• Dario PAX
  • Paraiba
  • chopp sabora
  • Construforte
  • Oticas Floriano
  • Garoto
  • Jorge
  • Posto Aliança
  • Oticas Floriano
  • Construforte
  • Posto Aliança
  • Garoto
  • chopp sabora
  • Dario PAX
  • Paraiba
  • Jorge

O policial penal de iniciais J. P. de O., preso na última quarta-feira (11) foi transferido para o 4° Batalhão de Polícia Militar, em Picos.

2aecd2a6a0a931c12031870fc9a58cb6

O suspeito de estuprar e torturar quatro detentas da Penitenciária Feminina estava preso na Central de Flagrantes, aguardando a audiência de Custódia.

A delegada titular da Delegacia de Defesa dos Direitos da Mulher de Picos (DEAM), Robiane Nunes, revelou que durante as investigações o suspeito foi interrogado, negou os crimes de tortura/castigo e estupro. No entanto, após o interrogatório voltou a praticar o crime de tortura.

“Vale ressaltar que a tortura continuou existindo depois das investigações, mesmo após ter interrogado e negado os fatos. Após ter sido interrogado, ele continuou a praticar os crimes de tortura. A tortura é que ele aplicava penalidades para as detentas que elas não mereciam ou penalidades mais graves do que caberia naquele caso como isolar, usar spray de pimenta”, pontuou a delegada.

O policial J.P. de O. possui quase 16 anos de serviço público. Ele estava lotado na Penitenciária Masculina José de Deus Barros, mas em razão de problemas administrativos com a direção foi transferido em 2018 para o presídio de mulheres.

No trabalho investigativo realizado pela DEAM aponta que os crimes de tortura e estupro começaram a ser registrados em 2020. A direção da Penitenciária tinha conhecimento dos fatos.

 

Fonte:cidadeverde.com