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Uma adolescente israelense morreu após ser esfaqueada nesta quinta-feira (30) por um palestino em uma colônia da Cisjordânia ocupada. Ela foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

 

morta garotaGarota de 13 anos chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu (Foto: Ammar Awad/Reuters)

 

"Depois de se infiltrar na comunidade (de Kiryat Arba), o terrorista entrou em uma casa e matou a adolescente em seu quarto", afirmou o exército em um comunicado.


Alel Yafa Ariel, de 13 anos, foi esfaqueada várias vezes enquanto dormia em sua cama. Após o ataque, ela foi levada em estado crítico a um hospital de Jerusalém, mas morreu pouco depois, afirmaram o exército e os meios de comunicação israelenses. O porta-voz do exército divulgou uma fotografia do quarto, que a adolescente dividia com suas irmãs de 4 e 10 anos, com o colchão e o chão cobertos de sangue. "Minha filha dormia tranquilamente, calma, feliz, quando um terrorista veio e a assassinou", declarou a mãe da vítima, Rina Ariel, aos meios de comunicação israelenses. O ministério da Saúde palestino identificou o autor do ataque, que morreu baleado pelos guardas da colônia, como Mohamad Naser Tarayra, um jovem de 19 anos de Bani Naim, um povoado palestino próximo a Hebron.

 

Antes de ser morto, o palestino também feriu com a faca um dos guardas da colônia.
Os Territórios Palestinos, Jerusalém e Israel, vivem uma onda de violência desde 1º de outubro, que deixou um saldo de 211 palestinos e 32 israelenses mortos, segundo um balanço da AFP. A maioria dos palestinos mortos eram autores ou supostos autores de ataques, muitos deles cometidos com facas e de maneira individual, enquanto outros com armas de fogo ou lançando carros contra pessoas. Muitos dos ataques ocorreram na colônia de Kiryat Arba e na cidade vizinha de Hebron, onde vivem centenas de colonos judeus, além de mais de 200 mil palestinos.


Neste mês, foi registrado um dos piores atentados, quando palestinos armados mataram quatro pessoas em Tel Aviv. Os dois criminosos foram detidos. Em uma visita a Israel e aos territórios palestinos nesta semana, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou a recente onda de ataques, classificando-os de terrorismo.

 

Fonte: G1

O empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na manhã desta quinta-feira (30), no condomínio de luxo em que mora, em Goiânia.O contraventor é um dos alvos da Operação Saqueador, que visa prender pessoas envolvidas em um esquema de lavagem de R$ 370 milhões em verbas públicas.

 

cachoeiraCarlinhos Cachoeira foi preso em operação da Polícia Federal (Foto: Cassiano Rolim/TV Anhanguera)

 

A ação é realizada pelo Ministério Público Federal em parceria com a Polícia Federal. Também há mandados de prisão contra Adir Assad e Fernando Cavendish, que é dono da empresa Delta Construções. O ex-diretor da Delta Cláudio Abreu foi preso em outro condomínio de luxo de Goiânia.


Advogado de Cachoeira, Antônio Nabor Bulhões disse que ficou sabendo da prisão no início da manhã, após uma ligação da esposa do cliente, Andressa Mendonça. O advogado informou que irá se inteirar do caso para se pronunciar.


Por volta das 7h, a PF esteve na casa de Fernando Cavendish, mas os agentes descobriram que empresário está no exterior. A casa de Cavendish fica na Rua Delfim Moreira, um dos endereços mais caros do Rio de Janeiro. Os policiais chegaram ao local por volta das 6h25.


Além de Goiás e Rio de Janeiro, a operação é realizada em São Paulo. Segundo o Ministério Público Federal, dentre os denunciados estão executivos, diretores, tesoureira e conselheiros da empreiteira, além de proprietários e contadores de empresas fantasmas, criadas por Carlinhos Cachoeira, Adir Assad e Marcelo Abbud.

 

Lavagem de dinheiro
O MPF descobriu que, entre 2007 e 2012, quase 100% do faturamento da Delta veio de contratos públicos, chegando ao montante de quase R$ 11 bilhões. Conforme os investigadores, desse total, mais de R$ 370 milhões foram lavados por meio de pagamento ilícito a 18 empresas de fachada, criadas pelos chamados "operadores" do esquema.
Segundo o Ministério Público Federal, eles lavavam o dinheiro público em contratos fictícios e sacavam o dinheiro em espécie para o pagamento de propina a agentes públicos. Assim, de acordo com os investigadores, eles impediam o rastreamento das verbas.
De acordo com o MPF, todos os pagamentos a fornecedores eram de responsabilidade do setor administrativo e financeiro da matriz da Delta, sediada no Rio de Janeiro. No entanto, os escritórios e centros de custo dos membros do conselho e dos diretores regionais realizaram despesas com diversas empresas de fachada.

Conforme a investigação, foram utilizados 116 centros de custo vinculados a escritórios regionais e obras da empreiteira em todo território nacional, para o repasse direto e indireto de verbas ilícitas.
Rastreando os pagamentos feitos pela Delta às empresas de fachada, o MPF verificou um aumento significativo dos valores das transferências em anos de eleições.
O MPF pede a condenação de todos os envolvidos pela prática de lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Carlinhos Cachoeira
Acusado de chefiar um esquema de exploração ilegal de caça-níqueis em Goiás, Cachoeira já havia sido preso em fevereiro de 2012, quando a Operação Monte Carlo foi deflagrada pela PF e o Ministério Público Federal. Ele ganhou liberdade em 11 de dezembro do mesmo ano.
Desde então, Cachoeira já foi condenado pelos crimes de peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha. A última condenação foi no dia 23 de setembro, por violação de sigilo funcional, com pena de três anos de prisão. Ele responde aos crimes em liberdade.

 

 

Fonte: G1

Os dois elementos que tomaram de assalto a moto no bairro Tamboril, conforme matéria veiculada no jc24horas, utilizaram o veículo para praticar um outro roubo de moto, desta feita no bairro Tiberão tendo como vítima Edna Gardênia Ferreira da Silva, residente na rua Dantas Floriano no mesmo bairro onde ocorreu o assalto. Os bandidos levaram da vítima a sua motocicleta bros, placa LWF-3272 em seguida abandonaram a moto que roubaram no bairro Tamboril. Essa prática roubar um veículo para praticar outros assaltos faz parte do modos operandi dos bandidos em nossa cidade.
Uma equipe do Moto-Tático do 3º Batalhão Policial Militar foi acionada mas os elementos não foram localizados.

20160528 0746283º Batalhão Policial Militar. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação

9ff60d5f f868 402a 995f 5a4e09e343d5Dados do veículo fornecidos pelo Sinesp. (Imagem:Divulgação/Sinesp)

Por volta das 21h 20min de ontem, o copom foi informado que dois elementos portando arma de fogo fizeram uma abordagem em Leomério Gonçalves, residente na rua Maestro Eugênio no bairro Campo Velho e tomaram de assalto a sua motocicleta Titan, cor prata, placa LWC-5112 em seguida fugiram tomando destino ignorado. O crime aconteceu nas imediações do chafariz do bairro Tamboril e ao contrário do que tem ocorrido em outros assaltos, desta vez os elementos estavam a pé. A Polícia Militar realizou diligências no sentido de localizar e prender os meliantes mas não conseguiu. O caso será apurado pela Polícia Civil de Floriano.

 

Da redação

  • Ada Atten
  • Rastek
  • Cabedo
  • Blossom
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  • Espeto e Cia