um dos alvos da Pixuleco II, o advogado Alexandre Romano, o Chambinho, fez delação premiada e revelou os bastidores do caso Consist. Valores obtidos ilicitamente teriam abastecido a campanha de Gleisi Hoffmann (PT/PR), mulher de Paulo Bernardo, ao Senado em 2010.

A Custo Brasil prendeu também o advogado Guilherme Gonçalves, de Curitiba, que teria realizado repasses do esquema Consist para o ex-ministro e para bancar despesas eleitorais de Gleisi. Gonçalves nega elo com o esquema.Seis dias depois de sua prisão - decretada pelo juiz Paulo Bueno de Azevedo, da 6.ª Vara Criminal Federal em São Paulo -, o ex-ministro de Lula e também de Dilma (Comunicações) foi solto por ordem do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.

Na semana passada, Paulo Bernardo foi ouvido na PF e negou ter recebido propinas do esquema dos consignados. Ele afirma que não existe contrato da Consist com o Ministério que dirigiu. "O Ministério do Planejamento nunca contratou a Consist."

Defesa

Em nota, a advogada Verônica Abdalla Sterman afirmou: "O ex-ministro Paulo Bernardo reitera que não participou ou teve qualquer ingerência na celebração ou manutenção do acordo de cooperação técnica celebrado autonomamente entre a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e as associações de Bancos e Previdência (ABBC e SINAPP). Também reitera que não recebeu qualquer quantia da Consist, direta ou indiretamente."

Fonte: Época

  • Cabedo
  • Ada Atten
  • Rastek
  • Paraiba
  • Espeto e Cia