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Mais de 70 pessoas foram conduzidas pela Polícia Civil suspeitas de envolvimento na fraude do concurso do Tribunal de Justiça do Piauí, que ocorreu em dezembro de 2015. A operação intitulada Veritas foi desencadeada na manhã desta quinta-feira (10) pelo Grupo de Repressão ao Crime de Organizado (Greco) que investiga também fraude no concurso público da prefeitura de Capitão de Campos, no interior do Estado.

imgresCoordenador do Greco, Carlos César Camelo. (Imagem:Divulgação)
"As investigações ocorriam antes mesmo antes da realização do concurso e mostraram que existia no Piauí uma organização criminosa especializada neste tipo de crime. No ano passado, cinco pessoas foram presas e o depoimento delas foi essencial para descobrir o possível envolvimento de mais suspeitos", disse o coordenador do Greco, Carlos César Camelo, em entrevista ao Notícia da Manhã.

Até o momento, 17 pessoas foram presas e um menor apreendido. Os suspeitos ainda não tiveram a identidade revelada, mas o Delegado Geral da Polícia Civil, Riedel Batista, confirmou a participação de agentes penitenciários, policiais civis e servidores de outros poderes

"Infelizmente tem policiais e servidores público que enveredam para esse caminho. Estamos tendo cautela nas conduções para que todos sejam ouvidos e seja dado o direito de ampla defesa aos supeitos. A quadirlha tem várias ramificações e eles ajudavam de alguma forma, no sentido de fazer provas, de colaborar na divulgação destes gabaritos...A investigação foi muito complexa e, por infelicidade, houve a identificação desses agentes. A equipe está em campo e quase todos os mandados já foram cumpridos.", disse o delegado geral.

Riedel Batista explica que a Corregedoria também está no caso para promover a apuração administrativa imediata dos agentes da Polícia Civil. "Os servidores dos outros poderes será comunicado todas as provas colhidas no inquérito pra que cada secretaria estabeleça o procedimento disciplinar competente", reitera.

Ao todo estão sendo cumpridos mais de 100 mandados judiciais, sendo 37 de prisão, 46 de condução coercitiva e 34 de Busca e Apreensão, além da apreensão um adolescente. Aproximadamente 200 policiais civis atuam na operação que ocorre em Teresina, Barras, Piripiri e Campo Maior em cidades do Maranhão.

Concurso não será anulado

O novo presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, o desembargador Erivan Lopes, disse que o concurso não será anulado. O magistrado ressalta que os suspeitos comprovadamente envolvidos na fraude- se por acaso tiverem sido aprovados- serão excluídos do chamamento do TJ.

 

Fonte:cidadeverde.com

ailton martins dos santos1Ailton, vítima do desastre em Minas, foi identificado. (Foto: Emerson dos Santos/Arquivo pessoal)A Polícia Civil informou que foi reconhecido pela família, na noite desta quarta-feira (9), o corpo encontrado na área da barragem de Fundão, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais. De acordo com a polícia, os restos mortais achados pelo Corpo de Bombeiros, nesta quarta, são de Aílton Martins dos Santos, de 55 anos. Ele era funcionário da empresa Integral Engenharia.


O corpo estava dentro de um caminhão-pipa e foi localizado a 800 metros abaixo da área do rompimento, após escavações feitas pelas equipes de busca, que continuam o trabalho no local.


Apesar do estado em que se encontrava, foi possível o reconhecimento pela família por meio de sinais como uma cicatriz, o cabelo e as roupas. Além disso, o prefixo do caminhão onde ele foi encontrado é o mesmo que a polícia já tinha como sendo o que ele dirigia no dia da tragédia. Ainda segundo a polícia, o corpo será enterrado em Catas Altas, na Região Central, onde Aílton morava.


Com o reconhecimento, sobe para 18 o número de corpos de vítimas do rompimento da barragem já encontrados. Ainda está desaparecido Edmirson José Pessoa, de 48 anos, que era funcionário da Samarco, cujas donas são a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton.


Contudo, devido ao tempo decorrido do desastre, ele também é considerado como vítima morta pela Polícia Civil, desde a conclusão do primeiro inquérito policial referente ao rompimento da Barragem de Fundão.


O segundo inquérito da Polícia Civil referente ao desastre apura os crimes ambientais e os licenciamentos da barragem. Assim como no primeiro, as investigações estão a cargo do delegado Rodrigo Bustamante. O prazo para conclusão será no dia 22 de março.


A Barragem de Fundão rompeu-se no dia 5 de novembro de 2015, destruindo o distrito de Bento Rodrigues, e deixando centenas de desabrigados. A lama gerada pelo rompimento atravessou o Rio Doce e chegou ao mar do Espírito Santo. No percurso do rio, cidades tiveram de cortar o abastecimento de água para a população em razão dos rejeitos.


De acordo com o comandante da companhia do Corpo de Bombeiros de Ouro Preto, tenente Júlio César Teixeira, os militares estavam fazendo o monitoramento de uma determinada área com “georadar”, mas os resultados não estavam sendo positivos.

caminhao ZdkuVEv18º corpo achado estava em caminhão na área da barragem. (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Durante o deslocamento de máquinas de escavação, fora dessa área, a equipe encontrou fragmentos metálicos característicos de caminhão-pipa. No fim desta manhã, a cabine do veículo e o corpo foram avistados.


Outras partes do caminhão-pipa já haviam sido localizadas e, desde janeiro, os bombeiros estavam à procura da cabine.

 

Fonte: G1

lulapresidess 300x250eO Ministério Público de São Paulo denunciou à Justiça nesta quarta-feira (9) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por crimes de estelionato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro por causa da suposta compra do triplex em Guarujá. O promotor Cassio Conserino entrou na 4ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda, de São Paulo, com denúncia criminal contra o ex-presidente Lula.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, a denúncia apresentada por Conserino foi distribuída à 4ª Vara Criminal. O caso segue sob segredo de justiça.

Dezesseis pessoas foram denunciadas, entre elas o ex-presidente Lula, a ex-primeira dama dona Marisa Letícia e um dos filhos de Lula, Fabio Luís Lula da Silva, que seriam beneficiários do triplex. Lula e outras 13 pessoas foram enunciadas pelos quatro crimes. Já Lulinha e dona Marisa foram denunciados apenas por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Os crimes teriam sido cometidos em empreendimentos da Bancoop – cooperativa dos bancários – que foram repassados posteriormente à construtora OAS.

O Instituto Lula negou as acusações. “O ex-presidente não cometeu nenhuma ilegalidade e não é dono do apartamento no Guarujá nem do sítio em Atibaia. O promotor Cassio Conserino já tinha anunciado que faria a denúncia no dia 22 de janeiro na revista Veja, o que mostra que ele não é imparcial. Além de não ser o promotor natural do caso e haver um recurso no STF sobre a competência desta investigação, se é do Ministério Público Federal ou do Ministério Público de São Paulo", informou o Instituto à GloboNews.

Investigação
O Ministério Público de São Paulo investiga irregularidades na construção e venda dos apartamentos do condomínio Solaris. Os promotores paulistas suspeitam que a OAS tenha reservado o imóvel para o ex-presidente Lula e a família dele. E que o ex-presidente tenha comprado o triplex. Pelo menos 100 pessoas já foram ouvidas nas investigações em São Paulo, entre elas moradores, corretores e funcionários do prédio.
A investigação do MP de São Paulo, porém, é independente da Lava Jato, que na 22ª fase apura se os apartamento do condomínio foram usados para repasse de propina.

O promotor Cassio Conserino tentou por duas vezes obter o depoimento de Lula e Marisa Leticia no Fórum da Barra Funda. Na primeira vez, uma liminar na Justiça suspendeu o depoimento. Na segunda, o Instituto Lula afirmou que eles não iriam depor porque já haviam prestado os esclarecimentos por escrito.

Na última sexta-feira (4), Lula foi levado a depor por condução coercitiva por decisão do juiz Sergio Moro no caso da Operação Lava Jato, que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e evasão de divisas na Petrobras.

 

Fonte: Com informações do G1

Um adolescente de 16 anos foi apreendido na manhã desta quarta-feira (9), em Ribeirão Preto (SP), suspeito de vender atestados médicos. Segundo a polícia, as negociações ocorriam pelo WhatsApp e o menor cobrava R$ 40 por cada atestado.

atestadowhatsappAtestados eram vendidos pelo WhatsApp em Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
Pelo menos 12 fichas carimbadas no nome de uma médica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Avenida Treze de Maio foram encontradas na casa do jovem, no bairro Campos Elíseos, na zona norte de Ribeirão.
Segundo o delegado Samuel Zanferdini, que acompanha o caso, a polícia investiga se os atestados foram roubados ou falsificados. A Secretaria de Saúde de Ribeirão informou que não foi registrado nenhum furto de carimbo na unidade.
Investigação
As investigações chegaram ao suspeito após uma semana de trocas de mensagens entre o adolescente e investigadores da polícia. "Era um grupo de negócios de Ribeirão Preto via WhatsApp e ele colocava os atestados à venda", disse Zanferdini.
De acordo com o delegado, durante as conversas o menor mandou cópias dos documentos com carimbo, nome e número do CRM de uma médica da UPA. "Estava sem assinatura da médica e ele disse 'você mesmo preenche e assina'", comentou.
Os investigadores negociaram três atestados médicos por R$ 100 e marcaram um encontro na casa do adolescente, nesta quarta. "O investigador foi com uma viatura descaracterizada e assim que ele entregou os atestados, acabou detendo esse adolescente".

atestadoribeiraoAtestados vendidos pelo WhatsApp tinham identificação da UPA de Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)
O menor foi levado para a delegacia, onde foi ouvido e afirmou que conseguiu os atestados pela internet, em redes sociais. "Queremos saber quem passou esses atestados para ele, se saíram de dentro da UPA, se foi algum furto, ou desvio de lá de dentro, mesmo".
Médica
O menor foi encaminhado à delegacia da Infância e Juventude e ficará à disposição da Justiça. A médica identificada nos atestados deverá ser chamada para prestar depoimento, para ajudar nas investigações.
"Obviamente não deve ter participação nenhuma, é muito raro a participação de médicos nesse tipo de crime, mas ela tem que ser ouvida até para confirmar o carimbo, se foi furtado de dentro da UPA ou se foi dalsificado", disse Zanferdini.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde não soube informar como o menor teve acesso aos carimbos da unidade.
"A Secretaria da Saúde esclarece que não foi registrado nenhum furto de carimbos da UPA e todos os carimbos usados na unidade quando estragam são inutilizados", afirmou em nota.

 

Fonte: G1