• Oticas Floriano
  • Farmaduty
  • Garoto
  • Casa dos frios
  • Posto Aliança
  • Dario PAX
  • veloso
  • Garoto
  • Farmaduty
  • Posto Aliança
  • veloso
  • Dario PAX
  • Casa dos frios
  • Oticas Floriano

A equipe do portal jc24horas esteve na manhã de hoje no quartel do 3º Batalhão Policial Militar conversando com o Sub-Tenente Vilson Feitosa acerca das ocorrências registradas nas últimas 24 horas em nossa cidade e numa vídeo-reportagem o militar informou que foi registrado apenas um caso de tentativa de assalto onde o proprietário reagiu e os bandidos fugiram. A vítima é proprietário de uma padaria no bairro Campo Velho.

Na entrevista, o sub-oficial diz que essa atitude de reação não é recomendável pois na grande maioria dos casos sempre termina de maneira trágica. Confira o que diz o nosso entrevistado.

20161022 062219Sub-Tenente Vilson Feitosa. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação

Na manhã de hoje(21) o Delegado de Polícia da cidade de Barão de Grajaú Firmino Vilarinho esteve na Central de Flagrantes de Floriano para fazer o recambiamento do Denilson de Castro Silva, que foi preso na noite(20) de ontem por uma equipe da Força Tática de Florinao ao ser flagrado com um revólver e na delegacia de polícia foi identificado por duas vítimas de assalto como sendo o autor do ato delituoso.PM de Floriano prende homem acusado de assaltar mulheres em Barão de Grajaú

2109ae33 8dbe 4534 bc83 574fddd6f7c5Denilson de Castro Silva. (Imagem:Divulgação)

No momento em que realizou o assalto, Denilson andava em uma moto Pop 100 cor preta e em companhia de um outro elemento. Devido ao fato de que na manhã de ontem quatro pessoas foram vítimas de assalto na rua Paulo Ramos em Barão de Grajaú, o delegado convocou as vítimas para fazerem o reconhecimento de Denilson e verificar se é ele o autor desses assaltos ocorridos no na manhã de ontem.

"Agora nós iremos entregar o flagrante à justiça do Barão e aguardaremos a resposta". Disse Firmino Vilarinho ao portal jc24horas.

Screenshot 2016 10 21 18 43 16Firmino Vilarinho. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou nota à imprensa nesta sexta-feira (21) na qual afirma que a Polícia Legislativa do Senado atua dentro da lei e que as varreduras solicitadas por senadores "restringem-se a detecção de grampos ilegais" (veja a íntegra da nota ao final desta reportagem).

imgres
O peemedebista disse ainda que o Senado vai colaborar com as investigações da Polícia Federal sobre suspeitas de que policiais legislativos atrapalharam apurações que envolvem senadores.
Na manhã desta sexta, a PF prendeu quatro policiais legislativos suspeitos de prestar serviço de contrainteligência para ajudar senadores investigados na Lava Jato e em outras operações. A suspeita é que esses policiais faziam varreduras nas casas dos políticos para, por exemplo, identificar e eliminar escutas instaladas com autorização judicial.
A operação se baseou no depoimento de um policial legislativo. Ele relatou ao Ministério Público Federal que o chefe da polícia do Senado teria realizado medidas de contrainteligência nos gabinetes e residências dos senadores Fernando Collor de Mello (PTC-AL), Edison Lobão (PMDB-MA), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e do ex-senador José Sarney (PMDB-AP), que foi presidente do Senado.
"Convém reiterar que Polícia Legislativa exerce suas atividades dentro do que preceitua a Constituição, as normas legais e o regulamento administrativo do Senado Federal", diz Renan na nota.
"Atividades como varredura de escutas ambientais restringem-se a detecção de grampos ilegais (Regulamento administrativo do Senado Federal Parte II Parágrafo 3, inciso IV), sendo impossível, por falta de previsão legal e impossibilidades técnicas, diagnosticar quaisquer outros tipos de monitoramentos", continua o presidente do Senado.
Na nota, o peemedebista afirma ainda que as instituições "devem guardar os limites de suas atribuições legais", sem se referir especificamente a nenhum órgão.
“Valores absolutos e sagrados do Estado Democrático de Direito, como a independência dos poderes, as garantias individuais e coletivas, liberdade de expressão e a presunção da inocência precisam ser reiterados”,conclui Renan Calheiros.

Atribuições
Conforme o site oficial, constam como as atribuições da Polícia do Senado:

- segurança do presidente do Senado Federal, em qualquer localidade do território nacional e no exterior;
- segurança dos senadores e autoridades brasileiras e estrangeiras, nas dependências sob a responsabilidade do Senado Federal;
- segurança dos senadores e de servidores em qualquer localidade do território nacional e no exterior, quando determinado pelo presidente do Senado Federal;
- policiamento nas dependências do Senado Federal;
- apoio à Corregedoria do Senado Federal;
- revista, busca e apreensão;
- inteligência;
- registro e de administração inerentes à Polícia;
- investigação e de inquérito.

O que disseram os senadores
O advogado de Sarney e Lobão, Antônio Carlos de Almeida Castro, afirmou que não houve nenhuma irregularidade cometida pelos políticos.
Ele disse que Sarney está "perplexo" e que não solicitou nenhuma varredura à polícia legislativa, uma vez que não é mais senador.
Almeida Castro disse ainda que Lobão fez um pedido "justificável" para a polícia legislativa fazer uma varredura na casa dele à época da divulgação de gravações feitas meses atrás pelo ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado.
O advogado informou que houve uma varredura no gabinete "por motivos de segurança" quando Lobão, que era ministro, estava licenciado do mandato e o seu filho, Lobão Filho, ocupava o posto.
A senadora Gleisi Hoffmann disse que fez "formalmente" à polícia legislativa um pedido de varredura nas casas dela em Curitiba e Brasília após a prisão do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Segundo Gleisi, o Senado dá autorização formal para o serviço.
"Esse serviço da Polícia Legislativa existe regularmente há muito tempo. Temos todo processo de pedido formalizado. Tudo dentro das normas do Senado. Fazer isso não configura obstrução alguma. Apenas queria ter informação de segurança sobre minha residência", disse a petista.
Em nota divulgada no Facebook, a assessoria de Collor negou que ele tenha se beneficiado irregularmente de qualquer serviço da polícia legislativa e que desconhece os fatos da operação desta sexta.
Nota
Leia a nota divulgada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros:
NOTA PÚBLICA
A direção do Senado Federal tomou conhecimento na manhã desta sexta-feira (21-10-2016) das diligências no âmbito da Polícia Legislativa. O Senado designou advogados do próprio órgão para acompanhar todos os procedimentos até a conclusão das investigações.
Convém reiterar que Polícia Legislativa exerce suas atividades dentro do que preceitua a Constituição, as normas legais e o regulamento administrativo do Senado Federal.
Atividades como varredura de escutas ambientais restringem-se a detecção de grampos ilegais (Regulamento administrativo do Senado Federal Parte II Parágrafo 3, inciso IV), sendo impossível, por falta de previsão legal e impossibilidades técnicas, diagnosticar quaisquer outros tipos de monitoramentos que, como se sabe, são feitos nas operadoras telefônicas.
Como de hábito, o Senado Federal manterá postura colaborativa e aguardará as investigações para quaisquer providências futuras.
As instituições, assim como o Senado Federal, devem guardar os limites de suas atribuições legais. Valores absolutos e sagrados do estado democrático de direito, como a independência dos poderes, as garantias individuais e coletivas, liberdade de expressão e a presunção da inocência precisam ser reiterados.
Renan Calheiros
Presidente do Senado.

 

Fonte:G1

Cláudia Cruz, esposa do deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), visitou o marido nesta manhã de sexta-feira (21) na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Cunha foi preso pela Operação Lava Jato na quarta-feria (19), em Brasília.

82573a4457ce60442ae620e38aa94890Visita da jornalista Cláudiz Cruz ao marido foi rápida - RPC / Reprodução

O vídeo do momento em que Cláudia deixa a Polícia Federal foi produzido e feito pelo jornalista José Vianna, da RPC Curitiba. Cláudia Cruz estava acompanhada de um advogado - ela não respondeu às perguntas do jornalista.

Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro.

A prisão de Cunha foi determinada pelo juiz Sérgio Moro, que é responsável pelas ações da operação Lava Jato na 1ª instância.
Segundo Moro, Cunha continuou a tentar obstruir a investigação da Lava Jato mesmo depois de perder o mandato de deputado federal.

Após Cunha perder o foro privilegiado, o processo que estava no Supremo Tribunal Federal (STF) foi encaminhado para a Justiça Federal. O juiz retomou a ação na quinta-feira (13).

Além de Cunha, outros presos da Lava Jato estão na carceragem da Polícia Federal. Contudo, ele ficará sozinho em uma cela e também vai fazer um horário diferenciado de banho de sol em relação aos demais presos.

Entre estes outros investigados presos estão o doleiro Alberto Youssef, o ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antônio Palocci.

Esposa é ré
Assim como Eduardo Cunha, Cláudia Cruz é ré em processo da Operação Lava Jato. De acordo com as investigações, ela foi favorecida, por meio de contas na Suíça, de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão recebida pelo marido.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cláudia tinha plena consciência dos crimes que praticava e é a única controladora da conta em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no exterior em um montante superior a US$ 1 milhão em um prazo de sete anos, entre 2008 e 2014.

As investigações apontam que o valor é totalmente incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu marido.
Os recursos na conta de Cláudia Cruz foram utilizados, por exemplo, para pagar compras de luxo feitas com cartões de crédito no exterior de artigos de grife como bolsas, sapatos e roupas, ainda conforme o MPF.

 

 

Fonte: G1

  • Cabedo
  • Ada Atten
  • Espeto e Cia
  • Blossom
  • Paraiba