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A Polícia Civil do Piauí, por meio do 7° Distrito Policial, com apoio de unidades policiais da capital e da Polícia Militar do Piauí, desencadeou nesta nesta sexta-feira (1º/07), operação policial com o intuito de combater crimes de roubos e tráfico de drogas na região Norte de Teresina.

 

df1 3Foto: Tavynho Neto/ SSP-PI

 

Estão sendo cumpridos 15 Mandados de Busca e Apreensão e 06 de Prisão Preventiva. Cerca de 60 policias civis e 40 policiais militares participam da ação policial.

Foram apreendidos carros, dinheiro e grande quantidade de droga que estava de posse de uma pessoa do Estado do Ceará. A droga estava na região da Santa Maria da Codipi.

O secretário de Segurança, Fábio Abreu, falou em entrevista ao programa Bom Dia Meio Norte, da Rede Meio Norte, da operação e classificou o resultado como satisfatório, já que praticamente todos os alvos foram alcançados, havendo prisões e apreensões. Ele ressaltou ainda que as ações foram feitas a partir de levantamentos dos próprios policiais da região. Outros suspeitos foram presos na região.

Abreu disse ainda que será solicitado que os bens dos traficantes apreendidos sejam revertidos para o aparelhamento do Estado.

Numa parcial da operação, seis pessoas foram presas entre flagrantes e mandados, cinco veículos apreendidos oriundos do tráfico de drogas, uma residência sequestrada através de mandado judicial e grande quantidade de drogas.

Segundo a polícia outras operações devem acontecer nos próximos dias.

 

Fonte: 180 graus

Um ex-policial militar e um vigilante foram presos suspeitos de terem participado de um assalto em uma agência bancária no Distrito Industriário, em Cuiabá, no mês de abril. No crime, três homens entraram no banco, renderam funcionários e levaram aproximadamente R$ 500 mil da unidade. As prisões foram divulgadas nesta quinta-feira (30).

 

assaltobb3Um dos assaltantes usoui roupa semelhante à farda da PM durante o assalto (Foto: Divulgação/GCCO)

 

Segundo a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), o ex-PM Uesdra de Souza, de 27 anos, foi preso em Curitiba, no Paraná, na noite de segunda-feira (27). O segundo preso, identificado como Jairo Garcia Boasorte, foi preso na terça-feira (28), em Cuiabá.
Ele era vigilante da agência e auxiliou os bandidos entregando para Uesdra, um dia antes, o controle reserva da porta giratória do banco, facilitando a entrada dos assaltantes na agência. Conforme o delegado da GCCO, Flávio Henrique Stringueta, a participação do vigilante é comprovada através de imagens das câmeras de segurança.
airo entrega um controle reserva da porta giratória aos suspeitos. Ele ganharia R$ 15 mil em troca da ajuda. Já o ex-PM, segundo as investigações, foi o líder dos três homens que invadiram a agência bancária. Um dos suspeitos usava uma farda semelhante à PM e, com a ajuda do vigilante, facilitou a entrada dos comparsas.
Outro membro da quadrilha vestia roupa social e portava um crachá de identificação para se passar por funcionário do banco. Uesdra ficou do lado de fora dando cobertura, mas em determinado momento aparece nas câmeras de segurança do banco, na área do autoatendimento da agência, fingindo usar os caixas eletrônicos.
O vigilante e o ex-PM foram encaminhados para uma unidade prisional de Cuiabá. Em 2016, a GCCO registrou 12 ocorrências de roubos em banco, sendo a maioria na capital mato-grossense.

 

Fonte: G1

O empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o ex-diretor da empresa Delta no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, e o empresário Adir Assad estão presos no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro, desde a noite de quinta-feira (30).

 

cachoeira 44JaYnwCarlinhos Cachoeira é preso em operação da PF (Gnews) (Foto: Reprodução GloboNews)

 

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), eles deram entrada no Presídio Ary Franco, em Água Santa, Zona Norte do Rio, por volta das 20h30. Antes de serem encaminhados, nesta quinta-feira, os três foram ouvidos na sede da Polícia Federal, onde chegaram às 17h50. Eles foram presos pela manhã na Operação Saqueador, em Goiânia, e em São Paulo.

Realizada pelo Ministério Público Federal e pela PF, a Operação Saqueador tem como objetivo prender pessoas envolvidas em um esquema de lavagem de R$ 370 milhões desviados dos cofres públicos.
Também são alvo o dono da empresa Delta Construções, Fernando Cavendish, que está no exterior e já é considerado foragido; e o empresário Marcelo José Abbud, que estava fora do país, mas voltou e se entregou no fim da tarde no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
Ele será transferido para o Rio nesta sexta-feira, segundo a PF do Rio e seu advogado, Miguel Pereira Neto – a PF de São Paulo não confirmou a prisão.
Advogado também de Adir Assad, Pereira Neto disse que vai pedir na Justiça que os dois respondam em liberdade.
"Redigimos agora o habeas corpus para os dois. O Marcelo se apresentou em São Paulo e o Adir foi preso na residência dele pela manhã, onde ele cumpre já uma prisão domiciliar com tornozeleiras. Eles estão tranquilos com a defesa e com a possibilidade de revogar a prisão preventiva", explicou.
Os advogados de Carlos Cachoeira e de Cláudio Abreu disseram que só vão se pronunciar depois que tiverem mais detalhes sobre as denúncias.
A defesa de Cavendish se disse "estarrecida com a decretação de sua prisão" e informou que tomará as providências judiciais para reverter o que considera uma "insuportável ilegalidade". "A prisão foi requerida nos autos de Inquérito Policial que tramita há mais de três anos, no qual Fernando Cavendish sempre atendeu às solicitações da Autoridade Policial, nada justificando a adoção desta medida extrema”, diz o texto.
A PF avalia a possibilidade de acionar a Interpol para localizar Cavendish, que está na Europa desde 22 de junho em viagem familiar. Até as 18h, os advogados do empresário não haviam feito contato com a polícia. Por volta das 6h30, a PF esteve na casa dele, na Rua Delfim Moreira, no Leblon, um dos endereços mais caros do Rio, onde não foi encontrado.
A Delta informou que não vai comentar o ocorrido.
Assad, que já cumpria prisão domiciliar após ter sido condenado a 9 anos e 10 meses na Operação Lava Jato, é suspeito de participar da montagem de empresas de fachada para lavar o dinheiro desviado.
Cavendish é responsável por diversas obras públicas na Delta Construções, como a reforma do estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, por meio das quais os recursos foram desviados. Segundo delator da Lava Jato, o ex-governador Sérgio Cabral estaria envolvido no esquema. Cabral nega.
Lavagem de dinheiro
O MPF descobriu que, entre 2007 e 2012, quase 100% do faturamento da Delta veio de contratos públicos, chegando a quase R$ 11 bilhões. A maioria dos recursos veio de contratos com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).
Segundo a denúncia, a Delta contratou, como fornecedoras, empresas fantasmas criadas por Carlinhos Cacheira, Adir Assad, Marcelo Abbud, considerados operadores do esquema e chefes de organizações criminosas. Investigadores não encontraram nesses contratos justificativas plausíveis ou ligação direta com as obras da Delta. Além disso, nenhum serviço era prestado. As empresas existiam apenas no papel, não tinham sedes nem funcionários.
A denúncia do MPF diz que, do total recebido pela Delta, R$ 370 milhões foram desviados e lavados via pagamentos a 18 empresas de fachada. A lavagem de dinheiro ocorre quando se tenta dar aparência lícita a recursos obtidos de forma ilegal – como a falsa prestação de serviço.
O dinheiro conseguido no esquema ia, em espécie, para agentes públicos, diz o Ministério Público. Os recursos eram sacados para evitar a identificação da origem e dos beneficiários. O nome desses agentes não foi revelado.
Rastreando os pagamentos feitos pela Delta às empresas de fachada, o MPF verificou um aumento significativo dos valores das transferências em anos de eleições.
O MPF pede a condenação de todos os envolvidos pela prática de lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Carlinhos Cachoeira
Acusado de chefiar um esquema de exploração ilegal de caça-níqueis em Goiás, Cachoeira já havia sido preso em fevereiro de 2012, quando a Operação Monte Carlo foi deflagrada pela PF e o Ministério Público Federal. Ele ganhou liberdade em 11 de dezembro do mesmo ano.
A operação revelou ligação entre o contraventor e o ex-senador goiano Demóstenes Torres (então no DEM). De acordo com o MPF, o ex-parlamentar é acusado de prática de corrupção e advocacia administrativa em favor de Cachoeira. Ele teve o mandato cassado.
Desde então, Cachoeira já foi condenado pelos crimes de peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha. A última condenação foi no dia 23 de setembro, por violação de sigilo funcional, com pena de três anos de prisão. Ele responde aos crimes em liberdade.

 

Fonte: G1

lucioLúcio Funaro em depoimento à CPI dos Correios, em 2006 (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)A Polícia Federal deflagrou uma operação na manhã desta sexta-feira (1º) como parte da Lava Jato. Um dos alvos é o doleiro Lúcio Funaro, que foi preso em São Paulo. Ele é ligado ao presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo delatores da Lava Jato. Além disso, há mandado de busca e apreensão na Eldorado, braço de celulose da J&F Investimentos, dono da JBS e comandado pela famíla Batista. A casa de Joesley Batista, presidente do conselho de administração da JBS e diretor-presidente da J&F, também foi alvo de buscas.


Veja os principais alvos desta fase da Lava Jato:
- Lúcio Funaro, doleiro que, segundo delatores, é ligado a Eduardo Cunhax
- Joesley Batista, um dos sócios do grupo J&F
- Eldorado, braço de celulose da J&F Investimentos, dono da JBS e comandado pela famíla Batista
- Milton Lira, lobista
- Cone Multimodal, empresa de infraestrutura industrial e logística multimodal

 

Os mandados desta etapa da operação foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Lava Jato na corte.

Também é alvo da operação o lobista Milton Lira. A polícia fez busca e apreensão na casa dele, em Brasília.
A ação desta manhã se baseia nas informações da delação premiada de Fábio Cleto, ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa Econômica Federal. Cleto também é aliado de Cunha. Outra delação que baseou as ações desta sexta é a de Nelson Mello, ex-diretor da Hypermarcas.
Às autoridades, Cleto relatou que o presidente afastado da Câmara recebeu propina por negócios feitos pelo Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS).
O G1 tenta contato com a defesa de Lucio Bolonha Funaro.
A JBS divulgou um comunicado aos acionistas no qual afirma que a companhia e seus executivos não são alvo da operação da polícia.
"A JBS comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que, em relação às notícias veiculadas na data de hoje pela imprensa, a Companhia, bem como seus executivos, não é alvo e não está relacionada com a operação da Polícia Federal ocorrida na manhã de hoje", afirmou o comunicado.
Em Pernambuco foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. Um deles tem como alvo a empresa Cone, em Cabo de Santo Agostinho, na Grande Recife. Os outros dois são cumpridos em apartamentos de luxo na Praia de Boa Viagem, na capital.
O que disseram os suspeitos
Em nota , a Eldorado confirmou a busca e apreensão nas dependências da empresa em São Paulo e disse que desconhece os motivos da ação policial.
"A Eldorado confirma que a Polícia Federal realizou busca e apreensão em suas dependências em São Paulo na manhã de hoje. A companhia desconhece as razões e o objetivo desta ação e prestou todas as informações solicitadas. A Eldorado sempre atuou de forma transparente e todas as suas atividades são realizadas dentro da legalidade. A companhia se mantém à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais", informou a empresa.

 

Fonte: G1

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