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Na tarde de hoje(01) câmeras do circuito interno de uma residência flagraram um homem saindo da Nefroclínica e furtando uma motocicleta que estava estacionada e trancada, em seguida ele volta pra pegar um capacete que estava em cima de uma outra motocicleta.

WhatsApp Image 2019 07 01 at 21.59.22 1O homem saindo da Nefroclínica. (Imagem:Reprodução)

O fato aconteceu por volta das 16h40min e o veículo levado pelo meliante é uma Honda Fan 125, cor preta, placa NIJ-9845-Floriano-Piauí, de propriedade do senhor Luis Carlos Pereira. Confira nos vídeos as imagens da ação do elemento e qualquer informação deve ser passada pra polícia pelo telefone 190.

WhatsApp Image 2019 07 01 at 21.59.22Suspeito volta pra furtar o capacete. (Imagem:Reprodução)

Da redação

A Polícia Civil informou nesta segunda-feira (1) que um dos suspeitos de participação no latrocínio do pai de um perito da Polícia Civil do Piauí, José Ferreira dos Santos, 61 anos, preso neste domingo (30) usava tornozeleira eletrônica no momento do crime.

a7bc1b23d5eba9b73ba16e132fa05b59Foto: Divulgação Polícia Civil-PI

O suspeito foi identificado como Francisco Matheus Oliveira Murada, 22 anos. Ele foi preso no Maranhão em cumprimento a mandado de prisão preventiva e autuado em flagrante por tráfico de drogas, posse de armas de fogo e receptação.

De acordo com o delegado Francisco Costa, o Barêtta, Francisco Mateus estava utilizando uma tornozeleira no momento do latrocínio. “Fica o questionamento para as autoridades pois se colocar uma tornozeleira em um indivíduo dessa natureza é dar um tapa na cara da sociedade”, alertou o delegado em conversa a equipe do Cidadeverde.com.

No momento da prisão, foram encontrados com Francisco sessenta pedras de crack, uma trouxa com cocaína, dinheiro e uma moto roubada.
Sobre a comprovação do envolvimento de Francisco Matheus no latrocínio, Barêtta é enfático. “As provas estão devidamente constituídas no auto e serão encaminhadas ao Poder Judiciário.

Não só a tornozeleira o põe na cena do crime, mas outras informações da investigação”

Segundo o DHPP, Francisco Matheus teria praticado o crime na companhia de um comparsa e que os dois fugiram levando o veículo e dinheiro da vítima. Com a prisão a polícia espera integrar as informações e prender os demais envolvidos.

Fonte:cidadeverde.com

WhatsApp Image 2019 07 01 at 19.38.54Maurício Almeida Cardoso. (Imagem:Divulgação)

Policiais civis da cidade de Barão de Grajaú prenderam por volta do meio dia de hoje, Maurício Almeida Cardoso, atendendo ordem judicial expressa em dois mandados de prisão onde constam vários crimes como porte de arma, disparo de arma de fogo e desacato, crimes praticados na cidade de Amarante e um por prática de homicídio na cidade de São Francisco do Maranhão. Segundo informações da Polícia Civil, o homem detido tem conduta desordeira naquelas contíguas cidades e estava foragido em local incerto e não sabido há meses.

Após ser conduzido para a Delegacia de Polícia em Barão de Grajaú, ele foi conduzido para a Unidade Prisional na cidade de São João dos Patos.

 

Da redação

Neymar é investigado em inquérito policial no Rio de Janeiro pelo vazamento de fotos de Najila Trindade e pode ser indiciado por crime virtual. No entanto, as estratégias usadas pelo jogador ao publicar o vídeo em seu Instagram para se defender podem acabar isentando o atleta, segundo especialistas ouvidos pelo UOL Esporte.

693af2c2abaa60e43e2ac43607172d65Foto: Reprodução Instagram @neymarjr e reprodução SBT

Em seu depoimento na Delegacia de Repressão de Crimes de Informática (DRCI), no Rio de Janeiro, ao qual a reportagem teve acesso, o jogador afirma que não foi o responsável por publicar o vídeo em seu Instagram. Ele diz que encaminhou o vídeo gravado e as conversas do aplicativo para o seu pai para que fossem enviadas à equipe de comunicação, que teria sido a responsável pela divulgação. Também em depoimento, o assessor Alex Bernardo assumiu a autoria do fato.

Na visão do professor de direito digital no MBA da FGV, Luis Augusto D'Urso, quem deve ser responsabilizado é quem praticou a ação, ainda que Neymar tenha tido ciência da publicação posteriormente em sua rede social. "Se eventualmente, o Ministério Público entender que houve o crime do 218C do Código Penal consumado nessa publicação feita supostamente pelo assessor do Neymar, o processo crime deveria ser contra ele, pois quem cometeu o suposto fato criminoso seria o assessor. O autor que causa é o responsável pelo crime. E o Neymar, ao solicitar a postagem, diz que desejava exclusivamente esclarecer os fatos. Portanto, não teria contribuído para o fato supostamente criminoso", analisou.

O inquérito apura se Neymar deveria ser enquadrado no artigo 218C do Código Penal, que fala em distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio "fotografia, vídeo ou outro registro audiovisual que contenha (...), sem o consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia". Outro fato que pode pesar a favor de Neymar é a intenção da publicação. Em seu depoimento, ele ressaltou que "deu determinações expressas à sua equipe para que em momento algum fosse exposto o nome, o rosto ou partes íntimas da mulher, pois não era sua intenção de forma alguma. Tanto assim que no vídeo que gravou não expôs o nome dela nenhuma vez", diz trecho do depoimento.

O jogador afirmou ainda que não teve a intenção de lesionar a vítima e que seu único objetivo foi "se defender de uma falsa acusação de um crime extremamente grave. (...) Que a única forma de se defender da acusação que estava sofrendo, pela qual estava sendo massacrado publicamente, seria esclarecendo os fatos e a verdade sem cortes", disse em depoimento.

O assessor de Neymar, Alex Bernardo, corroborou o discurso do atleta. Ele admitiu que fez a postagem, mas não a edição do vídeo. Em seu depoimento, disse que publicou no Instagram após receber o arquivo do técnico em informática contratado pelo serviço. Afirmou que não enviou o vídeo editado para Neymar antes da postagem e que "conversou com Neymar por áudio e vídeo e ele solicitou que o nome dela fosse apagado e as fotos de nudez fossem borradas de modo a não identificá-la", segundo o documento.

D'Urso considera que, se Neymar, de fato, deu ordens para que Najila Trindade fosse preservada, não poderia ser considerado o mandante de um suposto crime. Isso também reforçaria a ideia de que a publicação do vídeo teria o intuito de proteger o atleta, e não de expor a modelo. "Na minha opinião o Neymar não comete crime ao postar as fotos, segundo o artigo 218C, pois ele desfocou as fotos de nudez e pornografia. A ordem não é vazar fotos de nudez, é divulgar desfocando inclusive o nome. Dessa forma, o Neymar não demonstra vontade de cometer o crime, não seria nem o mandante". "Com relação a algumas fotos em que é possível identificar uma parte íntima ou outra, é possível notar que não houve vontade de quem postou em divulgar conteúdo íntimo, e sim, em explicar os fatos. O que por falta de dolo, também afastaria o crime de vazamento", afirma D'Urso.

Vanessa Souza, especialista em leis de tecnologia e crimes na internet, tem entendimento parecido em alguns pontos. Ela esclarece que o fato de a publicação ter sido feita no Instagram pessoal do atleta não quer dizer que necessariamente ele deva ser responsabilizado por ação ou omissão.

"Se ele não for o responsável pela divulgação, se encaminhou para a equipe e deu determinações para que em momento algum fosse exposto nome, partes íntimas, ele pode não ser responsabilizado por não incorrer conduta delitiva. Se ele falou para não divulgar, mas um terceiro divulgou, vai caber ao Ministério Público investigar a relação de causalidade dos fatos", explica ela.

"E também não houve intenção, tanto na modalidade de ação ou omissão, de lesionar a moça, nem de enfraquecer a acusação da vítima, mas apenas de se proteger de uma eventual acusação indevida. Haja vista que, mesmo que seja absolvido, danos serão irreparáveis e terá sido prejudicado".

Fonte: FolhaPress

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