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                                                                               Olá meus queridos irmãos, minhas queridas irmãs.

                                                                                   Paz e bem para você e toda a sua família.

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Como está indo você no contato mais frequente com a Palavra de Deus como nos é proposto neste mês da Bíblia? Leia a Bíblia, ela é a Palavra de Deus, é a expressão do amor do Pai por nós e nos ensina que devemos nos amar uns aos outros. Por isso é que afirmamos. Nós amamos porque Deus primeiro nos amou.

Hoje é terça-feira e na leitura contínua do Evangelho de Lucas, iremos ler no capítulo 7 os versículos 11 a 17 que nos apresenta o caso da ressurreição do jovem de Naim. Trata-se de mais um sinal que nos manifesta a compaixão, a proximidade eficaz de Jesus de quem sofre, de quem se encontra perante a morte. Hoje também somos convidados a fazer memória de São Roberto Belarmino, foi um grande santo jesuíta que se dedicou muito à catequese popular e elaborou um catecismo da doutrina Cristã. Através de um livrinho em forma de diálogo, São Roberto Belarmino transmitiu as verdades fundamentais da fé professadas no batismo. Por causa do alcance de sua obra catequética e do seu ensinamento, ele alcançou o título de Doutor da Igreja.

Peçamos a intercessão de São Roberto Belarmino por todos os catequistas de nossas comunidades e por nossa comissão diocesana de catequese, para que guiados pelo Espírito Santo consigam levar adiante o projeto da catequese de iniciação à vida cristã conforme as orientações da CNBB. Pegue logo a sua bíblia na mão e se prepare para ler comigo o texto do evangelho de hoje que está em Lucas, capítulo 7 versículos 11 a 17.

Naquele tempo Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim, com ele íam seus discípulos e uma grande multidão, quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse. "Não chores". Aproximou-se, tocou o caixão e os que o carregavam pararam. Então Jesus disse. "Jovem. Eu te ordeno. Levanta-te". O que estava morto sentou-se e começou a falar e jesus o entregou a sua mãe. Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus dizendo. "um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo". E a notícia do fato espalhou-se pela Judéia inteira e por toda a redondeza. Palavra da salvação.

Irmãs e irmãos. Para começo da nossa reflexão, façamos esta pergunta. Qual deve ser a atitude do cristão diante da morte?. O Evangelho de hoje oferece uma grande ajuda para respondermos a esta pergunta. Jesus que veio trazer a boa notícia aos pobres, conforme já nos foi apresentado por Lucas bem lá no início do seu evangelho e já foi lido por nós neste programa, enche-se de compaixão diante de uma mulher viúva, privada do seu único filho e por isso, condenada à exclusão da sociedade do seu tempo. Ela que já não tinha marido acabara de perder seu único filho. Uma situação dramática que clama pela intervenção de Jesus. Contudo, mais que uma demonstração de poder da parte do filho de Deus, a ressurreição do filho da viúva de Naim é a revelação de como é grande a ternura de Jesus e de como o seu amor é mais forte que o poder da morte. Queremos também compreender irmãos e irmãs que a ressurreição do filho da viúva de Naim como a ressurreição de Lázaro que encontramos no capítulo 11 do evangelho de São João, é anúncio antecipado da ressurreição de Jesus. Em Naim, Jesus deu sinal de que diante dele, a morte perde o seu poder. A morte começa ser vencida definitivamente no calvário quando Jesus a transformar num ato de amor e na manhã de páscoa com a ressurreição, entrar no mundo novo para o qual todos somos chamados. Do mesmo modo como Jesus restitui o jovem à mãe, assim com a ressurreição, todos os nossos vínculos de amor serão reforçados no modo perfeito. Até a chegada de Jesus, a morte era entendida como uma realidade que devia ser sempre rejeitada. Que causava medo e angústia. A ela o ser humano devia se opor durante toda a vida. Desde quando Jesus tocou sem medo no caixão do jovem de Naim, a morte adquiriu outro sentido. Tornou-se o momento em que o filho de Deus se associou particularmente a nós e nós fomos unidos a ele. Jesus veio libertarnos do medo da morte, não aumentá-lo com o remorso ou com a angústia pelos nossos limites. Unidos a Jesus, podemos viver e morrer oferecendo-nos ao Pai. Esta união começa no batismo e é reforçada nos sacramentos, especialmente na eucaristia.

Encerrando o programa de hoje, rezemos irmãs e irmãos Senhor Deus, consolador dos aflitos, iluminai o mistério da dor e da morte com a esperança que resplandece no rosto de Cristo Fazei que nas provações da nossa caminhada permaneçamos intimamente à paixão do vosso filho, para que se revele em nós o poder da sua ressurreição. Amém.

Concluindo o programa, desejo a você minha irmã, meu irmão, uma excelente continuidade desta semana e peço que Deus abençoe a você e a toda a sua família em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Fonte e foto:Pascom

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