Pelo menos sete pessoas ficaram feridas em um acidente com um ônibus na marginal da Avenida Lix da Cunha, em Campinas (SP), nesta segunda-feira (9). De acordo com o Corpo de Bombeiros, o coletivo foi fechado por um carro, perdeu o controle e atingiu outros 13 veículos que estavam estacionados na via.

imagem 3Carro atingido por ônibus ficou destruído (Foto: Vanderlei Duarte/EPTV)

O acidente aconteceu por volta das 11h40 desta segunda. Sete equipes participaram do atendimento, entre bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Dois carros ficaram presos em baixo do ônibus e os outros foram empurrados quando houve o impacto.

Os feridos foram encaminhados para os hospitais São José, Ouro Verde e HC da Unicamp. Cinco vítimas são passageiros do ônibus, além do motorista e uma pessoa foi atingida quando passava perto do local. De acordo com o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas graves.

 

Fonte: G1

Após a morte de quatros presos e a confusão que deixou outros sete feridos na noite de neste domingo, 20 detentos foram transferidos da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, para a Unidade Prisional de Itacoatiara, no interior do estado. A transferência ocorreu na manhã desta segunda-feira (9) por medida de segurança.

transferenciapresosvidalTransferências de presos ocorreu na manhã desta segunda (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
A Cadeia Vidal Pessoa foi reaberta na segunda-feira (2) para a acomodação de presos ameaçados de morte pela facção criminosa Família do Norte (FDN), apontada como responsável pelas 56 mortes no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), na semana passada.

De acordo com Orlando Amaral, titular da Secretaria Adjunta de Operações (Seaop), os presos transferidos nesta manhã seguiram em caminhão baú para Itacoatiara, que fica na Região Metropolitana de Manaus. Todos estavam recebendo ameaças, segundo o secretário.


"A transferência desses presos é para justamente desafogar o sistema e a gente evitar maiores problemas. São pessoas que estavam ameaçadas e poderiam ser mortas. Eles estavam em situação de isolamento para serem transferidos hoje de manhã. Essa verificação foi feita ontem", disse Amaral, sem comentar se a unidade prisional do interior tem condições de receber o grupo de presos ameaçados.
Lista de presos que serão transferidos:
Aclenilson da Silva Maximiniano
Marlon da Costa Queiroz
Renan Hatry da Cruz Silva
Ítalo Gutembergue Macedo Ferreira
Janilson Montonteiro da Frota
Thiago dos Santos Nascimento
Fabiano Pereira da Silva
Andersos Ike Marques Araújo
Cláudio Pinto de Araújo
Elfran Torres dos Santos
Franklin da Silva Conceição
José Felipe Barbosa Pinto
Raimundo Souza Matias
Eder Mota Miranda
Jenivaldo Henrique Andrade
Michel Bruno Rodrigues Oliveira
Samuel da Silva Mendes
Alindo Rabelo de Sena
Lisomar Tose da Silva
Igor Fernando da Silva Ribeiro
Rebelião
A movimentação de detentos na Vidal Pessoa começou por volta das 3h (5h de Brasília) de domingo (8), uma semana após o massacre que deixou mais de 50 mortos. No momento do tumulto, apenas dois agentes penitenciários monitoravam o local, segundo o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Amazonas, Antônio Santiago.
Em nota, o Comitê de Gerenciamento de Crise informou que os presos iniciaram uma briga por motivo desconhecido. Dos quatro mortos confirmados, três foram decapitados e um asfixiado. A OAB-AM diz ainda que um quinto detento morreu após dar entrada em um hospital de Manaus. Outro preso segue internado com quadro clínico estável em uma unidade hospitalar após passar por cirurgia.

O policiamento foi reforçado pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar. As mortes serão investigadas, segundo o comitê de crise. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) para identificação.
Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-AM, Epitácio Almeida, cinco detentos estão desaparecidos. A ausência dos internos foi notada após a contagem de presos. "Cinco [detentos] não foram encontrados. Podem estar escondidos no forro, foragidos", disse. Segundo ele, os presos já voltaram para as celas.
A Seap informou em nota que a Secretaria e a Polícia Militar estão realizando uma nova contagem na cadeia. A secretaria informou que a situação dentro da unidade é considerada "estável".

 

Fonte: G1

Os corpos dos 33 detentos mortos na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Roraima, foram identificados e liberados para os familiares, informou o governo na manhã desta segunda-feira (9).

massacre em roraima 31 mortos
Ao todo, 31 presos morreram na madrugada de sexta-feira (6) na penitenciária que fica localizada na zona rural da capital.
No sábado (7), após uma varredura, outros dois corpos foram encontrados enterrados na mesma unidade. Eles foram identificados como Erismar Duran da Silva e Jaime da Conceição Pereira.
Foram identificados e liberados para sepultamento:
- Enoque Correia Lira Filho
- Edismar Henrique Duran Barreto
- Alcides Pereira de Aquino
- Carlos Eduardo Loreiro de Castro
- Francisco das Chagas Sousa Silva
- Abel Paulino de Souza
- Albimeleque Fonseca Almeida
- Clealbert Dutra Guimarães
- Edione de Souza Santos
- Jairo dos Santos Morais
- José Antônio Araújo de Oliveira
- Lázaro Quincas Saldanha
- Luiz Oliveira dos Santos
- Nilson Sales Souza
- Egberto Pereira da Silva
- Francisco Romerio Borba
- Mizael Guimarães da Silva
- Thiago Juvino de Oliveira
- Alex Souza da Silva (aguardando família reclamar corpo)
- Fábio Bandeira Silva
- Ilmar de Araújo Silva
- José de Moura Ferreira
- Francismar Souza de Oliveira
- Adercio Alves da Cunha
- Francisco Luciano Pereira da Silva
- Geocival de Lima Frazão
- Haciel Moreira da Silva
- Paulo Wendel Guimarães Cardoso
- Adriano Soares Marinho
- Jaime da Conceição Pereira
- Erismar Duran da Silva
- Elvis Roger Palma Hernandez
- Márcio Correia Marcelo
Massacre em presídio
Os assassinatos na Penitenciária Agrícola ocorreram por volta das 2h30 de sexta-feira. Não houve rebelião e nenhuma fuga foi registrada.
Em coletiva de imprensa, o secretário de Justiça e Cidadania Uziel Castro afirmou que os presos mortos não eram ligados a nenhuma facção criminosa. Ele disse que os corpos foram achados 'destroçados' e decapitados e atribuiu a autoria do massacre a detentos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Além do total de mortos, outros dois cadáveres foram encontrados enterrados na Ala da Cozinha da maior unidade prisional do estado na tarde deste sábado. O secretário adjunto da Secretaria de Justiça e Cidadania, Major Francisco Castro, acredita que os cadáveres possam ter relação com o massacre de sexta-feira.

 

Fonte: G1

Um policial civil causou pânico em moradores no bairro Areias, região do Promorar, zona Sul de Teresina, neste fim de semana. O suspeito- na companhia do irmão que foi preso momentos após o crime- teriam tentado roubar um cordão e um anel. A vítima reagiu e os suspeitos começaram a efetuar vários disparos de arma de fogo em via pública.

6d6865c244f6983e5587ccdd9e4fa496Sueli dos Santos. (Imagem:cidadeverde.com)

"Ele mandou o rapaz tirar o cordão e um anel... o rapaz se negou e ele encostou a arma no rosto da vítima e em seguida disparou. A pólvora quente do disparo chegou a queimar um pouco o rosto do rapaz. Foi uma coisa em absurda", disse o corregedor da Polícia Civil do Piauí, delegado Adolfo Henrique,

O policial civil foi identificado apenas como Amarildo e está sendo procurado. Já Rafael, irmão dele, permanece preso. De acordo com o corregedor da Polícia Civil, a audácia do suspeito também chamou a atenção. Após o tiroteio, ele e o irmão retornaram para casa que fica bem próximo ao local do ocorrido, como se não temessem a polícia.

"Ainda avistamos o policial e começou uma perseguição. Ele estava de moto e conseguiu escapar devido a dificuldade que é seguir uma moto em ruas tão estreitas... Voltamos na casa dele e prendemos o seu irmão Rafael. Fizemos o flagrante por tentativa de latrocínio. Nos causou espanto o nível de agressividade e a ousadia deles que batiam e atiravam nas pessoas que por sorte não foram atingidas, disse o delegado.

Adolfo Henrique disse ainda que o suspeito já havia sido indiciado por assalto há cerca de 20 dias.

"Ele foi indiciado pela Corregedoria por assalto há cerca de 20 dias. As pessoas o reconheceram, vieram até nós, fizemos todo o procedimento... Eu o afastei da Polícia Civil, mas ele entrou com um mandado de segurança. O poder judiciário o reintegrou em tempo recorde e o Amarildo voltou aos quadros da polícia. Nada me restou a não ser devolver a carteira funcional dele e a arma", conta com indignação o corregedor.

O delegado acrescenta ainda que tanto Amarildo como Rafael estavam com duas armas cada e que, inclusive, uma delas seria da Polícia Civil.

A comerciante Sueli dos Santos conta que foi uma das vítimas do suspeito. Ela disse que estava em casa no bairro Areias, na zona Sul de Teresina, quando foi surpreendida por dois homens armados. As marcas de tiro ficaram nas paredes e portão da residência da vítima.
"Me espantei porque foram muitos tiros...Ele (policial) pegou meu genro com uma coronhada na cabeça. Quando eu corri para o meio da rua, ele (policial) me deu um tapa no rosto e o irmão dele deu três tiros em via pública...todo mundo viu. Só não morri por milagre de Deus, Jesus... foi só Deus que me livrou da morte. Ele já tem costume de fazer isso. Na minha casa foi a primeira vez. Ele é acostumado a bater, atirar. Eu quero Justiça", disse Sueli dos Santos.

No último sábado (07) foram registrados dois boletins de ocorrência contra Amarildo e o irmão Rafael.

9a4f7d959e20d48cc81f530030d6546dBoletim de Ocorrência. (Imagem:cidadeverde.com)
Corregedor critica ação da PM

Em entrevista ao Notícia da Manhã, o delegado lamentou ação da Polícia Militar que não efetuou imediatamente a prisão de Amarildo.

"A PM poderia ter prendido em flagrante. Não existe esta história de situação flagrancial, de pedir licença para entrar na casa de alguém... A Polícia Militar teria sim, que ter entrado na casa dele, derrubado a porta, mas não o fizeram", desabafa Adolfo Henrique.
O delegado acrescenta ainda que não solicitou pedido de prisão de Amarildo, que já responde a um processo administrativo na Corregedoria da Polícia Civil.

"Pretendo afastá-lo novamente da polícia e faço votos de que ele não seja mais reintegrado, haja vista que a arma do Estado foi usada para atacar o cidadão. Esse rapaz há muito tempo vem aprontando verdadeiras balbúrdias no bairro em que mora, é usuário de drogas. Até então eu não conseguia nada de concreto contra ele e agradeço essas pessoas pela coragem de denunciar o caso. Na Polícia Civil não temos histórico de policial que tenha sido processado e votlado para matar alguém. Neste último caso, ele disse que se as vítimas fossem até a Corregedoria, iria matá-las e que não adiantava nada denunciar pois não daria em nada. Mostrei para ele que não é assim. Quantas pessoas vierem, vamos tomar providências. São só ameaças, mas se precisar, solicitamos medidas protetivas as vítimas", ,finaliza Adolfo Henrique, corregedor da Polícia Civil do Piauí.

9800ab2e2752b310d25d98b2335bcff5Adolfo Henrique. (Imagem:cidadeverde.com)

 

Fonte:cidadeverde.com

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