Policiais federais estão nas ruas desde as primeiras horas desta quinta-feira (10) para cumprir mandados da 36ª fase da Operação Lava Jato em cidades do Paraná, São Paulo e Ceará. A ação foi batizada de Operação Dragão e cumpre 18 mandados judiciais, sendo 16 de busca e apreensão e dois de prisão preventiva.
O empresário e lobista Adir Assad, que já está preso na carceragem da PF, em Curitiba, é um dos alvos dos mandados de prisão. O outro é Rodrigo Tacla Duran, segundo o Ministério Público Federal (MPF). Até as 8h05, a PF não havia informado se ele já havia sido preso.

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Ao contrário da prisão temporária, que vence em cinco dias, a prisão preventiva não tem prazo determinado para que o investigado deixe a prisão.
Os mandados de busca estão sendo cumpridos em Jaguaruana, no Ceará; Barueri, Santana de Parnaíba e capital de São Paulo; e em Curitiba e em Londrina, no Paraná.
Segundo a PF, um dos mandados de busca está sendo cumprido na Concessionária Econorte, em Londrina; e outro, em Curitiba, na Construtora Triunfo.
O G1 tenta contato com as defesas das empresas envolvidas.
Adir Assad foi condenado na Lava Jato a 9 anos e 10 meses de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ele foi preso pela primeira vez na operação em março de 2015, na 10ª fase. No entanto, em dezembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu prisão domiciliar a ele. Posteriormente, no dia 19 de agosto deste ano, o juiz Sérgio Moro determinou que Adir Assad voltasse à prisão.
Investigações
Segundo o MPF, as investigações apontaram diversas evidências de que os operadores utilizaram-se de mecanismos sofisticados de lavagem de dinheiro, entre eles o uso de contas bancárias em nome de offshores no exterior, a interposição de empresas de fachada e a celebração de contratos falsos.
"Neste contexto criminoso, Rodrigo Tacla Duran foi responsável por lavar dezenas de milhões de reais por intermédio de pessoas jurídicas por ele controladas. Diversos envolvidos no caso valeram-se dessas empresas a fim de gerar recursos para realizar pagamentos de propina, como a UTC Engenharia e a Mendes Júnior Trading Engenharia, que repassaram, respectivamente, R$ 9.104.000,00 e R$ 25.500.000,00 ao operador financeiro entre 2011 e 2013. No mesmo período, outras empresas contratadas pela administração pública também realizaram depósitos de mais de R$ 18 milhões com o mesmo destino", disse o MPF.
As investigações da força-tarefa da Lava Jato também comprovaram que Adir Assad, por meio de transferências de contas mantidas por suas empresas em território nacional, repassou R$ 24.310.320,37 para Rodrigo Tacla Duran. "No mesmo sentido, empresas ligadas a outro operador, Ivan Orefice Carratu, pessoa ligada a Duran, receberam de Adir Assad a quantia de R$ 2.905.760,10", disseram os procuradores.
Entre os crimes investigados estão corrupção, manutenção não declarada de valores no exterior e lavagem de dinheiro.
O nome dado à operação "é uma referência aos registros na contabilidade de um dos investigados que chamava de “operação dragão” os negócios fechados com parte do grupo criminoso para disponibilizar recursos ilegais no Brasil a partir de pagamentos realizados no exterior", disse a PF.
35ª fase
O ex-ministro Antônio Palloci foi preso na penúltima fase da operação, batizada de Omertà. Também foram presos o ex-secretário da Casa Civil Juscelino Antônio Dourado e Branislav Kontic, que atuou como assessor do ex-ministro em 2006. Palocci e Branislav tiveram a prisão temporária convertida em preventiva pelo juiz Sérgio Moro e permanecem presos. Já Juscelino Dourado, foi liberado após o término do prazo da prisão temporária.
A Omertà apura a relação entre o Grupo Odebrechet e o ex-ministro Palocci. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há evidências de que Palocci e Branislav receberam propina para atuar em favor da empreiteira, entre 2006 e o final de 2013, interferindo em decisões tomadas pelo governo federal.

 

Fonte:G1

As Polícias Civil e Força Tática da PM desencadearam uma operação em Floriano na madrugada desta quarta-feira (9), para o cumprimento de três mandados de busca e apreensão a foragidos da justiça.

Após confirmação das informações colhidas com as investigações realizadas pela Polícia Civil, foram realizadas as abordagens, sendo que um dos procurados foi preso.

a0ffd81d63a403299c8c5fc0bb837571Força Tática de Floriano. (Imagem:florianonews)

O acusado, identificado como José Nilton Fernandes Carvalho, conhecido como Cabura, é foragido da Penitenciária de Teresina e segundo a Polícia estava envolvido em roubos de motos, entre outros crimes em Floriano.

“A gente deu cumprimento ao mandado de prisão dele e foi conduzido ao Distrito. Ele está lá para ser encaminhado para o Presídio”, explicou o Policial.

Cabura foi preso por volta das 03h na região do bairro Tiberão. Segundo a PM, o mesmo não esboçou reação ao receber voz de prisão.

 

Fonte:florianonews

O ex-candidato a vereador Marcos Lopes, de 34 anos, morreu na tarde desta terça-feira (08/11) após sofrer uma descarga elétrica.

Segundo informações do Portal Cidade Luz, o homem estava fazendo reparos na instalação elétrica de sua residência, localizada na Vila Boa Esperança, cidade de Guadalupe.

candidato 6Marquinho Pernambucano. (Imagem:Divulgação)

Marquinho Pernambuco, como era conhecido, chegou a ser socorrido e encaminhado para o Hospital Pedrina Silveira, mas não resistiu.

Não foi confirmado se a vítima fazia uso de proteção adequado para realização dos reparos.

No último pleito ele foi candidato a vereador pelo PTB e obteve 165 votos. Era casado e deixa uma filha.

 

Fonte:cidadeverde.com

faraeawqqqqq 300x250eImagem: ReproduçãoA polícia civil de Sergipe concluiu o inquérito sobre a morte de Domingos Montagner, que aconteceu em 15 de setembro. Segundo o Jornal Nacional, a polícia afirmou que o ator morreu por afogamento causado por fato atípico, ou seja, foi um acidente. Ninguém foi indiciado. O delegado Alessandro Vieira ouviu catorze pessoas, entre elas a atriz Camila Pitanga, que estava junto com Montagner quando aconteceu o acidente.

De acordo com o jornal, também foram feitas vistorias no local do afogamento e foi constatado que não havia sinalização e de salva-vidas avisando da proibição de banho na área em que o ator estava. “A polícia civil não encontrou nenhum tipo de referência a crime ou repercussão penal, mas são fatos que merecem uma apreciação do Ministério Público sob o ponto de vista de responsabilidade da prefeitura”, disse o delegado ao JN. A promotoria ainda vai avaliar se a falta de sinalização contribuiu para o acidente.

Montagner morreu aos 54 anos após um mergulho no Rio São Francisco junto com a colega de elenco de Velho Chico, Camila Pitanga. Os atores estavam na região para as gravações das últimas cenas da novela. Ao mergulharem, perceberam uma forte correnteza – Camila conseguiu se segurar em uma pedra, mas Montagner não conseguiu se salvar.

 

(Com informações da VEJA.com)

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