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O chefe do gabinete do deputado federal Marco Feliciano (PSC) foi liberado na madrugada deste sábado (6). Ele havia sido detido no Centro da cidade nesta sexta-feira por suspeita de ter mantido uma jovem em cárcere privado em um quarto de hotel na região.
Ao sair da delegacia, em entrevista à TV Globo, disse que tinha ido prestar esclarecimentos "sobre uma menina que veio fazer uma falsa comunicação de fatos". "Isso me parece que é uma perseguição política. As esquerdas estão aí, querendo derrubar todo mundo, mas nós estamos firmes, com Jesus venceremos", disse Bauer.

 

talma b fotoPerfil de Talma Bauer, chefe de gabinete do deputado Marco Feliciano, do PSC (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Nesta sexta, Patrícia Lélis, de 22 anos, foi ao 3° Distrito Policial e registrou um Boletim de Ocorrência em que relata que se sentiu ameaçada por Talma. A jovem disse que, com uma arma na cintura, ele teria dito que se ela não voltasse atrás nas denúncias sobre o deputado Feliciano, poderia ocorrer um "mal maior" com ela.
Após isso, o delegado Luiz Roberto Hellmeister chegou a dizer que iria pedir a prisão de Talma por sequestro, coação e ameaça (assista abaixo ao vídeo com entrevista do delegado).

Por volta das 23h30 desta sexta, um investigador da polícia encontrou uma nova testemunha. Um amigo de Patrícia que estava no hotel onde teria acontecido a ameaça.
Esse amigo foi levado para a delegacia e contou outra história para o delegado: Patrícia, segundo ele, recebeu 20 mil reais para gravar um vídeo na internet desementindo que Feliciano teria tentado estuprá-la.
Hellmeister apreendeu um tablet dessa nova testemunha, com um vídeo que o amigo fez das negociações para a gravação do vídeo.
Diante dessa testemunha e do vídeo, o delegado achou que a ameaça de morte não estava configurada e liberou Talma. Ele disse que a investigação prossegue, tanto da ameaça quanto do pagamento dos 20 mil, que podem configurar crimes de coação e corrupção.

Denúncias contra Feliciano
As denúncias da jovem vieram à tona na terça-feira (2) após serem publicadas pela coluna Esplanada, do UOL. Nesta quarta-feira (3), circularam na internet áudios em que a jovem, identificada como Patrícia Lélis, de 22 anos, diz que foi abusada sexualmente pelo deputado Marco Feliciano.
No áudio que teria sido gravado pela jovem, que é estudante de direito em Brasíliax, tem 22 anos e milita no PSC, ela conversa com um homem que seria o chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer, e relata o assédio sexual que teria sofrido nas mãos do parlamentar.
Na gravação, Patrícia diz ser vítima de violência cometida pelo deputado: "Com todas as letras, ele deu em cima de mim mesmo de uma forma assim descarada. Me levou a fazer coisas à força, que eu tenho prova disso. Dentro da casa dele, falou que ‘tava tendo reunião na UNE. Pra eu ir pra lá. Cheguei lá, e não tava tendo. Ele não me deixou sair, fez coisas à força. Eu tenho a mensagem para ele: 'Feliciano, a minha boca ficou roxa'. Ele ri e diz: 'Passa um batom por cima'. Eu tenho todas essas provas." O suposto chefe de gabinete sugere "botar uma pedra em cima" das denúncias contra Feliciano.
Depois, a jovem gravou dois vídeos, publicados na internet, em que desmente ter feito qualquer tipo de acusação contra Feliciano. "A todos esses jornalistas que me ameaçaram dizendo que eu tinha que contar a verdade, tô aqui falando a verdade. A verdade é que vocês estão mentindo, tá em época de eleição... O pastor Marco Feliciano é uma pessoa íntegra com a qual eu tenho um contato muito bom, sempre muito bom respeitoso, muito amigável. Então, não propaguem mentiras", diz Patrícia Lélis em um dos vídeos publicados.
O G1 entrou em contato por telefone com Patrícia Lelis. Ela não quis dar entrevista. Apenas afirmou que, no depoimento à polícia, declarou ter sofrido sofreu assédio sexual de Marco Feliciano.
O G1 tentou falar com Feliciano, mas não havia obtido contato até a última atualização desta reportagem.

MP
Nesta semana, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que é procuradora especial da Mulher no Senado, protocolou ofício junto ao Ministério Público do Distrito Federal solicitando que o deputado fosse investigado pela suposta tentativa de estupro.
“A denúncia é mais um caso de assédio sexual, praticado por figura tida como zelador de direitos e garantias individuais, e mais uma demonstração do cenário machista que compõe nosso parlamento e sociedade. O grave relato da estudante que foi pressionada a sair de Brasília evitando um escândalo precisa ser investigado e a culpa atribuída ao autor do fato”, escreveu a senadora no ofício.

Comissão interna
A cúpula do Partido Social Cristão determinou a criação de uma comissão interna para apurar a suposta acusação de assédio sexual e agressão feita por uma jovem ativista da sigla contra o deputado federal Pastor Marco Feliciano, segundo informou a assessoria de imprensa da legenda na quinta.
A decisão partiu do presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC), pastor Everaldo Dias Pereira.
A comissão será formada pelo 1º-vice-presidente do PSC, Marcondes Gadelha, pela presidente do PSC Mulher, Denise Assumpção, e um integrante do PSC Jovem e ainda não tem prazo definido para apresentar o resultado da sindicância.

 

Fonte: G1

Um carro caiu em cima de outro veículo após o motorista perder o controle e capotar na manhã deste sábado (6) na BR-230, no trecho próximo ao bairro do Jardim Luna, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do veículo que capotou e caiu em cima do outro carro estaria sob efeito de álcool e foi detido pelos moradores da região antes de ser levado, sob custódia da PRF, para o hospital. O trânsito na região ficou lento até a retirada dos veículos, que aconteceu por volta das 12h.

acidente br230 carro rebocado 1Trânsito ficou lento das 9h até as 12h, quando os carros foram retirados da via (Foto: Walter Paparazzo/G1)

O caso foi registrado por volta das 9h10. De acordo com a PRF, duas pessoas seguiam no carro branco, no sentido Cabedelo - João Pessoa, quando o condutor perdeu o controle do carro, bateu na mureta que separa as vias e caiu em cima do carro vermelho, que seguia no sentido contrário. Duas mulheres estavam no carro de baixo mas elas não tiveram ferimentos, apesar do susto.
Ainda de acordo com a PRF, testemunhas disseram que após o acidente a pessoa que estava no carona do carro branco fugiu e o condutor também tentou correr, mas foi impedido pelos moradores. Ele apresentava sinais de embriaguez e foi levado, sob custódia, para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, com um corte na mão.

 

Fonte: G1

O Plantão Judiciário negou o habeas corpus do atleta marroquino de boxe Hassan Saada, de 22 anos, que foi preso por suspeita de ter estuprado duas camareiras brasileiras na Vila dos Atletas, na quarta-feira (3).

 

hassanLutador de boxe marroquinho é suspeito de estuprar camareiras brasileiras na Vila Olímpica (Foto: Reprodução / Facebook)

 

O pedido foi indeferido pelo desembargador Wilson do Nascimento Reis indeferiu na madrugada deste sábado (6). Na decisão, o desembargador afirmou não ter encontrado qualquer irregularidade na prisão que justificasse o deferimento do habeas corpus.
Segundo o advogado de defesa Paulo Freitas Ribeiro, Hassan está fora da Olimpíada. De acordo com Ribeiro, ele iria disputar hoje o ringue com o turco Nadir Mehmet Unal, mas não há mais como recorrer da decisão para garantir que ele permaneça na competição.

A prisão temporária de Hassan foi decretada na quinta-feira, dia 4, pela juíza Larissa Nunes Saly, do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos do TJRJ. O atleta foi transferido para presídio de Bangu, na Zona Oeste do Rio. A informação foi confirmada por policiais da delegacia que acompanha a ocorrência.


A prisão temporária do boxeador foi decretada pelo Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, com base em provas reunidas por investigadores da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes). Advogado diz que marroquino negou o estupro.

O atleta iria competir neste sábado (6), às 12h30, no Pavilhão 6 do RioCentro, com o turco Mehmet Nadir Unal, mas está fora dos Jogos Olímpicos porque deve ficar preso por 15 dias. Veja mais detalhes sobre o lutador.

De acordo com a polícia, ele teria chamado as duas camareiras como se quisesse pedir uma informação. Quando elas entraram no quarto para ver o que o boxeador queria, ele as atacou e começou a apertar as coxas de uma delas e os seios da outra.
Segundo o Código Penal, o crime de estupro se configura se o autor forçar a vítima a ter conjunção carnal, praticar ato libidinoso (qualquer um que vise prazer sexual) ou obrigar a vítima a permitir que se pratique ato libidinoso com ela. Portanto, qualquer ato com sentido sexual praticado sem consentimento é considerado estupro. Entenda o que diz a legislação brasileira.
Hassan Saada estava com mais dois atletas no quarto, que nada teriam feito com as duas mulheres. Segundo a polícia, elas conseguiram se desvencilhar e saíram do quarto.

"A gente espera que sirva de exemplo. Para nós, mulheres, é um desrespeito muito grande. Independente da cultura, a lei é o que vale. Pode andar com mais roupa, menos roupa. Há alguns boatos de que houve outros casos na Vila Olímpica", disse a delegada Carolina Salomão.

Lutador foi para Bangu
Como não tem nível superior, Saada deve ficar detido em presídio comum. Antes da transferência, no entanto, as vítimas tiveram que fazer o seu reconhecimento, já que ele foi identificado inicialmente por foto.

Natural de Casablanca, maior cidade marroquina, Saada conseguiu a classificação para a Olimpíada na categoria meio-pesado apenas em junho deste ano, no torneio qualificatório em Baku, no Azerbaijão. Ele foi o nono colocado no Mundial de boxe de 2015, em Doha.

O Comitê Rio 2016 afirmou que está ciente do caso, que a prisão extrapola o âmbito esportivo e que vai colaborar com as investigações no que for necessário.

 

Fonte: G1

O atleta marroquino de boxe Hassan Saada, de 22 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (5) suspeito de ter estuprado duas camareiras brasileiras na Vila dos Atletas, na quarta-feira (3).

hassan saadaO boxeador Hassan Saada posa após treino no Riocentro, em foto de segunda-feira (1º) (Foto: Yuri Cortez/AFP)
A prisão temporária do boxeador foi decretada pelo Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, com base em provas reunidas por investigadores da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes).

O atleta iria competir neste sábado (6), às 12h30, no Pavilhão 6 do RioCentro, com o turco Mehmet Nadir Unal, mas pode estar fora dos Jogos Olímpicos porque deve ficar preso por 15 dias. 

De acordo com a polícia, ele teria chamado as duas camareiras como se quisesse pedir uma informação. Quando elas entraram no quarto para ver o que o boxeador queria, ele as atacou e começou a apertar as coxas de uma delas e os seios da outra.
Segundo o Código Penal, o crime de estupro se configura se o autor forçar a vítima a ter conjunção carnal, praticar ato libidinoso (qualquer um que vise prazer sexual) ou obrigar a vítima a permitir que se pratique ato libidinoso com ela. Portanto, qualquer ato com sentido sexual praticado sem consentimento é considerado estupro. Entenda o que diz a legislação brasileira.
Hassan Saada estava com mais dois atletas no quarto, que nada teriam feito com as duas mulheres. Segundo a polícia, elas conseguiram se desvencilhar e saíram do quarto.

"A gente espera que sirva de exemplo. Para nós, mulheres, é um desrespeito muito grande. Independente da cultura, a lei é o que vale. Pode andar com mais roupa, menos roupa. Há alguns boatos de que houve outros casos na Vila Olímpica", disse a delegada Carolina Salomão.

Lutador vai para Bangu
Saada deve ser transferido ainda nesta sexta-feira para um presídio em Bangu, na Zona Oeste. Como não tem nível superior, deve ficar detido em presídio comum. Antes da transferência, no entanto, as vítimas terão que reconhecê-lo, já que ele foi identificado inicialmente por foto.

Natural de Casablanca, maior cidade marroquina, Saada conseguiu a classificação para a Olimpíada na categoria meio-pesado apenas em junho deste ano, no torneio qualificatório em Baku, no Azerbaijão. Ele foi o nono colocado no Mundial de boxe de 2015, em Doha.

O Comitê Rio 2016 afirmou que está ciente do caso, que a prisão extrapola o âmbito esportivo e que vai colaborar com as investigações no que for necessário.

 

Fonte: G1

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