• Ind Discovery
  • Floriano Veiculos
  • chopp sabora
  • Dario PAX
  • Jorge
  • Paraiba
  • Posto Aliança
  • Garoto
  • Construforte
  • Oticas Floriano
  • chopp sabora
  • Construforte
  • Posto Aliança
  • Dario PAX
  • Floriano Veiculos
  • Oticas Floriano
  • Paraiba
  • Jorge
  • Garoto
  • Ind Discovery

policialexpulso 300x250eO ex-soldado da Polícia Militar Igor Gabriel de Oliveira Araújo, expulso da corporação por envolvimento na morte de Alan Lopes Rodrigues da Silva, filho de Oficial de Justiça do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), é agora considerado pela polícia como foragido.

 

Igor teve a prisão em flagrante convertida em preventiva e foi expulso da corporação. Ocorre que mesmo diante da gravidade do crime, e depois de pronunciado por homicídio qualificado, o juiz da 1ª Vara do Júri, Antônio Nolleto, o colocou em liberdade.

 

O Ministério Público recorreu e a juíza da 2ª Vara do Júri, em substituição ao juiz Antônio Nolleto, da 1ª Vara, decretou novamente a prisão do ex-PM.

Porém, em diligência, a Polícia Civil informou que Igor Gabriel de Oliveira Araújo, não foi encontrado no endereço repassado para a polícia.

 

Assassinato em posto de combustível

O crime pelo qual o ex-militar é acusado foi registrado no dia 20 de fevereiro no Posto HD da Avenida João XXIII, em Teresina. Logo após o ocorrido o militar se apresentou aos responsáveis pela investigação. Na época o delegado Francisco das Chagas, o Baretta, da Delegacia de Homicídios, chegou a mencionar que o caso teria sido motivado por ciúmes.

Câmeras de segurança flagraram a ação do policial, que segundo o relatório de expulsão do militar agiu de forma desproporcional e irrazoável.

"A vítima estava em desvantagem numérica (o acusado estava na companhia de mais dois amigos no momento do fato, enquanto a vítima estava sozinha), desarmada e prostrada ao chão, travando luta corporal com um dos amigos do processado (...) Neste momento, ALAN LOPES RODRIGUES DA SILVA (vítima) foi atingido na região infraescapular direita, posterior do pescoço (nuca) e na linha médio axilar direita (parte lateral direita de seu corpo), com orifícios de entrada de projétil correspondentes as suas “costas”, consoante se pode depreender do laudo de exame cadavérico da vítima (fls. 267). Com efeito, o acusado além de levar a óbito a vítima supramencionada, ainda colocou em risco a vida de seu amigo MARCOS DIOSTENES AMARALALVES, o qual foi surpreendido pelos disparos de arma de fogo originários de suas costas, os quais partiram em sua direção e em direção da vítima no momento em que travavam luta corporal. A materialidade dos fatos restou comprovada em laudo de
exame pericial em local de morte violenta – HOMICÍDIO", traz o relatório do Conselho e Disciplina da Corregedoria da PM foi publicada no Diário Oficial do Estado.

 

Acusação de tortura
O relatório da comissão citou ainda o caso ocorrido na cidade de Parnaguá, sul do Estado, onde o soldado Igor e mais dois policiais são acusados de tortura.

No processo contra o policial, a defesa chegou a pedido a absolvição do policial dizendo que ele teria agido em legítima defesa na ação contra o filho do oficial. Pediu ainda nos autos não constassem os acontecimentos registrados em Parnaguá, alegando que o caso ensejaria nulidade ao processo.

Contudo o parecer da Comissão Processante foi acatado, com a consequente decisão pelo afastamento do policial. A determinação pede ao comando do 7º BPM, onde o militar era lotado, que recolha fardamento, arma e insígnia de Igor Gabriel, e ainda a retirada de seu nome da folha de pagamento.

 

Fonte: 180 graus

A Força-Tarefa Previdenciária – integrada pela Polícia Federal, Previdência e Ministério Público Federal (MPF) – cumpriu na manhã desta terça-feira (19) oito mandados judiciais, sendo seis de busca e apreensão e dois de condução coercitiva, em São Luís (MA). As investigações foram iniciadas após uma prisão em flagrante em 2012, que levou à identificação de um esquema de falsificação de documentos públicos para obtenção de benefícios da Previdência Social com titulares virtuais.

2016 07 19 photo 00000006Oito mandados judiciais foram cumpridos em São Luís (MA) (Foto: Danilo Quixaba/Mirante AM)
A Operação Vultos identificou um prejuízo de R$ 1,9 milhão e pelo menos 36 benefícios de amparo social ao idoso com endereço e CPF de titulares constavam na residência de um advogado especialista em causas previdenciárias. De acordo com a Polícia Federal, a filha do advogado é uma das titulares de pensão por morte obtida de forma fraudulenta.


Vinte e oito policiais federais e dois servidores da área de Inteligência da Previdência Social participaram da operação. O nome da operação faz uma alusão a titulares de benefícios, que são pessoas fictícias.

 

Fonte: G1

Dois detentos foram baleados na manhã desta terça-feira (19) após pularem um dos muros da Cadeia Pública de Mossoró, na região Oeste potiguar. Um deles morreu ao chegar ao hospital. Os disparos, segundo o diretor da unidade, foram feitos por policiais militares que trabalham nas guaritas. Uma contagem será feita para saber se mais algum preso conseguiu escapar.

preso 1Presos baleados foram socorridos para o Hospital Regional Tarcísio Maia (Foto: Passando na Hora)
“Primeiro foram feitos disparos de advertência, mas como eles não atenderam a ordem para parar, acabaram baleados”, explicou José Fernandes, diretor da cadeia. Feridos, os dois presos foram socorridos para o Hospital Regional Tarcísio Maia. O preso que não resistiu ao ferimento e morreu foi identificado como Francisco Wanderley Pereira Filho, de 25 anos. Ele respondia por assalto e tráfico de drogas. O outro detento, Breno Maycon de Moura, de 20 anos, permanece internado e não há informações sobre o estado de saúde dele.
Ainda de acordo com o diretor, a Cadeia Pública de Mossoró possui atualmente 189 internos. A capacidade da unidade é para 140 detentos.
Sistema em calamidade
O sistema penitenciário potiguar não passa por um bom momento. E faz tempo. Em março de 2015, após uma série de rebeliões em várias unidades prisionais, o governo decretou estado de calamidade pública e pediu ajuda à Força Nacional. Para a recuperação de 14 presídios, todos depredados durante os motins, foram gastos mais de R$ 7 milhões. Tudo em vão. As melhorias feitas foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades, as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.
Fugas em 2016
Esta foi a terceira fuga registrada este ano na Cadeia Pública de Mossoró. Na primeira, ocorrida no dia 1º de março, dois presos fugiram. Um deles acabou baleado e foi recapturado. Já no dia 11 de abril, presos fizeram uma 'pirâmide humana' e outros quatro escaparam.
Sem contar com a ocorrência registrada nesta terça-feira, 270 detentos já conseguiram escapar do sistema carcerário potiguar este ano. Em 2015 foram 212. Alguns foram recapturados, mas nem a Secretaria de Justiça (Sejuc) nem a Secretaria de Segurança Pública (Sesed) sabem precisar quantos fugitivos foram encontrados e levados de volta aos presídios.

- Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta: 102 fugitivos em 12 fugas (19 e 21 de janeiro, 21 e 24 de fevereiro, 10 e 13 de março, 10, 16, 18 e 23 de abril, 2 de maio e 8 de junho);


- Cadeia Pública de Natal, em Natal: 46 fugitivos em 1 fuga (12 de janeiro);
- Centro de Detenção Provisória da Ribeira, em Natal: 29 fugitivos em 4 fugas (12 de fevereiro, 7 de março, 25 de abril e 9 de maio);
- Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró: 24 fugitivos em 6 fugas (1º, 22, 29 e 30 de janeiro, 8 de março e 22 de abril);
- Penitenciária Estadual Desembargador Francisco Pereira da Nóbrega, o ‘Pereirão’, em Caicó: 14 fugitivos em 1 fuga (14 de julho);
- Cadeia Pública de Caraúbas, em Caraúbas:12 fugitivos em 2 fugas (5 de março e 6 de junho);
- Complexo Penal Dr. João Chaves, em Natal: 9 fugitivos em 1 fuga (5 de junho);
- Centro de Detenção Provisória de Parnamirim, em Parnamirim: 8 fugitivos em 2 fugas (25 de março e 7 de junho);
- Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta: 7 fugitivos em 1 fuga (27 de março);
- Cadeia Pública de Mossoró, em Mossoró: 6 fugitivos em 2 fugas (1º de março e 11 de abril);
- Centro de Detenção Provisória de Macau, em Macau: 4 fugitivos em 1 fuga (14 de janeiro);
- Centro de Detenção Provisória de Patu, em Patu: 4 fugitivos em 1 fuga (4 de abril);
- Centro de Detenção Provisória do Potengi, em Natal: 3 fugitivos em 2 fuga (17 de janeiro, 18 de maio);
- Centro de Detenção Provisória de Ceará-Mirim, em Ceará-Mirim: 2 fugitivos em 1 fuga (24 de janeiro);
- Centro de Detenção Provisória de Candelária, em Natal: 1 fugitivo em 1 fuga (24 de junho);
Total: 270 fugitivos

 

Fonte: G1

policiaOperação é cumprida nesta terça-feira (19) em cidades baianas (Foto: Divulgação/ PF)A Polícia Federal prendeu, na manhã desta terça-feira (19), 23 suspeitos de integrar uma organização criminosa que aplicava golpes na Caixa Econômica Federal e em diversas outras instituições financeiras na Bahia. Duas pessoas que tinham mandados de prisão não foram encontrados e, se não se apresentarem à PF nesta terça, são considerados foragidos.


Segundo a PF, só em 2013, foram constatados prejuízos superiores a R$ 10 milhões.


A Operação Ali Babá atua nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Seabra, Palmeiras, Monte Santo, Presidente Tancredo Neves e Remanso, todas na Bahia. Na capital baiana, são cumpridos mandados no bairro de Pernambués, na Rua Thomás Gonzaga, em uma loja de material de construção, e na Rua Hilton Rodrigues, na Pituba.

 

Ao todo, foram 25 mandados de prisão, 10 preventivas e 15 temporárias; 28 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva.


De acordo com a investigação, a organização criminosa operava desde 2006, atuando através da constituição de empresas irregulares, em nome de “laranjas”, com as quais eram obtidos empréstimos com valores altos, junto a diversas agências bancárias, de vários bancos. Os créditos não eram restituídos.


Segundo a PF, o esquema também contava com pessoas especializadas no fornecimento de documentos falsos, que facilitavam a constituição das empresas e a obtenção dos empréstimos fraudulentos.


A polícia identificou 19 empresas envolvidas no esquema, mas suspeita que o número de envolvidos seja muito maior. Todos deverão responder por organização criminosa e estelionato, crimes previstos, respectivamente, nos artigos 2º da Lei 12.850/2013 e 171 do Código Penal.

 

Fonte: G1

  • Ada Atten
  • Cabedo
  • Espeto e Cia